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29 de ago. de 2010

AGENTE DA DEMOCRACIA

Ex-professor da USP e do ITA, membro fundador da Academia de Ciências do Estado de São Paulo, consultor do Plano das Nações Unidas para o Desenvolvimento Tecnológico e representante do MEC no Conselho da Agência Espacial Brasileira. Se depois de ler um currículo como esse você tivesse que descobrir qual a crença do tal cientista, em qual teoria apostaria? O evolucionismo, com todos os bilhões de anos, ou o criacionismo, que acredita num mundo criado em sete dias?


Se você respondeu evolucionismo, errou. Isso mesmo. O dono desse histórico é fundador e presidente da Sociedade Criacionista Brasileira, o engenheiro mecânico-eletricista Ruy Vieira. Agora pode vir um pensamento de ressalva: "Ah, ele devia ser religioso desde criança...". Ao contrário, Ruy Vieira só passou a defender o criacionismo quando estava na faculdade de engenharia, fase na qual a maioria adere á visão evolucionista da origem da vida.


Uma das experiências que fizeram Ruy Vieira consolidar sua crença no modelo cracionista foi a leitura deObservações sobre as Profecias de Daniel e Apocalipse, escrito por ninguém menos que Isaac Newton. Depois de ler a obra, o engenheiro fortaleceu as suas crenças, pois “ele tinha do seu lado um grande cientista".


Divisor de águas


O criacionismo moderno nasceu nos Estados Unidos, no começo do século 20. Os americanos conduziram as argumentações sobre a criação bíblica para um viés racional e científico. O primeiro livro criacionista que alcançou o sucesso foi The Genesis Flood (O Dilúvio do Gênesis), datado de 1961. E em 1963 foi criada a primeira associação criacionista do mundo, Creation Research Society. Aqui no Brasil, Ruy Vieira começou a organizar os cientistas criacionistas, idealizando em 1972 a Sociedade Criacionista Brasileira (SCB).


Inicialmente a atividade da sociedade estava limitada à publicação da Folha Criacionista, que era uma tradução de alguns artigos das revistas da Creation Research Society. Vieira traduzia os textos e distribuía entre os universitários e os estudantes do ensino médio. Após 35 anos, a SCB publica cinco periódicos, organiza palestras e seminários em todo o Brasil, além de manter um museu de arqueologia e paleontologia em Brasília, DF.


A SCB foi um marco. A organização mostrou para a comunidade científica do País que há possibilidade de cientistas renomados acreditarem no Design Inteligente, um dos alicerces do criacionismo. O modelo sugere que um ser superior criou todo o universo, pois afirma não ser possível que todos os seres vivos sejam resultados do acaso.


Vieira foi corajoso ao criar a SCB. Mesmo em um país católico, a educação – seja nas escolas ou nas universidades – segue a corrente evolucionista. Ele não teve medo de apresentar as suas idéias e fundamentá-las.


Mas a verdade absoluta, que todos concordam, é que Ruy Vieira foi um agente da democracia. Ele conseguiu introduzir um espaço para os criacionistas. Seu esforço de traduzir textos há 35 anos foi compensado, pois hoje não são traduzidos apenas artigos, mas livros inteiros são colocados à disposição daqueles que têm interesse em aprender e entender a funcionalidade do modelo criacionista.


(Canal da Imprensa)


NOTA: Em sala de aula (curso história) meu professor de Introdução aos Estudos Históricos falou abertamente que ninguém chegaria a lugar nenhum com uma visão religiosa. Bem, se isso for a regra, então as exceções são muitas, Louis Pasteur, Isaac Newton, Rodrigo Silva, Francis Collins, William L. Craig, Adauto Lourenço e a lista prossegue. E é claro Ruy Vieira.


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2 de mar. de 2010

DEUS E A DEPRESSÃO

Acreditar em Deus melhora resposta ao tratamento para depressão

Fé contra a depressão

Pesquisas têm sugerido que a crença religiosa pode ajudar a proteger as pessoas contra os sintomas da depressão. Mas um estudo, feito na Universidade Rush, nos Estados Unidos, vai um passo além. Em pacientes já com o diagnóstico de depressão clínica, a crença em um Deus que se importa com as pessoas pode melhorar a resposta ao tratamento médico, conforme relata um artigo publicado no Journal of Clinical Psychology.


Medidores de sentimentos e espiritualidade


Participaram do estudo um total de 136 adultos diagnosticados com depressão grave ou depressão bipolar, atendidos tanto em ambiente hospitalar quanto ambulatorial, voltados para cuidados psiquiátricos. Os pacientes foram examinados logo após a internação para tratamento e oito semanas depois, utilizando o Inventário Beck de Depressão, a Escala de Desesperança de Beck, e a Escala do Bem-Estar Religioso - todos instrumentos padrão das ciências sociais para avaliar a intensidade, a profundidade e a gravidade da doença e os sentimentos de desesperança e de satisfação espiritual, respectivamente.


Fé salvadora


A resposta à medicação, definida como uma redução de 50 por cento nos sintomas, pode variar em pacientes psiquiátricos. Alguns podem não responder de forma alguma. Mas o estudo descobriu que aqueles com fortes crenças em um Deus pessoal e que se preocupa com as pessoas tinham maiores chances de responder à medicação e experimentar melhoras.Especificamente, os participantes que ficaram no terço superior da Escala de Bem-Estar Religioso tinham 75 por cento mais probabilidades de melhorarem com o tratamento médico para a depressão clínica. O resultado é semelhante a um estudo feito no Brasil, que demonstrou a importância da religião para lidar com o câncer.


Importância da esperança


Os pesquisadores avaliaram se a explicação para a melhoria da resposta aos medicamentos estaria ligada ao sentimento de esperança, que normalmente é uma característica da crença religiosa. Mas o grau de esperança, medido pelos sentimentos e expectativas quanto ao futuro, e o grau de motivação, não conseguem prever se um paciente se sentirá melhor com o uso dos antidepressivos.


"Em nosso estudo, a resposta positiva à medicação teve pouco a ver com o sentimento de esperança que normalmente acompanha a crença espiritual," afirma Patricia Murphy, professora de religião, saúde e valores humanos da Universidade Rush. "Ela esteve ligada especificamente à crença em um Ser Supremo que se importa com as pessoas."


Importância da religião para os pacientes


"Para as pessoas diagnosticadas com depressão clínica, a medicação certamente desempenha um papel importante na redução dos sintomas," disse Murphy. "Mas quando se trata de pessoas diagnosticadas com depressão, os médicos precisam estar cientes do papel da religião na vida de seus pacientes. É um recurso importante no planejamento do tratamento."


Um outro estudo sobre religião e medicina mostrou que, apesar da importância da religião na recuperação dos pacientes, a maioria dos médicos tende a ver a fé como um empecilho às suas decisões.


(Diário da Saúde)


NOTA: Já ouvi alguns relatos sobre o benefício da fé em tratamentos, e não são do tipo milagrosos, mas são do tipo em que o fato da crença em Deus deu forte motivação para a cura do organismo. Acredito que realmente existem médicos que possam ver a fé em um conjunto de crenças como empecilho, isso dependerá de que tipo de fé e em que crença. Por exemplo a polêmica questão do transplante de sangue para os Testemunhas de Jeová é algo que vez ou outra é levado ao tribunal. De forma geral os benefícios da fé e da esperança em tratamentos de doenças estão ficando cada vez mais claros.


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26 de fev. de 2010

ROUPA É ITEM OPCIONAL EM IGREJA DOS EUA

Uma igreja no Estado americano da Virginia (nordeste dos Estados Unidos) está causando polêmica ao receber fiéis nus. Até o pastor celebra o culto como veio ao mundo. Na capela de Whitetail - uma comunidade nudista fundada em 1984, na cidade de Ivor -, roupas são um item opcional.


"Eu não acredito que Deus se importe com a maneira como você se veste quando você faz suas orações. O negócio é fazer as orações", diz Richard Foley, um dos frequentadores. Mas entre os que não fazem parte da congregação, a ideia de uma igreja nudista não agrada muito. Várias pessoas ouvidas nas ruas de Ivor se surpreenderam e disseram achar o conceito de uma igreja nudista desrespeitoso. O pastor Allen Parker discorda: "Jesus estava nu em momentos fundamentais de sua vida. Quando ele nasceu estava nu, quando foi crucificado estava nu e quando ressuscitou, ele deixou suas roupas sobre o túmulo e estava nu. Se Deus nos fez deste jeito, como isso pode ser errado?"


Lucro


A comunidade nudista de Whitetail vai de vento em popa apesar dos tempos de crise. Segundo a administração do resort, mais de dez mil pessoas visitaram o local no último ano e os lucros subiram 12% no período. Os visitantes dizem que ser nudista é algo libertador. Para eles, em um ambiente como este não há julgamento de classe social e todos ficam livres para ser quem realmente são.


Além disso, o clima seria de igualdade. Um frequentador exemplificou isso dizendo que, na comunidade, não é possível dizer quem está desempregado, quem é alto-executivo e quem é encanador.


"Aqui, todos participam, todos são compreensivos e preocupados com a comunidade e com a família. Temos uma das congregações mais ativas da região. Eu considero isso um presente de Deus e um privilégio", disse o pastor Parker.


NOTA: Aos poucos o culto a Deus passa a ser banalizado por liberais e fica cada vez mais próximo do culto cananita, onde a sensualidade tinha sua participação, isso não é como disse a notícia algo libertador, mais é uma vontade pecaminosa que não encontra repressão como eles mesmo dizem que não há julgamento, como se todo julgamento fosse errado, esquecem assim da moral e dos bons costumes, isso não é liberdade é libertinagem. Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, (II Pedro 3 : 3)
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4 de fev. de 2010

HITLER E DARWIN

Traudl Junge, secretária de Hitler durante a 2ª Guerra, relata no livro Até o Fim (Ediouro) suas impressões a respeito do Führer enquanto conviveu com ele e seus colaboradores na “Toca do Lobo”, como era chamado o quartel-general nazista. Toda a informação que podia obter da guerra era cuidadosamente fornecida pelo próprio Hitler e seus imediatos, que faziam questão de transmitir a maior tranquilidade e segurança. Tendo vivido nesse período cercada de conforto e amenidades, Traudl conta que, ao fim da guerra, enfrentou imensa dificuldade para acreditar que Hitler, uma pessoa extremamente cortês e paternal, pudesse ter cometido tamanhas atrocidades. Passou anos do pós-guerra procurando entender como é que havia sido “tão ingênua e alienada durante o período em que esteve tão próxima do centro das decisões”, segundo o texto da contracapa do livro.

Foi com muita dificuldade que chegou à conclusão de que havia sido mesmo contaminada pelo incrível poder de sedução do grande líder. Aliás, essa foi uma de suas motivações para escrever o livro a partir de seus diários. Ela queria alertar para o fato de que o poder sedutor de líderes fanáticos jamais pode ser subestimado.

Uma de minhas filhas leu todo o livro e recitou alguns trechos em voz alta para mim. Achei o livro muito interessante. O que mais me impressionou foi este trecho, que descreve um dos momentos corriqueiros passados por Traudl com Hitler (e Eva Braun) na “Toca do Lobo”, quando o ditador confessa sua filosofia de vida e seu relacionamento para com a religião:

“[Hitler] não tinha qualquer ligação religiosa; achava que as religiões cristãs eram mecanismos hipócritas e ardilosos para apanhar incautos. Sua religião eram as leis da natureza. Conseguia subordinar seu violento dogma mais facilmente a elas do que aos ensinamentos cristãos de amor ao próximo e ao inimigo. ‘A ciência ainda não chegou a uma conclusão sobre a raiz que determina a espécie humana. Somos provavelmente o estagio mais desenvolvido de algum mamífero, que se desenvolveu do réptil a mamífero, talvez do macaco ao homem. Somos um membro da criação e filhos da natureza, e para nós valem as mesmas leis que para todos os seres vivos. Na natureza a lei da guerra vale desde o começo. Todo aquele que não consegue viver, e que é fraco, é exterminado. Só o ser humano e, principalmente, a Igreja têm por objetivo manter vivos artificialmente o fraco, o que não tem condições de viver e aquele que não tem valor” (p. 104).

Fica claro aqui que o conceito de luta das espécies e da sobrevivência do mais apto foi aquilo que lhe permitia matar sem problemas de consciência (aliás, existe consciência sob a ótica darwinista?). É o mesmo pensamento evolucionista que também leva à ação aqueles que estão por aí, não tão famosos quanto Hitler, mas, como ele, desejando ser mais fortes, subjugar ou destruir os mais fracos e levar vantagem em tudo, sem qualquer pudor ou dor de consciência. Eles estão no meio político, no transito, na vida do crime, na economia e até nas empresas. Não existe esperança para um mundo que, no fundo, está sendo dominado por esse tipo de ideia. Mais cedo ou mais tarde, se nada diferente acontecer, ele se autodestruirá!

No conceito evolucionista a ética é vencer. Roubar pode, desde que você não seja pego. Quem rouba sem ser descoberto é vitorioso. Mas se você é descoberto, foi bobo e perdeu. É a sobrevivência do mais apto, nem que seja para roubar. E matar? É lógico que isso também não é errado. Aliás, dentro do conceito evolucionista, não existem absolutos, nem certo nem errado. Existe, sim, o forte e o fraco. Quem pode mais, chora menos. Juízo, julgamento superior, como ensina a Bíblia, não existe. Então, vão prestar contas para quem? Tire a Deus da vida e tudo vira certo, desde que seja “para o meu lado”. E como o evolucionista não crê em Deus... É tudo puro incensário ao egoísmo! Vamos esperar para ver quem estava certo...

Em um curso de que participei, uma professora evolucionista chegou ao cúmulo de afirmar que o incesto só seria errado nas sociedades que assim o convencionaram, como, por exemplo, a nossa (ufa!). Mas, dentro do conceito evolucionista (amplamente aceito em nossa sociedade), a pedofilia não seria uma atitude errada, desde que seja algo bom para você, e se você não for descoberto. Como explicar para um evolucionista o erro da pedofilia? Morte, acompanhada de violência sexual (necrofilia), também pode (lembra-se do Maníaco do Parque?). É simplesmente a lei do mais forte. É assim que funciona a natureza. Era assim a mente de Hitler.

Se um rapaz evolucionista se casa com uma linda garota, mas depois se depara com uma “espécime” mais apta, ou seja, que lhe chame mais a atenção, tchau... Esse mesmo pensamento de Hitler é o que está por trás das invasões das propriedades alheias, que vemos em nosso país. Nesse caso, claro que as invasões são realizadas a despeito das leis do país, mas... (é o evolucionismo mostrando as garras).

Preciso reconhecer que Hitler e Darwin não estavam completamente errados. Existe mesmo hoje uma tremenda competição na natureza, com a sobrevivência do mais apto. Só faltou para eles a análise da hipótese de que, como diz a Bíblia, as coisas não foram sempre assim, e, segundo eu também creio, não o serão. (Se você não acredita, vamos ter que esperar para ver.) Eles não analisaram a possibilidade de que, segundo a Bíblia, Deus tenha criado um universo perfeito, e que o seu perfeito amor estaria baseado na liberdade de escolha (livre arbítrio). Eles também não sabiam que onde existe livre-arbítrio, existe a possibilidade de se divergir e de trair. De acordo com a Bíblia, Deus nunca criou autômatos, mas seres livres, pensantes.

Lá está escrito que um desses seres livres resolveu se rebelar. Deus é bom, mas não é leniente. Sendo então expulso do Centro de Comando do Universo, Lúcifer veio à Terra recém-criada e, extremamente sedutor, como seu filho Hitler e todo fanático totalitário, transmitiu sua rebelião aos primeiros seres humanos, que a aceitaram de bom grado, afastando-se do Criador.

Como aquilo que aconteceu entre Traudl e Hitler, nem imaginavam o que estava por trás daquela fala tão mansa. E quando se afastaram de Deus e se apegaram ao rebelde, desligaram-se da fonte da vida. De acordo com a Bíblia, todo o mundo natural sofre por causa disso. As pessoas morrem, as coisas envelhecem, apodrecem, se estragam, as flores murcham, etc. É por isso que existem “Hitlers” e guerras até hoje.

Deus poderia ter destruído todos os rebeldes, inclusive o chefe deles, e acabar com todas as consequências ruins e tristes que a gente vê por aí. Mas aqueles que não haviam participado da rebelião, então, teriam no relacionamento o medo como um árbitro. Seria a violência como forma de pressão para a manutenção do “amor” (tem muita gente tentando manter um relacionamento nessa [paupérrima] base).

Mas Deus sabe que a violência sempre gera rebelião. Ainda que, por falta de condições, não se realize, está lá, dormente, pronta a explodir ao menor descuido. E Deus não queria um amor obrigado. Imagino que deve ter havido desequilíbrio ou perda de energia tal que ocasionou a desorganização e a morte. Para acabar com tudo isso, Ele, o Criador, resolveu assumir essa perda – morrendo! E quem, mesmo ainda hoje, acredita nisso, e utiliza seu livre-arbítrio para escolher se conectar a Ele através da mente, pode receber de volta essa energia. De acordo com o que se sabe, isso ocorre não apenas no nível emocional e espiritual, mas físico também.

Um dia eu também não acreditava. Minha vida era tão ruim que não podia piorar. E eu resolvi experimentar. Uma das bases do método científico não é justamente a experimentação? Então, por que não experimentar orar, ler a Bíblia? Quero desafiar você a justificar sua mente científica, e fazer uma experiência. Não precisa contar para ninguém. Se não acontecer nada, o que você perdeu? Mas se tudo isso for verdade... Sem experimentar, nunca se vai saber o gosto! Hitler não quis.

(Marcos Bomfim é pastor, terapeuta familiar, apresentador do programa “Novo Tempo em Família” da Rede Novo Tempo de Rádio e colunista do site www.outraleitura.com.br)

Lido no blog Criacionismo.
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8 de out. de 2009

SENADO APROVA ACORDO BRASIL-SANTA SÉ

Brasília, 08 out (RV) - O acordo diplomático entre Brasil e Santa Sé foi aprovado ontem pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal (CRE). A matéria segue agora para a promulgação do presidente do Congresso Nacional, José Sarney. O acordo foi assinado em novembro passado pelo presidente Lula e o Papa Bento XVI, no Vaticano.
...
Nos últimos anos, a Santa Sé firmou mais de 100 acordos desse gênero, de modo especial com países do antigo bloco soviético, no Oriente Médio e na África.

Depois de ter sido aprovado no Senado, o Acordo agora deverá ser remitido ao Presidente Lula para sua promulgação, publicação no Diário Oficial e posterior entrada em vigor.

Nota DDP: Veja também "Senado não vê 'privilégio' e aprova acordo entre Brasil e Vaticano". Destaque:

Na avaliação do professor de ética e política da Unicamp, Roberto Romano, o acordo "privilegia" a Igreja Católica.

"O Estado está oferecendo a uma igreja um privilégio sobre as outras", diz.
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Parlamentares ligados a outras religiões, que chegaram a liderar um movimento para impedir a aprovação do acordo com o Vaticano, mudaram de estratégia nos últimos meses.

Eles desistiram de derrubar a concordata e passaram a defender seu próprio acordo, que deve resultar na Lei Geral das Religiões. O projeto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados.

(Diário da Profecia)

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7 de out. de 2009

ACORDO PERTO DA APROVAÇÃO

Acordo com o Vaticano perto da aprovação no Senado

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado concedeu, nesta quarta-feira, dia 7, parecer favorável ao Projeto de Decreto Legislativo 716/09, que aprova o texto do Acordo entre o Brasil e a Santa Sé, relativo ao estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil.


O acordo foi assinado em novembro de 2008, na cidade do Vaticano. Na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que o ratifica foi aprovado em 26 de agosto, após arranjo político que retirou a rejeição de deputados ligados a igrejas evangélicas em troca da proposição (e aprovação) de uma Lei Geral das Religiões, inspirada no texto do acordo bilateral, mas referida a todos os credos. Nesta quarta-feira, foi também aprovado pedido de urgência para a votação da matéria no plenário do Senado.


Por meio do acordo, o Brasil reconhece à Igreja Católica, com fundamento no direito de liberdade religiosa, o "direito de desempenhar a sua missão apostólica, garantindo o exercício público de suas atividades, observado o ordenamento jurídico brasileiro".


O acordo estabelece as bases para o relacionamento entre a Igreja Católica e o Estado brasileiro. Reafirma a personalidade jurídica da Igreja e de suas entidades, como a Conferência Episcopal, as dioceses e as paróquias, e reconhece às instituições assistenciais religiosas igual tratamento tributário e previdenciário garantido a entidades civis semelhantes. Prevê ainda a colaboração entre a Igreja e o Estado na tutela do patrimônio cultural do país, preservando a finalidade de templos e objetos de culto.


Entre os dispositivos mais polêmicos do acordo está artigo 11, por meio do qual o governo brasileiro reconhece a "importância do ensino religioso". No mesmo artigo, se estabelece que o ensino religioso, tanto o católico como o de outras confissões religiosas, será de matrícula facultativa e constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, "assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, em conformidade com a Constituição e as outras leis vigentes, sem qualquer forma de discriminação".


De acordo com o artigo 12, o casamento celebrado em conformidade com as leis canônicas, que atender também às exigências estabelecidas pelo direito brasileiro, produz os efeitos civis, desde que registrado. O acordo estabelece ainda imunidade tributária às pessoas jurídicas eclesiásticas, assim como ao patrimônio, renda e serviços relacionados com suas "finalidades essenciais".


Em julho, durante a 61ª Reunião Anual, em Manaus (AM), a SBPC aprovou moção de repúdio ao acordo. O texto da moção pedia a retirada do projeto de lei do Congresso Nacional, sob risco de ameaçar o caráter laico do Estado, conforme preconiza a Constituição Federal.


Vistas


Assim que o relator da matéria, senador Fernando Collor (PTB-AL), anunciou seu voto favorável à aprovação do acordo, o senador Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) pediu vistas do texto. Ele informou que tem recebido dezenas de mensagens eletrônicas em seu gabinete a respeito do tema, muitas das quais solicitando que ele desse voto contrário ao acordo com a Santa Sé.


O presidente da comissão, senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), disse que lhe concederia vistas de apenas duas horas - e não de cinco dias, como de praxe - uma vez que o tema vem sendo debatido há diversos meses no Congresso Nacional. Azeredo fez ainda um apelo a Mesquita para que retirasse o pedido de vistas, no que foi seguido por diversos outros senadores presentes à reunião, como Marco Maciel (DEM-PE), Romeu Tuma (PTB-SP) e Tasso Jereissati (PSDB-CE), além do próprio relator da matéria.


Mesquita disse que não tinha interesse no prazo de duas horas oferecido a ele, pois pretendia analisar o tema durante a semana. Dessa forma, Azeredo colocou a matéria em votação. O projeto de decreto legislativo foi aprovado com a abstenção de Mesquita.


(Jornal da Ciência)



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6 de out. de 2009

ORIGEM DA DOUTRINA SOBRE A IMORTALIDADE DA ALMA

A imortalidade da alma é uma crença antiga, talvez até de antes do dilúvio. Todos os povos da antiguidade, incluindo os hebreus, criam que numa alma independentemente de matéria e que vivia além do corpo. A crença se originou a partir da Babilônia dos tempos de Ninrod. O Professor Morris Jastrow Jr., da Universidade de Pensilvânia, EUA, diz que os babilônios antigos criam que a morte era uma passagem para outra espécie de vida que continuava após a morte do corpo. Por isso enterravam objetos junto com o morto, para que os usassem no além. Tal prática se espalhou para muitos lugares do mundo, entre muitos povos. Há eruditos a dizer que Ninrod era representado como retornando em reis e imperadores posteriores, desde que sua esposa, Semíramis teve um filho que teria sido a sua reencarnação. É quase certo que a idéia de uma alma imortal como doutrina venha daqueles tempos. De qualquer forma, essa idéia já fora pregada por satanás no Jardim do Éden, como está em Gên. 3:4, quando ele disse: ´”é certo que não morrereis.” Não é de admirar que cedo se tenha tornado uma crença de todos os povos pagãos mundo afora, e que perdure até os nossos dias.

Antigos povos degeneraram para crer em coisas absurdas como uma alma imortal residente nos olhos, no fígado, nos rins, no coração ou no cérebro. Os povos mais rudimentares criam que havia uma alma no sangue, na respiração e até na própria sombra ou reflexo na água. Sem uma revelação de DEUS a imaginação se torna fértil para o desenvolvimento dos maiores disparates mentais.

Em Babilônia de Ninrod se fundou um império global contra DEUS. Portanto, satanás não deixaria por menos, senão em logo introduzir a doutrina falsa que é a base de seu esquema de adoração. Ou seja, se DEUS promete a vida eterna a quem O ama, e O obedece, afinal o que satanás tem a prometer? Ele precisa prometer algo em contrafação, para que as pessoas creiam nele, e o adorem, mesmo que não percebam o que fazem. Ele passou a prometer algo paralelo ao que DEUS diz, que existe uma alma distinta do corpo, e que essa alma nunca morre, mas vai sendo aperfeiçoada sucessivamente. E o que mais satanás poderia propor? Ele tem que criar um atrativo para as pessoas se ligarem a ele como adoradores. Jamais alguém seguiria ensinamentos falsos só para morrer. As pessoas crêem nessa doutrina sem saberem que ela é falsa, crêem porque ela parece ser bem mais atraente que aquilo que DEUS diz. Esse foi o princípio pelo qual Eva deu atenção à serpente, ela acreditou que, diferente do que DEUS dizia, se comesse daquele fruto, não morreria, mas seria ainda mais inteligente, conhecendo o bem e o mal.

A imortalidade da alma é a base doutrinária da rebelião de Lúcifer, e o fundamento das demais mentiras. Sempre que ele entra em ação em uma situação nova, a primeira coisa que tenta fazer crer é que a alma não morre. E sabe porquê? Pelo fato de que assim é mais fácil crer nas demais mentiras dele. Veja bem, o que DEUS requer, que é muito lógico, é que nos arrependamos para que sejamos perdoados pelo sangue de JESUS, e salvos por Ele, viveremos eternamente. Isso requer esforço, decisão, mudança de vida e obediência. Não é tão fácil como o simplismo de satanás.

O que satanás ensina é bem mais simples. Ele diz que nós não morremos, que, após a morte do corpo a alma subsiste. E para que a alma não sofra, basta que nessa terra sejamos pessoas boas. Mas se não formos boas, depois da morte rezas resolvem tudo. Portanto, aquilo que satanás faz crer é bem mais simples que a explicação de DEUS. Se a pessoa não morre, ela não tem necessidade de um completo arrependimento, nem de ser santificada, isto é, separado do mundo, para pela transformação vir a ser totalmente obediente a DEUS. Basta ser mais ou menos boa.

(Cristo Voltará)


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29 de set. de 2009

MISSA DO PAPA NA REPÚBLICA TCHECA É ACOMPANHADA AO SOM DO ROCK

PRAGA, 28 SET (ANSA) - A missa que o papa Bento XVI celebrou hoje em Stará Boleslav, na conclusão de sua visita ao país, foi marcada por salmos entoados ao ritmo do rock, com guitarras e instrumentos de percussão no lugar do tradicional órgão.

De acordo com os presentes na celebração, a intenção do rito foi a de atrair a atenção de muitos jovens, inclusive daqueles que não expressam a fé católica. Segundo os dados divulgados pela diocese de Praga, participaram da missa 50 mil peregrinos, dos quais 15 mil eram jovens católicos, mil eram fiéis da Polônia, 600 vinham da Eslováquia e outros 500 da Alemanha.

"O Papa nos surpreendeu" disse Vojtech Elias, professor da Faculdade de Teologia de Praga. "Não falou nem de abortos, nem de contraceptivos, nem de homossexualidade", ressaltou Elias, acrescentando que "é evidente que o Papa não chegou para dar lições". [...]

(Ansa)

NOTA: "É plano estudado de Satanás vestir o pecado com roupagem de luz para esconder sua deformidade e torná-lo atraente. Pastores e povo que professam a justiça estão se unindo ao adversário de nossa salvação, ajudando-o em seus planos. Nunca houve tempo em que cada membro da igreja devesse sentir sua responsabilidade de andar humilde e prudentemente diante de Deus, como no presente. Filosofias vãs, falsos credos e infidelidade estão aumentando. Muitos dos que tomam o nome de seguidores de Cristo estão, através de um coração orgulhoso, buscando popularidade e se desviando dos marcos estabelecidos. Os claros mandamentos de Deus em Sua Palavra são descartados porque são considerados comuns e ultrapassados, enquanto as teorias vãs e vagas atraem a mente e satisfazem a imaginação. Nesses cenários de festividades na igreja, há uma união com o mundo que a Palavra de Deus não justifica. Cristianismo e mundanismo estão unidos nessas reuniões." (No Deserto da Tentação, p. 83)

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24 de set. de 2009

Verdades para um mundo assustado

(Esperança)

Quase todo mundo está com medo. Medo de virar a última página da história e ler em grandes letras: fim. Medo de que as previsões dos cientistas, ecologistas e religiosos se concretizem de uma vez. Medo de ver o nosso planeta transformado em cinzas e condenado a girar, para sempre, pelo espaço afora!

Por todos esses temores, faz sentido perder as esperanças? É razoável concluir que Deus não existe e que não há nada além daquilo que podemos ver e tocar?


Jesus sabia que nossa geração seria marcada pelo medo. Ele disse: “Os homens desmaiarão de terror, apreensivos com o que estará sobrevindo ao mundo; e os poderes celestes serão abalados. Então se verá o Filho do homem vindo numa nuvem com poder e grande glória.” Lucas 21:26 e 27.


Os homens estão temerosos diante do que está acontecendo e na expectativa do que vai acontecer. Nunca uma geração esteve tão inquieta, tão ansiosa quanto a nossa. Homens e mulheres estão pulando de teoria para teoria, de especulação para especulação, de culto para culto. Estão tentando encontrar alguma razão para a existência e esperança.


Não temos que viver de um lado para o outro como um barco à deriva num mar de incerteza e medo. Em meio a todo esse desespero, existe um livro muito diferente: a Bíblia! Há certeza e esperança em cada uma de suas páginas! A Palavra de Deus oferece uma saída para o nosso dilema. Ela é cheia de esperança porque revela um Salvador e apresenta a cruz do Calvário no centro de tudo.

A Bíblia tem transformado inimigos em amigos, assassinos em seguidores de Cristo, homens imperfeitos em homens “segundo o coração de Deus”, e homens fracos e vacilantes em defensores destemidos da cruz. Esse é o Livro que vamos estudar juntos. Continue Lendo...



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2 de set. de 2009

Os adventistas e o legalismo

(Na Mira da Verdade)

Foram muitas as vezes que li e ouvi que “os Adventistas do Sétimo Dia são legalistas”, ou seja: fazem da lei um meio de salvação. Até mesmo o Dr. Russell Shedd, fundador das Edições Vida Nova, em seu ótimo livro (um dos melhores que já li sobre o assunto) “Lei, Graça e Santificação”, fez um trocadilho para afirmar que legalismo também é sinônimo “adventismo” (considerei o livro ótimo e não excelente por causa dessa falha dele que vem de uma ideia preconcebida).


Como já ficou claro num dos artigos disponíveis neste blog, a regra de fé e prática dos Adventistas do Sétimo Dia é a Bíblia Sagrada. Faço esse lembrete para explicar o porquê de eu usar novamente no presente texto citações de Ellen G. White para expor o pensamento adventista sobre a Salvação pela graça. Afinal, por ser uma pessoa que viu de perto o movimento adventista e suas transformações (para o bem, crescendo no conhecimento e na graça de Cristo – 2 Pedro 3:18), sabe melhor que ninguém nosso posicionamento sobre a salvação.


Não negamos o fato de que nossos pioneiros (não todos, para ficar bem claro) davam uma grande ênfase à Lei de Deus nas pregações e debates dos quais participavam. Mas, isso não indica que eles eram legalistas; apenas estavam enfatizando um assunto que “não era mais assunto” no meio evangélico. Daí, a necessidade de falar da Lei. Daí, um dos motivos de considerarem os adventistas “legalistas”. Porém, se atentarmos para esse fato histórico e para os textos de Ellen White que expressam a posição dos observadores do Sábado a respeito da graça, tudo ficará esclarecido e ninguém precisará mais dizer que “os adventistas ensinam que a Lei é o meio de salvação no lugar de Cristo”. Aceitamos como Verdade Absoluta que Cristo é o único caminho para a salvação (João 14:6), que esta é um dom de Deus, vem pela fé na graça de Jesus e não pelas obras (Efésios 2:8, 9). Cremos como Paulo que, se a justificação (perdão) é pela Lei, “Cristo morreu em vão” (Gálatas 2:21).


Todavia, não cremos numa “graça barata” – termo usado de maneira inteligente pelo Dr. Russell Shedd. Sendo que o cristão transformado se torna “nova criatura” (2 Coríntios 5:17) e que, sob o Novo Concerto de Salvação eterna a Lei é escrita no coração (Hebreus 8:10), isso deixa claro que, mesmo sendo salvos unicamente pela fé em Cristo, como consequência da transformação (a santificação, que leva a vida toda. Sem a santificação ninguém verá a Deus – Hebreus 12:14), praticaremos boas obras (Efésios 2:10). Não para “comprar” a salvação, mas, como resultado do coração transformado e que ama a Cristo (João 14:15).


Detalhe: a observância do Sábado como dia de guarda, em memorial ao Deus Criador (Êxodo 20:11), ao Salvador (Deuteronômio 5:15) e em memória ao repouso na graça que podemos desfrutar todos os dias (Hebreus 4), faz parte dos mandamentos (Êxodo 20:1-17; Deuteronômio 5:1-21). Pense nisso com carinho à luz de Tiago 2:10.


Resumindo:


• A Lei não justifica (não perdoa);
• A Lei não salva (é Cristo quem o faz)
• A Lei é o RESULTADO de um coração transformado pelo Espírito Santo (Hebreus 8:10; Romanos 8; Efésios 2:10; João 3, etc.) e não o MEIO de irmos ao Céu. A Lei é o RESULTADO de nossa conversão porque seremos julgados pelas obras (Mateus 16:27; Apocalipse 22:12), que demonstram o tipo de fé que temos.


Precisamos ter MUITO cuidado com a teologia de que a graça de Cristo nos liberta para sermos “libertinos”, ao invés de nos libertar do pecado. Esse ensino não é graça; é uma desgraça.


Como disse o autor Martin L. Jones: “se a graça que você recebeu não lhe ajuda a guardar a Lei, você não recebeu a graça”. É a mais pura verdade, pois, a verdadeira graça não é uma “graça barata”: ela transforma.


A seguir, os textos de Ellen White que mostram o posicionamento oficial dos adventistas sobre a Salvação pela graça. Oro para que você, ao se deliciar com tais citações que estão em total harmonia com as Escrituras, tenha plena convicção do amor de Deus por você, a ponto de vir a este mundo morrer em seu lugar (João 3:16), pagar a sua dívida para com a Lei dEle e lhe livrar da maldição da Lei (Gálatas 3:13): a morte eterna do pecador (Romanos 3:23; 6:23).


“Deus não desanima conosco por causa de nossos pecados. Podemos cometer erros e ofender o Seu Espírito; mas quando nos arrependemos e vamos ter com Ele com o coração contrito, Ele não nos faz voltar”. [Isso lembra João 6:37!]


“Coisa alguma senão a Sua justiça [de Cristo] pode dar-nos o direito de uma única das bênçãos do concerto da graça.”


“Não devemos pensar que nossa própria graça e méritos nos salvem; a graça de Cristo é a única esperança de salvação.”


“Olhamos para nós mesmos, como se tivéssemos poder para nos salvar; mas Jesus morreu por nós porque somos incapazes de isso fazer. NEle está nossa esperança, nossa justificação, nossa justiça.”


“Se sois conscientes de vossos pecados, não dediqueis todas as vossas faculdades a lamentá-los, mas olhai [para Jesus – aqui ela comenta João 3:14, 15] e vivei.” [Que conforto para o pecador cansado!]


“Ninguém que confie em Seus méritos [de Jesus] será deixado a perecer”.


“Vinde a Jesus, e tereis descanso e paz. Podeis ter agora mesmo essa bênção. Satanás sugere que sois desamparados, que não podeis abençoar-vos a vós mesmos. E é verdade; sois desamparados. MAS exaltai a Jesus diante dele: ‘Tenho um Salvador ressurgido. NEle confio, e Ele nunca permitirá que eu seja confundido. Em Seu nome triunfarei. Ele é minha justiça e minha coroa de glória’. Que ninguém aqui julgue que seu caso seja esperança; porque não é.”


“Precioso Salvador! Seus braços estão abertos para receber-nos, e Seu grande coração de amor está à espera para nos abençoar.”


“Jesus tem prazer em que O procuremos da maneira como estamos: pecadores, desamparados, dependentes. O arrependimento, assim como o perdão [justificação], é um dom de Deus… é a graça de Deus que torna o coração penitente.” [arrependido, desejoso de perdão]


“… só encontrarão descanso quando depuserem seus fardos aos pés de Jesus”.


“Nada podemos fazer, ABSOLUTAMENTE NADA, para nos recomendar ao favor divino… mas quando, como seres erradios e pecadores, nos chegamos a Cristo [não à Lei], encontramos descanso em Seu amor. Deus aceitará a cada um dos que se chegam a Ele…”.


“Pode não haver êxtase de sentimentos, mas haverá uma duradoura e pacífica confiança.”


[Fonte: Ellen White, Testemunhos para a igreja, cap. 5: “Cristo nossa justiça”]


Convido aos irmãos de todas as igrejas a se perguntarem: onde há “salvação pelas obras” nessas citações?


Espero que, após esses esclarecimentos, nenhum irmão sincero caia na “tentação” de dar crédito a comentários de autores que nada (ou pouco) sabem sobre a teologia adventista.


(Leandro Quadros)



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1 de set. de 2009

Médiuns podem ajudar a encontrar doenças?

(Hypencience)

O sistema da saúde britânico começou recentemente um experimento para compreender as aplicações da visão remota, ou seja, o poder mediúnico que permite que a pessoa “veja” eventos do passado, presente e futuro sem de fato ver o que acontece. Andrew Usher, do Instituto Britânico de Homeopatia, está trabalhando para determinar se a visão remota pode ajudar a salvar vidas. O projeto desenvolvido por Usher e um colega escocês utiliza vários médiuns que afirmam ter a visão remota para detectar doenças que não foram encontradas pelos métodos convencionais. O projeto está sendo realizado há um ano, e Usher afirma que ainda é muito cedo para ter resultados concretos. “Trabalhamos em 30 casos, mas precisamos de pelo menos 100 antes de poder relações estatísticas”, diz o pesquisador. “A visão remota nunca é 100% exata, então só poderá ser vista como uma forma de obter dados adicionais”, completa Mais de seis médiuns trabalham em cada caso, e não recebem nenhuma informação sobre o paciente – que deve concordar com a participação no experimento. “Um dos casos mais impressionantes foi o de um paciente que sofria com enxaquecas fortíssimas”, afirma Usher. Depois de fazer uma tomografia que não mostrou nada, os médiuns ainda viam uma área escurecida na cabeça do paciente, e “enxergavam” também uma forma circular. Os médicos então fizeram uma ressonância magnética, que mostrou um tumor cerebral benigno no paciente.

Usher afirma que os médiuns com a visão remota tiveram um sucesso surpreendente encontrando grandes doenças, como tumores, mas diz ser muito cético quanto às limitações do procedimento, ao se envolver pessoas que não são médicas. “É difícil para os médiuns acharem estruturas celulares e mudanças corporais”, afirma. Realizar o treinamento com médicos também é problemático, entretanto: “Eles tendem a duvidar do diagnóstico”, diz.


Outros testes mediúnicos

Há três meses, um experimento foi feito utilizando o Twitter como plataforma. Richard Wiseman, da Universidade de Hertfordshire, na Inglaterra, recrutou 7 mil voluntários para investigar o poder da visão remota. O professor de psicologia viajou para um local secreto no Reino Unido, de onde ele mandou uma mensagem pelo site. Os participantes do experimento olharam para cinco fotografias e tinham que escolher uma delas como o local onde Wiseman estava. Apenas 15% das pessoas acertaram o lugar, apesar das chances de acertarem serem de 20%. Depois do experimento, Wiseman afirmou que a visão remota não existia.


Apesar disso, até mesmo governos não descartam a possibilidade da visão remota. Durante a Guerra Fria, o governo dos Estados Unidos gastou 20 milhões de dólares em um projeto de visão remota, conduzindo espiões médiuns na União Soviética durante duas décadas. Em 2001, o Ministério de Defesa estadunidense investigou o potencial da visão remota, mas não divulgou os resultados.

NOTA: Incrível como a mídia propaga idéias espíritas e é parcial com o criacionismo. Entretanto isso já estava profetizado: Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; (I Timóteo 4 :1). A Bíblia afirma expressamente que tais façanhas não tem como fonte o poder Onipotente de Deus, mas forças satânicas.
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26 de ago. de 2009

Em Apocalipse 5:13, 14 não vejo o trono do Espírito…

Darei uma breve resposta a esta questão muito importante:


As Três Pessoas da Trindade exercem funções diferentes no plano de Salvação. O Filho glorifica o Pai e o Espírito Santo glorifica o Filho (e, por que não, o Pai também). Deste modo, não é de admirar o fato de o Espírito Santo não ser mencionado “diretamente” como estando assentado em um trono, pois este não é o Seu propósito. Ele quer exaltar o Pai e o Filho. (ver João 16:14).


Mas, há um detalhe para o qual devemos atentar (esse argumento aprendi ao estudar o livro “A Trindade” – Casa Publicadora Brasileira): a Bíblia dá sim a entender a presença do Espírito Santo no trono Divino. É isto mesmo. A presença do Espírito Santo está subentendida em Apocalipse 22:1 na expressão “rio da (água da) vida” que sai do trono. isso porque a água é um dos símbolismos do Espírito – especialmente no evangelho de João: “No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Isto ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que nele cressem; pois o Espírito até aquele momento não fora dado, porque Jesus não havia sido ainda glorificado.” João 7:37-39.


Além desta evidência bíblica, há referências literárias, inclusive na tradição judaica, que identificam o “rio da vida” com o Espírito Santo.


Fique com Deus,


(Leandro Quadros).


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14 de ago. de 2009

Tentações são mais poderosas do que as pessoas pensam

(Diário da Saúde)

Por que caímos em tentação?

Por que as pessoas sucumbem às tentações da ganância, da luxúria e dos comportamentos autodestrutivos, colocando em risco seus relacionamentos e sua própria saúde?

Uma nova pesquisa, feita na Kellogg School of Management (EUA), demonstra que as pessoas acreditam ter mais autocontrole do que na verdade têm - o que, em última instância, leva a decisões mal feitas, que lhe trarão prejuízos. Em outras palavras, as pessoas estão mais sujeitas às "tentações" do que se dão conta, o que faz com que elas "caiam em tentação" mais frequentemente do que gostariam, esteja o fato relacionado a questões tão distintas quanto relacionamentos afetivos ou dietas para emagrecimento.

O poder dos desejos

A pesquisa, liderada por Loran Nordgren, examinou como a confiança das pessoas em suas habilidades para controlar impulsos como ganância, vícios de drogas e interesses sexuais influencia suas reações às tentações. Os pesquisadores descobriram que as pessoas, em média, mostram um "desvio de moderação" que as faz calcular incorretamente a dimensão da tentação que eles podem de fato suportar, o que as leva a uma grande propensão a ceder aos vícios e aos desejos. "As pessoas não são boas em prever o poder dos seus desejos e aqueles que são mais confiantes com relação ao seu autocontrole também são os mais propensos a cair em tentação," disse Nordgren.

Ficar longe das tentações e humildade

A solução para o problema pode parecer simples. "A chave é simplesmente evitar quaisquer situações onde os vícios e outras fraquezas lhe desafiem e, mais importante, as pessoas devem manter uma visão mais humilde da sua própria força de vontade," diz o pesquisador. Os pesquisadores citam estudos anteriores que demonstraram que as pessoas frequentemente têm dificuldade para avaliar a força dos seus momentos impulsivos. Pessoas em um estado de serenidade, que não estejam experimentando raiva, fome ou desejos sexuais, tendem a subestimar como um estado "quente", impulsivo, irá influenciar seu comportamento. "Um sistema que assume que as pessoas irão controlar a si mesmas está fadado ao fracasso devido a esse viés da moderação. Nós expomos nós mesmos a mais tentações do que seria sábio e, como consequência, temos milhões de pessoas sofrendo com obesidade, vícios e outros estilos de vida menos saudáveis," diz o cientista.

Não julgar

Nordgren afirma que as conclusões não se restringem às tentações pessoais ou de vícios de qualquer tipo. "Entendendo o poder da tentação, você também poderá perguntar sobre em que medida nós precisamos de normas regulatórias para os negócios e para os líderes políticos." Além disso, esta pesquisa sugere que quem olha de fora pense duas vezes antes de julgar aqueles que caem vítimas das tentações, porque a maioria das pessoas superestima sua capacidade de controlar seus próprios impulsos.

NOTA: Quando se fala em tentação é fácil lembrar da história de Jó, só o fato dele ter sido colocado em prova e de Satanás ter feito o máximo que lhe foi possível para tentar fazer Jó blasfemar de Deus sem resultados, é fascinante. Mas duas coisas me chamam atenção na pessoa de Jó que muitos jovens podiam implantar em suas vidas: primeiro diz a Bíblia que Jó era "homem íntegro e reto, que teme a Deus e se desvia do mal", segundo, o próprio Jó afirma dele mesmo: "Fiz pacto com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa donzela?". Agora notamos que os princípios que Jó seguia são apontados na pesquisa acima, pois é afirmado que frequentemente nos colocamos em posições que nos deixa suscetíveis a tentação, e Jó se desviava do mal, ainda diz mais, que devemos saber de nossos limites e sermos humildes em saber que não temos força o suficiente para vencer as tentações, por isso caímos, e o incrível é que Jó não de dispunha a olhar para uma mulher, pois sabia que poderia cair, logo ele fez um "pacto com seus olhos". Devemos ainda lembrar que Deus não nos permite recebermos tentação da qual não podemos vencer, mas devemos ser cautelosos para não procurarmos tentações além das que Deus permite, devemos assim como Jó, nos desviar do mal.
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13 de ago. de 2009

Comissão da Câmara aprova estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil

(Uol)

A Comissão de Relações Exteriores da Câmara aprovou nesta quarta-feira o acordo que cria o estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil. No parecer aprovado, o relator, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), afirmou que o acordo não fere a Constituição, enfatiza a necessidade de relações internacionais com todos os povos e admite a aproximação com todas as religiões.

omposto por 20 artigos, o acordo foi assinado pelo Brasil e pelo Vaticano em 2008. O texto estabelece normas sobre ensino religioso, casamento, imunidade tributária para as entidades eclesiásticas, prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais, garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes e visto para estrangeiros que venham ao país para atividade pastoral. O acordo também reforça o vínculo não-empregatício entre religiosos e instituições católicas, ratificando regras já existentes. Em relação ao casamento, por exemplo, o acordo estabelece que o matrimônio celebrado de acordo com as leis da Igreja que atender também às exigências do Direito terá efeitos civis. Já no que diz respeito ao ensino religioso, o tratado menciona o respeito à importância dessa disciplina, seja católica ou de outra religião, mas com matrícula facultativa no ensino fundamental das escolas públicas.

Respeito ao ecumenismo

"A Comissão tomou a posição que me parece mais certa para o interesse público e para a vida social da nação. Esse acordo não exclui de forma nenhuma as demais religiões existentes no Brasil. Acho que procura realmente criar um convívio efetivo de todas as religiões. Não tem inconstitucionalidade. Ele [o acordo] repete a Constituição e a legislação brasileira de modo que está totalmente integrado no sistema jurídico brasileiro e não atinge nenhuma lei ou norma jurídica", afirmou o relator.

A discussão da matéria, no entanto, foi polêmica. Sete deputados votaram contra a proposta. O deputado Ivan Valente (PSOL-SP), por exemplo, considerou um erro do governo brasileiro a assinatura do acordo. "Eu acho que a CCJ devia se manifestar pela inconstitucionalidade, porque aqui há um acordo entre um Estado republicano democrático e um Estado teocrático. Então, não é um acordo comercial, é um acordo que envolve a opção preferencial por uma religião, quando isso atenta contra própria Constituição, que prevê total liberdade religiosa e de culto, sem nenhuma predisposição a adotar uma como preferencial."

A proposta ainda será analisada pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; antes de ser votada em plenário. Já há, no entanto, pedido de urgência para matéria, o que pode permitir a votação direta pelo plenário.

NOTA: De pouco em pouco tudo parece se encaixar. Tudo feito as escuras e com pressa, muito conveniente para a ICAR. Logo a profecia alcança seu auge.
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Edir Macedo sob suspeita

(Portal de Notícias da Globo)

MP vai rastrear dinheiro de Macedo no exterior

A promotoria concluiu que empresas de comunicação estão entre as que receberam ilegalmente dinheiro de doações de fiéis da Igreja Universal que deveriam ter sido usadas em obras de caridade.

O Ministério Público de São Paulo vai pedir ajuda internacional para rastrear movimentações financeiras na investigação de lavagem de dinheiro contra Edir Macedo e mais nove pessoas. A promotoria concluiu que empresas de comunicação estão entre as que receberam ilegalmente dinheiro de doações de fiéis da Igreja Universal que deveriam ter sido usadas em obras de caridade. O Jornal Estado de São Paulo teve acesso a documentos que fazem parte da investigação feita contra o fundador da Igreja Universal, Edir Macedo, e outras pessoas ligadas a ele e à igreja. As informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, Coaf, revelam que o dinheiro dos fiéis, arrecadado para a manutenção da igreja e obras sociais, era desviado para a compra de empresas de comunicação. O relatório faz parte da investigação de dois anos do Ministério Publico de São Paulo, que culminou na denúncia contra Edir Macedo e nove pessoas ligadas, por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Segundo a promotoria, em vez de aplicar o dinheiro dos fiéis em obras de assistência ou na manutenção dos templos, Edir Macedo e os outros acusados usaram os recursos em benefício próprio.

Todos agora são réus no processo que apura desvio de dinheiro de fiéis para a compra de bens e empresas em nome de particulares próximos a Edir Macedo, inclusive emissoras de TV e de rádio.

A reportagem afirma: "oito empresas de comunicação, entre elas a rádio e televisão Record estão entre as dez principais beneficiárias de transferências eletrônicas ou depósitos bancários que saíram da Igreja Universal do Reino de Deus”. Outras beneficiárias: Edminas, Rede Mulher de Televisão, Editora Gráfica Universal, e Rede Família de Comunicação, todas ligadas ao grupo. Ainda de acordo com o jornal, dos R$ 8 bilhões que passaram pela igreja e por empresas ligadas a ela em sete anos, R$ 300 milhões foram movimentados em cinco países: México, Venezuela, Estados Unidos, África do Sul e Chile. Durante a fase de inquérito, a maior parte dos acusados foi intimada e se apresentou na delegacia. Mas, por orientação do advogado, eles disseram que falariam apenas diante do juiz. Segundo a polícia, Edir Macedo não compareceu. A intimação dele foi entregue à defesa, já que o bispo mora nos Estados Unidos. Segundo a promotoria, a investigação vai prosseguir agora, com um novo pedido de ajuda internacional para localizar valores que possam ter sido movimentados ilegalmente no exterior.
Uma funcionária do advogado Arthur Lavigne, que representa os réus, disse que ele passou o dia muito ocupado e não teve tempo de ver as denúncias publicadas no jornal Estado de São Paulo.

NOTA: Geralmente entendemos muitos versos Bíblicos como tendo sua aplicação apenas no fim de tudo, no dia do juízo, na volta de Jesus entre outras situações. Mas parece que em certas ocasiões alguns versos tem aplicação cotidiana, como por exemplo: "Porque Deus há de trazer a juízo toda obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau." (Ecle. 12:14)


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29 de jul. de 2009

Brasil a caminho da Profecia Bíblica

(Blog Criacionismo)
Texto de Michelson Borges

Na contramão do mundo, o presidente Lula entra no campo religioso longe dos olhos da sociedade brasileira.
Em novembro de 2008, ele foi a Roma e viu o papa. Foram 24 minutos de conversa privada no escritório privativo de Bento 16. "Muito obrigado, presidente, pelo acordo que será assinado hoje", agradeceu o representante de Deus na Terra [sic].

Não era um encontro de estadistas. Era uma reunião do chefe supremo da Igreja com o líder popular da maior nação católica do mundo (125 milhões de fiéis entre 190 milhões de brasileiros). O agradecimento tinha sentido porque o Brasil se rendia a anos de pressão do Vaticano para ampliar a força do ensino religioso nas escolas públicas do ensino fundamental. O papa não conseguiu tornar "obrigatório" o ensino, mas formalizou uma intrusão impensável nas escolas de um país que se diz laico e soberano.

O arcebispo Dominique Mamberti, chanceler das Relações Exteriores do Vaticano, tentou disfarçar: "Não são privilégios porque não se pode chamar de privilégio o reconhecimento de uma realidade social tão importante como é hoje em dia a Igreja Católica no Brasil." Diplomático, o bispo defendeu-se: "O acordo não afeta em nada os cidadãos de outros credos, já que garante o pluralismo religioso, assim como o laicismo saudável." O Brasil não se espantou com a condicionante, talvez por ter padecido muito tempo da "democracia relativa" dos militares, que guarda certa isonomia com o "laicismo saudável" dos padres.

O acordo de 20 artigos parecia inspirado pelos diabólicos atos secretos do Senado brasileiro: estranhamente, não foi discutido previamente com o principal interessado, a sociedade brasileira. "É uma autêntica Concordata com a Santa Sé que, além de ter sido preparada na clandestinidade, sem qualquer aviso ou debate, confronta o espírito da Carta Magna e os fundamentos de um Estado secular", protestou o jornalista Alberto Dines. "Por que o sigilo? Que tipo de pressão o governo sofreu? Como o presidente Lula faz isso sem abrir para a discussão?", perguntou a professora Roseli Fischmann, que coordena há 20 anos o grupo de pesquisa "Discriminação, Preconceito, Estigma" da Universidade de São Paulo (USP). Falando ao portal iG, Fischmann classificou o acordo de "gravíssimo" pelo que representa: "É uma violência à pluralidade de crenças da população, fere a democracia e cria cidadãos de segunda classe – o católico e o não-católico."

Por trás dos sorrisos de Bento e de Lula paira uma nuvem pesada, segundo a professora: "O acordo não contempla a liberdade de consciência. Não querer dar religião para os filhos é o direito da família. Isso não os torna menos cidadãos brasileiros. Ser ateu ou agnóstico é um direito de foro íntimo. É absolutamente estigmatizador e criará a cultura de que não é íntegro quem não teve ensino religioso."

Um dos maiores riscos, segundo a pesquisadora da USP, está no fim do documento, no Art. 18, que reza: "O presente acordo poderá ser complementado". Fischmann traduz a ameaça ali inoculada: "Isso dá espaço para que a Igreja intervenha em questões como o aborto, casamento de pessoas do mesmo sexo, pesquisas com células-tronco, entre outras" [e aqui mora o perigo para outros cristãos não-católicos]. A professora deposita sua fé no Congresso Nacional, que precisa ratificar o acordo quase confessional firmado entre Lula e Bento 16: "Se ele passar no Parlamento, o Brasil dá poder à Igreja e veta a si mesmo. É preciso uma grande movimentação para que os parlamentares compreendam que o acordo contraria a Constituição e volta o Brasil 120 atrás, quando a República separou Igreja e Estado."

O jornal Correio Braziliense mostrou em três edições (12 a 14 de julho) que os temores insinuados em Roma já assombram as escolas brasileiras. Um estudo inédito – "Ensino religioso: qual o pluralismo?" –, financiado pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Comissão de Cidadania e Reprodução, prova que a Igreja já transborda os limites da Lei de Diretrizes e Bases (LDB), que determina como facultativo o ensino da religião e limita suas aulas a alunos do ensino fundamental. Na prática, porém, só metade dos 27 estados brasileiros cumpre a lei, restringindo o ensino religioso às escolas da 1ª à 8ª série, sem incluir a disciplina na carga obrigatória de 800 horas anuais. Oito estados (entre eles RS, PR, BA e DF) estendem as aulas de religião ao ensino médio ou infantil, outros oito (entre eles SP, PE, CE e PA) contabilizam a disciplina na carga obrigatória, desrespeitando o caráter facultativo da lei.

Nota Michelson Borges: Céticos, agnósticos e ateus se exasperam com esse acordo. Mal sabem eles que essa é exatamente a trilha por onde os eventos finais caminham. Já estava tudo bíblica e profetimente previsto. O Estado voltará a dar as mãos à Igreja Romana. Esse acordo com o Brasil é apenas um ensaio disso. Leia o livro O Grande Conflito, escrito há um século. Você terá algumas surpresas...

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24 de jul. de 2009

Hollywood ajuda a propagar o último engano

Texto Postado por Michelson Borges
(Blog Criacionista)

Há muito tempo, o inimigo de Deus, o anjo caído conhecido como Satanás, vem semeando o engano neste planeta. Começou no Éden, afirmando que o ser humano poderia ser como Deus e que, mesmo que se rebelasse, como ele, Lúcifer, fez no Céu, não colheria o resultado desse afastamento do plano do Criador (Gn 3:4, 5). Mas as consequências da rebelião podem ser vistas em cada canto deste planeta e logo Deus dará um basta a tudo isso. De lá para cá, a mentira básica – “certamente não morrereis” e “sereis como Deus” – apenas se sofisticou, adaptando-se às diversas mentalidades, amoldando-se aos padrões de épocas sucessivas, encaixando-se na maneira de pensar dos seres humanos ao longo dos séculos.

Para os mais politizados e distanciados de Deus, inspirou doutrinas políticas utópicas segundo as quais o homem (ou “super-homem”, como queriam) resolveria os problemas da humanidade por via revolucionária. Frustração. Para os mais espiritualizados, alimentou a crença de que, independentemente do que seja feito com as poucas décadas que temos de existência, a vida continua no “além”. Afinal, a alma não é imortal? Vai-se para o Céu imediatamente, ou se reencarna, ou, na pior das hipóteses, acaba-se no inferno. Mas não há morte definitiva. Pior: para os crentes no “inferno eterno” em que “almas eternas” ardem sem ser destruídas, num tipo de milagre macabro de manutenção da vida – sim, porque só Deus tem vida em Si mesmo e a concede às criaturas –, Deus é apresentado como o maior tirano do Universo, capaz de sentenciar alguém à danação eterna por pecados cometidos no curto intervalo de uma vida. Das duas uma (e em ambas o inimigo sai ganhando): ou a pessoa fica do lado de Deus por medo ou se afasta completamente dEle, por considerá-Lo injusto ou irreal. Bem, há também aqueles que aparentemente nada têm que ver com doutrinas políticas ou crenças espirituais, mas inconscientemente sofrem do mesmo "otimismo ateu". Para esses, o ser humano está destinado a evoluir e, se as condições planetárias permitirem, se aprimorar mais e mais.

“Sereis como Deus” (social, espiritual ou fisicamente) é a mentira básica. E há muita gente inocente, boa e sincera sendo envolvida por essa onda contagiante que hoje conta com o poderoso marketing das superproduções de Hollywood, capazes de “pregar” para as massas com uma eficácia capaz de causar inveja ao maior dos pregadores. Um dos mais recentes filmes que se encaixa perfeitamente nessa descrição tem como título "Presságio" ("Knowing", em inglês), com o famoso astro Nicolas Cage. A produção faz parte da nova onda de “filmes apocalípticos” que têm invadido as salas de cinema e os lares em todo o mundo. Agora note os paralelos de "Presságio" com outros equívocos doutrinários disseminados pelo inimigo com o mesmo e velho propósito de ofuscar a verdade:

1. No filme, crianças começam a ouvir “línguas estranhas” e passam a agir como “profetas”, prenunciando tragédias em número crescente.

2. O pai de uma dessas crianças, cético e cientista do MIT, descobre uma profecia numérica cifrada e escrita 50 anos antes por outra criança. Quando a decifra, ele começa a crer em tudo, como uma espécie de novo convertido.

3. Sobre as pessoas que morrem antes da realização da última profecia, é dito que “ficarão bem”.

4. O personagem de Cage descobre que uma tempestade solar incinerará a Terra e procura salvar o filho.

5. Finalmente, descobre-se que os homens misteriosos que estavam enviando as mensagens aos “profetas” e que davam pistas para salvar essas pessoas, são, na verdade, extraterrestres.

6. No momento da ascensão para a nave claramente inspirada no mecanismo de rodas mencionado pelo profeta Ezequiel (Ez 1:15-18), os “anjos” extraterrestres até exibem asas de luz.

7. Os escolhidos – as pessoas que eram capazes de ouvir a “língua estranha” – são arrebatados em naves espaciais. Os demais são deixados para trás.

8. Enquanto bilhões de seres humanos são queimados pelas labaredas solares, uma parte da humanidade aterrissa num planeta idílico e corre com roupas brancas em direção a uma... árvore cintilante! (Ap 22:1, 2).

Sei que você vai dizer que já viu esse filme antes. Não é déjà vu. Se conhece alguma coisa da Bíblia e a crença de grande parte dos evangélicos (especialmente pentecostais), você já viu/ouviu, sim, algo parecido. A diferença é que, no filme, Deus é excluído, as causas da destruição pelo fogo são “naturais” não associadas à volta de Jesus, e a “salvação” vem dos ETs e não do Criador. O resto está tudo lá, como numa paródia ateia dos livros da série “Deixados Para Trás”: arrebatamento, profecias, catástrofes e multidões deixadas para trás enquanto alguns vão para a “glória”. O que se nota é que as opções vão se afunilando engenhosamente orquestradas pela mente astuta daquele que as originou e agora as alinhava. Arrebatamento sem volta de Jesus, aquecimento do Sol como fenômeno natural, salvamento feito por extraterrestres, vida eterna sem o Doador da vida. Chega o tempo em que tanto faz se você crê ou não. Ou será “salvo” da destruição por extraterrestres ou cairá no último engano de Lúcifer: a simulação da vinda de Jesus. A menos que perceba que tudo isso não se trata de teorias conspiratórias e que são coincidências demais para serem apenas isso, coincidências. Mesmo os ditos céticos (como o astrofísico do filme) não estão imunes ao engano. Quando surgir em algum lugar uma nave espacial com seres luminosos, que pensarão aqueles que dizem ter "mente científica"? Dirão, mais uma vez, que contra fatos não há argumentos? Se Carl Sagan estivesse vivo, seria o primeiro a saudar os visitantes de "outro mundo", nesse contato imediato.
Note que a Bíblia é bem clara: Jesus voltará visivelmente (Ap 1:7), como Ele mesmo prometeu em João 14:1-3 e em centenas de outros textos; não pisará na Terra novamente e levará (arrebatará) para o Céu aqueles que estiverem vivos por ocasião de Sua vinda (1Ts 4:17), ressuscitará os mortos que aceitaram o oferecimento da salvação (1Ts 4:16) para que se unam ao grupo dos vivos e subam juntos ao Céu. Aí, sim, começará de fato a vida eterna. Nada se fala de inferno eterno, alma imortal ou reencarnação.

O inimigo sabe que pouco tempo lhe resta, por isso está intensificando sua campanha de marketing mentirosa. De que lado você quer estar: com aqueles que acreditam em propaganda enganosa ou com os que seguem a Verdade, custe o que custar?

Michelson Borges

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23 de jul. de 2009

O Fim de um Estado Laico

Texto Postado por Michelson Borges
(Blog Criacionista)

Tramita na Câmara dos Deputados um acordo entre o Brasil e a Santa Sé, órgão máximo da Igreja Católica. Este acordo, chamado de Concordata, institui diversos privilégios para a Igreja Católica. Opa! Apenas para a Igreja Católica? Sim, isso mesmo, apenas para a Igreja Católica. Antes de entrarmos em maiores questões, vamos lembrar o parágrafo primeiro do artigo 19 da nossa constituição: “É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público;”

Assim sendo, chegamos à primeira e óbvia conclusão: O acordo é inconstitucional. Agora, podemos e devemos analisar outros pontos: O presidente Lula assinou este acordo, com o Papa Bento XVI, no final do ano passado, e curiosamente às escondidas. Não comunicou nem o Legislativo. Por quê? Além da assinatura de Lula, o acordo ainda precisa ser aprovado na Câmara dos Deputados e, vejam só, os deputados aprovaram que a votação fosse em caráter de urgência. Por que a pressa? Será que para não ter muita discussão sobre o assunto? Quer mais uma curiosa situação? A imprensa não tem noticiado praticamente nada a respeito disto. Será que é algo sem importância? Então, vejamos um pouco as conseqüências da “dita” concordata:

1- A assinatura de uma concordata implica o compromisso do Estado de fornecer à Igreja Católica determinados privilégios legais e financeiros para sempre, a menos que a Igreja concorde em abrir mão deles. Leis e até constituições podem ser mudadas pelo Legislativo da Nação, mas concordatas nao podem ser alteradas nem revogadas sem consentimento da Santa Sé. Uma vez assinadas, elas pairam acima de qualquer controle democrático do País.

2- O acordo institui privilégios de diversas naturezas à Igreja Católica, apenas à Igreja Católica, naturalmente. Por exemplo: O não-cumprimento das normas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para com os funcionários que trabalham sob sua hierarquia; auxílio do Estado para a conservação do patrimônio católico; ensino religioso nas escolas públicas, etc. E peço uma atenção para este último, pois mesmo que o texto se refira ao “ensino religioso católico e de outras religiões” não é difícil imaginar o que acontecerá: as demais religiões, as minorias religiosas, especialmente as de matriz africana, as diversas faces do protestantismo e tantas outras manifestações religiosas do Brasil ficarão fora. Isso é o primeiro passo para que o catolicismo volte à condição de religião oficial novamente, com o Estado financiando a doutrinação católica de milhões de crianças brasileiras.

Onde está o respeito ao povo brasileiro? Onde está o respeito às outras religiões de nosso País? Onde está a transparência do presidente ao assinar algo tão impactante na vida da população brasileira? Onde está a imparcialidade dos grandes órgãos de imprensa? Tudo bem, não precisam responder. Estamos cansados de saber. A verdade é que todos, até mesmo católicos, temos que nos posicionar contrários a essas medidas. Pois elas, além de desrespeitosas, de colocarem um nariz redondo e vermelho em todos nós, são inconstitucionais e vão contra a liberdade religiosa. E lembro aqui que a falta de liberdade religiosa é responsável, segundo a ONU, por 75% dos conflitos bélicos no mundo. Agora, para encerrar definitivamente, analisemos um dos fundamentos expostos na Concordata: reconhecimento, das relações históricas entre a Igreja Católica e o Brasil e suas respectivas responsabilidades a serviço da sociedade e do bem integral da pessoa humana. Ah, por que não falou antes? Estou certo que estão se referindo ao tempo em que a igreja (católica) dizia que os negros não tinham alma, validando assim a escravidão, validando assim o verdadeiro Holocausto brasileiro. Aprovar a Concordata será um lastimável retrocesso na luta histórica pelo Estado Laico no Brasil.

(Ricardo Barreira é presidente do Instituto Umbanda Fest)

Nota: Barreira está coberto de razão, mas, por ser umbandista, não deve conhecer a profecia bíblica que anuncia a supremacia católica e a crescente supressão da liberdade religiosa. Aproveitemos o tempo de liberdade de que ainda dispomos para falar, escrever e anunciar a verdade bíblica, a fim de que as pessoas, usando de seu livre-arbítrio e agindo de acordo com os ditames de sua consciência (e não pelas imposições desse ou daquele líder político ou religioso) tomem sua decisão.[MB]

(Michelson Borges)
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