Nota: Desde de que ouvia quando criança a história da arca de Noé, ficava fascinado, isso não mudou em minha fase adulta. Creio que a Arca existe e está sendo conservada para o mesmo fim que muitos outros achados arqueológicos tiveram, silenciar a boca dos críticos no auge de suas críticas. Muito da arqueologia bíblica surgiu no tempo em que o peso das críticas era marcante na comunidade acadêmica, mas Deus não deixou os sinceros sem resposta, assim foi quando se descobriu a autenticidade de Sargão II, do povo Hitita como uma nação poderosa, da veracidade de Davi... assuntos como esse eram totalmente desacreditados da forma como a Bíblia ensina, mas hoje estão provados. Tenho certeza que a arca está guardada por Deus para o momento certo, mas Deus não precisa do auxílio de falsas descobertas.
"Descobertas" das Arca de Noé e o desserviço a Bíblia
Nota: Desde de que ouvia quando criança a história da arca de Noé, ficava fascinado, isso não mudou em minha fase adulta. Creio que a Arca existe e está sendo conservada para o mesmo fim que muitos outros achados arqueológicos tiveram, silenciar a boca dos críticos no auge de suas críticas. Muito da arqueologia bíblica surgiu no tempo em que o peso das críticas era marcante na comunidade acadêmica, mas Deus não deixou os sinceros sem resposta, assim foi quando se descobriu a autenticidade de Sargão II, do povo Hitita como uma nação poderosa, da veracidade de Davi... assuntos como esse eram totalmente desacreditados da forma como a Bíblia ensina, mas hoje estão provados. Tenho certeza que a arca está guardada por Deus para o momento certo, mas Deus não precisa do auxílio de falsas descobertas.
A mais nova ilha do planeta
TEMPERATURA DO CORPO APONTA PARA PROJETO
Você já se perguntou por que a temperatura considerada ideal para o nosso corpo é 36 graus Celsius? Cientistas acreditam terem descoberto a resposta.Basicamente, é o equilíbrio perfeito: é quente o suficiente para prevenir infecções de fungos mas não tão quente para que precisemos comer o tempo todo só para manter o nosso metabolismo funcionando. Cientistas sempre se perguntaram quais seriam os motivos pelos quais os mamíferos são tão mais quentes do que os outros tipos de animais. E os fungos podem ser o motivo. Eles descobriram que, para cada grau que uma espécie “perde” de temperatura, as chances de ela ter infecções por fungos aumentam 6%.
Então sabemos que precisamos de um corpo quente para nos livrar desses desagradáveis fungos. A questão então é o quão quente nosso corpo precisa ser.
hypescience
NOTA: Certo, a temperatura do corpo então ajuda na defesa contra fungos, mas durante o processo de evolução que supostamente durou milhões de anos, enquanto a temperatura não se mantinha ideal, como funcionava?
FOSSÉIS APONTAM PARA ANIMAIS GIGANTES
O Jornal da Ciência mostrou um artigo sobre o rato de 6 quilos encontrado por arqueólogos.Ossos de roedor encontrados no Timor-Leste pertenceram ao maior rato de que se tem notícia, que viveu há menos de 2 mil anos
O peso está mais para o de um cão pequeno ou de um gato com sobrepeso. Seis quilos é realmente inusitado para um rato. Segundo os pesquisadores responsáveis pela descoberta, trata-se do maior rato de que se tem notícia. Ken Aplin, do Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation, na Austrália, e Kris Helgen, do Smithsonian Institution, nos Estados Unidos, escavaram ossos de 13 roedores, 11 dos quais até então desconhecidos para a ciência, em um sítio arqueológico no Timor-Leste.
"O leste da Indonésia é um hot spot da evolução de roedores e exige maior atenção de esforços de conservação. Roedores respondem por cerca de 40% da diversidade de mamíferos no mundo e são elementos-chave dos ecossistemas, importantes para processos como manutenção dos solos e dispersão de sementes.
Manter a biodiversidade entre ratos é tão importante como proteger aves ou baleias", disse Aplin. Análises feitas pelos pesquisadores indicaram que o rato de 6 quilos - do gênero Coryphomys - viveu até cerca de 1,5 mil anos atrás, no mesmo período que a maioria dos outros roedores descobertos.
O Ambiente Brasil mostrou também um fóssil encontrado durante a construção de um hospital na Argentina, de um urso gigante. Segue a Notícia:
Há 700 mil anos [sic], um urso que pode ter passado de 1,5 tonelada atacava os herbívoros de La Plata, na Argentina, com a mesma voracidade que os humanos gaúchos hoje dedicam ao churrasco.
Trata-se, de longe, do maior urso que já viveu, e do maior carnívoro do planeta durante o Pleistoceno (a Era do Gelo), afirma um dos responsáveis por descrever o fóssil, Leopoldo Soibelzon, do Museu de La Plata.“É outra ordem de magnitude [perto dos demais ursos]“, diz Soibelzon. Há registros de ursos-polares com até uma tonelada no começo do século 20. Hoje, eles e os ursos-pardos, os dois maiores bichos do tipo, não passam de 700 kg.O pesquisador apresentou os dados no 7º Simpósio Brasileiro de Paleontologia de Vertebrados, organizado pela Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro).
Os fósseis -dois “braços”, ambos com ossos articulados- amargaram décadas de gaveta antes de ser analisados.
Hospital - “Foram achados durante a construção de um hospital em La Plata, 40 anos atrás. Quando você os vê pela primeira vez, fica achando que são de um mastodonte, de tão grandes”, diz Soibelzon.“Sempre quis trazer a público, mas a vida vai levando, o momento nunca chega.”
A oportunidade veio quando o argentino e uma aluna iniciaram um estudo da massa (o popular peso) dos ossos fósseis. Visitando museus, e com ajuda de um colega americano, Blaine Schubert, da Universidade Estadual do Leste do Tennessee, Soibelzon se deu conta de que nenhum outro urso chegava perto do monstrão.Trata-se, aliás, de um gigante entre gigantes: sua espécie, Arctotherium angustidens, já era conhecida pelo tamanho, mas nunca se imaginou que um indivíduo pudesse ficar tão grande. A explicação para o porte desmesurado do bicho provavelmente tem a ver com o fato de que os ursos são invasores recentes na América do Sul, vindos do norte depois que a América Central se formou e uniu os dois subcontinentes americanos.
“Logo aparece em cena um urso gigantesco num continente, naquela época, quase vazio de carnívoros”, explica Soibelzon. “Tinham um mundo, um supermercado de carne para comer.”
Quando outros carnívoros, como os felinos, foram se estabelecendo na América do Sul, os ursos evoluíram para se tornar menores e mais herbívoros. A única espécie ainda viva na região é o urso-andino (Tremarctos ornatus), com apenas 150 kg. Um estudo sobre o exemplar gigante do Arctotherium angustidens sairá na revista “Journal of Paleontology”.
NOTA: A Bíblia afirma que havia seres de estatura maior que o comum hoje, isso é o que os fósseis vem revelando. Ratos, ursos, escorpiões, crocodilos e vários outros animais cujos fósseis são encontrados apontam para o fato de que a evidência sustenta a história bíblica. Lembrando um enorme detalhe, a fossilização anda de mãos dadas com o dilúvio bíblico, mesmo levando em conta que os fósseis em destaque parecem ser de um período pós-dilúvio.
POR QUE PICA-PAUS NÃO FICAM COM DOR DE CABEÇA?

Primeiro, saiba que pica-paus, quando estão “inspirados” batem a cabeça cerca de 20 vezes por segundo na madeira. Mas há músculos, ossos e pálpebras reforçadas que protegem os olhos e o cérebro do bicho.Músculos fortes e densos no pescoço do pássaro dão a ele a força necessária para que ele bata repetidamente a cabeça. Mas são os músculos extras na sua cabeça que o protegem de se machucarem, funcionando como um capacete para o cérebro. Diferente do cérebro humano, o cérebro do pica-pau está confinado por esses músculos.Milisegundos antes de bater a cabeça o pica-pau contrai seus músculos do pescoço. Depois fecha sua pálpebra grossa.A pálpebra age como um “cinto de segurança” para os olhos – sem ela a retina do pássaro poderia se romper ou, mais bizarro, o olho poderia saltar para fora da cabeça dele.Essas medidas de segurança são especialmente úteis para os machos, que batem a cabeça cerca de 12 mil vezes por dia quando estão fazendo a corte para alguma fêmea.
NOVO LAGARTO GIGANTE
Pensava-se que esta região estivesse livre de espécies gigantes e exuberantes. No entanto, a revista Biology Letters publicou, esta semana, informações sobre uma nova criatura, que tem estas características. Trata-se de um lagarto monitor encontrado nas Filipinas e parente bem próximo dos dragões carnívoros Komodo, mas apesar disso vegetariano. Ele chega a ter o tamanho de um homem.
Varanus bitatawa é conhecido dos caçadores locais. No entanto, só agora se tornou conhecido pela ciência.
(Opinião e Notícia)
ENTRE A FÉ E O MITO
Vez ou outra o Santo Sudário, mortalha identificada por alguns como o pano que cobriu Jesus após sua morte, é pautado pela imprensa, especialmente em datas de interesse cristão, como a Páscoa. Por isso, na semana passada, diversas matérias sobre a reconstituição do rosto do defunto envolto na relíquia ganharam destaque, dentre elas uma veiculada no Fantástico do último domingo. Para saber um pouco mais sobre o que há de concreto e sensacionalista nessa discussão, conversei com o professor Rodrigo Silva, doutor em Novo Testamento, especialista em Arqueologia Bíblica pela Universidade Hebraica de Jerusalém e curador do Museu Paulo Bork do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), onde também leciona no curso de Teologia. Ele, que apresenta o programa Evidências da TV Novo Tempo, explica por que é cético em relação ao sudário e se a imagem imortalizada que temos de Jesus tem respaldo histórico.1) Apesar de a autenticidade do Santo Sudário já ter sido seriamente questionada, por que a relíquia é pauta recorrente?
O que temos são modismos sensacionalistas. Por exemplo, quando em 1980 três laboratórios mostraram, a partir do teste de carbono 14, que o pano era da Idade Média, o descrédito veio a tona na mídia. Em 2005, quando a Igreja Católica declarou que o pano submetido a exame, por engano, fora apenas um remendo feito no sudário por freiras na Idade Média, a questão voltou ao noticiário. A seguir, em 2009, quando um sudário autêntico do primeiro século foi encontrado numa tumba em Jerusalém, a comparação com o sudário de Turim novamente lançou dúvidas sobre o assunto. Mas, vale lembrar que, a veracidade do sudário não foi o tema da matéria do Fantástico e sim a reconstituição do rosto do suposto morto envolvido no pano.
2) O senhor se considera um crítico ou no mínimo um desconfiado em relação à mortalha. Por quê?
Apesar de crer na ressurreição literal de Jesus, não aprecio a fabricação de argumentos para consubstanciar minha fé. A legitimidade ou não do Santo Sudário, não me faz mais nem menos crente acerca da historicidade da ressurreição. Além disso, as investigações sobre a peça ficaram restritas a Igreja Católica, o que dificulta a credibilidade da pesquisa. Mesmo assim, o grupo que investigou um pedaço do pano, sob a tutela da Igreja, teve resultados muito contraditórios, sem contar os outros três laboratórios que dataram a "relíquia" como pertencendo à Idade Média. Logo, do ponto de vista científico ou acadêmico há muito pouco o que dizer sobre um objeto que não está disponível para investigação.
3) E o que de concreto pode haver contra a autenticidade do sudário?Alguns fatores, entre eles, a não comprovação de que o sangue contido no pano seja humano. E ainda que seja de um homem, intriga porque o sangue fresco em contato com o lençol deixaria um borrão e não a marca de um tênue escorrimento. Em segundo lugar, se o corpo de Jesus foi levado envolto no lençol desde a cruz até o túmulo, a caminhada apressada dos discípulos provocaria marcas de transporte no tecido. Essas marcas não existem. Em terceiro lugar, a Bíblia, no texto de João 19:38 a 20:7, menciona que Jesus foi envolto em "lençóis", no plural. E indica também que um dos panos estaria envolvendo apenas a cabeça. Essa descrição contraria a teoria do sudário, por ser uma peça única.
4) E quanto à posição do corpo?
As mãos do defunto sobre a pélvis é no mínimo suspeita. Segundo o costume judeu, os corpos tinham os braços estendidos do lado do corpo ou ajeitados junto ao dorso (a cabeça também era virada para um dos lados). No caso do sudário, as mãos foram delicadamente colocadas sobre o baixo-ventre, como se estivesse cobrindo a nudez do defunto, imagem que parece evocar o puritanismo artístico-medieval. Outra suspeita é a suposta moeda romana vista nos olhos do corpo, demonstrando mais uma prática da Idade Média do que dos tempos do Novo Testamento. E por fim, chamo atenção para o silêncio da Bíblia em relação ao sudário. Se ele fosse autêntico teria sido mencionado pelos discípulos ou críticos de Jesus.
5) No decorrer dos séculos, a figura de um homem alto, com barba e cabelos longos foi praticamente imortalizada como a imagem de Jesus. É possível precisar quando Cristo começou a ser retratado dessa forma e por quê?
Até o início do quinto século praticamente não havia representações artísticas da cruz e da crucificação. Os primeiros cristãos pareciam pouco inclinados a destacar visualmente a morte humilhante do filho de Deus, preferindo retratá-lo em vida como amigo, senhor e protetor. Mas é no período bizantino que se começa a explorar mais as feições faciais de Cristo, de um Jesus com barbas e cabelos longos. Porém, segundo Irineu de Lion, um escritor da Igreja Cristã que viveu no 2º século depois de Cristo, ou seja, muito mais próximo das fontes apostólicas, as descrições feitas em sua época sobre Jesus eram completamente equivocadas. Santo Agostinho de Hipona, por sua, escreveu no começo do 5º século que ignorava completamente as descrições artísticas feitas de Jesus. Talvez, sua fala fosse uma condenação a riqueza e ostentação manifestadas por um cristianismo que dava as mãos para o império romano e se distanciava cada vez mais da simplicidade dos primeiros seguidores de Cristo.
6) O que a Bíblia e os escritos dos primeiros cristãos dizem sobre a aparência física de Jesus?
Na Bíblia, não encontramos um “retrato falado de Jesus”, porém, se aliarmos sua leitura às informações arqueológicas disponíveis, é possível encontrar ali poucas, porém, razoáveis possibilidades.
Inquestionavelmente ele era um semita, e como os povos que habitavam ao sul do Mediterrâneo, deveria se distinguir dos gregos e romanos pela cor azeitonada da pele, olhos negros, cabelo escuro, nariz arqueado e estatura mediana. Pelo trabalho pesado que exercia como carpinteiro (não de móveis, mas no corte de pedras e de madeiras para a construção de casas), e por conseguir carregar a cruz por um bom trajeto, Ele deveria ter um físico musculoso.
7) Há poucos anos, uma pesquisa feita com base no crânio de um judeu do primeiro século sugeriu uma face morena e mais arredondada para Cristo, bem distinta da tradicional. Seria essa mais próxima da real? Veja o vídeo sobre a pesquisa.
O próprio professor Richard Neave, da Universidade de Manchester, que comandou a pesquisa, admitiu que essa tentativa forense também tem suas limitações. Questões como cor da pele e dos olhos, forma e tamanho do cabelo e certas cartilagens exteriores são fruto exclusivo da imaginação do especialista, o que torna o resultado parcialmente artístico e não 100% científico como se supõe. Ademais, Neave usou o crânio de um judeu e não faria sentido pensar que todos os contemporâneos de Jesus eram parecidos.
Por Wendel Lima
(Conexão JA)
NOTA: Recomendo a leitura de Escavando a Verdade, livro do Rodrigo Silva. Mostra o Testemunho da arqueologia comprovando a veracidade da Bíblia Sagrada.
QUANDO DUVIDAR DO "CONSENSO" CIENTÍFICO

Qualquer pessoa que tenha estudado a história da ciência sabe que os cientistas não estão imunes à dinâmica irracional do comportamento de rebanho
1. Quando diferentes reivindicações são agrupadas.
2. Quando os ataques ad hominem contra dissidentes predominam.
3. Quando os cientistas são pressionados a seguir a linha do partido.
4. Quando a publicação e a revisão por pares na disciplina é facciosa.
5. Quando as opiniões divergentes são excluídas da literatura peer-reviewed relevante, não por fracas evidências ou maus argumentos, mas como parte de uma estratégia para marginalizar a oposição.
6. Quando a literatura de revisão por pares é deturpada.
7. Quando o consenso é declarado às pressas ou antes mesmo de ele existir.
8. Quando o assunto da matéria parece, pela sua natureza, resistir a um consenso.
9. Quando "os cientistas dizem" ou "ciência diz que" é uma locução comum.
10. Quando ele está a ser usado para justificar políticas do dramatismo pu políticas económicas.
11. Quando o "consenso" é mantido por um exército de jornalistas que o defendem com zelo acrítico e partidário, e parecem ter a intenção de ajudar a mensagem de alguns cientistas ao invés de relatar os factos o mais objectivamente possível.
12. Quando nos continuam a dizer que há um consenso científico.
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DIGITAIS DE UM CRIADOR ALTRUÍSTA
O cérebro humano acredita fortemente na igualdade entre as pessoas.
Uma equipe de cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e do Trinity College, em Dublin, na Irlanda, agora reuniu imagens que comprovam isso.
Rico, mas humano
A equipe descobriu que os centros de recompensa do cérebro de uma pessoa respondem mais fortemente quando ela vê alguém que é pobre receber uma recompensa financeira do que quando ela vê uma pessoa rica ficar ainda mais rica. E o que é mais surpreendente: Este padrão de atividade é válido mesmo se este cérebro que observa os dois episódios estiver equipando a cabeça de uma pessoa rica. Ou seja, mesmo um rico fica mais feliz em ver um pobre recebendo alguma coisa, do que ao ver um colega rico ganhando ainda mais dinheiro. E vai além: uma pessoa rica fica mais feliz ao ver um pobre recebendo dinheiro do que quando ela própria recebe dinheiro. As conclusões do estudo foram publicadas no último exemplar da revista Nature.
Natureza humana
"Esta é a última imagem em nossa galeria da natureza humana", diz o Dr. Colin Camerer, coautor da pesquisa. Há muito se sabe que nós, humanos, não gostamos da desigualdade, especialmente quando se trata de dinheiro. Diga a duas pessoas que trabalham no mesmo emprego que os seus salários serão diferentes e você vai ter problemas, observa John O'Doherty, outro participante do grupo. Mas o que não se sabia era quão biologicamente programados [expressão muito oportuna] nós somos para isso. "Neste estudo, estamos começando a ter uma ideia de onde vem essa aversão à desigualdade," diz O'Doherty. "Não é apenas a aplicação de uma regra social ou convenção; há realmente alguma coisa sobre o processamento básico de recompensas do cérebro, que reflete essas considerações".
Centros de recompensa do cérebro
O cérebro processa as "recompensas" - coisas como comida, dinheiro, e até mesmo uma música agradável - gerando respostas positivas no corpo. Isto pode ser visto em áreas como o córtex pré-frontal ventromedial (CVM) e o estriado ventral. Em uma série de experimentos, os pesquisadores observaram como o CVM e o estriado ventral reagiam em 40 voluntários que assistiam a uma série de eventos de ganhos e de transferências de dinheiro - tudo enquanto eles ficavam deitados dentro de uma máquina de ressonância magnética. A forma de reação dos voluntários aos diversos cenários, mais precisamente dos centros de recompensa dos seus cérebros, mostrou uma forte dependência da situação inicial - se eles começaram o experimento com uma vantagem financeira sobre os seus pares.
"As pessoas que começaram pobres tiveram uma reação mais forte do cérebro para coisas que lhes davam dinheiro, e essencialmente nenhuma reação ao dinheiro que era dado para outra pessoa", diz Camerer. "Por si só, isso não foi muito surpreendente."
Preferência pela igualdade
O que foi surpreendente foi o outro lado da moeda. "No experimento, as pessoas que começaram ricas tiveram uma reação mais forte para as outras pessoas recebendo dinheiro do que quando elas próprias recebiam dinheiro," explica Camerer. "Em outras palavras, seus cérebros gostaram mais quando os outros recebiam dinheiro do que quando elas próprias recebiam dinheiro."
"Nós agora sabemos que essas áreas do cérebro não se atêm apenas ao auto-interesse", acrescenta O'Doherty. "Elas não respondem exclusivamente às recompensas que se obtém como indivíduo, mas também respondem à perspectiva de outros indivíduos obtendo um ganho."
O que foi especialmente interessante sobre a descoberta, diz ele, é que o cérebro responde "de forma muito diferente a recompensas obtidas por outros sob condições de desigualdades desvantajosas versus desigualdades vantajosas. Ele mostra que as estruturas básicas de recompensa no cérebro humano é sensível mesmo a diferenças sutis no contexto social."
DEUS E A DEPRESSÃO
Pesquisas têm sugerido que a crença religiosa pode ajudar a proteger as pessoas contra os sintomas da depressão. Mas um estudo, feito na Universidade Rush, nos Estados Unidos, vai um passo além. Em pacientes já com o diagnóstico de depressão clínica, a crença em um Deus que se importa com as pessoas pode melhorar a resposta ao tratamento médico, conforme relata um artigo publicado no Journal of Clinical Psychology.
Medidores de sentimentos e espiritualidade
Participaram do estudo um total de 136 adultos diagnosticados com depressão grave ou depressão bipolar, atendidos tanto em ambiente hospitalar quanto ambulatorial, voltados para cuidados psiquiátricos. Os pacientes foram examinados logo após a internação para tratamento e oito semanas depois, utilizando o Inventário Beck de Depressão, a Escala de Desesperança de Beck, e a Escala do Bem-Estar Religioso - todos instrumentos padrão das ciências sociais para avaliar a intensidade, a profundidade e a gravidade da doença e os sentimentos de desesperança e de satisfação espiritual, respectivamente.
Fé salvadora
A resposta à medicação, definida como uma redução de 50 por cento nos sintomas, pode variar em pacientes psiquiátricos. Alguns podem não responder de forma alguma. Mas o estudo descobriu que aqueles com fortes crenças em um Deus pessoal e que se preocupa com as pessoas tinham maiores chances de responder à medicação e experimentar melhoras.Especificamente, os participantes que ficaram no terço superior da Escala de Bem-Estar Religioso tinham 75 por cento mais probabilidades de melhorarem com o tratamento médico para a depressão clínica. O resultado é semelhante a um estudo feito no Brasil, que demonstrou a importância da religião para lidar com o câncer.
Importância da esperança
Os pesquisadores avaliaram se a explicação para a melhoria da resposta aos medicamentos estaria ligada ao sentimento de esperança, que normalmente é uma característica da crença religiosa. Mas o grau de esperança, medido pelos sentimentos e expectativas quanto ao futuro, e o grau de motivação, não conseguem prever se um paciente se sentirá melhor com o uso dos antidepressivos.
"Em nosso estudo, a resposta positiva à medicação teve pouco a ver com o sentimento de esperança que normalmente acompanha a crença espiritual," afirma Patricia Murphy, professora de religião, saúde e valores humanos da Universidade Rush. "Ela esteve ligada especificamente à crença em um Ser Supremo que se importa com as pessoas."
Importância da religião para os pacientes
"Para as pessoas diagnosticadas com depressão clínica, a medicação certamente desempenha um papel importante na redução dos sintomas," disse Murphy. "Mas quando se trata de pessoas diagnosticadas com depressão, os médicos precisam estar cientes do papel da religião na vida de seus pacientes. É um recurso importante no planejamento do tratamento."
Um outro estudo sobre religião e medicina mostrou que, apesar da importância da religião na recuperação dos pacientes, a maioria dos médicos tende a ver a fé como um empecilho às suas decisões.
NOTA: Já ouvi alguns relatos sobre o benefício da fé em tratamentos, e não são do tipo milagrosos, mas são do tipo em que o fato da crença em Deus deu forte motivação para a cura do organismo. Acredito que realmente existem médicos que possam ver a fé em um conjunto de crenças como empecilho, isso dependerá de que tipo de fé e em que crença. Por exemplo a polêmica questão do transplante de sangue para os Testemunhas de Jeová é algo que vez ou outra é levado ao tribunal. De forma geral os benefícios da fé e da esperança em tratamentos de doenças estão ficando cada vez mais claros.
BACTÉRIAS NO FUNDO DO MAR MOSTRAM DESIGN INTELIGENTE

Estudo dinamarquês achou bateria de micróbios no oceano pela primeira vez
Imagine duas pessoas que estão a 20 km de distância uma da outra, uma comendo sem respirar, outra só respirando sem comer - e ambas mantidas vivas por uma corrente elétrica entre elas. A comparação dá uma ideia da surpreendente rede elétrica montada por bactérias do fundo do mar, que acaba de ser flagrada pelos cientistas, embora ela tenha apenas 12 milímetros de extensão. O fenômeno é "verdadeiramente espantoso", disse o pesquisador Kenneth Nealson, da Universidade da Califórnia, em comentário sobre a descoberta na revista "Nature". "Para um humano, 12 milímetros não parecem ser uma distância tão grande. Mas, para uma bactéria, isso significa 10 mil vezes o comprimento de suas células, equivalente a 20 km em termos humanos", escreveu. A comparação com pessoas não é tão maluca assim, pois "comer" e "respirar" são atividades que elas compartilham com bactérias aeróbicas.
Seres vivos obtêm energia a partir de comida, "queimada" com o oxigênio da respiração. Elétrons da comida são transferidos ao oxigênio nesse processo. A equipe chefiada por Lars Peter Nielsen, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, mostrou que bactérias separadas por longas distâncias transmitem elétrons entre si. Eles coletaram sedimentos do fundo da baía de Aarhus e fizeram experimentos, quando descobriram a inusitada cooperação entre bactérias na superfície dos sedimentos e outras em camadas mais abaixo. As bactérias do fundo "comem" substâncias orgânicas e sulfeto de hidrogênio em uma região sem oxigênio, o qual se concentra na água imediatamente acima dos sedimentos. De algum modo, os elétrons produzidos no fundo sobem para reagir com o oxigênio. Os experimentos mostraram que, nas amostras sem oxigênio na superfície dos sedimentos, o sulfeto de hidrogênio no fundo era "comido" de modo mais lento, acumulando-se. Quando se voltava a adicionar oxigênio, caíam os níveis do sulfeto.
"Vimos como processos usando oxigênio eram ligados ou desligados a uma boa distância no fundo do mar quando adicionávamos ou removíamos oxigênio na superfície. Entretanto, nós sabíamos que esse oxigênio nunca chegava ao fundo até as bactérias que o usavam. Era impossível resolver esse paradoxo até que surgiu a ideia maluca que o fundo do mar está entrelaçado com fios elétricos naturalmente gerados", declarou Nielsen.
Ou seja, todas as bactérias envolvidas obtêm energia, umas só "comendo", outras só "respirando", ligadas por correntes elétricas e criando uma espécie de "biogeobateria".
O próximo passo é descobrir como são feitas as conexões, que podem ser importantes para a formação e a reciclagem dos sedimentos marinhos.
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DESIGN INTELIGENTE EM SUPER CONCHA

Nas profundezes das fontes hidrotermais Kairei, quatro mil metros abaixo da superfície do Oceano Índico, cientistas descobriram um molusco gastrópode cuja armadura poderá ajudar a melhorar equipamentos de carga e materiais de proteção usados em quase tudo, de aviões a equipamentos esportivos. Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) estão estudando as propriedades físicas e mecânicas do molusco. Os primeiros resultados foram publicados esta semana na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
Super concha de três camadas
O chamado "gastrópode de pé escamoso" (Crysomallon squamiferum) possui uma concha única, construída em três camadas, que poderá fornecer ideias valiosas para novos princípios de desenho mecânico. Especificamente, ele tem uma camada altamente calcificada interna e uma camada de espessura média orgânica. Mas é a extraordinária camada externa, fundida com sulfeto de ferro granular, que está entusiasmando os pesquisadores.
Fontes hidrotermais
As fontes hidrotermais Kairei consistem em uma série de cortes profundos na superfície do planeta ao longo de uma cadeia montanhosa vulcânica abaixo do Oceano Índico. Foi lá que os pesquisadores descobriram o caracol nunca antes visto, em uma expedição realizada em 1999.
"O fluxo de fluidos hidrotermais possui uma alta concentração de sulfetos e metais, mas este molusco é único na medida que incorpora esses materiais na estrutura de sua concha," afirma Christine Ortiz, o líder do projeto no MIT.
"Nós estamos interessados na estrutura e nas propriedades das camadas individuais e vendo como eles se comportam mecanicamente," disse ela, salientando que a camada orgânica interior do molusco também é interessante.
Proteção contra ataques
Em particular, os pesquisadores queriam descobrir quais são as vantagens que a estrutura oferece na proteção contra o ataque e a penetração de predadores. Entendendo isto eles poderão ter novas ideias sobre materiais ultra resistentes que poderão ser usadas em carros, caminhões, aviões e em várias outras aplicações. Uma série de potenciais predadores foram encontrados na mesma região do gastrópode de pé escamoso. Um deles, o caracol do cone, usa um dente parecido com um arpão para tentar penetrar na concha e injetar um veneno paralisante. Além disso, caranguejos do mar costumam agarrar os gastrópodes com as garras e tentar perfurar suas conchas ou espremê-los, às vezes por dias, até que as conchas dos moluscos se quebrem.
Dureza e rigidez
Para testar as propriedades da concha, os pesquisadores realizaram experimentos que simularam ataques genéricos de predadores, utilizando modelos de computador e testes de perfuração. Os testes de perfuração consistiram em atingir a superfície das conchas com a ponta afiada de uma sonda, medindo a dureza da casca e sua rigidez. Os testes levaram à conclusão de que "cada camada do exoesqueleto do molusco é responsável por funções distintas e por papéis multifuncionais na proteção mecânica," escrevem Ortiz e seus colegas no artigo. O teste revela que o escudo é "vantajoso para a resistência à penetração, dissipação de energia, redução de fraturas e interrupção de trincas e resistência a cargas de flexão e tração."
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SOBREVIVÊNCIA DO MAIS BONDOSO
O Gene Altruísta
Cientistas estão desafiando crenças aceitas há décadas - na época apresentadas como descobertas científicas - de que os seres humanos seriam fisiologicamente constituídos para serem egoístas. Esta noção ganhou a adesão de grande parte da comunidade científica principalmente através dos trabalhos do cientista e pregador ateu Richard Dawkins, através de seu livro "O Gene Egoísta". Hoje, grande parte dos próprios geneticistas discorda das conclusões de Dawkins.
Pesquisadores da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, depois de realizarem uma vasta gama de estudos, afirmam ter coletado um grande conjunto de evidências que demonstra que nós estamos evoluindo [sic] para nos tornarmos mais cheios de compaixão e mais colaborativos em nossa busca para sobreviver e prosperar. Em contraste com o "cada um por si" de muitas interpretações da teoria da evolução pela seleção natural, o psicólogo Dacher Keltner e seus colegas defendem que os seres humanos são tão bem-sucedidos como espécie precisamente por causa do nosso carinho, altruísmo e compaixão.
"Eles chamam esse mecanismo de "sobrevivência do mais bondoso." O trabalho resultou no livro "Nascido para ser Bom: A Ciência da Vida Plena," ainda sem tradução no Brasil.
Habilidade para cuidar dos outros
"Como nossas crianças são muito vulneráveis, a tarefa fundamental para a sobrevivência humana e para a replicação dos nossos genes é tomar conta dos outros," afirma Keltner. "Os seres humanos têm sobrevivido como espécie porque nós evoluímos [sic] nossa capacidade de cuidar das pessoas que necessitam e para cooperar. Como Darwin há muito tempo supôs, a simpatia é o nosso instinto mais forte."
A equipe de Keltner está estudando como a capacidade humana de cuidar e cooperar com os outros está implantada em regiões específicas do cérebro e do sistema nervoso. Um estudo recente descobriu evidências convincentes de que muitos de nós somos geneticamente predispostos a sermos compreensivos e termos empatia. Este estudo, feito Laura Saslow e Sarina Rodrigues, da Universidade Estadual do Oregon, descobriu que pessoas com uma variação particular do gene do receptor de oxitocina (ou ocitocina) são mais aptas à leitura do estado emocional dos outros e tornam-se menos estressados em circunstâncias tensas. Informalmente conhecido como "hormônio do aconchego", a oxitocina é secretada na corrente sanguínea e no cérebro, onde ela promove a interação social, a educação e o amor romântico, entre outras funções.
"A tendência a ser mais compreensivo pode ser influenciada por um único gene," diz Rodrigues.
Como a bondade garante a sobrevivência?
Enquanto estudos mostram que o estabelecimento de conexões e relacionamentos sociais pode contribuir para uma vida mais significativa e saudável, a grande pergunta que os pesquisadores agora estão fazendo é, "Como é que estas características garantem a nossa sobrevivência e elevam nosso status entre os nossos pares?"
Uma resposta, de acordo com o psicólogo e sociólogo Robb Willer, é que, quanto mais generosos formos, mais respeito e influência exerceremos. Em um estudo recente, Willer e sua equipe deram uma pequena quantia em dinheiro a voluntários que participavam de uma pesquisa. A seguir, levou-os para participar de jogos de complexidade variada, cujos resultados apontavam para benefícios para o "bem comum".
"Os resultados, publicados na revista American Sociological Review, mostram que os participantes que agiram mais generosamente receberam mais presentes, mais respeito e mais cooperação de seus pares e exerceram maior influência sobre eles."
"Os resultados sugerem que qualquer pessoa que age apenas em seu próprio interesse será evitada, desrespeitada, e mesmo odiada", disse Willer. "Mas aqueles que se comportam generosamente com os outros são tidos em alta estima por seus pares e, portanto, têm seu status elevado."
Psicologia positiva
Os benefícios da generosidade são tão grandes que os cientistas não estão mais se preocupando em por que as pessoas são generosas, mas invertendo a lógica para pesquisar o que parece ser mais patológico - por que algumas pessoas se tornam egoístas. Esses resultados validam os resultados da "psicologia positiva", inaugurada por Martin Seligman, um professor da Universidade da Pensilvânia, cujas pesquisas, no início dos anos 1990, deslocaram-se das doenças mentais e das disfunções para investigar os mistérios da alegria e do otimismo humanos.
Embora grande parte da psicologia positiva atual esteja focada na realização pessoal e na felicidade individual, os pesquisadores da Universidade de Berkeley estreitaram suas pesquisas, estudando como ela contribui especificamente para o bem-comum.
Criando filhos mais felizes
Christine Carter, por exemplo, diretora-executiva Centro de Ciências para o Bem Maior, é criadora do site "Ciência para Criar Crianças Felizes," numa tradução livre.
O objetivo do site Raising Happy Kids, entre outras coisas, é apoiar e promover a criação de crianças "emocionalmente alfabetizadas". Carter traduz as pesquisas cheias de rigor científico em conselhos práticos para os pais. Ela diz que muitos pais estão se afastando das atividades materialistas e competitivas e repensando o que vai trazer a verdadeira felicidade e bem-estar para as suas famílias.
"Eu descobri que os pais que começam conscientemente a cultivar a gratidão e a generosidade em seus filhos veem rapidamente seus filhos tornarem-se mais alegres e mais felizes", disse Carter, que é autora do livro Criando felicidade: 10 etapas simples para filhos mais alegres e pais mais felizes, que estará nas livrarias em fevereiro de 2010.
"O que é muitas vezes surpreendente para os pais é o quanto mais felizes eles próprios podem tornar-se," diz ela.
A Bíblia diz para os egoístas: "Por que te glorias na malícia, ó homem poderoso? Pois a bondade de Deus permanece continuamente." (Salmos 52 : 1)
E sabendo que Deus é bom, vejamos: "E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou." (Gênesis 1 : 27)
Mas, "Eis aqui, o que tão-somente achei: que Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram muitas astúcias." (Eclesiastes 7 : 29)
Bem, temos no artigo uma evidência das mãos do criador.
DESCOBERTOS 32 NOVOS PLANETAS
Astrônomos anunciaram nesta segunda-feira a descoberta de 32 novos exoplanetas, assim chamados por estarem fora do Sistema Solar. Os exoplanetas são também chamados de planetas extrassolares. Segundo os cientistas, os exoplanetas têm tamanhos que variam de cinco vezes a massa da Terra a até dez vezes a massa de Júpiter, o maior planeta do nosso sistema.
Rastreador de planetas
Para identificar os exoplanetas, os cientistas do European Southern Observatory, trabalhando no observatório de La Silla, no Chile, utilizaram um instrumento de rastreamento muito sensível, o espectrômetro Harps (sigla de High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher, ou "rastreador de planetas por velocidade radial de alta precisão"). A descoberta - que eleva o número de exoplanetas conhecidos para mais de 400 - deixou os astrônomos entusiasmados porque indica que pode haver inúmeros planetas de pouca massa para os padrões astronômicos, como a Terra, em nossa galáxia.
"A partir (dos nossos) resultados, sabemos agora que pelo menos 40% das estrelas do tipo solar têm planetas de pouca massa. Isso é realmente importante, porque significa que planetas com pouca massa estão em toda a parte, basicamente", explicou Stephane Udry, da Universidade de Genebra, na Suíça.
"O que é muito interessante é que modelos estão prevendo (os planetas), e nós os estamos encontrando. E, além disso, os modelos estão prevendo ainda mais planetas de massas menores, como a Terra".
Estrelas que piscam de verdade
O Harps usa um método indireto de detecção que indica a existência de planetas a partir da forma como sua gravidade faz com que uma estrela-mãe pareça piscar em seu movimento pelo céu. Para detectar os exoplanetas, a astronomia está trabalhando no limite da tecnologia atual. A maioria dos planetas extrassolares que foram encontrados até agora têm o tamanho igual ou maior do que Júpiter. O instrumento Harps, no entanto, está sendo usado para verificar estrelas pequenas, relativamente frias, na esperança de encontrar planetas de baixa massa, aqueles com maior probabilidade de se parecer com os planetas rochosos do nosso Sistema Solar.
Área habitável
Dos 28 planetas conhecidos com massas com menos de 20 vezes a massa da Terra, o Harps já identificou 24 e seis destes estão no grupo anunciado recentemente.
"Temos dois candidatos com cinco vezes a massa da Terra e dois com seis vezes a massa da Terra", afirmou Stephane Udry. Anteriormente, o Harps já tinha identificado um objeto que tinha apenas duas vezes a massa da Terra. Os cientistas buscam encontrar planetas rochosos que orbitem uma "área habitável" ao redor de uma estrela - ou seja, uma região do espaço em que o planeta tenha temperaturas em uma faixa que poderia abrigar a presença de água em estado líquido. Cientistas acreditam que a introdução de novas tecnologias, mais sensíveis, vai permitir que eles identifiquem estes objetos dentro de apenas alguns anos.
...read more ⇒ORIGEM SUPERIOR
Muito aborígenes australianos pré-históricos conseguiriam vencer facilmente o atual campeão de velocidade do mundo atualmente, o jamaicano Usain Bolt. Muitos homens da etnia Tutsi, em Ruanda, conseguiriam superar o atual recorde de salto em altura, de 2,45 metros, durante seus rituais de iniciação. Qualquer mulher neandertal conseguiria vencer o fisiculturista e ator Arnold Schwarzenegger em uma queda de braço. Além disso, romanos da antiguidade completavam aproximadamente uma maratona e meia diariamente, carregando mais do que metade do seu peso corporal.
Precisa de mais algo para convencer que os homens modernos são fracotes? Essas e outras afirmações impressionantes são analisadas pelo antropólogo australiano Peter McAllister, que acredita que o homem moderno é muito inferior a seus predecessores.
A força do passado
A sua conclusão sobre a velocidade dos aborígenes australianos de 20 mil anos atrás [sic] é baseada em um grupo de pegadas de seis homens perseguindo uma presa, fossilizadas e perfeitamente preservadas até hoje. A análise das pegadas de um dos homens, chamado de T8, mostra que, em uma superfície enlameada, ele chegava a atingir 59,2 quilômetros por hora. Usain Bolt, por sua vez, atingiu a velocidade máxima de 67 quilômetros por hora nas olimpíadas de Pequim, em 2008.
“Presumimos que, ao perseguir um animal, eles correm ao máximo da sua velocidade”, afirma McAllister. “Mas se eles conseguiam esta velocidade em um terreno macio, suspeito que haja uma chance que eles superariam Bolt facilmente, levando em conta as vantagens que ele tem”, completa o antropólogo. Além da velocidade impressionante de T8, o especialista também chama a atenção para o fato de que os outros aborígenes desta época também deviam chegar a velocidades semelhantes. “Essas fossilizações são muito raras”, afirma McAllister. “Quais são as chances de que o corredor mais veloz da Austrália tivesse a sua pegada fossilizada naquele momento?”, questiona. Quanto aos pulos, o pesquisador afirma que fotografias tiradas por um antropólogo alemão no início do século mostram jovens pulando em alturas de até 2,52 metros. De acordo com McAllister, a tarefa era realizada pelos jovens tutsis como um ritual de iniciação, para mostrar o progresso à idade adulta. “Eles desenvolviam habilidades fenomenais para os pulos, e pulavam para provar a sua capacidade”, diz.
Outra curiosidade é que uma mulher neandertal comum tinha 10% mais massa muscular que um homem europeu moderno. Treinada ao máximo, elas poderiam chegar a 90% da massa de Arnold Schwarzenegger na década de 70, quando ele atingiu o seu máximo fisicamente.
O porquê do declínio físico
De acordo com McAllister, a inatividade física adquirida desde a revolução industrial causou essa grande diminuição da força e capacidade física. “O corpo humano responde muito ao stress”, explica o pesquisador. “Perdemos 40% da massa dos maiores ossos do corpo porque temos menos massa muscular sobre eles atualmente”, afirma.
(Hypescience)
NOTA: Realmente parece que o homem "pré-histórico" não tinha muito de pré-histórico, eles até eram superiores, e nos somos o resultado da evolução deles? Não sobrevive o mais apto, ou mais forte? A seleção natural não seleciona apenas o que garante o aperfeiçoamento do organismo? Há algo de errado com a teoria da evolução!!! Leia também o livro do professor Roberto César de Azevedo, A Origem Superior das Espécies.
DIGITAL DO CRIADOR
A afirmação de que cegos têm a audição mais aguçada que pessoas que têm a visão normal é muito comum. Até Hollywood já tomou proveito da crença, transformando em filme a HQ “Demolidor”, em que o protagonista é um super-herói cego com os outros sentidos mais acentuados. Mesmo assim, um estudo recente mostra que isso é mais realidade que fantasia.Cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, testaram pessoas cegas e com a visão normal para analisar a sua habilidade para localizar sons. Seguindo a lógica da crença, os cegos tiveram maiores pontuações nos testes, mas os cientistas perceberam que a idade em que a pessoa ficou cega afetou sua performance na experiência. Aquelas que nasceram cegas tiveram a melhor performance, e aqueles que ficaram cegos quando eram crianças ficaram só um pouco para trás. As pessoas que perderam a visão depois dos dez anos tiveram uma colocação semelhante à das pessoas com a visão normal.
Os pesquisadores acreditam que isso acontece porque o cérebro de uma criança pode se reestruturar para que as áreas do cérebro usadas para o processamento visual sejam usadas para outros propósitos. Uma evidência disso são imagens dos cérebros das pessoas cegas que tiveram a melhor habilidade para localizar os sons. De acordo com os cientistas, o cérebro dessas pessoas trabalha com as áreas visuais e auditivas do córtex. Os cegos que tiveram menores pontuações tinham pouca ou nenhuma atividade no lóbulo visual, assim como as pessoas com a visão normal.
(hypescience)
NOTA: É fantástico o que o cérebro humano pode fazer independente de nossa vontade para compensar perdas e tentar equilibrar todo o organismo, assim como visto no artigo. Essa pequena máquina fantástica surpreende muitos evolucionistas, o que mais chama atenção nessa pequena máquina capaz de tanto é a consciência, o mecanismo de existência, o fato de pensarmos, isso é fantástico e só pode ser resultado de uma mente superior, e não vejo onde encontrar essa capacidade a não ser em Deus, pois não consigo imaginar as forças cegas da física gerando algo tão perfeito, tanto que o filósofo David Chalmers afirmou que uma ciência materialista não pode explicar a consciência humana. Acredito nessas palavras.






