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3 de jan. de 2011

TEMPERATURA DO CORPO APONTA PARA PROJETO

Você já se perguntou por que a temperatura considerada ideal para o nosso corpo é 36 graus Celsius? Cientistas acreditam terem descoberto a resposta.

Basicamente, é o equilíbrio perfeito: é quente o suficiente para prevenir infecções de fungos mas não tão quente para que precisemos comer o tempo todo só para manter o nosso metabolismo funcionando. Cientistas sempre se perguntaram quais seriam os motivos pelos quais os mamíferos são tão mais quentes do que os outros tipos de animais. E os fungos podem ser o motivo. Eles descobriram que, para cada grau que uma espécie “perde” de temperatura, as chances de ela ter infecções por fungos aumentam 6%.


Então sabemos que precisamos de um corpo quente para nos livrar desses desagradáveis fungos. A questão então é o quão quente nosso corpo precisa ser.


Os cientistas então criaram um modelo matemático para analisar qual é a temperatura em que estamos mais protegidos contra os fungos mas que não seja tão quente para que precisemos nos alimentar o tempo todo, só para manter a temperatura corporal. E eles chegaram no número 36,7 graus Celsius – que todos que já tiveram febre na vida sabem que é a temperatura corporal considerada normal para nós.

hypescience

NOTA: Certo, a temperatura do corpo então ajuda na defesa contra fungos, mas durante o processo de evolução que supostamente durou milhões de anos, enquanto a temperatura não se mantinha ideal, como funcionava?
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29 de ago. de 2010

AGENTE DA DEMOCRACIA

Ex-professor da USP e do ITA, membro fundador da Academia de Ciências do Estado de São Paulo, consultor do Plano das Nações Unidas para o Desenvolvimento Tecnológico e representante do MEC no Conselho da Agência Espacial Brasileira. Se depois de ler um currículo como esse você tivesse que descobrir qual a crença do tal cientista, em qual teoria apostaria? O evolucionismo, com todos os bilhões de anos, ou o criacionismo, que acredita num mundo criado em sete dias?


Se você respondeu evolucionismo, errou. Isso mesmo. O dono desse histórico é fundador e presidente da Sociedade Criacionista Brasileira, o engenheiro mecânico-eletricista Ruy Vieira. Agora pode vir um pensamento de ressalva: "Ah, ele devia ser religioso desde criança...". Ao contrário, Ruy Vieira só passou a defender o criacionismo quando estava na faculdade de engenharia, fase na qual a maioria adere á visão evolucionista da origem da vida.


Uma das experiências que fizeram Ruy Vieira consolidar sua crença no modelo cracionista foi a leitura deObservações sobre as Profecias de Daniel e Apocalipse, escrito por ninguém menos que Isaac Newton. Depois de ler a obra, o engenheiro fortaleceu as suas crenças, pois “ele tinha do seu lado um grande cientista".


Divisor de águas


O criacionismo moderno nasceu nos Estados Unidos, no começo do século 20. Os americanos conduziram as argumentações sobre a criação bíblica para um viés racional e científico. O primeiro livro criacionista que alcançou o sucesso foi The Genesis Flood (O Dilúvio do Gênesis), datado de 1961. E em 1963 foi criada a primeira associação criacionista do mundo, Creation Research Society. Aqui no Brasil, Ruy Vieira começou a organizar os cientistas criacionistas, idealizando em 1972 a Sociedade Criacionista Brasileira (SCB).


Inicialmente a atividade da sociedade estava limitada à publicação da Folha Criacionista, que era uma tradução de alguns artigos das revistas da Creation Research Society. Vieira traduzia os textos e distribuía entre os universitários e os estudantes do ensino médio. Após 35 anos, a SCB publica cinco periódicos, organiza palestras e seminários em todo o Brasil, além de manter um museu de arqueologia e paleontologia em Brasília, DF.


A SCB foi um marco. A organização mostrou para a comunidade científica do País que há possibilidade de cientistas renomados acreditarem no Design Inteligente, um dos alicerces do criacionismo. O modelo sugere que um ser superior criou todo o universo, pois afirma não ser possível que todos os seres vivos sejam resultados do acaso.


Vieira foi corajoso ao criar a SCB. Mesmo em um país católico, a educação – seja nas escolas ou nas universidades – segue a corrente evolucionista. Ele não teve medo de apresentar as suas idéias e fundamentá-las.


Mas a verdade absoluta, que todos concordam, é que Ruy Vieira foi um agente da democracia. Ele conseguiu introduzir um espaço para os criacionistas. Seu esforço de traduzir textos há 35 anos foi compensado, pois hoje não são traduzidos apenas artigos, mas livros inteiros são colocados à disposição daqueles que têm interesse em aprender e entender a funcionalidade do modelo criacionista.


(Canal da Imprensa)


NOTA: Em sala de aula (curso história) meu professor de Introdução aos Estudos Históricos falou abertamente que ninguém chegaria a lugar nenhum com uma visão religiosa. Bem, se isso for a regra, então as exceções são muitas, Louis Pasteur, Isaac Newton, Rodrigo Silva, Francis Collins, William L. Craig, Adauto Lourenço e a lista prossegue. E é claro Ruy Vieira.


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27 de jul. de 2010

FOSSÉIS APONTAM PARA ANIMAIS GIGANTES

O Jornal da Ciência mostrou um artigo sobre o rato de 6 quilos encontrado por arqueólogos.

Ossos de roedor encontrados no Timor-Leste pertenceram ao maior rato de que se tem notícia, que viveu há menos de 2 mil anos

O peso está mais para o de um cão pequeno ou de um gato com sobrepeso. Seis quilos é realmente inusitado para um rato. Segundo os pesquisadores responsáveis pela descoberta, trata-se do maior rato de que se tem notícia. Ken Aplin, do Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation, na Austrália, e Kris Helgen, do Smithsonian Institution, nos Estados Unidos, escavaram ossos de 13 roedores, 11 dos quais até então desconhecidos para a ciência, em um sítio arqueológico no Timor-Leste.

"O leste da Indonésia é um hot spot da evolução de roedores e exige maior atenção de esforços de conservação. Roedores respondem por cerca de 40% da diversidade de mamíferos no mundo e são elementos-chave dos ecossistemas, importantes para processos como manutenção dos solos e dispersão de sementes.

Manter a biodiversidade entre ratos é tão importante como proteger aves ou baleias", disse Aplin. Análises feitas pelos pesquisadores indicaram que o rato de 6 quilos - do gênero Coryphomys - viveu até cerca de 1,5 mil anos atrás, no mesmo período que a maioria dos outros roedores descobertos.


O Ambiente Brasil mostrou também um fóssil encontrado durante a construção de um hospital na Argentina, de um urso gigante. Segue a Notícia:

Há 700 mil anos [sic], um urso que pode ter passado de 1,5 tonelada atacava os herbívoros de La Plata, na Argentina, com a mesma voracidade que os humanos gaúchos hoje dedicam ao churrasco.

Trata-se, de longe, do maior urso que já viveu, e do maior carnívoro do planeta durante o Pleistoceno (a Era do Gelo), afirma um dos responsáveis por descrever o fóssil, Leopoldo Soibelzon, do Museu de La Plata.“É outra ordem de magnitude [perto dos demais ursos]“, diz Soibelzon. Há registros de ursos-polares com até uma tonelada no começo do século 20. Hoje, eles e os ursos-pardos, os dois maiores bichos do tipo, não passam de 700 kg.O pesquisador apresentou os dados no 7º Simpósio Brasileiro de Paleontologia de Vertebrados, organizado pela Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro).

Os fósseis -dois “braços”, ambos com ossos articulados- amargaram décadas de gaveta antes de ser analisados.

Hospital - “Foram achados durante a construção de um hospital em La Plata, 40 anos atrás. Quando você os vê pela primeira vez, fica achando que são de um mastodonte, de tão grandes”, diz Soibelzon.“Sempre quis trazer a público, mas a vida vai levando, o momento nunca chega.”


A oportunidade veio quando o argentino e uma aluna iniciaram um estudo da massa (o popular peso) dos ossos fósseis. Visitando museus, e com ajuda de um colega americano, Blaine Schubert, da Universidade Estadual do Leste do Tennessee, Soibelzon se deu conta de que nenhum outro urso chegava perto do monstrão.Trata-se, aliás, de um gigante entre gigantes: sua espécie, Arctotherium angustidens, já era conhecida pelo tamanho, mas nunca se imaginou que um indivíduo pudesse ficar tão grande. A explicação para o porte desmesurado do bicho provavelmente tem a ver com o fato de que os ursos são invasores recentes na América do Sul, vindos do norte depois que a América Central se formou e uniu os dois subcontinentes americanos.

“Logo aparece em cena um urso gigantesco num continente, naquela época, quase vazio de carnívoros”, explica Soibelzon. “Tinham um mundo, um supermercado de carne para comer.”

Quando outros carnívoros, como os felinos, foram se estabelecendo na América do Sul, os ursos evoluíram para se tornar menores e mais herbívoros. A única espécie ainda viva na região é o urso-andino (Tremarctos ornatus), com apenas 150 kg. Um estudo sobre o exemplar gigante do Arctotherium angustidens sairá na revista “Journal of Paleontology”.

NOTA: A Bíblia afirma que havia seres de estatura maior que o comum hoje, isso é o que os fósseis vem revelando. Ratos, ursos, escorpiões, crocodilos e vários outros animais cujos fósseis são encontrados apontam para o fato de que a evidência sustenta a história bíblica. Lembrando um enorme detalhe, a fossilização anda de mãos dadas com o dilúvio bíblico, mesmo levando em conta que os fósseis em destaque parecem ser de um período pós-dilúvio.

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22 de jul. de 2010

POR QUE PICA-PAUS NÃO FICAM COM DOR DE CABEÇA?

Você já viu um pica-pau detonar um tronco e se imaginou “como que esse bicho não fica com dor de cabeça”? Nós temos a resposta!

Primeiro, saiba que pica-paus, quando estão “inspirados” batem a cabeça cerca de 20 vezes por segundo na madeira. Mas há músculos, ossos e pálpebras reforçadas que protegem os olhos e o cérebro do bicho.Músculos fortes e densos no pescoço do pássaro dão a ele a força necessária para que ele bata repetidamente a cabeça. Mas são os músculos extras na sua cabeça que o protegem de se machucarem, funcionando como um capacete para o cérebro. Diferente do cérebro humano, o cérebro do pica-pau está confinado por esses músculos.Milisegundos antes de bater a cabeça o pica-pau contrai seus músculos do pescoço. Depois fecha sua pálpebra grossa.A pálpebra age como um “cinto de segurança” para os olhos – sem ela a retina do pássaro poderia se romper ou, mais bizarro, o olho poderia saltar para fora da cabeça dele.Essas medidas de segurança são especialmente úteis para os machos, que batem a cabeça cerca de 12 mil vezes por dia quando estão fazendo a corte para alguma fêmea.

(Hypescience)

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16 de jul. de 2010

DAWKINS: OCUPADO DEMAIS


Em vídeo postado no youtube, um rapaz se dirige a Richard Dawkins com a pergunta que não quer calar: se Dawkins é o apologeta ateu mais conhecido, e se William Lane Craig é o seu contraponto do lado cristão, por qual motivo o autor de Deus: um delírio continua recusando-se a debater publicamente com Craig? O próprio inquiridor expõe que William Lane Craig já convidou o cientista várias vezes para um confronto de ideias. Dawkins arrogantemente responde que sempre quis debater com padres, bispos, papas; mas não lhe agrada a ideia de debater com um criacionista que é conhecido como debatedor profissional (bobo ele não é...) e ainda diz que o oponente tem que ser mais do que isso, afinal, ele é um homem muito ocupado!

Não escondo que achei graça na resposta de Dawkins. Para quem dizia, até pouco tempo, que jamais debateria com criacionistas “para não lhes dar um verniz de credibilidade”, o biólogo anda arranjando desculpas demais para não ter de encarar os oponentes. Se em seu recente livro O maior espetáculo da Terra, Dawkins afirma que os criacionistas negam o processo evolutivo como quem nega que, por exemplo, que a Independência americana aconteceu, parece-me que ele teria motivos sobejos para esfregar suas aclamadas certezas no focinho de qualquer “retrógrado” defensor da Terra Jovem. Não é o que parece.

Se Dawkins conhece somente a fama de orador de Craig, alguém precisa lhe informar o currículo completo do desafiante com urgência. William Lane Craig possui dois PHDs, um em Filosofia pela Universidade de Birmingham (Inglaterra) e o outro, em Teologia pela Universität München (Alemanha). É especialista em evidências históricas da Ressurreição de Cristo, estudos do Novo Testamento e possui conhecimento na área de Cosmologia, Filosofia Clássica e Lógica. Se a hesitação de Richard Dawkins se devia à qualificações acadêmicas de Craig, problema resolvido!

Seria muito oportuno um confronto direto entre estas duas mentes. No entanto, penso que, a julgar pelo desempenho claudicante de Dawkins durante o debate com John Lennox, o rabugento ateu tem outras razões para evitar o confronto com Craig: suas próprias limitações. Parece que quando o adversário não é o pároco simplório da sul da Itália, é melhor não arriscar...

Questão de Confiança

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14 de jul. de 2010

ESPECIALISTA DA NASA É DESPROMOVIDO POR FALAR DE DESIGN INTELIGENTE

Especialista de Missão da NASA Despromovido por Partilhar suas Visões sobre o Design Inteligente.

Foi feita uma queixa legal contra o Laboratório de Propulsão a Jacto (LPJ) a favor de um funcionário que afirma que foi despromovido, silenciado, intimidado e ameaçado com demissão por debater suas convicções sobre design inteligente com os colegas de trabalho. O Instituto de Tecnologia da Califórnia opera o LPJ sob um contrato com a NASA.

Em Março de 2009, David Coppedge — que trabalhou como especialista técnico de alto nível na “equipe de ponta” na missão Cassini do LPJ para Saturno desde 2000 — foi, pelo que se alega, punido na base de “promover [sua] religião”.

De acordo com o Fundo de Defesa Aliança (FDA), o escritório de advocacia de interesse público que está a tratar do caso, Gregory Chin, o supervisor de Coppedge, disse-lhe que os seus colegas de trabalho se haviam queixado de que ele estava a promover as suas opiniões “religiosas” ao debater o design inteligente e a oferecer-lhes DVDs. Coppedge diz que nunca teve nenhuma discussão com ninguém que não quisesse conversar com ele. Pelo que se alega, então Chin disse que Coppedge perderia seu emprego se ficasse “promovendo [sua] religião”, ordenou que ele não debatesse política ou religião com ninguém em seu escritório, e declarou que o “design inteligente é religião”.

De acordo com Coppedge, ele disse para Chin que obedeceria, mas que ele sentia que seus direitos constitucionais estavam a ser violados.

No mês seguinte, autoridades do LPJ deram a Coppedge um aviso por escrito pelas suas actividades “indesejadas”, “perturbadoras” e “prejudiciais. O aviso ordenava que ele se abstivesse de tal conduta ou ele enfrentaria mais medidas disciplinares, incluindo demissão. Os pedidos de Coppedge por detalhes específicos com relação às alegações foram rejeitados. Poucos dias depois, o LPJ despromoveu Coppedge do cargo.

De Abril a Agosto de 2009, Coppedge diz que foi tratado de forma evasiva ao tentar usar um “processo de apelo interno” para desafiar a acção tomada contra ele. Em Abril de 2010, um ano depois que o LPJ foi notificado de um potencial processo e uma reivindicação baseada na Lei de Igualdade no Emprego e Habitação, Coppedge foi informado de que o aviso escrito seria removido de seu arquivo pessoal, mas que ele não seria restaurado à sua posição na equipe de ponta, que oferecer DVDs sobre design inteligente era impróprio, e que ele não poderia debater o design inteligente com os colegas de trabalho.

“Os funcionários não deveriam ser ameaçados de demissão e punidos por compartilharem suas opiniões com colegas de trabalho desejosos de falar no assunto só porque as opiniões que estão a ser partilhadas não se encaixam no que é politicamente correcto”, disse Joseph Infranco, advogado sénior da FDA. “O Sr. Coppedge sempre sustentou que o design inteligente é uma teoria científica. Apesar disso, o LPJ cometeu discriminação contra ele na base do que eles consideram ‘religião’. A única discussão permitida é o que se encaixa na agenda deles. Desvie-se dessa agenda, e você é silenciado e punido. Isso não combina com a admirável reputação que, em outros aspectos, o LPJ tem na indústria”.

Um porta-voz do LPJ disse à LifeSiteNews.com que o LPJ ainda não recebeu o processo, de forma que ainda não tem uma declaração a fazer sobre o caso.

http://lifesitenews.com

NOTA: Isso se torna até absurdo, se Darwin em seu tempo tivesse sido proibido de propagar suas teses evolucionistas de forma decisiva e autoritária por parte da editora de John Murray, hoje a editora seria acusada de autoritária, alienada, de silenciar a "voz da verdade" a força. Mas como se trata, hoje, de uma teoria que leva em conta um projetista, a coisa é diferente, já pensão que são "iluminados" de mais. Queria ver se a notícia fosse de uma ateu disseminando ideias ateístas em uma comunidade religiosa e tendo suas idéias não aceitas, nem precisava ser silenciado pela "força da autoridade". Daria muito o que comentar.
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30 de mai. de 2010

NOVA PESQUISA AFIRMA QUE "ARDI" NÃO É ANCESTRAL DO HOMEM

Análise indicaria que espécie célebre é apenas grande macaco

Querem destronar Ardi. A fêmea primata de 4,4 milhões [sic] de anos virou ícone da espécie Ardipithecus ramidus, um dos mais antigos ancestrais do homem [sic]. Mas não passaria de uma reles macaca, acusa um novo estudo.


Ironicamente, o "rebaixamento" da espécie de Ardi está sendo proposto nas páginas da prestigiosa revista especializada "Science", a mesma que alçou a suposta fêmea de hominídeo (ancestral humano) à categoria de descoberta do ano em 2009.


Ardi e seus companheiros de espécie estariam entre os primeiros primatas a comprovadamente caminhar com duas pernas, tal como o homem. É o que argumentava a equipe liderada por Tim White, da Universidade da Califórnia em Berkeley (Costa Oeste dos EUA).


Besteira, disse à Folha Esteban Sarmiento, primatologista da Fundação Evolução Humana, em Nova Jersey. "O Ardipithecus é um quadrúpede palmígrado [apoiava-se nas plantas das quatro patas], e não um bípede."


Mais importante ainda: o animal seria, na verdade, um grande macaco africano primitivo, talvez anterior à separação entre as linhagens de humanos e chimpanzés.


Interpretação


Sarmiento aponta que White e colegas teriam errado feio na interpretação dos detalhes mais importantes do esqueleto. Em síntese, ele diz que traços dos dentes, da pelve e dos membros lembram mais os dos grandes macacos mais antigos, com uns 10 milhões de anos [sic].


O problema é que esses bichos mais primitivos só foram encontrados até agora na Europa e na Ásia. Há uma lacuna no registro deixado pelos fósseis na África.


Sarmiento aposta que a "mania" de achar apenas hominídeos na África, com idade de 7 milhões de anos [sic] para cima, pode ser explicada por um viés dos cientistas: ninguém quer afirmar que encontrou "apenas" um ancestral dos chimpanzés, critica.


Em resposta na própria "Science", White e colegas afirmam ter feito a lição de casa ao "comparar detalhadamente" Ardi com os grandes macacos mais antigos. Lembram que outros exemplares da espécie tinham sido descritos nos anos 1990. "Nesses 15 anos, o status do Ardipithecus como hominídeo foi amplamente aceito."


(Reinaldo José Lopes)

(Folha de SP, 28/5)


(Jornal da Ciência)


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11 de mai. de 2010

CRIACIONISMO FILOSÓFICO

Após a Revolução Intelectual ocorrida em virtude das Cruzadas e frequentemente chamada de “Renascimento Cultural”, houve um resgate da cultura greco-romana por parte da recém-formada burguesia. Esse resgate levou a um questionamento dos paradigmas católicos em vigência, no fim da Idade Média. Esses questionamentos racionais legitimaram uma postura empirista e racionalista mediante a fé – então manipulada na mente das pessoas pela própria Igreja. Começava, oficialmente, no mundo moderno, a separação entre ciência e religião. O pensamento racionalista de cunho grego passou a ser utilizado insistentemente como método para desconstruir o pensamento judaico-cristão. É importante salientar que o mau uso da Bíblia – e por que não dizer da fé – por parte da Igreja e do clero ao longo da História não deve servir de amparo a uma análise científica para rejeitar o cristianismo, como tem ocorrido desde então.

A própria Igreja Católica se apropriou, com fins teológicos particulares, do pensamento grego, como podemos observar em Agostinho de Hipona (Santo Agostinho) e Tomás de Aquino. Mas podemos tratar desse tema posteriormente. Em nosso entendimento, analisar a Bíblia e seu texto requer compreensão do pensamento hebraico. Ao invés de propormos apenas uma perspectiva de análise do relato, ao olharmos para o pensamento hebraico, uma nova perspectiva se abre ante nossos olhos. Julgar a cultura hebraica a partir da filosofia grega não só é empiricamente incorreto como também perigoso.

Assim, a fim de lançar alguma luz sobre o tema da criação a partir da perspectiva hebraica, é preciso nos livrar de nossos pressupostos gregos, o que admitimos ser difícil, na medida em que somos doutrinados desde crianças a pensar de maneira grega.

Para uma rápida comparação entre os pensamentos grego e hebraico, gostaríamos de expor rapidamente a dialética entre ambas a partir de dois temas: o debate entre fé e razão e a essência. Para os gregos, a fé foi ultrapassada quando os mitos deixaram de explicar aquilo que os rodeava. Assim, passaram a buscar, de maneira crescente, explicações puramente racionais para suas inquietações. A fé foi substituída pela razão, pois esta era capaz de responder o que aquela não poderia mais. No conceito hebraico, entretanto, fé e razão não se separam. No conceito hebraico, a fé é produto das evidências dadas pela razão. Deus está completamente ligado à ciência porque Ele é a ciência viva, o Criador. No pensamento hebraico, o ser humano é limitado, e é por isso que Deus precisa Se revelar de maneira limitada, para que o ser humano possa compreender que Ele existe. Enquanto os gregos esperavam poder comprovar e apalpar, os judeus não precisam da materialização do objeto, mas apenas evidências de sua existência. Como exemplo, gostaria de citar o episódio em que Moisés pede que Deus Se revele a Ele. Quando Deus o faz, imediatamente Moisés descreve a Deus, mas não de maneira física como se suporia no pensamento grego, mas o caráter de Deus passa a ser descrito (cf. Êxodo 33:18-34:7).

No que diz respeito à essência, essa talvez seja uma das mais velhas discussões da Filosofia. No pensamento grego, há inúmeras respostas sobre o que viria a ser essência, a fim de descobrir o que de fato as coisas são. Platão sugeriu que a essência do homem fosse sua alma. Aristóteles defendeu que a essência do homem são seus pensamentos. Entretanto, como na raiz do pensamento hebraico alma e corpo são a mesma coisa e os pensamentos têm uma origem material (seja coração, para o contexto Bíblico, ou cérebro, para o mundo moderno), a essência do homem seria seu caráter, por conseguinte, refletido em suas ações.

De que forma isso está relacionado ao criacionismo? O criacionismo concebe a existência de Deus, concebe o ser humano voluntariamente subjugado à vontade desse Deus e O respeita, como o pensamento hebraico pressupõe. Assim, quando Moisés descreve a Criação, como reprodutor do pensamento hebraico, ele descreve o que viu (revelação) e sentiu. A fé está profundamente arraigada no pensamento hebraico bíblico, mas não para substituir a razão, e sim como parte integrante dela. Não defendemos o fim da análise científica, mas sim a análise do discurso e do pensamento hebraicos como elementos culturalmente racionais. Assim, filosoficamente, criacionismo é científico sem abdicar da fé. Qualquer questionamento grego sobre a perspectiva hebraica da Criação seria, assim, inválida.

(Rodrigo Udo Zeviani, mestre em História pela Universidade Estadual de Maringá, leciona Filosofia há cerca cinco anos. Também é professor do curso de Pedagogia no Centro Universitário de Maringá, Cesumar)


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28 de abr. de 2010

PESQUISADORES PODEM TER ENCONTRADO O QUE POSSIVELMENTE É A ARCA DE NOÉ

Um grupo de pesquisadores formado por especialistas turcos e chineses assegura ter localizado a bíblica arca de Noé no Monte Ararate, segundo informou nesta quarta-feira a imprensa turca. Um dos membros do grupo, o documentarista chinês Yang Ving Cing, assegurou que foi localizada uma estrutura de madeira antiga a uma altitude de 4 mil metros, no Ararate, situado a leste da Turquia, perto da fronteira com o Irã. O explorador, membro de uma organização internacional dedicada à busca da mítica [sic] embarcação na qual Noé e sua família escaparam do dilúvio universal, garantiu que os restos encontrados têm 4.800 anos de idade.

“Não é cem por cento seguro que seja a arca, mas pensamos que haja 99,9 por cento de chances”, indicou Ving em declarações à agência turca Anadolu. “A estrutura do barco tem muitos compartimentos e isso indica que podem ser os espaços nos quais ficaram localizados os animais.”

Ele também explicou que o governo turco foi contatado com o pedido de proteção da região a fim de que possam ser iniciadas as escavações e acrescentou que será solicitado à Unesco que inclua essa região em sua lista de patrimônios da humanidade.

Não é a primeira vez que grupos de pesquisadores da arca asseguram haver localizado a embarcação no Ararate, a montanha mais alta da Turquia, onde a Bíblia narra que Noé desceu quando as águas do dilúvio universal baixaram.

(Agência EFE)

NOTA: Lembro a primeira vez que vi no youtube vídeos de pessoas que teriam filmado a Arca de Noé, vários filmes que levaram meus ânimos as alturas, ficava sempre pensando que ninguém mais podia negar a autenticidade da Arca de Noé. Bem não sei se aqueles vídeos são falsos ou não, nunca foram provados como verdadeiros ou falsos, a questão é que agora tenho cuidado, e recomendo para todos terem cuidado. A Arca de Noé certamente será uma descoberta que irá silenciar muitos críticos e chamar a atenção do mundo para o testemunho da Bíblia Sagrada. Estou na expectativa de que esta embarcação encontrada seja a Arca de Noé. Vamos aguardar novas informações.
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OUTRA CAUSA DA MORTE DOS DINOSSAUROS

Dinossauros morreram por causa de frio, diz estudo.

Cientistas afirmam que os dinossauros podem ter sido extintos não pela ação de um cometa, mas por uma queda brusca de temperatura. Segundo pesquisadores da universidade de Plymouth, nos Estados Unidos, fósseis encontrados na Noruega indicam que a temperatura dos mares caiu de uma variação entre 9ºC e 13ºC para entre 4°C e 8°C há cerca de 137 milhões de anos [sic]. As informações são do Daily Mail.

Os pesquisadores acreditam o frio foi causado por uma mudança repentina na corrente do Golfo, no Oceano Atlântico, um fenômeno que poderia voltar a acontecer. De acordo com os cientistas, a extinção dos dinossauros foi resultado de uma série de eventos ambientais que começaram com a mudança na temperatura, ao contrário do que diz a teoria mais aceita, que a extinção foi resultado de um evento cataclísmico - como a queda de um meteoro - há 65 milhões de anos [sic].

O estudo, coordenado pelo cientista Gregory Price, utilizou fósseis e minerais encontrados em Svalbard, na Noruega, que indicam a queda na temperatura. Os pesquisadores afirmam que o frio foi muito severo para as espécies que viviam em locais mais quentes, como áreas mais rasas de oceanos, além da terra e pântanos. Esses animais teriam morrido por não aguentar a mudança.

Os cientistas dizem ainda que o momento em que essa queda ocorreu foi em um momento de efeito estufa, similar ao que ocorre hoje com o planeta. "A queda nas temperaturas talvez tenha sido causada por uma mudança na circulação do oceano, muito parecido com o que está sendo previsto para a Corrente do Golfo", diz Price à reportagem.

"Nós acreditamos que os dinossauros eram provavelmente criaturas de sangue frio e teriam que se esquentar para viver. Se eles não foram capazes de migrar para o sul, eles podem ter acabado extintos. (...) Nos acreditamos agora que eles morreram gradualmente e é muito possível que isso tenha sido causado por uma série de mudanças climáticas", diz o pesquisador.

Ainda de acordo com a reportagem, a queda na temperatura pode ter ocorrido por causa dos altos níveis de CO2 na atmosfera, o que teria aumentado o calor no planeta e feito derreter o gelo polar - um fenômeno atualmente previsto para acontecer novamente na nossa era.

(Terra)

NOTA: Certo, agora basta juntarmos idéias e ver o óbvio. O bombardeamento que a Terra sofreu com relação a meteoros é algo comprovado, e é claro pode ter causado a morte de muitos animais, no entanto os criacionistas acreditam que homens e dinossauros foram contemporâneos e que estes, ou pelo menos alguns exemplares sobreviveram ao Dilúvio na Arca de Noé, o fato é que ele praticamente podem ter deixado de existir hoje ou no mínimo estão em pouca quantidade, e o que levou tais criaturas a extinção, realmente a mudança climática é uma boa evidência para acreditar que os que sobreviveram ao dilúvio "morreram gradualmente e é muito possível que isso tenha sido causado por uma série de mudanças climáticas". A Era glacial que se seguiu ao Dilúvio por exemplo. Então juntando as idéias fica claro que o dilúvio aconteceu e a queda de meteoros podem ter sido a causa primária ou uma delas, logo os animais sofreram rápido soterramento pela águas que são as condições necessárias para a fossilização, que é uma forte evidência para o dilúvio, e os que sobreviveram podem ter sofrido extinção pelas mudanças climáticas que vieram após o dilúvio. Vamos esperar mais evidências, no entanto, as descobertas caminham para comprovar a veracidade dos eventos descritos na Bíblia.

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