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28 de fev. de 2010

BACTÉRIAS NO FUNDO DO MAR MOSTRAM DESIGN INTELIGENTE


Estudo dinamarquês achou bateria de micróbios no oceano pela primeira vez


Imagine duas pessoas que estão a 20 km de distância uma da outra, uma comendo sem respirar, outra só respirando sem comer - e ambas mantidas vivas por uma corrente elétrica entre elas. A comparação dá uma ideia da surpreendente rede elétrica montada por bactérias do fundo do mar, que acaba de ser flagrada pelos cientistas, embora ela tenha apenas 12 milímetros de extensão. O fenômeno é "verdadeiramente espantoso", disse o pesquisador Kenneth Nealson, da Universidade da Califórnia, em comentário sobre a descoberta na revista "Nature". "Para um humano, 12 milímetros não parecem ser uma distância tão grande. Mas, para uma bactéria, isso significa 10 mil vezes o comprimento de suas células, equivalente a 20 km em termos humanos", escreveu. A comparação com pessoas não é tão maluca assim, pois "comer" e "respirar" são atividades que elas compartilham com bactérias aeróbicas.


Seres vivos obtêm energia a partir de comida, "queimada" com o oxigênio da respiração. Elétrons da comida são transferidos ao oxigênio nesse processo. A equipe chefiada por Lars Peter Nielsen, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, mostrou que bactérias separadas por longas distâncias transmitem elétrons entre si. Eles coletaram sedimentos do fundo da baía de Aarhus e fizeram experimentos, quando descobriram a inusitada cooperação entre bactérias na superfície dos sedimentos e outras em camadas mais abaixo. As bactérias do fundo "comem" substâncias orgânicas e sulfeto de hidrogênio em uma região sem oxigênio, o qual se concentra na água imediatamente acima dos sedimentos. De algum modo, os elétrons produzidos no fundo sobem para reagir com o oxigênio. Os experimentos mostraram que, nas amostras sem oxigênio na superfície dos sedimentos, o sulfeto de hidrogênio no fundo era "comido" de modo mais lento, acumulando-se. Quando se voltava a adicionar oxigênio, caíam os níveis do sulfeto.


"Vimos como processos usando oxigênio eram ligados ou desligados a uma boa distância no fundo do mar quando adicionávamos ou removíamos oxigênio na superfície. Entretanto, nós sabíamos que esse oxigênio nunca chegava ao fundo até as bactérias que o usavam. Era impossível resolver esse paradoxo até que surgiu a ideia maluca que o fundo do mar está entrelaçado com fios elétricos naturalmente gerados", declarou Nielsen.


Ou seja, todas as bactérias envolvidas obtêm energia, umas só "comendo", outras só "respirando", ligadas por correntes elétricas e criando uma espécie de "biogeobateria".


O próximo passo é descobrir como são feitas as conexões, que podem ser importantes para a formação e a reciclagem dos sedimentos marinhos.

(Jornal da Ciência)


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26 de fev. de 2010

ROUPA É ITEM OPCIONAL EM IGREJA DOS EUA

Uma igreja no Estado americano da Virginia (nordeste dos Estados Unidos) está causando polêmica ao receber fiéis nus. Até o pastor celebra o culto como veio ao mundo. Na capela de Whitetail - uma comunidade nudista fundada em 1984, na cidade de Ivor -, roupas são um item opcional.


"Eu não acredito que Deus se importe com a maneira como você se veste quando você faz suas orações. O negócio é fazer as orações", diz Richard Foley, um dos frequentadores. Mas entre os que não fazem parte da congregação, a ideia de uma igreja nudista não agrada muito. Várias pessoas ouvidas nas ruas de Ivor se surpreenderam e disseram achar o conceito de uma igreja nudista desrespeitoso. O pastor Allen Parker discorda: "Jesus estava nu em momentos fundamentais de sua vida. Quando ele nasceu estava nu, quando foi crucificado estava nu e quando ressuscitou, ele deixou suas roupas sobre o túmulo e estava nu. Se Deus nos fez deste jeito, como isso pode ser errado?"


Lucro


A comunidade nudista de Whitetail vai de vento em popa apesar dos tempos de crise. Segundo a administração do resort, mais de dez mil pessoas visitaram o local no último ano e os lucros subiram 12% no período. Os visitantes dizem que ser nudista é algo libertador. Para eles, em um ambiente como este não há julgamento de classe social e todos ficam livres para ser quem realmente são.


Além disso, o clima seria de igualdade. Um frequentador exemplificou isso dizendo que, na comunidade, não é possível dizer quem está desempregado, quem é alto-executivo e quem é encanador.


"Aqui, todos participam, todos são compreensivos e preocupados com a comunidade e com a família. Temos uma das congregações mais ativas da região. Eu considero isso um presente de Deus e um privilégio", disse o pastor Parker.


NOTA: Aos poucos o culto a Deus passa a ser banalizado por liberais e fica cada vez mais próximo do culto cananita, onde a sensualidade tinha sua participação, isso não é como disse a notícia algo libertador, mais é uma vontade pecaminosa que não encontra repressão como eles mesmo dizem que não há julgamento, como se todo julgamento fosse errado, esquecem assim da moral e dos bons costumes, isso não é liberdade é libertinagem. Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, (II Pedro 3 : 3)
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DESCOBERTA INDICA QUE A BÍBLIA TINHA RAZÃO (DE NOVO)

Apesar de não ser gaúcho, fico impressionado com o orgulho que esse povo tem do seu Estado. Encontrei diversos “guris” e “gurias” em várias viagens fora do Rio Grande do Sul e o sentimento deles é sempre o mesmo: saudades do Estado amado! Mas nem todo mundo é assim...

Israel Finkelstein, o co-autor da obra E a Bíblia Não Tinha Razão (Girafa, 2003) e arqueólogo judeu, vem tentando destruir, por meio de suas pesquisas e publicações, o passado glorioso do seu próprio povo, os hebreus. Na realidade, Finkelstein é um dos arqueólogos atuais que têm se esforçado para demonstrar que a antiga amizade entre as Escrituras Sagradas e a arqueologia Bíblia, não combina mais![1]

Tive a oportunidade de ouvir o Dr. Finkelstein, no ano passado, em Porto Alegre, RS. Um dos professores de história da UFRGS, Josué Berlessi, foi um dos organizadores do evento “Religião e Racionalidade: A história bíblica e a investigação arqueológica”, que além da presença do arqueólogo judeu da Universidade de Tel Aviv, contou com a participação do Dr. Nelson Kilpp, da Escola Superior de Teologia (EST) de São Leopoldo, RS. Além de muito simpático, Finkelstein demonstra dominar bem sua disciplina, já que ele a desenvolve há mais de 30 anos.

Sua abordagem na palestra girou em torno de uma metodologia de pesquisa desenvolvida em cinco tópicos:

1. Não havia atividade escribal em Canaã antes do 8º século a.C., ou seja, nenhum livro bíblico foi produzido antes dessa data.

2. Não havia o ofício de inventor de histórias; o que temos nas Escrituras hebraicas são apenas tradições orais muito provavelmente deturpadas ao longo dos séculos.

3. Todo texto deve ser comparado com fontes arqueológicas e do Antigo Oriente Médio. Se a informação bíblia não for amparada por documentação arqueológica, ela é falsa.

4. A história não pode ser transmitida com alterações, mas pode receber elementos da época em que a tradição oral estava sendo contada.

5. Boa parte dos escritos bíblicos está repleta da perspectiva teológica do autor.

Nas linhas abaixo, nosso foco estará entre os tópicos 1 e 3.

Atividade escribal antes do 8º século a.C.
O argumento do Dr. Finkelstein sobre esse assunto pode ser sumarizado assim: não há qualquer registro arqueológico que demonstre atividade escribal em Canaã, que seja anterior ao 8º século a.C. Sendo assim, torna-se difícil imaginar a autoria de documentos numa data anterior a essa.

As implicações dessa ideia são profundas: o Pentateuco de Moisés, o livro de Josué, os Salmos dravídicos, os Provérbios de Salomão não teriam sido escritos por esses famosos personagens bíblicos.

No entanto, excelentes estudos literários foram produzidos por eruditos de renome que oferecem uma visão mais ampla sobre esse assunto. Duas das maiores autoridades em texto bíblico do século passado, Frank Moore Cross Jr. (Harvard) e David Noel Freedman (UCLA, em San Diego, Califórnia), publicaram interessante estudo sobre algumas porções do texto bíblico que remontam, sem sombra de dúvida, a uma data anterior ao ano 1000 a.C. É o caso de Juízes 5, o cântico de Débora, Êxodo 15, o cântico de Mirian, Salmo 18, entre outros.[2]

O mesmo pode ser dito dos trabalhos de Kenneth Kitchen, respeitado egiptólogo e professor emérito na Universidade de Liverpool, na Inglaterra. Em 1995, o Dr. Kitchen publicou um excelente artigo na Biblical Archaeology Review sobre o período patriarcal, oferecendo diversas evidências (linguísticas, literárias, históricas, etc.) para monstrar quão sólida é a narrativa patriarcal, demonstrando assim que seu autor era alguém familiarizado com aquela cultura e com aquela época. O artigo pode ser lido aqui.

No momento de perguntas e respostas, no evento com o Dr. Finkelstein, perguntei-lhe a respeito das pesquisas e conclusões do Dr. Kitchen. Ao invés de responder os argumentos levantados pelo egiptólogo britânico, ele simplesmente disse: “Eu não posso concordar com um erudito que afirma que toda a Bíblia é a Palavra de Deus.” E passou para próxima pergunta!

Acredito que esses nomes mencionados acima oferecem excelentes argumentos para a refutação dessa premissa do Dr. Finkelstein.

A informação bíblica e a arqueologia.
Diversas narrativas bíblicas são consideradas mitológicas ou não históricas pelos críticos simplesmente por não dispormos de nenhuma documentação extra-bíblica ou arqueológica – o famoso argumento do silêncio. Mas como bem disse Carl Sagan, “ausência de evidência não é evidência de ausência”. Um ótimo exemplo disso é a estela de Tel Dan, contendo o nome de Davi, encontrada em 1993. (Confira aqui.)

Uma categoria de arqueólogos chamada de minimalistas (aqueles que reduzem a narrativa bíblica a um simples conto não histórico) considera como improvável a descrição bíblica de Jerusalém ser a capital de um reino, por volta do ano 1000 a.C., na época de Davi e Salomão. Para eles, Jerusalém nem sequer era uma cidade significativa nesse período.

Mas na última segunda feira (22/2), uma descoberta arqueológica está fazendo com que os minimalistas refaçam suas anotações sobre o reinado de Salomão. A arqueóloga Eilat Mazar, da Universidade Hebraica de Jerusalém, anunciou que sua equipe encontrou uma muralha de aproximadamente 70 metros e um portal bem decorado, que datam de aproximadamente 1000 a.C. A datação está baseada em fragmentos de cerâmicas encontrados junto ao muro, uma técnica largamente utilizada por arqueólogos. Sua conclusão até o momento é que esse prédio pode estar relacionado ao governo de Salomão, no 10º século a.C, como mencionado em 1 Reis.

Se a conclusão de Mazar estiver correta, Jerusalém pode ter sido um grande centro político por volta do ano 1000 a.C., ao contrário do que afirmam os minimalistas. Mas ainda é cedo para ser dogmáticos com qualquer conclusão que vá além dessa. Devemos esperar por publicações em periódicos especializados, como a já mencionada Biblical Archaeology Review e outras revistas indexadas.

O debate em torno da Bíblia e de fontes antigas está longe de ter fim. Pelo contrário, o que se vê é aumento do interesse do público sobre esse tipo de assunto. Como cristãos, devemos aproveitar o momento e “estarmos sempre preparados para dar a razão da esperança que há no nosso coração” (1Pd 3:15).

(Luiz Gustavo Assis, pastor adventista em Caxias do Sul, RS)

Lido no Blog Criacionismo.

Justificar
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9 de fev. de 2010

CIENTISTAS ACHAM 3 MIL PEGADAS DE DINOSSAUROS NA CHINA

Arqueólogos chineses disseram ter descoberto mais de 3 mil pegadas de dinossauro, todas apontando para a mesma direção. As marcas, que os cientistas acreditam terem sido deixadas por seis tipos diferentes de dinossauros há mais de 100 milhões de anos [sic], foram encontradas na província de Shandong, no leste do país. Elas variam de 10 cm a 80 cm e pertencem a várias espécies, como o tiranossauro, o hadrossauro e o celurosauro. Segundo a agência de notícias oficial da China, Xinhua, os arqueólogos creem que as pegadas representam uma migração ou uma tentativa em pânico de escapar de predadores.

As marcas foram descobertas em uma vala localizada em uma encosta de rochas de cerca de 2,6 mil metros quadrados. Foram necessários três meses de trabalhos de escavação para chegar até o sítio arqueológico.

Fósseis de dinossauros foram encontrados em cerca de 30 sítios arqueológicos na área de Zhucheng – tanto que a cidade de Zhucheng é também conhecida como "a cidade dos dinossauros".

(BBC)


NOTA: Dinossauros andando na mesma direção, não podemos negar que possa ser uma migração, mas também possa ser o resultado do pânico e fugindo não de predadores mas das águas do dilúvio.

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4 de fev. de 2010

HITLER E DARWIN

Traudl Junge, secretária de Hitler durante a 2ª Guerra, relata no livro Até o Fim (Ediouro) suas impressões a respeito do Führer enquanto conviveu com ele e seus colaboradores na “Toca do Lobo”, como era chamado o quartel-general nazista. Toda a informação que podia obter da guerra era cuidadosamente fornecida pelo próprio Hitler e seus imediatos, que faziam questão de transmitir a maior tranquilidade e segurança. Tendo vivido nesse período cercada de conforto e amenidades, Traudl conta que, ao fim da guerra, enfrentou imensa dificuldade para acreditar que Hitler, uma pessoa extremamente cortês e paternal, pudesse ter cometido tamanhas atrocidades. Passou anos do pós-guerra procurando entender como é que havia sido “tão ingênua e alienada durante o período em que esteve tão próxima do centro das decisões”, segundo o texto da contracapa do livro.

Foi com muita dificuldade que chegou à conclusão de que havia sido mesmo contaminada pelo incrível poder de sedução do grande líder. Aliás, essa foi uma de suas motivações para escrever o livro a partir de seus diários. Ela queria alertar para o fato de que o poder sedutor de líderes fanáticos jamais pode ser subestimado.

Uma de minhas filhas leu todo o livro e recitou alguns trechos em voz alta para mim. Achei o livro muito interessante. O que mais me impressionou foi este trecho, que descreve um dos momentos corriqueiros passados por Traudl com Hitler (e Eva Braun) na “Toca do Lobo”, quando o ditador confessa sua filosofia de vida e seu relacionamento para com a religião:

“[Hitler] não tinha qualquer ligação religiosa; achava que as religiões cristãs eram mecanismos hipócritas e ardilosos para apanhar incautos. Sua religião eram as leis da natureza. Conseguia subordinar seu violento dogma mais facilmente a elas do que aos ensinamentos cristãos de amor ao próximo e ao inimigo. ‘A ciência ainda não chegou a uma conclusão sobre a raiz que determina a espécie humana. Somos provavelmente o estagio mais desenvolvido de algum mamífero, que se desenvolveu do réptil a mamífero, talvez do macaco ao homem. Somos um membro da criação e filhos da natureza, e para nós valem as mesmas leis que para todos os seres vivos. Na natureza a lei da guerra vale desde o começo. Todo aquele que não consegue viver, e que é fraco, é exterminado. Só o ser humano e, principalmente, a Igreja têm por objetivo manter vivos artificialmente o fraco, o que não tem condições de viver e aquele que não tem valor” (p. 104).

Fica claro aqui que o conceito de luta das espécies e da sobrevivência do mais apto foi aquilo que lhe permitia matar sem problemas de consciência (aliás, existe consciência sob a ótica darwinista?). É o mesmo pensamento evolucionista que também leva à ação aqueles que estão por aí, não tão famosos quanto Hitler, mas, como ele, desejando ser mais fortes, subjugar ou destruir os mais fracos e levar vantagem em tudo, sem qualquer pudor ou dor de consciência. Eles estão no meio político, no transito, na vida do crime, na economia e até nas empresas. Não existe esperança para um mundo que, no fundo, está sendo dominado por esse tipo de ideia. Mais cedo ou mais tarde, se nada diferente acontecer, ele se autodestruirá!

No conceito evolucionista a ética é vencer. Roubar pode, desde que você não seja pego. Quem rouba sem ser descoberto é vitorioso. Mas se você é descoberto, foi bobo e perdeu. É a sobrevivência do mais apto, nem que seja para roubar. E matar? É lógico que isso também não é errado. Aliás, dentro do conceito evolucionista, não existem absolutos, nem certo nem errado. Existe, sim, o forte e o fraco. Quem pode mais, chora menos. Juízo, julgamento superior, como ensina a Bíblia, não existe. Então, vão prestar contas para quem? Tire a Deus da vida e tudo vira certo, desde que seja “para o meu lado”. E como o evolucionista não crê em Deus... É tudo puro incensário ao egoísmo! Vamos esperar para ver quem estava certo...

Em um curso de que participei, uma professora evolucionista chegou ao cúmulo de afirmar que o incesto só seria errado nas sociedades que assim o convencionaram, como, por exemplo, a nossa (ufa!). Mas, dentro do conceito evolucionista (amplamente aceito em nossa sociedade), a pedofilia não seria uma atitude errada, desde que seja algo bom para você, e se você não for descoberto. Como explicar para um evolucionista o erro da pedofilia? Morte, acompanhada de violência sexual (necrofilia), também pode (lembra-se do Maníaco do Parque?). É simplesmente a lei do mais forte. É assim que funciona a natureza. Era assim a mente de Hitler.

Se um rapaz evolucionista se casa com uma linda garota, mas depois se depara com uma “espécime” mais apta, ou seja, que lhe chame mais a atenção, tchau... Esse mesmo pensamento de Hitler é o que está por trás das invasões das propriedades alheias, que vemos em nosso país. Nesse caso, claro que as invasões são realizadas a despeito das leis do país, mas... (é o evolucionismo mostrando as garras).

Preciso reconhecer que Hitler e Darwin não estavam completamente errados. Existe mesmo hoje uma tremenda competição na natureza, com a sobrevivência do mais apto. Só faltou para eles a análise da hipótese de que, como diz a Bíblia, as coisas não foram sempre assim, e, segundo eu também creio, não o serão. (Se você não acredita, vamos ter que esperar para ver.) Eles não analisaram a possibilidade de que, segundo a Bíblia, Deus tenha criado um universo perfeito, e que o seu perfeito amor estaria baseado na liberdade de escolha (livre arbítrio). Eles também não sabiam que onde existe livre-arbítrio, existe a possibilidade de se divergir e de trair. De acordo com a Bíblia, Deus nunca criou autômatos, mas seres livres, pensantes.

Lá está escrito que um desses seres livres resolveu se rebelar. Deus é bom, mas não é leniente. Sendo então expulso do Centro de Comando do Universo, Lúcifer veio à Terra recém-criada e, extremamente sedutor, como seu filho Hitler e todo fanático totalitário, transmitiu sua rebelião aos primeiros seres humanos, que a aceitaram de bom grado, afastando-se do Criador.

Como aquilo que aconteceu entre Traudl e Hitler, nem imaginavam o que estava por trás daquela fala tão mansa. E quando se afastaram de Deus e se apegaram ao rebelde, desligaram-se da fonte da vida. De acordo com a Bíblia, todo o mundo natural sofre por causa disso. As pessoas morrem, as coisas envelhecem, apodrecem, se estragam, as flores murcham, etc. É por isso que existem “Hitlers” e guerras até hoje.

Deus poderia ter destruído todos os rebeldes, inclusive o chefe deles, e acabar com todas as consequências ruins e tristes que a gente vê por aí. Mas aqueles que não haviam participado da rebelião, então, teriam no relacionamento o medo como um árbitro. Seria a violência como forma de pressão para a manutenção do “amor” (tem muita gente tentando manter um relacionamento nessa [paupérrima] base).

Mas Deus sabe que a violência sempre gera rebelião. Ainda que, por falta de condições, não se realize, está lá, dormente, pronta a explodir ao menor descuido. E Deus não queria um amor obrigado. Imagino que deve ter havido desequilíbrio ou perda de energia tal que ocasionou a desorganização e a morte. Para acabar com tudo isso, Ele, o Criador, resolveu assumir essa perda – morrendo! E quem, mesmo ainda hoje, acredita nisso, e utiliza seu livre-arbítrio para escolher se conectar a Ele através da mente, pode receber de volta essa energia. De acordo com o que se sabe, isso ocorre não apenas no nível emocional e espiritual, mas físico também.

Um dia eu também não acreditava. Minha vida era tão ruim que não podia piorar. E eu resolvi experimentar. Uma das bases do método científico não é justamente a experimentação? Então, por que não experimentar orar, ler a Bíblia? Quero desafiar você a justificar sua mente científica, e fazer uma experiência. Não precisa contar para ninguém. Se não acontecer nada, o que você perdeu? Mas se tudo isso for verdade... Sem experimentar, nunca se vai saber o gosto! Hitler não quis.

(Marcos Bomfim é pastor, terapeuta familiar, apresentador do programa “Novo Tempo em Família” da Rede Novo Tempo de Rádio e colunista do site www.outraleitura.com.br)

Lido no blog Criacionismo.
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DEPRESSÃO E INTERNET

Estudo britânico vê ligação entre vício em internet e depressão

Um estudo realizado na Grã-Bretanha sugere que existe uma forte ligação entre o vício em internet e casos de depressão. Segundo a pesquisa da Universidade de Leeds, entre os 1.319 entrevistados, 1,2% faziam um uso excessivo da internet, em detrimento de outros aspectos de suas vidas.


A equipe de psicólogos responsável pelo estudo descobriu que essas pessoas, consideradas pelos estudiosos como viciadas em internet, eram cinco vezes mais deprimidas do que os internautas que não foram classificados como viciados. Os cientistas afirmaram, porém, que não podem dizer que um problema necessariamente causa o outro e ressaltaram que a maioria dos internautas não apresenta transtornos de saúde mental.


"Nossa pesquisa indicou que o uso excessivo da internet está associado à depressão, mas o que não sabemos é o que vem primeiro - se as pessoas deprimidas são atraídas para a internet ou se a internet causa depressão", afirmou uma das autoras da pesquisa, Catriona Morrison.


"Agora precisamos investigar a natureza desta relação e avaliar a questão da causa", acrescentou. O estudo foi divulgado na publicação especializada Psychopathology.


Sites de relacionamento


O recrutamento dos 1.319 voluntários que participaram da pesquisa ocorreu por meio de sites de relacionamento. Os pesquisados tinham que responder a um questionário online no qual eram questionados a respeito de quanto usavam a internet e quais eram os motivos. As perguntas também foram usadas para avaliar se os voluntários sofriam de depressão. Os pesquisados tinham entre 16 e 51 anos, com a média de idade girando em torno dos 21 anos. Os autores da pesquisa descobriram que um pequeno número de internautas desenvolveu um hábito compulsivo de uso de internet, substituindo a interação social na vida real por salas de bate-papo e sites de relacionamento. Os psicólogos britânicos classificaram esses 18 voluntários, 1,2% do total, como viciados em internet. Este grupo passou, proporcionalmente, mais tempo em páginas sobre sexo, jogos de azar e comunidades online. A pontuação média dos viciados em internet mostrou que o grupo estava na categoria de pessoas que apresentam níveis moderados a graves de depressão.


"A internet tem muita importância na vida moderna, mas seus benefícios são acompanhados por um lado mais sombrio", afirmou Catriona Morrison.


"Enquanto muitos de nós usamos a internet para pagar contas, fazer compras e enviar emails, existe uma pequena parte da população que acha difícil controlar o tempo que passa online, até o ponto em que isto interfere com suas atividades diárias."


Sem surpresas


Os críticos da pesquisa afirmam que o vício em internet não pode ser diagnosticado de forma confiável com os métodos usados e a forma de recrutamento de pesquisados também pode ter resultado em uma amostra tendenciosa. Vaughan Bell, do Instituto de Psiquiatria do King's College de Londres, afirmou que os que foram identificados como "viciados em internet" são pessoas com problemas emocionais e que as conclusões do estudo "não são uma grande surpresa".


"Existem, verdadeiramente, pessoas deprimidas ou ansiosas para quem a internet se sobrepõe ao resto de suas vidas, mas existem pessoas com casos parecidos que assistem muita televisão, se enterram nos livros ou compram em excesso.”


“Não há provas de que a internet seja o problema", afirmou.

(BBC)

NOTA: Bem, é sempre melhor não arriscar e manter uma vida social saudável.



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25 de jan. de 2010

DESIGN INTELIGENTE EM SUPER CONCHA

Super Concha de Molusco Inspira novos materiais mais resistentes.

Nas profundezes das fontes hidrotermais Kairei, quatro mil metros abaixo da superfície do Oceano Índico, cientistas descobriram um molusco gastrópode cuja armadura poderá ajudar a melhorar equipamentos de carga e materiais de proteção usados em quase tudo, de aviões a equipamentos esportivos. Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) estão estudando as propriedades físicas e mecânicas do molusco. Os primeiros resultados foram publicados esta semana na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.


Super concha de três camadas


O chamado "gastrópode de pé escamoso" (Crysomallon squamiferum) possui uma concha única, construída em três camadas, que poderá fornecer ideias valiosas para novos princípios de desenho mecânico. Especificamente, ele tem uma camada altamente calcificada interna e uma camada de espessura média orgânica. Mas é a extraordinária camada externa, fundida com sulfeto de ferro granular, que está entusiasmando os pesquisadores.


Fontes hidrotermais


As fontes hidrotermais Kairei consistem em uma série de cortes profundos na superfície do planeta ao longo de uma cadeia montanhosa vulcânica abaixo do Oceano Índico. Foi lá que os pesquisadores descobriram o caracol nunca antes visto, em uma expedição realizada em 1999.


"O fluxo de fluidos hidrotermais possui uma alta concentração de sulfetos e metais, mas este molusco é único na medida que incorpora esses materiais na estrutura de sua concha," afirma Christine Ortiz, o líder do projeto no MIT.


"Nós estamos interessados na estrutura e nas propriedades das camadas individuais e vendo como eles se comportam mecanicamente," disse ela, salientando que a camada orgânica interior do molusco também é interessante.


Proteção contra ataques


Em particular, os pesquisadores queriam descobrir quais são as vantagens que a estrutura oferece na proteção contra o ataque e a penetração de predadores. Entendendo isto eles poderão ter novas ideias sobre materiais ultra resistentes que poderão ser usadas em carros, caminhões, aviões e em várias outras aplicações. Uma série de potenciais predadores foram encontrados na mesma região do gastrópode de pé escamoso. Um deles, o caracol do cone, usa um dente parecido com um arpão para tentar penetrar na concha e injetar um veneno paralisante. Além disso, caranguejos do mar costumam agarrar os gastrópodes com as garras e tentar perfurar suas conchas ou espremê-los, às vezes por dias, até que as conchas dos moluscos se quebrem.


Dureza e rigidez


Para testar as propriedades da concha, os pesquisadores realizaram experimentos que simularam ataques genéricos de predadores, utilizando modelos de computador e testes de perfuração. Os testes de perfuração consistiram em atingir a superfície das conchas com a ponta afiada de uma sonda, medindo a dureza da casca e sua rigidez. Os testes levaram à conclusão de que "cada camada do exoesqueleto do molusco é responsável por funções distintas e por papéis multifuncionais na proteção mecânica," escrevem Ortiz e seus colegas no artigo. O teste revela que o escudo é "vantajoso para a resistência à penetração, dissipação de energia, redução de fraturas e interrupção de trincas e resistência a cargas de flexão e tração."

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22 de dez. de 2009

SOBREVIVÊNCIA DO MAIS BONDOSO

Nascidos para o Amor: teoria defende a "sobrevivência do mais bondoso."

O Gene Altruísta

Cientistas estão desafiando crenças aceitas há décadas - na época apresentadas como descobertas científicas - de que os seres humanos seriam fisiologicamente constituídos para serem egoístas. Esta noção ganhou a adesão de grande parte da comunidade científica principalmente através dos trabalhos do cientista e pregador ateu Richard Dawkins, através de seu livro "O Gene Egoísta". Hoje, grande parte dos próprios geneticistas discorda das conclusões de Dawkins.


Pesquisadores da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, depois de realizarem uma vasta gama de estudos, afirmam ter coletado um grande conjunto de evidências que demonstra que nós estamos evoluindo [sic] para nos tornarmos mais cheios de compaixão e mais colaborativos em nossa busca para sobreviver e prosperar. Em contraste com o "cada um por si" de muitas interpretações da teoria da evolução pela seleção natural, o psicólogo Dacher Keltner e seus colegas defendem que os seres humanos são tão bem-sucedidos como espécie precisamente por causa do nosso carinho, altruísmo e compaixão.


"Eles chamam esse mecanismo de "sobrevivência do mais bondoso." O trabalho resultou no livro "Nascido para ser Bom: A Ciência da Vida Plena," ainda sem tradução no Brasil.


Habilidade para cuidar dos outros


"Como nossas crianças são muito vulneráveis, a tarefa fundamental para a sobrevivência humana e para a replicação dos nossos genes é tomar conta dos outros," afirma Keltner. "Os seres humanos têm sobrevivido como espécie porque nós evoluímos [sic] nossa capacidade de cuidar das pessoas que necessitam e para cooperar. Como Darwin há muito tempo supôs, a simpatia é o nosso instinto mais forte."


A equipe de Keltner está estudando como a capacidade humana de cuidar e cooperar com os outros está implantada em regiões específicas do cérebro e do sistema nervoso. Um estudo recente descobriu evidências convincentes de que muitos de nós somos geneticamente predispostos a sermos compreensivos e termos empatia. Este estudo, feito Laura Saslow e Sarina Rodrigues, da Universidade Estadual do Oregon, descobriu que pessoas com uma variação particular do gene do receptor de oxitocina (ou ocitocina) são mais aptas à leitura do estado emocional dos outros e tornam-se menos estressados em circunstâncias tensas. Informalmente conhecido como "hormônio do aconchego", a oxitocina é secretada na corrente sanguínea e no cérebro, onde ela promove a interação social, a educação e o amor romântico, entre outras funções.


"A tendência a ser mais compreensivo pode ser influenciada por um único gene," diz Rodrigues.


Como a bondade garante a sobrevivência?


Enquanto estudos mostram que o estabelecimento de conexões e relacionamentos sociais pode contribuir para uma vida mais significativa e saudável, a grande pergunta que os pesquisadores agora estão fazendo é, "Como é que estas características garantem a nossa sobrevivência e elevam nosso status entre os nossos pares?"


Uma resposta, de acordo com o psicólogo e sociólogo Robb Willer, é que, quanto mais generosos formos, mais respeito e influência exerceremos. Em um estudo recente, Willer e sua equipe deram uma pequena quantia em dinheiro a voluntários que participavam de uma pesquisa. A seguir, levou-os para participar de jogos de complexidade variada, cujos resultados apontavam para benefícios para o "bem comum".


"Os resultados, publicados na revista American Sociological Review, mostram que os participantes que agiram mais generosamente receberam mais presentes, mais respeito e mais cooperação de seus pares e exerceram maior influência sobre eles."


"Os resultados sugerem que qualquer pessoa que age apenas em seu próprio interesse será evitada, desrespeitada, e mesmo odiada", disse Willer. "Mas aqueles que se comportam generosamente com os outros são tidos em alta estima por seus pares e, portanto, têm seu status elevado."


Psicologia positiva


Os benefícios da generosidade são tão grandes que os cientistas não estão mais se preocupando em por que as pessoas são generosas, mas invertendo a lógica para pesquisar o que parece ser mais patológico - por que algumas pessoas se tornam egoístas. Esses resultados validam os resultados da "psicologia positiva", inaugurada por Martin Seligman, um professor da Universidade da Pensilvânia, cujas pesquisas, no início dos anos 1990, deslocaram-se das doenças mentais e das disfunções para investigar os mistérios da alegria e do otimismo humanos.


Embora grande parte da psicologia positiva atual esteja focada na realização pessoal e na felicidade individual, os pesquisadores da Universidade de Berkeley estreitaram suas pesquisas, estudando como ela contribui especificamente para o bem-comum.


Criando filhos mais felizes


Christine Carter, por exemplo, diretora-executiva Centro de Ciências para o Bem Maior, é criadora do site "Ciência para Criar Crianças Felizes," numa tradução livre.


O objetivo do site Raising Happy Kids, entre outras coisas, é apoiar e promover a criação de crianças "emocionalmente alfabetizadas". Carter traduz as pesquisas cheias de rigor científico em conselhos práticos para os pais. Ela diz que muitos pais estão se afastando das atividades materialistas e competitivas e repensando o que vai trazer a verdadeira felicidade e bem-estar para as suas famílias.


"Eu descobri que os pais que começam conscientemente a cultivar a gratidão e a generosidade em seus filhos veem rapidamente seus filhos tornarem-se mais alegres e mais felizes", disse Carter, que é autora do livro Criando felicidade: 10 etapas simples para filhos mais alegres e pais mais felizes, que estará nas livrarias em fevereiro de 2010.


"O que é muitas vezes surpreendente para os pais é o quanto mais felizes eles próprios podem tornar-se," diz ela.


(Diário da Saúde)


NOTA: Consegui me lembrar rapidamente de algumas passagens que associei ao assunto do artigo acima, veja só suas ligações:

A Bíblia diz para os egoístas: "Por que te glorias na malícia, ó homem poderoso? Pois a bondade de Deus permanece continuamente." (Salmos 52 : 1)

E sabendo que Deus é bom, vejamos: "E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou." (Gênesis 1 : 27)

Mas, "Eis aqui, o que tão-somente achei: que Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram muitas astúcias." (Eclesiastes 7 : 29)

Bem, temos no artigo uma evidência das mãos do criador.

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18 de dez. de 2009

VINHO TINTO FAZ BEM A SAÚDE?

Frequentemente, encontramos artigos publicados em jornais e revistas falando sobre os benefícios do vinho tinto, baseados em evidências científicas de que a ingestão de pequenas doses diárias da bebida podem reduzir o risco de doenças cardíacas. Criou-se, então, o mito de que uma taça diária de vinho não faz mal, e muitas pessoas aderiram à moda, muitas vezes recomendada pelo próprio médico. Será que o consumo de vinho tinto faz bem à saúde?

Já se descobriu que os efeitos benéficos do vinho, especialmente o tinto, devem-se aos flavonóides e ao resveratrol das uvas. Os flavonóides são substâncias antioxidantes conhecidas por aumentar o HDL colesterol ("colesterol bom"), diminuir o risco de entupimento das artérias coronárias (aterosclerose) e ajudar a baixar a pressão arterial. O resveratrol é uma substância encontrada naturalmente em diversas plantas, como na casca das uvas (também nas sementes de algumas variedades), no amendoim e no mirtilo, em menores quantidades. Em experimentos com ratos de laboratório, o resveratrol tem efeito anticâncer, antiinflamatório, redutor da glicemia e outros benefícios cardiovasculares.

Por esse motivo, recomendava-se o uso diário do vinho tinto como um santo remédio. Entretanto, não podemos esquecer que o vinho tinto também contém álcool, popular nas pesquisas científicas por causar danos em quase todo o corpo. Além dos danos físicos, o consumo de álcool também é grande responsável por acidentes de trânsito, problemas conjugais, familiares e sociais.

O Instituto Nacional Sobre o Abuso do Álcool e Alcoolismo (NIAAA), nos Estados Unidos, publicou resultados de autópsias mostrando que os pacientes com história de consumo crônico de álcool têm cérebro menor, mais leve e mais encolhido do que os adultos não alcoólicos da mesma idade e gênero. O principal dano cerebral ocorre no córtex do lobo frontal, centro das funções intelectuais executivas, responsável pelo pensar, personalidade, força de vontade e auto-controle. O álcool também prejudica o controle do diabetes e aumenta a pressão arterial.

Em mulheres, os efeitos lesivos do álcool são mais pronunciados do que nos homens, com risco maior de desenvolver cirrose, lesão cardíaca e neuropatias (lesão dos nervos). Mulheres grávidas que bebem álcool podem causar no bebê a Síndrome Alcoólica Fetal, caracterizada por retardo mental e malformações congênitas. Em homens, abuso de álcool pode interferir na função sexual causando infertilidade por atrofia das células produtoras de testosterona, pode prejudicar o desejo sexual e causar impotência.

Recentemente, o Instituto Nacional do Câncer (Inca), na França, publicou um artigo que recomenda o combate do hábito de beber diariamente. Segundo o estudo, consumir uma dose de álcool por dia aumenta o risco de câncer em até 168%, dependendo do tipo de câncer. O risco maior está nos cânceres de boca, faringe e laringe, mas também é aumentado em cânceres de esôfago, colo-retal, do sangue e do fígado.

Conclusão: beber vinho tinto para a saúde do coração não vale a pena, pois os riscos são maiores do que os benefícios. Essa opinião vem sendo defendida também pela Organização Mundial de Saúde (OMS), na publicação Dieta, Nutrição e Prevenção de Doenças Crônicas, 2003, página 90.

Curiosamente, isso já era dito pelo sábio rei Salomão há milênios, antes de Cristo e das pesquisas científicas: "Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo, e se escôa suavemente; no seu fim morderá como a cobra..." (Provérbios 23:31, 32).

Isso significa que não podemos usufruir dos benefícios dos flavonóides e do resveratrol? De maneira alguma. Segundo a Dra. Martha Grogan, da Clínica Mayo (EUA), estudos recentes indicam que o suco natural de uva pode ter os mesmos benefícios cardiovasculares do vinho tinto. Esta é uma boa notícia para quem quer os benefícios da uva sem os efeitos indesejáveis do álcool. Existe atualmente grande variedade de sucos integrais de uva nas prateleiras, muitos deles sem açúcar, conservantes ou outros aditivos químicos. Outra opção seria comprar uvas vermelhas em caixas e produzir suco em casa. É mais trabalhoso, mas, sem dúvida, muito saudável e saboroso.

Luiz Fernandes Sella

(Outra Leitura)
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1 de dez. de 2009

ARQUEOLOGOS ADVENTISTAS SÃO DESTAQUE NA ISTO É

A revista IstoÉ desta semana traz matéria sobre o trabalho de arqueólogos brasileiros, dois dos quais adventistas: os doutores Rodrigo Silva e Jorge Fabbro. Leia aqui alguns trechos da reportagem: "Fazia 40 graus à sombra, debaixo de uma tela de plástico perfurada em Monte Sião, Jerusalém. Corria o último mês de julho e cerca de 50 titulados acadêmicos de diferentes partes do mundo distribuíam picaretadas nessa porção de terra sagrada, onde ficava a residência de Caifás, o sumo sacerdote que presidiu os dois julgamentos de Jesus Cristo. Todos haviam trocado de bom grado o ar-condicionado de suas salas nas universidades para suar sob o sol escaldante da cidade santa, em busca de tesouros históricos.

No meio dessa turma um brasileiro, professor de arqueologia, com um chapéu à Indiana Jones na cabeça, lutava contra uma tendinite no braço esquerdo provocada por uma inflamação na coluna cervical. Aos 54 anos, o paulista Jorge Fabbro, teólogo com mestrado em arqueologia pela Andrews University (EUA), não queria abandonar a terceira expedição da qual participava em Israel. Além de atender às preces do professor Fabbro, Deus deu o ar da graça a todos os seus colegas de empreitada.

A escavação da qual participavam resultou em uma das maiores descobertas da arqueologia bíblica deste ano: uma taça de pedra, datada do século I d.C., na qual estão escritas dez linhas, possivelmente em aramaico ou em hebraico. Trata-se de um código secreto, ainda misterioso, formado por algumas letras redigidas de cabeça para baixo e frases de trás para a frente. Uma relíquia do tipo, suspeitam os pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte que capitaneavam a missão, pode ter sido usada por Jesus para se lavar ritualmente antes da última ceia.

Não existe na história de Israel nenhum vaso ritual com inscrição tão extensa quanto este. "Infelizmente não fui eu quem deu a picaretada para tirá-lo do chão", lamenta-se, em um primeiro momento, o professor Fabbro. "Mas o prazer de tocar em um objeto que ninguém tinha visto em dois mil anos é indescritível."

Saciar o espírito aventureiro, próprio do herói da série "Indiana Jones", e contribuir com a ciência motivam alguns arqueólogos brasileiros a deixar de lado os livros e o conforto do lar para, no Exterior, sujar as mãos de terra em busca de objetos raros. Não é tarefa fácil. Em 2007, o professor mineiro Rodrigo Pereira da Silva, especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém, escavou na Jordânia.

Como os trabalhos em sítios arqueológicos começam cedo por causa do calor, passou um mês acordando às 4h da manhã. Com um turbante na cabeça e munido de trena, pá, picareta, colher de pedreiro, vassoura e pincel, ele dava expediente em uma camada de terra do período persa datada do século VI a.C. até a hora do café, às 8h.

Duas horas e meia mais tarde, Silva, que leciona no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), almoçava no alojamento próximo dali, onde ele e outros colegas dormiam. À tarde, o sol castigava e não havia escavação. A labuta, porém, não parava. Com um balde de água e escova de dente, os pesquisadores tinham de lavar os achados.

Com algumas poucas mudanças, esse foi o ritual de Silva, 39 anos, nas seis expedições que constam de seu currículo. "É um trabalho gostoso, no qual não existe a síndrome da segunda-feira", afirma o professor, que descobriu uma estatueta datada entre 10 mil a.C. e 5 mil a.C., hoje exposta no museu de Shaar ha Golan, em Israel.

Empoeirar-se em terras sagradas do Oriente Médio - o professor Fabbro conta que a cada dois dias de trabalho joga-se fora uma camiseta e uma calça - custa caro e, na maioria dos casos, é bancado pelo próprio acadêmico. Silva desembolsou cerca de R$ 10 mil na missão da Jordânia. Fabbro, que se inscreveu e foi selecionado pela Universidade da Carolina do Norte, contou com o patrocínio de R$ 20 mil da Universidade Santo Amaro (Unisa), na qual leciona, para passar seis semanas em Jerusalém. (...)

"[O] arqueólogo Fabbro, que chegou a escavar com caças israelenses sobrevoando sua cabeça, brinca ao citar a maior das aventuras dessa profissão fascinante: 'Dividir o quarto com colegas. Até Ph.D. ronca!'"

Jorge Fabbro. Idade: 54 anos. Formação: teólogo e advogado, mestre em arqueologia pela Andrews University (EUA). Expedições: Israel (nas cidades de Tel Dor, Megiddo e Jerusalém). Descobertas: taça de pedra com uma inscrição de dez linhas usada por sacerdotes do primeiro século do cristianismo. É o vaso ritual que apresenta a inscrição mais extensa da história de Israel. Escama de bronze de 700 a .C. que fazia parte da couraça de um guerreiro.

Rodrigo da Silva. Idade: 39 anos. Formação: teólogo, filósofo e doutor em teologia bíblica. Fez pós-doutorado em arqueologia na Andrews University (EUA), além de cursos de arqueologia na Universidade Hebraica de Jerusalém. Expedições: escavações em Israel, Jordânia, Sudão e Espanha. Descobertas: uma estatueta do período neolítico, datada entre 10000 a. C. e 5000 a. C., hoje exposta no museu de Shaar ha Golan, em Israel, e três moedas gregas raras.


Lido no Blog Criacionismo.

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