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1 de out. de 2009

DIGITAL DO CRIADOR

A afirmação de que cegos têm a audição mais aguçada que pessoas que têm a visão normal é muito comum. Até Hollywood já tomou proveito da crença, transformando em filme a HQ “Demolidor”, em que o protagonista é um super-herói cego com os outros sentidos mais acentuados. Mesmo assim, um estudo recente mostra que isso é mais realidade que fantasia.

Cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, testaram pessoas cegas e com a visão normal para analisar a sua habilidade para localizar sons. Seguindo a lógica da crença, os cegos tiveram maiores pontuações nos testes, mas os cientistas perceberam que a idade em que a pessoa ficou cega afetou sua performance na experiência. Aquelas que nasceram cegas tiveram a melhor performance, e aqueles que ficaram cegos quando eram crianças ficaram só um pouco para trás. As pessoas que perderam a visão depois dos dez anos tiveram uma colocação semelhante à das pessoas com a visão normal.

Os pesquisadores acreditam que isso acontece porque o cérebro de uma criança pode se reestruturar para que as áreas do cérebro usadas para o processamento visual sejam usadas para outros propósitos. Uma evidência disso são imagens dos cérebros das pessoas cegas que tiveram a melhor habilidade para localizar os sons. De acordo com os cientistas, o cérebro dessas pessoas trabalha com as áreas visuais e auditivas do córtex. Os cegos que tiveram menores pontuações tinham pouca ou nenhuma atividade no lóbulo visual, assim como as pessoas com a visão normal.

(hypescience)

NOTA: É fantástico o que o cérebro humano pode fazer independente de nossa vontade para compensar perdas e tentar equilibrar todo o organismo, assim como visto no artigo. Essa pequena máquina fantástica surpreende muitos evolucionistas, o que mais chama atenção nessa pequena máquina capaz de tanto é a consciência, o mecanismo de existência, o fato de pensarmos, isso é fantástico e só pode ser resultado de uma mente superior, e não vejo onde encontrar essa capacidade a não ser em Deus, pois não consigo imaginar as forças cegas da física gerando algo tão perfeito, tanto que o filósofo David Chalmers afirmou que uma ciência materialista não pode explicar a consciência humana. Acredito nessas palavras.

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30 de set. de 2009

INTOLERÂNCIA, OFENSAS, IMPARCIALIDADE E ALIENAÇÃO

O Observatório da Imprensa publicou um artigo intitulado "Corrigindo um equívoco" de Rubens Pazza, onde ele pede desculpas a Ligia Hougland por ter feito uma crítica ao seu artigo de título "Descoberto fóssil que altera teoria sobre dinossauros".

Rubens dirige sua crítica ao fato de que foram usadas expressões que deixam a entender uma criação dirigida, intencional, como o termo "perfeitamente criado". Diz ele que o artigo com as expressões que continham estava "induzindo a um criacionismo ou mesmo ao famigerado 'desenho inteligente'." Por telefone ele e Ligia Hougland concertaram o mal entendido, a própria Ligia afirmou não ser criacionista.

Lendo o artigo "Corrigindo um equívoco" ficou perceptível para qualquer um o quanto alguns cientistas são tão presos a paradigmas que usam mesmo da intolerância quando sua visão é confrontada, o que me fez lembrar de Richard Dawkins quando admite por email para Phillip Johnson que os darwinistas estão fortemente ligados a um materialismo, diz Dawkins: "[Nosso] comprometimento filosófico com o materialismo e o reducionismo é verdadeiro (...)". Fica evidente que um considerável número de cientistas estão - assim como aparenta Pazza - presos a um paradigma materialista filosófico, e como bem falou Phillip Johnson: "Um materialista verdadeiro irá aceitar até mesmo loucura se a única alternativa for desistir do materialismo".

Ainda é interessante ver que o ego de cientista de Rubens Pazza foi ofendido ao achar que o artigo de Ligia deixava transparecer o criacionismo ou o design inteligente, entretanto usar o termo "criacionista" para taxar alguém como se isso fosse uma ofensa é inacreditável, ou melhor, está ficando perfeitamente acreditável. É o típico argumento Ad Hominen, atacar a pessoa taxando de "criacionista" e deixar de dar atenção ao que ela tem para apresentar.

Outro ponto desconcertante é a afirmação sobre a divulgação da teoria criacionista, Pazza diz que "tais argumentos frequentemente são embasados em livros publicados ou artigos publicados em websites criacionistas, nunca em artigos científicos publicados em periódicos peer reviewed." Assim ele até parece entrar em contradição, pois primeiramente luta contra a publicação feita por haver pensado que induzia ao criacionismo, depois aponta como ponto de incredibilidade o fato de que o criacionismo não é divulgado nos periódicos mas conhecidos, que devemos lembrar são fortes defensores do evolucionismo. Então como esperar esse espaço com essa imparcialidade, a quem os criacionistas devem procurar como meio de divulgação? A National Geografic? Sugiro que quando os meios ficarem menos imparciais e com a mente mais aberta, haverá melhor oportunidade.

Rubens Pazza ainda aconselha "que o jornalismo científico deve ser extremamente cuidadoso", em outras palavras, intolerante e imparcial com o que for contra a teoria evolucionista. Agindo dessa forma o que devemos esperar dos meios de comunicação científicos? Nada que confronte a teoria dominante (evolução) deve ser divulgado, isso é imparcialidade, nada que aparente está ligado a religião deve ser acatado, isso é intolerância, os meios não divulgam artigos que transpareçam o criacionismo, mas divulgam artigos que deixam - de forma direta ou indireta - explícito que ser criacionista é irracional, ou uma ofensa ao meio científico, e se a única coisa que pode ser divulgada sem encontrar barreiras é uma visão aceita pela comunidade científica mesmo com todas as suas falhas e impossibilidades, sem que as pessoas tenham direito a conhecer outro ponto de vista, isso é alienação.

Lembro de Francis Crick quando diz: “Os biólogos devem sempre ter em mente que aquilo que vêem não foi planejado, mas que evoluiu". Ou seja, não se pode pensar diferente.

Rubens ainda termina seu artigo afirmando que a "evolução é fato", no entanto contra fatos na há argumentos, e contra a evolução há argumentos, logo ela não é um fato.

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29 de set. de 2009

MISSA DO PAPA NA REPÚBLICA TCHECA É ACOMPANHADA AO SOM DO ROCK

PRAGA, 28 SET (ANSA) - A missa que o papa Bento XVI celebrou hoje em Stará Boleslav, na conclusão de sua visita ao país, foi marcada por salmos entoados ao ritmo do rock, com guitarras e instrumentos de percussão no lugar do tradicional órgão.

De acordo com os presentes na celebração, a intenção do rito foi a de atrair a atenção de muitos jovens, inclusive daqueles que não expressam a fé católica. Segundo os dados divulgados pela diocese de Praga, participaram da missa 50 mil peregrinos, dos quais 15 mil eram jovens católicos, mil eram fiéis da Polônia, 600 vinham da Eslováquia e outros 500 da Alemanha.

"O Papa nos surpreendeu" disse Vojtech Elias, professor da Faculdade de Teologia de Praga. "Não falou nem de abortos, nem de contraceptivos, nem de homossexualidade", ressaltou Elias, acrescentando que "é evidente que o Papa não chegou para dar lições". [...]

(Ansa)

NOTA: "É plano estudado de Satanás vestir o pecado com roupagem de luz para esconder sua deformidade e torná-lo atraente. Pastores e povo que professam a justiça estão se unindo ao adversário de nossa salvação, ajudando-o em seus planos. Nunca houve tempo em que cada membro da igreja devesse sentir sua responsabilidade de andar humilde e prudentemente diante de Deus, como no presente. Filosofias vãs, falsos credos e infidelidade estão aumentando. Muitos dos que tomam o nome de seguidores de Cristo estão, através de um coração orgulhoso, buscando popularidade e se desviando dos marcos estabelecidos. Os claros mandamentos de Deus em Sua Palavra são descartados porque são considerados comuns e ultrapassados, enquanto as teorias vãs e vagas atraem a mente e satisfazem a imaginação. Nesses cenários de festividades na igreja, há uma união com o mundo que a Palavra de Deus não justifica. Cristianismo e mundanismo estão unidos nessas reuniões." (No Deserto da Tentação, p. 83)

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Mensagens subliminares negativas produzem mais resultado

Mensagens negativas

As pessoas são capazes de perceber mensagens subliminares, particularmente se seu teor é negativo, diz um estudo britânico.


Em três experimentos realizados por pesquisadores da Universidade College London, na Inglaterra, participantes foram expostos, durante curtos períodos de tempo, a imagens que continham palavras neutras, negativas ou positivas. As palavras apareciam de forma camuflada, ou seja, não eram facilmente identificáveis. Após observar as imagens, os voluntários tinham de classificá-las, dizendo se elas sugeriam alguma emoção ou não. No final, os participantes foram capazes de categorizar corretamente 66% das palavras negativas subliminares em comparação com apenas 50% das positivas.


Sinais sutis


Os autores do estudo, publicado na revista científica Emotion, disseram que a habilidade de reagirmos a sinais sutis nos ajuda a evitar o perigo. Nos experimentos, a cientista Nilli Lavie mostrou aos 50 participantes uma série de palavras em uma tela de computador. Cada palavra aparecia na tela por apenas uma fração de segundo - tempo tão pequeno que não permitia que o participante conscientemente lesse a palavra.


As palavras eram positivas (alegre, flor, paz), negativas (agonia, desespero, assassinato) ou neutras (caixa, orelha, chaleira).


Após ver cada palavra, os participantes tinham de dizer se ela era neutra ou tinha impacto emocional (positivo ou negativo) e quão confiantes estavam em relação a sua escolha. Os pesquisadores verificaram que os participantes tendiam a responder mais precisamente após ser expostos a palavras negativas mesmo quando acreditavam que estavam apenas adivinhando suas respostas.


Vantagem evolutiva


"Nós demonstramos que as pessoas são capazes de perceber o valor emocional de mensagens subliminares e provamos conclusivamente que as pessoas são muito mais sensíveis a palavras negativas", disse Lavie.

"Claramente, responder rapidamente a informações emocionais é vantajoso do ponto de vista evolutivo."

"Não podemos esperar que o consciente entre em ação se vemos alguém correndo em nossa direção com uma faca ou se estamos dirigindo em meio à neblina e vemos um aviso de perigo."


Aplicações no marketing


A pesquisadora disse que seu trabalho pode ter aplicações em campanhas de marketing: "Palavras negativas podem ter impacto mais rápido", disse. O slogan "Mate a sua Velocidade", por exemplo, pode funcionar melhor do que "Diminua", ela sugere. Entretanto, o especialista em psicologia do marketing Paul Buckley, da Escola de Administração de Cardiff, no País de Gales, disse que não há evidências de que mensagens subliminares funcionam em situações reais do dia-a-dia.


"Em termos práticos, este (experimento) não reflete necessariamente o que aconteceria na vida real".


Breve histórico das mensagens subliminares


  • 1957: Especialista em pesquisas de mercado James Vicary disse que imagens subliminares projetadas em uma tela de cinema em New Jersey tinham feito com que o público comprasse mais comida e bebida
  • Vicary criou o termo ''propaganda subliminar''
  • Em 1958, Grã-Bretanha, Estados Unidos e Austrália proibiram a prática
  • 1962: James Vicary admitiu ter falsificado os resultados do seu estudo
  • 1974: Apesar da falta de evidências de que mensagens subliminares funcionem, a ONU declarou que seu uso é uma séria ameaça aos direitos humanos
  • 1985: Joe Stuessy disse ao senado americano que eram necessárias mais pesquisas sobre o uso de mensagens subliminares em música heavy metal
  • 1990: A banda Judas Priest foi levada para o tribunal pelos pais de meninos que se suicidaram após ouvir os discos da banda. O Judas Priest disse que se quisesse incluir mensagens subliminares em seus discos, elas seriam usadas para dizer às crianças que comprassem mais CDs


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25 de set. de 2009

Surgem as penas e até sistemas de voo, mas nada de intermediários...

Fóssil de dinossauro alado comprova parentesco com pássaros.

Esse é o Título dado pela BBC ao artigo sobre o Anchiornis, a última descoberta que segundo alguns pesquisadores comprova que os dinossauros evoluíram para os pássaros. Segue abaixo toda a notícia:

Fósseis extremamente bem preservados de dinossauros achados no nordeste da China mostram os exemplos mais antigos de penas já encontrados e representam a prova final de que os dinossauros eram ancestrais dos pássaros, segundo cientistas.


Os fósseis têm mais de 150 milhões de anos [sic]. As espécies são indubitavelmente mais antigas do que o Archaeopteryx, encontrado na Alemanha, que vinha sendo tido como o fóssil de pássaro mais antigo já encontrado. A descoberta foi descrita por Xu Xing, da Academia de Ciências Chinesa, em Pequim, e sua equipe na revista especializada Nature.


A teoria de que os pássaros evoluíram dos dinossauros sempre foi posta em dúvida por causa da ausência de penas em espécies mais antigas do que o Archaeopteryx. Mas os novos fósseis, encontrados em duas localidades diferentes, são, em sua maioria, pelo menos 10 milhões de anos [sic] mais velhos do que o do pássaro encontrado na Alemanha, no fim do século 19. Um dos dinossauros, batizado de Anchiornis huxleyi, está extremamente bem conservado, dizem os cientistas. O dinossauro tinha extensa plumagem cobrindo seus braços e cauda e os pés – formando quatro asas.


‘Extremamente excitante’


“A primeira espécie descoberta no início do ano estava incompleta”, disse Xu à BBC News. “Com base neste espécime, nomeamos o dinossauro Anchiornis; pensamos que era um parente próximo dos pássaros. Mas então encontramos o segundo espécime, que estava bastante completo – e bem preservado.”


“Por todo o esqueleto, você vê penas.”


“Com base neste segundo espécime, nos demos conta de que esta era uma espécie muito mais importante, e definitivamente uma das espécies mais importantes para entendermos a origem dos pássaros e de seu voo.” O professor Xu acredita que a forma de quatro asas pode ter sido um estágio muito importante na transição evolucionária dos dinossauros para pássaros.


Os detalhes das últimas descobertas foram apresentados nesta semana no encontro anual da Sociedade de Paleontólogos de Vertebrados, na Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha. O renomado paleontólogo britânico Michael Benton disse que o anúncio é de grande importância.


“Ao desenhar a árvore da vida, é bastante óbvio que há registros de fósseis com penas anteriores ao Archaeopteryx”, disse ele à BBC News. “Agora essas novas descobertas fantásticas do professor Xu Xing provam isso de uma vez por todas.”


NOTA: O artigo menciona a questão de que "a teoria de que os pássaros evoluíram dos dinossauros sempre foi posta em dúvida (...)", e apresenta a "ausência de penas em espécies mais antigas do que o Archaeopteryx" como causa da dúvida. No entanto não é apenas isso. O fato é que quando um fóssil é encontrado e mostra ter sido uma criatura com penas, ele não é um intermediário, pelo contrário, seu sistema já se encontra pronto, se ele voava o seu sistema de voo com penas e tudo o mais estava perfeitamente completo, sem nenhuma parte faltando, seu corpo estava feito para o voo e suas penas já na forma ideal, não havia nada de inacabado nem com sinal de transição.

A mesma coisa se dá com os insetos, seu sistema de voo é encontrado já perfeitamente pronto e acabado, tanto que o que o zoologo Pierre Grasé (evolucionista) afirma: "
estamos no escuro no que diz respeito à origem dos insetos". Lembrando que há a teoria de que dinossauros perseguindo insetos, moscas e besouros voadores começaram a sofrer adaptações como levantar os braços dianteiros na perseguição a moscas e então adquiriram asas, ai gera-se outra pergunta: e os sistema de voo dos insetos?

Levamos ainda em conta que assim como encontramos no registro fóssil tartarugas com 100 milhões de anos (segundo a evolução) idênticas as de hoje, também encontramos penas, inclusive algumas bem mais sofisticadas.


Alan Feduccia, da Universidade de Carolina do Norte é ornitólogo, e opõe-se a teoria da transição dos dinossauros para pássaros, "Bem, tenho estudado durante 25 anos crânios de aves, e não vislumbro qualquer similaridade. Simplesmente não as vejo... A origem terópoda das aves, em minha opinião, será a maior dificuldade da Paleontologia no século XX", diz Feduccia.

As penas são um complexo muito peculiar, e se as aves vieram dos répteis, então as penas devem ter alguma ligação com as escamas, no entanto semelhança alguma existe, tanto que A. H. Brush, professor de Fisiologia e Neurobiologia da Universidade de Connecticut diz que "todas as caracterísitcas [entre penas e escamas], desde a estrutura e organização genética, até o desenvolvimento, morfogênese e organização dos tecidos é diferente". Não existe um único fóssil que mostre a transição das penas de qualquer outra coisa, elas aparecem prontas no registro fóssil, sem falar que nunca foi relatado uma única estrutura epidérmica nos répteis que possa proporcionar a origem das penas.

O provável é que tal descoberta seja assim como o
Archaeopteryx, apenas uma ave com características distintas.
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24 de set. de 2009

Verdades para um mundo assustado

(Esperança)

Quase todo mundo está com medo. Medo de virar a última página da história e ler em grandes letras: fim. Medo de que as previsões dos cientistas, ecologistas e religiosos se concretizem de uma vez. Medo de ver o nosso planeta transformado em cinzas e condenado a girar, para sempre, pelo espaço afora!

Por todos esses temores, faz sentido perder as esperanças? É razoável concluir que Deus não existe e que não há nada além daquilo que podemos ver e tocar?


Jesus sabia que nossa geração seria marcada pelo medo. Ele disse: “Os homens desmaiarão de terror, apreensivos com o que estará sobrevindo ao mundo; e os poderes celestes serão abalados. Então se verá o Filho do homem vindo numa nuvem com poder e grande glória.” Lucas 21:26 e 27.


Os homens estão temerosos diante do que está acontecendo e na expectativa do que vai acontecer. Nunca uma geração esteve tão inquieta, tão ansiosa quanto a nossa. Homens e mulheres estão pulando de teoria para teoria, de especulação para especulação, de culto para culto. Estão tentando encontrar alguma razão para a existência e esperança.


Não temos que viver de um lado para o outro como um barco à deriva num mar de incerteza e medo. Em meio a todo esse desespero, existe um livro muito diferente: a Bíblia! Há certeza e esperança em cada uma de suas páginas! A Palavra de Deus oferece uma saída para o nosso dilema. Ela é cheia de esperança porque revela um Salvador e apresenta a cruz do Calvário no centro de tudo.

A Bíblia tem transformado inimigos em amigos, assassinos em seguidores de Cristo, homens imperfeitos em homens “segundo o coração de Deus”, e homens fracos e vacilantes em defensores destemidos da cruz. Esse é o Livro que vamos estudar juntos. Continue Lendo...



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A nova onda de vampirismo

(Criacionismo)

O livro Crepúsculo (e o filme dele derivado), de Stephenie Meyer (também autora de A Hospedeira), vem fazendo muito sucesso, especialmente entre jovens. Crepúsculo ajudou a reforçar a nova onda de vampirismo que tomou conta das livrarias e cinemas, assim como aconteceu com a bruxaria, alavancada pela série “Harry Potter”. Como ocorre neste exemplo e naquele, muita gente acha que se trata de simples literatura “inocente”. Será? Analisemos brevemente o vampirismo.

A crença em vampiros é muito antiga e em certos lugares, como a Romênia (terra do Drácula), ela sobrevive até hoje. Deriva da noção de que a vida está no sangue e do costume de alguns homens no passado beberem sangue para “renovar a vitalidade”.

O vampiro – ser mitológico, imortal, com dentes proeminentes e que se alimenta do sangue de suas vítimas – é conhecido por vários nomes, como vrykolakes, katakhanoso, upiry, blutsäuger, e outros. Os chineses antigos temiam o Giang shi, demônio que bebia sangue. Os peruanos pré-colombianos acreditavam numa classe de demônios chamados canchus ou pumapmicuc, os quais sugavam o sangue dos jovens adormecidos. Além disso, há quem acredite que a ideia de vampiro supõe o conceito oriental do eterno retorno, segundo o qual ninguém é realmente destruído, mas volta vezes sem fim em reencarnações sucessivas.

Entre os romenos, os vampiros sempre representam o mal. Sua jornada para o “outro mundo” foi interrompida e eles são condenados a vagar entre os vivos por um tempo. Hoje é na Transilvânia que a lenda dos vampiros tem seu apelo mais forte. Na Europa Oriental, diz-se que os vampiros têm dois corações ou duas almas. Uma vez que um desses corações ou uma dessas almas nunca morre, o vampiro permanece um “morto-vivo”. Acredita-se que criminosos, bastardos, feiticeiras, mágicos, pessoas excomungadas, os que nascem com dentes e crianças não batizadas podem se tornar vampiros. Além disso, o sétimo filho de um sétimo filho está condenado a se tornar vampiro, num determinismo pra lá de injusto. Creio que já basta, né?

O livro de Meyer (que é membro da Igreja dos Santos dos Últimos Dias [!]), por mais que pareça “literatura para garotas” (como escreveu uma comentarista), um romance para mero entretenimento, tem a conhecida característica satânica de dourar a pílula para apresentar uma mensagem anticristã como pano de fundo, embrulhada para presente num papel tão bonito que muita gente nem se apercebe da podridão que está dentro do pacote.

Para mim, a história faz pensar no perigo de se brincar com o mal, afinal, a protagonista se apaixona por um vampiro. E aí começa, na cabeça de alguns leitores, o conflito entre sentimento (paixão) e princípios, com a clara mensagem de que vale a pena se arriscar. Mas não vale. Com princípios a gente não negocia. Uma mente pura e dirigida pela Palavra de Deus não tem preço e não é qualquer literatura que deve competir por espaço em nossas agendas tão apertadas. O tempo é precioso, quase tanto quanto o sangue, e livros como os de Meyer são verdadeiros “vampiros” que sugam o tempo que deveria ser devotado a coisas mais edificantes e úteis.

Ellen White escreveu: “A natureza da experiência religiosa de uma pessoa revela-se no caráter dos livros que ela prefere em seus momentos de lazer. ... Indicando o caminho da salvação mediante Cristo, é a Bíblia nosso guia para uma vida mais elevada e melhor. Contém as mais interessantes e instrutivas histórias e biografias que já foram escritas. Aqueles cuja imaginação não foi pervertida pela leitura de ficção, hão de achar a Bíblia o mais interessante dos livros” (Mensagens aos Jovens, p. 273, 274).

Por que será que tantos jovens consideram enfadonha a leitura das Escrituras? Não seria pelo tipo de entretenimento com os quais têm desperdiçado o tempo? Segundo a lenda, se o vampiro mistura seu sangue ao de sua vítima, essa pessoa se torna um “morto-vivo”. Na vida real, pela contemplação de coisas sem valor, pela mistura do sagrado com o profano, muitos cristãos estão parecendo “mortos-vivos” espirituais, distantes do plano que Deus idealizou para eles, uma vez que se encontram mentalmente amortecidos pelo coquetel midiático tão acessível e convidativo de nossos dias.

Então, quer dizer que os cristãos estão proibidos de ler outra coisa que não seja a Bíblia? Não, mas, definitivamente, livros como Crepúsculo deveriam passar longe de nossos olhos. E se você leva sua vida espiritual a sério, basta contrastar esses livros (e filmes, e sites, e músicas...) com Filipenses 4:8. Esse é um bom filtro.

Michelson Borges

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23 de set. de 2009

Os papais nos tornam humanos

(Hypescience)


Quase 95% dos mamíferos machos têm pouca ou nenhuma interação com seus filhotes. Um caso muito diferente é o dos humanos, o que leva alguns cientistas a entenderem que isso faz parte do que nos faz humanos.

A maior parte das pesquisas feitas sobre o assunto concentra no fato que o pai é o provedor e protetor de suas crianças. E enquanto sejam importantes para essas tarefas, eles também podem ser muito importantes para melhorar o desenvolvimento de habilidades psicológicas e emocionais, como a empatia, o controle emocional e a capacidade de ter relacionamentos sociais complexos. Diferente dos outros animais, os humanos precisam de seus pais para muito mais que apenas a concepção.


Se tornando pai


Enquanto outros filhotes de primatas podem viver sozinhos com uma década de vida, os humanos ficam até 20 anos com seus pais, afirma David Geary, da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos. Antropólogos especulam que a vulnerabilidade das crianças humanas faz com que o cuidado de várias pessoas seja necessário – o que faz com que a figura paterna seja mais requisitada. De acordo com Geary, a presença de uma figura paterna ajuda a diminuir as taxas de mortalidade infantil e a melhorar a saúde das crianças.


Ele afirma também que é provável que, com a presença do pai, as crianças passaram a ser mais dependentes e a tornar mais longas suas infâncias. Com mais uma pessoa cuidando delas, as crianças não precisariam crescer com tanta pressa. Pais também têm uma forma diferente de tratar os filhos, afirma Geary: “Eles irritam as crianças, até o ponto que elas não agüentam mais, e depois as acalmam”, diz. Esse comportamento ensinaria as crianças a controlar suas emoções.


Futuro das crianças


Quando os filhos de pais presentes se tornam adultos, têm maior tendência a ter relacionamentos estáveis e se tornarem bons pais. De acordo com a antropóloga Sarah Hrdy, ser criado por mais de uma pessoa faz com que a criança se torne mais sociável e mais emocionalmente segura. Em comunidades tradicionais, avós e tias assumem o papel para cuidar da criança, mas atualmente, em famílias mais nucleares, esse papel é passado para o pai, de acordo com Hrdy.


Geary afirma que quando o relacionamento com o pai não é harmônico ou pouco afetuoso, a insegurança pode fazer com que a criança cresça mais rápido. Meninas têm a primeira menstruação mais cedo e tendem a se envolver em relacionamentos problemáticos, enquanto os garotos se tornam agressivos e sexualmente opressivos.

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10 Incríveis fatos sobre a civilização Maia

(Hypescience)

A civilização Maia se concentrava na América Central e do Sul, e era a única a ter uma linguagem escrita na época pré-colombiana. Os Maias também são conhecidos pela sua arte, arquitetura, matemática e sistema astronômico. Existem várias concepções erradas sobre esta incrível civilização, então confira esta lista para descobrir várias curiosidades sobre os Maias!

10. Alguns Maias ainda vivem na sua região original

Atualmente, mais de sete milhões de Maias vivem nas suas regiões originais, e muitos ainda mantêm muito de sua cultura ancestral. Alguns estão integrados com a cultura dos países onde vivem, mas muitos ainda utilizam a linguagem Maia como idioma principal.

As maiores populações dos Maias modernos habitam os estados mexicanos de Yucatán, Campeche, Quintana Roo, Tabasco e Chiapas. Na América Central, eles costumam ser encontrados em Belize, Guatemala e nas regiões oeste de Honduras e El Salvador.


9. A infância Maia


A civilização Maia desejava características físicas específicas de seus filhos, e faziam intervenções para alcançar este padrão. Quando a criança ainda era pequena, blocos de madeira eram empurrados contra sua testa para que ela ficasse mais achatada. Outra intervenção era feita para deixar as crianças vesgas. Objetos eram balançados na frente de recém-nascidos, até que eles ficassem estrábicos. Outra curiosidade é que os Maias davam os nomes de seus filhos de acordo com o dia em que eles nasciam. Cada dia do ano tinha um nome feminino e um masculino, e esta era uma tradição seguida fielmente pelos pais.


8. As habilidades médicas


A saúde na sociedade Maia era uma mistura entre ciência, religião, mente e corpo. Poucos cidadãos estudavam a medicina a fundo e praticavam feitiçarias, de modo a curar, ver o futuro e controlar eventos naturais. A medicina tinha uma forte relação com a religião, mas as práticas médicas dos Maias eram muito avançadas. Sabe-se que os médicos realizavam suturas com cabelos humanos, cuidavam de fraturas, e até faziam próteses dentárias.


7. Sacrifícios humanos


A tradição Maia sempre teve o costume de realizar sacrifícios de sangue por motivos religiosos e médicos, e muitos Maias ainda realizam este tipo de sacrifícios. Mas não se preocupe, hoje em dia o sangue humano foi substituído pelo de animais para realizar as tradições ritualísticas de seus ancestrais.


6. O uso de analgésicos


Mesmo na época pré-colombiana, o conhecimento médico dos Maias permitia que eles utilizassem plantas como analgésicos. Plantas alucinógenas utilizadas em rituais religiosos eram também usadas com este propósito.


5. Quadras de esportes


O jogo mesoamericano era um esporte com associação com rituais, jogado por até 3 mil anos antes da chegada de Colombo na América. O esporte sofreu várias modificações com o tempo, e uma versão do jogo, chamada de ulama, ainda é jogada em alguns lugares pela população Maia atual. As quadras de esportes eram utilizadas como uma área para rituais religiosos e culturais e para os jogos. A quadra eram feita em formato da letra “I” maiúscula, e o jogo era realizado com uma bola mais ou menos do tamanho de uma bola de vôlei, feita de plástico e bem pesada. A decapitação é muito associada com o jogo, e há especulações que cabeças decepadas e caveiras eram utilizadas como bolas no jogo.


4. Saunas


Uma espécie de sauna era um importante elemento de purificação para os Maias. Essas “saunas” eram construídas com paredes e teto de pedras, com uma pequena abertura no topo. A água entrava por este buraco e entrava em contato com as rochas quentes, produzindo vapor para retirar impurezas do corpo, segundo a crença da civilização.


3. O último Estado Maia


A cidade de Tayasal foi o último reino Maia, e acabou apenas em 1697, quando padres espanhóis entraram em contato com o rei Maia e dominaram a população do local.


2. A vida continua


Ao contrário do que é muito divulgado, os Maias não têm um calendário, e sim vários calendários – e nenhum deles afirma que o mundo vai acabar em 2012. O que ocorre é que a mitologia Maia acredita que o mundo está na sua quarta “criação”. A última criação acabou em 12.19.19.17.19, na linguagem de um de seus calendários, e esta sequência irá se repetir no dia 20 de dezembro de 2012. Esta data será, entretanto, marcada pelo fim de um ciclo e o início de outro, para os Maias, e não o fim do mundo, como o ano novo para a civilização ocidental.


1. Mistério antigo

O fim da civilização Maia ainda é um mistério muito debatido. Durante os séculos 8 e 9, as grandes cidades Maias foram entrando em declínio e depois foram abandonadas, deixando para trás uma arquitetura incrível e sinais da civilização. Algumas teorias acreditam que isso aconteceu devido à superpopulação, invasão de estrangeiros, revoltas da população e até problemas com as rotas usadas para trocas comerciais.

Outras teorias, entretanto, afirmam que o declínio pode ter ocorrido devido a desastres ambientais, como doenças e mudanças climáticas. Existem evidências que a população excedeu a capacidade de seu solo, acabando com o potencial da sua agricultura e caça. Atualmente, alguns estudiosos acreditam que uma seca de mais de dois séculos possa ter acabado com a civilização.


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Marina Silva nega que tenha defendido o criacionismo

Senadora propôs plebiscito sobre o aborto e disse que nunca foi radicalmente contra os transgênicos


SÃO PAULO - Num sinal de que vai trabalhar para se desvencilhar da imagem conservadora nas eleições de 2010, a senadora Marina Silva (PV-AC) negou na segunda-feira, 21, que tenha defendido publicamente o criacionismo, propôs a realização de um plebiscito sobre a descriminalização do aborto e afirmou que nunca teve uma posição radicalmente contrária aos transgênicos. Evangélica, Marina é missionária da Assembleia de Deus e acumula em seu currículo batalhas como o combate à Lei de Biossegurança, que regulamentou o uso de transgênicos, e pesquisas com células-tronco no Brasil.

Apesar de desviar sucessivamente do rótulo de candidata na entrevista, Marina falou durante todo o programa como quem está decidida a concorrer em 2010. E reagiu às sucessivas perguntas sobre temas relacionados à sua religiosidade. "Quando eu fazia campanha para o presidente Lula, eu era escalada para tentar desmistificar a ideia de que ele, se ganhasse, seria contra a família, a igreja. Agora, estou tendo de me explicar porque tenho espiritualidade", queixou-se Marina. "As pessoas terem espiritualidade não significa que sejam obscurantistas."


Marina se viu em meio à polêmica sobre o criacionismo após participar de um seminário sobre o tema, em 2008. Na ocasião, a então ministra teria dito que é favorável a que a versão bíblica sobre a criação do mundo seja ensinada nas escolas ao lado do evolucionismo de Charles Darwin. Ao participar na segunda do programa Roda Viva, da TV Cultura, Marina afirmou que jamais fez essa defesa e disse ter havido um "equívoco". "Colocaram esse debate na minha boca", afirmou.


A senadora disse que foi mal compreendida após ser questionada sobre o fato de escolas adventistas incluírem no currículo o estudo do criacionismo. Ela destacou que, ao falar especificamente dessas instituições, declarou que os jovens poderiam fazer a escolha que julgarem mais sensata. "Eu nunca defendi o criacionismo", continuou a senadora. "Eu acredito em Deus e que Deus criou todas as coisas. Só isso." [...]

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