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24 de mar. de 2010

QUANDO DUVIDAR DO "CONSENSO" CIENTÍFICO


Qualquer pessoa que tenha estudado a história da ciência sabe que os cientistas não estão imunes à dinâmica irracional do comportamento de rebanho

1. Quando diferentes reivindicações são agrupadas.
2. Quando os ataques ad hominem contra dissidentes predominam.
3. Quando os cientistas são pressionados a seguir a linha do partido.
4. Quando a publicação e a revisão por pares na disciplina é facciosa.
5. Quando as opiniões divergentes são excluídas da literatura peer-reviewed relevante, não por fracas evidências ou maus argumentos, mas como parte de uma estratégia para marginalizar a oposição.
6. Quando a literatura de revisão por pares é deturpada.
7. Quando o consenso é declarado às pressas ou antes mesmo de ele existir.
8. Quando o assunto da matéria parece, pela sua natureza, resistir a um consenso.
9. Quando "os cientistas dizem" ou "ciência diz que" é uma locução comum.
10. Quando ele está a ser usado para justificar políticas do dramatismo pu políticas económicas.
11. Quando o "consenso" é mantido por um exército de jornalistas que o defendem com zelo acrítico e partidário, e parecem ter a intenção de ajudar a mensagem de alguns cientistas ao invés de relatar os factos o mais objectivamente possível.
12. Quando nos continuam a dizer que há um consenso científico.

(Design Inteligente)
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5 de mar. de 2010

DIGITAIS DE UM CRIADOR ALTRUÍSTA

Cérebro igualitário

O cérebro humano acredita fortemente na igualdade entre as pessoas.


Uma equipe de cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e do Trinity College, em Dublin, na Irlanda, agora reuniu imagens que comprovam isso.


Rico, mas humano


A equipe descobriu que os centros de recompensa do cérebro de uma pessoa respondem mais fortemente quando ela vê alguém que é pobre receber uma recompensa financeira do que quando ela vê uma pessoa rica ficar ainda mais rica. E o que é mais surpreendente: Este padrão de atividade é válido mesmo se este cérebro que observa os dois episódios estiver equipando a cabeça de uma pessoa rica. Ou seja, mesmo um rico fica mais feliz em ver um pobre recebendo alguma coisa, do que ao ver um colega rico ganhando ainda mais dinheiro. E vai além: uma pessoa rica fica mais feliz ao ver um pobre recebendo dinheiro do que quando ela própria recebe dinheiro. As conclusões do estudo foram publicadas no último exemplar da revista Nature.


Natureza humana


"Esta é a última imagem em nossa galeria da natureza humana", diz o Dr. Colin Camerer, coautor da pesquisa. Há muito se sabe que nós, humanos, não gostamos da desigualdade, especialmente quando se trata de dinheiro. Diga a duas pessoas que trabalham no mesmo emprego que os seus salários serão diferentes e você vai ter problemas, observa John O'Doherty, outro participante do grupo. Mas o que não se sabia era quão biologicamente programados [expressão muito oportuna] nós somos para isso. "Neste estudo, estamos começando a ter uma ideia de onde vem essa aversão à desigualdade," diz O'Doherty. "Não é apenas a aplicação de uma regra social ou convenção; há realmente alguma coisa sobre o processamento básico de recompensas do cérebro, que reflete essas considerações".


Centros de recompensa do cérebro


O cérebro processa as "recompensas" - coisas como comida, dinheiro, e até mesmo uma música agradável - gerando respostas positivas no corpo. Isto pode ser visto em áreas como o córtex pré-frontal ventromedial (CVM) e o estriado ventral. Em uma série de experimentos, os pesquisadores observaram como o CVM e o estriado ventral reagiam em 40 voluntários que assistiam a uma série de eventos de ganhos e de transferências de dinheiro - tudo enquanto eles ficavam deitados dentro de uma máquina de ressonância magnética. A forma de reação dos voluntários aos diversos cenários, mais precisamente dos centros de recompensa dos seus cérebros, mostrou uma forte dependência da situação inicial - se eles começaram o experimento com uma vantagem financeira sobre os seus pares.


"As pessoas que começaram pobres tiveram uma reação mais forte do cérebro para coisas que lhes davam dinheiro, e essencialmente nenhuma reação ao dinheiro que era dado para outra pessoa", diz Camerer. "Por si só, isso não foi muito surpreendente."


Preferência pela igualdade


O que foi surpreendente foi o outro lado da moeda. "No experimento, as pessoas que começaram ricas tiveram uma reação mais forte para as outras pessoas recebendo dinheiro do que quando elas próprias recebiam dinheiro," explica Camerer. "Em outras palavras, seus cérebros gostaram mais quando os outros recebiam dinheiro do que quando elas próprias recebiam dinheiro."


"Nós agora sabemos que essas áreas do cérebro não se atêm apenas ao auto-interesse", acrescenta O'Doherty. "Elas não respondem exclusivamente às recompensas que se obtém como indivíduo, mas também respondem à perspectiva de outros indivíduos obtendo um ganho."


O que foi especialmente interessante sobre a descoberta, diz ele, é que o cérebro responde "de forma muito diferente a recompensas obtidas por outros sob condições de desigualdades desvantajosas versus desigualdades vantajosas. Ele mostra que as estruturas básicas de recompensa no cérebro humano é sensível mesmo a diferenças sutis no contexto social."


NOTA: O Fato é que sendo criaturas de um Criador de Caráter Altruísta, deveriamos trazer traços de suas digitais, bem sabemos que hoje estamos tão habituados ao mau que ele já se encontra enraizado, no entanto, o fato é que somos programados para praticar o bem, pena que tal disposição vem sendo perdida.

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4 de mar. de 2010

REFEIÇÃO INTERROMPIDA


Descobertos fósseis de refeição interrompida

Há 67 milhões de anos [sic], cobra tentava comer dinossauro quando tempestade a soterrou.

Uma cobra de 3,5 metros cerca o ninho de um dinossauro saurópode - aquele tipo herbívoro e pescoçudo. Um dos ovos começa a se romper. O ofídio aproxima-se. Embrulha, com seu corpo, o lar do filhote prestes a nascer. O bote é questão de segundos. Aí vem uma tempestade, ou fenômeno climático que o valha [Dilúvio?], e a cena congela-se no tempo. Muito tempo. Sessenta e sete milhões de anos depois [sic], cientistas anunciam o achado daqueles vestígios fósseis. A descoberta, publicada nesta quarta-feira (3/3) na revista "PLoS Biology", deve oferecer aos paleontólogos uma visão mais ampla do comportamento e cardápio da tataravó de víboras, sucuris e que tais.

A análise dos fósseis, segundo o artigo, mostra que as cobras começaram a desenvolver, 100 milhões de anos atrás [sic], mandíbulas móveis similares às que têm as víboras hoje. O réptil era, também, um dos poucos animais a atuar como predador contra os saurópodes.

- Esta é uma cobra antiga e bem preservada, que estava fazendo alguma coisa. Capturamos o seu comportamento - comemorou o paleontólogo Jeff Wilson, da Universidade de Michigan, que reconheceu os ossos do ofídio misturados aos dos dinossauros e aos filhotes. - A descoberta nos ajuda a entender a evolução das cobras, anatômica e ecologicamente. Os vestígios fósseis foram encontrados em 1987 por Dhananhay Mohabey, do serviço geológico indiano. À época, no entanto, ele só foi capaz de distinguir os ossos do dinossauro e o ovo de onde ele saía. Wilson examinou o material em 2001 e, para sua surpresa, encontrou os vestígios da cobra, que esperava o saurópode.


- Vimos os ossos maiores, que pertencem ao ofídio, assim como seu típico envolvimento a uma presa - revelou.


Mohabey ajudou a colega a decifrar a cena. Segundo os pesquisadores, a cobra havia acabado de chegar ao ninho e preparava-se para devorar o filhote que emergia do ovo. Foi, no entanto, interrompida por uma tempestade ou algum outro desastre [o dilúvio se encaiax bem], que empurrou aqueles animais para baixo de camadas de sedimento. O sítio arqueológico onde foi feita a descoberta, no estado indiano de Gurajat, já revelou cerca de 30 ninhos de saurópodes, além de pelo menos duas outras espécies de cobras. Pesquisador da Universidade de Bristol, Michael Benton também escreveu na revista sobre o achado. Segundo ele, ainda é difícil determinar o comportamento dos animais antigos.


- É provável que, como os autores do artigo disseram, a cobra estivesse esperando para apanhar filhotes quando eles saíssem do ovo - opinou. - Claro que não podemos ter certeza absoluta a não ser que outros ofídios apareçam com ossos de pequenos dinossauros no estômago.


Integrante da Academia Nacional de Ciência da Índia, Ashok Sahni, que não teve envolvimento com a pesquisa, não impôs ressalvas: - É um levantamento memorável. Seu significado científico é mostrar o comportamento de cobras evoluídas [sic], assim como o tamanho de suas presas preferenciais.


(Jornal da Ciência)


NOTA: Admitisse uma tempestade ou qualquer outro fenômeno, mais é tão óbvio que o dilúvio explicaria tal acontecimento com precisão. Essa cena congelada não é a última que testifica do Dilúvio universal, além de fósseis de peixes engolindo outros peixes, já foram encontrados também um velociraptor e um protocerátops fossilizados juntos, e detalhe, suas posições testificavam que estavam em luta, não é perfeitamente explicável pelo modelo do dilúvio bíblico? Simplesmente tanto a cobra enquanto engolia sua presa, quanto a o raptor e o protoceratops enquanto brigavam, foram apanhados de surpresa por uma forte parede de água que os cobriu com lama rapidamente fossilizandos para servirem de evidências hoje.
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2 de mar. de 2010

NOVO FILME "A JANELA" ENRIQUECE VIDA CONJUGAL

De autoria do pastor Alejandro Bullón, o filme “A Janela”, produzido nos Estados Unidos, mas dublado em português, com cerca de 28 minutos de duração, é um excelente material para ser utilizado também em seminários, encontros de casais e pequenos grupos de casais. O tocante enredo apresenta a história de um casal crente que, a partir de um plano de oração intercessória organizado pela igreja, resolve orar pelos vizinhos, que vivem um conflito conjugal. Enquanto trabalham pelos vizinhos, percebem que sua própria vida conjugal se torna mais abençoada.

A história é excelente para ilustrar o fato de que muitos casais conseguem enriquecer o casamento justamente quando tiram o foco apenas da própria relação e começam a trabalhar juntos por outras pessoas ou famílias. É só quando procuram trabalhar juntos, em parceria com Deus pela salvação de outras pessoas, que alguns se dão conta de sua falta de amor, que, segundo Ellen G. White, é o antídoto ao egoísmo que vinha destruindo o casamento. É o verdadeiro amor, que vem de Deus (1Jo 4:7, 8), que nos habilita a ajudar a quem não merece, a quem erra ou mesmo a quem não nos trata bem. E é quando pedem esse amor para auxiliar a outras pessoas que a sua própria relação é abençoada.

Por outro lado, casais que não compreendem essa dinâmica acabam se fechando apenas em si mesmos com o desejo de melhorar a relação. Imaginam que o que falta para o seu casamento são os cruzeiros marítimos, viagens internacionais, jantares românticos, passar mais tempo juntos sozinhos, etc. Claro que essas coisas não fazem mal. Mas imaginar que são a única solução para os problemas conjugais é, no mínimo, um infeliz reducionismo. Esses casais que investem apenas na própria relação, acabam desenvolvendo um tipo de egoísmo conjugal que, sem que eles percebam, trabalha contra a própria relação.

O filme pode ser muito útil para quem trabalha com famílias e deseja mostrar essa realidade, levando os casais a formarem Duplas Missionárias de Casais (DMC) para trabalhar por outras pessoas ou famílias. Se você deseja realizar uma dinâmica de grupo com os casais após assistirem ao filme, baixe a apresentação em PowerPoint e acesse às sugestões clicando aqui. Esse filme pode ser adquirido diretamente através do departamento de Ministério Pessoal (MIPES) da Associação da Igreja Adventista de sua região. Se você mora na região Sul, o DVD pode ser adquirido por cerca de R$ 2,20 nos endereços abaixo. O DVD ainda apresenta a opção de dividir o enredo em quatro partes.

(Marcos Faiock Bomfim)

Para encomendar o DVD “A Janela”, ligue ou envie e-mail com o pedido para a pessoa responsável, abaixo:

Paraná (Norte): Priscila de Oliveira – mipes.anp@usb.org.br (44) 3220-7777
Paraná (Central): Fabiana Rosshel – fabiana.roschel@adventistas.org.br
Paraná (Sul): Jucelia Bergamo – jucelia.bergamo@usb.org.br (41) 3331-5600
Santa Catarina: Audrey Durão – audrey.durao@usb.org.br (48) 3281-3000
Rio Grande do Sul (Central): Ana do Carmo – ana.carmo@usb.org.br (51) 3375-1600
Rio Grande do Sul (Sul): Kassandra Vargas – kassandra.vargas@usb.org.br (51) 3245-7000
Rio Grande do Sul (Campanha e fronteira): Helen Haffermann – helen.haffermann@usb.org.br (55) 3331-7800

Lido no Blog Criacionismo.
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DEUS E A DEPRESSÃO

Acreditar em Deus melhora resposta ao tratamento para depressão

Fé contra a depressão

Pesquisas têm sugerido que a crença religiosa pode ajudar a proteger as pessoas contra os sintomas da depressão. Mas um estudo, feito na Universidade Rush, nos Estados Unidos, vai um passo além. Em pacientes já com o diagnóstico de depressão clínica, a crença em um Deus que se importa com as pessoas pode melhorar a resposta ao tratamento médico, conforme relata um artigo publicado no Journal of Clinical Psychology.


Medidores de sentimentos e espiritualidade


Participaram do estudo um total de 136 adultos diagnosticados com depressão grave ou depressão bipolar, atendidos tanto em ambiente hospitalar quanto ambulatorial, voltados para cuidados psiquiátricos. Os pacientes foram examinados logo após a internação para tratamento e oito semanas depois, utilizando o Inventário Beck de Depressão, a Escala de Desesperança de Beck, e a Escala do Bem-Estar Religioso - todos instrumentos padrão das ciências sociais para avaliar a intensidade, a profundidade e a gravidade da doença e os sentimentos de desesperança e de satisfação espiritual, respectivamente.


Fé salvadora


A resposta à medicação, definida como uma redução de 50 por cento nos sintomas, pode variar em pacientes psiquiátricos. Alguns podem não responder de forma alguma. Mas o estudo descobriu que aqueles com fortes crenças em um Deus pessoal e que se preocupa com as pessoas tinham maiores chances de responder à medicação e experimentar melhoras.Especificamente, os participantes que ficaram no terço superior da Escala de Bem-Estar Religioso tinham 75 por cento mais probabilidades de melhorarem com o tratamento médico para a depressão clínica. O resultado é semelhante a um estudo feito no Brasil, que demonstrou a importância da religião para lidar com o câncer.


Importância da esperança


Os pesquisadores avaliaram se a explicação para a melhoria da resposta aos medicamentos estaria ligada ao sentimento de esperança, que normalmente é uma característica da crença religiosa. Mas o grau de esperança, medido pelos sentimentos e expectativas quanto ao futuro, e o grau de motivação, não conseguem prever se um paciente se sentirá melhor com o uso dos antidepressivos.


"Em nosso estudo, a resposta positiva à medicação teve pouco a ver com o sentimento de esperança que normalmente acompanha a crença espiritual," afirma Patricia Murphy, professora de religião, saúde e valores humanos da Universidade Rush. "Ela esteve ligada especificamente à crença em um Ser Supremo que se importa com as pessoas."


Importância da religião para os pacientes


"Para as pessoas diagnosticadas com depressão clínica, a medicação certamente desempenha um papel importante na redução dos sintomas," disse Murphy. "Mas quando se trata de pessoas diagnosticadas com depressão, os médicos precisam estar cientes do papel da religião na vida de seus pacientes. É um recurso importante no planejamento do tratamento."


Um outro estudo sobre religião e medicina mostrou que, apesar da importância da religião na recuperação dos pacientes, a maioria dos médicos tende a ver a fé como um empecilho às suas decisões.


(Diário da Saúde)


NOTA: Já ouvi alguns relatos sobre o benefício da fé em tratamentos, e não são do tipo milagrosos, mas são do tipo em que o fato da crença em Deus deu forte motivação para a cura do organismo. Acredito que realmente existem médicos que possam ver a fé em um conjunto de crenças como empecilho, isso dependerá de que tipo de fé e em que crença. Por exemplo a polêmica questão do transplante de sangue para os Testemunhas de Jeová é algo que vez ou outra é levado ao tribunal. De forma geral os benefícios da fé e da esperança em tratamentos de doenças estão ficando cada vez mais claros.


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28 de fev. de 2010

RELÍQUIA DE SALOMÃO

Arqueóloga israelense descobre muralha de 6m de altura e 70m de comprimento construída há três mil anos, muito provavelmente durante o reinado do filho de Davi.

"E Salomão se aparentou com Faraó, rei do Egito, e tomou a filha de Faraó, e a trouxe à Cidade de Davi, até que acabasse de edificar a sua casa, e a casa do Senhor, e a muralha de Jerusalém em roda." Foi essa passagem bíblica, retirada do livro I Reis (3,1), que inspirou a arqueóloga israelense Eilat Mazar, da Universidade Hebraica de Jerusalém, a buscar indícios do suposto muro. Foram três meses de escavações que envolveram 50 cientistas até que parte da provável muralha do rei Salomão estivesse exposta. "As ruínas são muito impressionantes e bem construídas, sob todas as formas", explicou Eilat ao Correio, por telefone.


"Não era uma construção comum. O que temos até agora é apenas 70m de comprimento da fortificação. Tenho certeza de que a muralha era ainda maior. A parte que se apresentou para nós supera os 6m de altura", acrescentou. Questionada se o muro resistiu incólume a dois milênios, a arqueóloga foi reticente: "Ele está muito mais preservado do que eu poderia esperar". Eilat e sua equipe determinaram a datação da obra após a minuciosa análise de relíquias desenterradas no mesmo sítio. "Encontramos no local algumas peças de cerâmica características do século 10 a.C. Elas estavam enterradas sob locais diferentes da estrutura e nos remontaram ao período de Salomão", afirmou. Ela admitiu que a descoberta é a única capaz de aproximar a ciência moderna de uma construção provavelmente erguida durante o reinado salomônico. "O único local em Jerusalém que poderíamos procurar por tal coisa é onde estamos desenterrando", garantiu.


A parte da muralha está situada em Ophel, uma região entre a Cidade de Davi e a porção sul do Monte do Templo. O complexo escavado inclui um portão interno para a "quadra real" da cidade e uma torre erguida no canto que permite uma vista do vizinho Vale Kidron. Foi construído com base nos parâmetros de ruínas erguidas na época do Primeiro Templo de Jerusalém, como aquelas encontradas nas cidades de Megiddo, Beersheva e Ashdod.


Compilação


Para chegar provavelmente até Salomão, Eilat realizou uma combinação de informações e dados arqueológicos. "Em primeiro lugar, consideramos a própria estrutura sólida e imensa da muralha", disse a cientista. "Em segundo lugar, percebemos que sua localização é muito importante e, por último, chegamos à data de 10 séculos a.C.", acrescentou. De acordo com ela, todos os elementos condizem com a passagem bíblica de que Salomão teria realizado grandes obras em Jerusalém, inclusive a própria muralha. "A Bíblia descreve como o rei construiu seu templo e seu palácio, além do muro à sua volta", concluiu. "Nossa descoberta indica uma probabilidade muito grande de que essa era uma obra de Salomão."


Eilat sustenta que a descoberta é uma "contribuição muito importante" para a arqueologia do Oriente Médio. "Jerusalém é muito antiga, com pelo menos 5 mil anos de existência, e o fato de termos uma parte bem preservada dessa cidade é uma grande contribuição", sustenta a arqueóloga. "Eu sou muito privilegiada por ter chefiado a escavação e ser parte disso", acrescentou.


Segundo a especialista, a muralha havia sido construída em um local inabitado, fora do centro populacional de Jerusalém. "Era uma nova área. O muro foi erguido para proteger a cidade."


Entre os objetos encontrados no sítio arqueológico, estão ainda marfim, amuletos, joias e impressões em selo. Algumas jarras tinham a inscrição em hebraico "Para o rei" impressa no pegador, o que atestava seu uso pela monarquia. Também foram escavados selos com nomes em hebraico e estatuetas de cultos.



(Jornal da Ciência)


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BACTÉRIAS NO FUNDO DO MAR MOSTRAM DESIGN INTELIGENTE


Estudo dinamarquês achou bateria de micróbios no oceano pela primeira vez


Imagine duas pessoas que estão a 20 km de distância uma da outra, uma comendo sem respirar, outra só respirando sem comer - e ambas mantidas vivas por uma corrente elétrica entre elas. A comparação dá uma ideia da surpreendente rede elétrica montada por bactérias do fundo do mar, que acaba de ser flagrada pelos cientistas, embora ela tenha apenas 12 milímetros de extensão. O fenômeno é "verdadeiramente espantoso", disse o pesquisador Kenneth Nealson, da Universidade da Califórnia, em comentário sobre a descoberta na revista "Nature". "Para um humano, 12 milímetros não parecem ser uma distância tão grande. Mas, para uma bactéria, isso significa 10 mil vezes o comprimento de suas células, equivalente a 20 km em termos humanos", escreveu. A comparação com pessoas não é tão maluca assim, pois "comer" e "respirar" são atividades que elas compartilham com bactérias aeróbicas.


Seres vivos obtêm energia a partir de comida, "queimada" com o oxigênio da respiração. Elétrons da comida são transferidos ao oxigênio nesse processo. A equipe chefiada por Lars Peter Nielsen, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, mostrou que bactérias separadas por longas distâncias transmitem elétrons entre si. Eles coletaram sedimentos do fundo da baía de Aarhus e fizeram experimentos, quando descobriram a inusitada cooperação entre bactérias na superfície dos sedimentos e outras em camadas mais abaixo. As bactérias do fundo "comem" substâncias orgânicas e sulfeto de hidrogênio em uma região sem oxigênio, o qual se concentra na água imediatamente acima dos sedimentos. De algum modo, os elétrons produzidos no fundo sobem para reagir com o oxigênio. Os experimentos mostraram que, nas amostras sem oxigênio na superfície dos sedimentos, o sulfeto de hidrogênio no fundo era "comido" de modo mais lento, acumulando-se. Quando se voltava a adicionar oxigênio, caíam os níveis do sulfeto.


"Vimos como processos usando oxigênio eram ligados ou desligados a uma boa distância no fundo do mar quando adicionávamos ou removíamos oxigênio na superfície. Entretanto, nós sabíamos que esse oxigênio nunca chegava ao fundo até as bactérias que o usavam. Era impossível resolver esse paradoxo até que surgiu a ideia maluca que o fundo do mar está entrelaçado com fios elétricos naturalmente gerados", declarou Nielsen.


Ou seja, todas as bactérias envolvidas obtêm energia, umas só "comendo", outras só "respirando", ligadas por correntes elétricas e criando uma espécie de "biogeobateria".


O próximo passo é descobrir como são feitas as conexões, que podem ser importantes para a formação e a reciclagem dos sedimentos marinhos.

(Jornal da Ciência)


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26 de fev. de 2010

ROUPA É ITEM OPCIONAL EM IGREJA DOS EUA

Uma igreja no Estado americano da Virginia (nordeste dos Estados Unidos) está causando polêmica ao receber fiéis nus. Até o pastor celebra o culto como veio ao mundo. Na capela de Whitetail - uma comunidade nudista fundada em 1984, na cidade de Ivor -, roupas são um item opcional.


"Eu não acredito que Deus se importe com a maneira como você se veste quando você faz suas orações. O negócio é fazer as orações", diz Richard Foley, um dos frequentadores. Mas entre os que não fazem parte da congregação, a ideia de uma igreja nudista não agrada muito. Várias pessoas ouvidas nas ruas de Ivor se surpreenderam e disseram achar o conceito de uma igreja nudista desrespeitoso. O pastor Allen Parker discorda: "Jesus estava nu em momentos fundamentais de sua vida. Quando ele nasceu estava nu, quando foi crucificado estava nu e quando ressuscitou, ele deixou suas roupas sobre o túmulo e estava nu. Se Deus nos fez deste jeito, como isso pode ser errado?"


Lucro


A comunidade nudista de Whitetail vai de vento em popa apesar dos tempos de crise. Segundo a administração do resort, mais de dez mil pessoas visitaram o local no último ano e os lucros subiram 12% no período. Os visitantes dizem que ser nudista é algo libertador. Para eles, em um ambiente como este não há julgamento de classe social e todos ficam livres para ser quem realmente são.


Além disso, o clima seria de igualdade. Um frequentador exemplificou isso dizendo que, na comunidade, não é possível dizer quem está desempregado, quem é alto-executivo e quem é encanador.


"Aqui, todos participam, todos são compreensivos e preocupados com a comunidade e com a família. Temos uma das congregações mais ativas da região. Eu considero isso um presente de Deus e um privilégio", disse o pastor Parker.


NOTA: Aos poucos o culto a Deus passa a ser banalizado por liberais e fica cada vez mais próximo do culto cananita, onde a sensualidade tinha sua participação, isso não é como disse a notícia algo libertador, mais é uma vontade pecaminosa que não encontra repressão como eles mesmo dizem que não há julgamento, como se todo julgamento fosse errado, esquecem assim da moral e dos bons costumes, isso não é liberdade é libertinagem. Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, (II Pedro 3 : 3)
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DESCOBERTA INDICA QUE A BÍBLIA TINHA RAZÃO (DE NOVO)

Apesar de não ser gaúcho, fico impressionado com o orgulho que esse povo tem do seu Estado. Encontrei diversos “guris” e “gurias” em várias viagens fora do Rio Grande do Sul e o sentimento deles é sempre o mesmo: saudades do Estado amado! Mas nem todo mundo é assim...

Israel Finkelstein, o co-autor da obra E a Bíblia Não Tinha Razão (Girafa, 2003) e arqueólogo judeu, vem tentando destruir, por meio de suas pesquisas e publicações, o passado glorioso do seu próprio povo, os hebreus. Na realidade, Finkelstein é um dos arqueólogos atuais que têm se esforçado para demonstrar que a antiga amizade entre as Escrituras Sagradas e a arqueologia Bíblia, não combina mais![1]

Tive a oportunidade de ouvir o Dr. Finkelstein, no ano passado, em Porto Alegre, RS. Um dos professores de história da UFRGS, Josué Berlessi, foi um dos organizadores do evento “Religião e Racionalidade: A história bíblica e a investigação arqueológica”, que além da presença do arqueólogo judeu da Universidade de Tel Aviv, contou com a participação do Dr. Nelson Kilpp, da Escola Superior de Teologia (EST) de São Leopoldo, RS. Além de muito simpático, Finkelstein demonstra dominar bem sua disciplina, já que ele a desenvolve há mais de 30 anos.

Sua abordagem na palestra girou em torno de uma metodologia de pesquisa desenvolvida em cinco tópicos:

1. Não havia atividade escribal em Canaã antes do 8º século a.C., ou seja, nenhum livro bíblico foi produzido antes dessa data.

2. Não havia o ofício de inventor de histórias; o que temos nas Escrituras hebraicas são apenas tradições orais muito provavelmente deturpadas ao longo dos séculos.

3. Todo texto deve ser comparado com fontes arqueológicas e do Antigo Oriente Médio. Se a informação bíblia não for amparada por documentação arqueológica, ela é falsa.

4. A história não pode ser transmitida com alterações, mas pode receber elementos da época em que a tradição oral estava sendo contada.

5. Boa parte dos escritos bíblicos está repleta da perspectiva teológica do autor.

Nas linhas abaixo, nosso foco estará entre os tópicos 1 e 3.

Atividade escribal antes do 8º século a.C.
O argumento do Dr. Finkelstein sobre esse assunto pode ser sumarizado assim: não há qualquer registro arqueológico que demonstre atividade escribal em Canaã, que seja anterior ao 8º século a.C. Sendo assim, torna-se difícil imaginar a autoria de documentos numa data anterior a essa.

As implicações dessa ideia são profundas: o Pentateuco de Moisés, o livro de Josué, os Salmos dravídicos, os Provérbios de Salomão não teriam sido escritos por esses famosos personagens bíblicos.

No entanto, excelentes estudos literários foram produzidos por eruditos de renome que oferecem uma visão mais ampla sobre esse assunto. Duas das maiores autoridades em texto bíblico do século passado, Frank Moore Cross Jr. (Harvard) e David Noel Freedman (UCLA, em San Diego, Califórnia), publicaram interessante estudo sobre algumas porções do texto bíblico que remontam, sem sombra de dúvida, a uma data anterior ao ano 1000 a.C. É o caso de Juízes 5, o cântico de Débora, Êxodo 15, o cântico de Mirian, Salmo 18, entre outros.[2]

O mesmo pode ser dito dos trabalhos de Kenneth Kitchen, respeitado egiptólogo e professor emérito na Universidade de Liverpool, na Inglaterra. Em 1995, o Dr. Kitchen publicou um excelente artigo na Biblical Archaeology Review sobre o período patriarcal, oferecendo diversas evidências (linguísticas, literárias, históricas, etc.) para monstrar quão sólida é a narrativa patriarcal, demonstrando assim que seu autor era alguém familiarizado com aquela cultura e com aquela época. O artigo pode ser lido aqui.

No momento de perguntas e respostas, no evento com o Dr. Finkelstein, perguntei-lhe a respeito das pesquisas e conclusões do Dr. Kitchen. Ao invés de responder os argumentos levantados pelo egiptólogo britânico, ele simplesmente disse: “Eu não posso concordar com um erudito que afirma que toda a Bíblia é a Palavra de Deus.” E passou para próxima pergunta!

Acredito que esses nomes mencionados acima oferecem excelentes argumentos para a refutação dessa premissa do Dr. Finkelstein.

A informação bíblica e a arqueologia.
Diversas narrativas bíblicas são consideradas mitológicas ou não históricas pelos críticos simplesmente por não dispormos de nenhuma documentação extra-bíblica ou arqueológica – o famoso argumento do silêncio. Mas como bem disse Carl Sagan, “ausência de evidência não é evidência de ausência”. Um ótimo exemplo disso é a estela de Tel Dan, contendo o nome de Davi, encontrada em 1993. (Confira aqui.)

Uma categoria de arqueólogos chamada de minimalistas (aqueles que reduzem a narrativa bíblica a um simples conto não histórico) considera como improvável a descrição bíblica de Jerusalém ser a capital de um reino, por volta do ano 1000 a.C., na época de Davi e Salomão. Para eles, Jerusalém nem sequer era uma cidade significativa nesse período.

Mas na última segunda feira (22/2), uma descoberta arqueológica está fazendo com que os minimalistas refaçam suas anotações sobre o reinado de Salomão. A arqueóloga Eilat Mazar, da Universidade Hebraica de Jerusalém, anunciou que sua equipe encontrou uma muralha de aproximadamente 70 metros e um portal bem decorado, que datam de aproximadamente 1000 a.C. A datação está baseada em fragmentos de cerâmicas encontrados junto ao muro, uma técnica largamente utilizada por arqueólogos. Sua conclusão até o momento é que esse prédio pode estar relacionado ao governo de Salomão, no 10º século a.C, como mencionado em 1 Reis.

Se a conclusão de Mazar estiver correta, Jerusalém pode ter sido um grande centro político por volta do ano 1000 a.C., ao contrário do que afirmam os minimalistas. Mas ainda é cedo para ser dogmáticos com qualquer conclusão que vá além dessa. Devemos esperar por publicações em periódicos especializados, como a já mencionada Biblical Archaeology Review e outras revistas indexadas.

O debate em torno da Bíblia e de fontes antigas está longe de ter fim. Pelo contrário, o que se vê é aumento do interesse do público sobre esse tipo de assunto. Como cristãos, devemos aproveitar o momento e “estarmos sempre preparados para dar a razão da esperança que há no nosso coração” (1Pd 3:15).

(Luiz Gustavo Assis, pastor adventista em Caxias do Sul, RS)

Lido no Blog Criacionismo.

Justificar
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9 de fev. de 2010

CIENTISTAS ACHAM 3 MIL PEGADAS DE DINOSSAUROS NA CHINA

Arqueólogos chineses disseram ter descoberto mais de 3 mil pegadas de dinossauro, todas apontando para a mesma direção. As marcas, que os cientistas acreditam terem sido deixadas por seis tipos diferentes de dinossauros há mais de 100 milhões de anos [sic], foram encontradas na província de Shandong, no leste do país. Elas variam de 10 cm a 80 cm e pertencem a várias espécies, como o tiranossauro, o hadrossauro e o celurosauro. Segundo a agência de notícias oficial da China, Xinhua, os arqueólogos creem que as pegadas representam uma migração ou uma tentativa em pânico de escapar de predadores.

As marcas foram descobertas em uma vala localizada em uma encosta de rochas de cerca de 2,6 mil metros quadrados. Foram necessários três meses de trabalhos de escavação para chegar até o sítio arqueológico.

Fósseis de dinossauros foram encontrados em cerca de 30 sítios arqueológicos na área de Zhucheng – tanto que a cidade de Zhucheng é também conhecida como "a cidade dos dinossauros".

(BBC)


NOTA: Dinossauros andando na mesma direção, não podemos negar que possa ser uma migração, mas também possa ser o resultado do pânico e fugindo não de predadores mas das águas do dilúvio.

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