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29 de jul de 2009

Brasil a caminho da Profecia Bíblica

(Blog Criacionismo)
Texto de Michelson Borges

Na contramão do mundo, o presidente Lula entra no campo religioso longe dos olhos da sociedade brasileira.
Em novembro de 2008, ele foi a Roma e viu o papa. Foram 24 minutos de conversa privada no escritório privativo de Bento 16. "Muito obrigado, presidente, pelo acordo que será assinado hoje", agradeceu o representante de Deus na Terra [sic].

Não era um encontro de estadistas. Era uma reunião do chefe supremo da Igreja com o líder popular da maior nação católica do mundo (125 milhões de fiéis entre 190 milhões de brasileiros). O agradecimento tinha sentido porque o Brasil se rendia a anos de pressão do Vaticano para ampliar a força do ensino religioso nas escolas públicas do ensino fundamental. O papa não conseguiu tornar "obrigatório" o ensino, mas formalizou uma intrusão impensável nas escolas de um país que se diz laico e soberano.

O arcebispo Dominique Mamberti, chanceler das Relações Exteriores do Vaticano, tentou disfarçar: "Não são privilégios porque não se pode chamar de privilégio o reconhecimento de uma realidade social tão importante como é hoje em dia a Igreja Católica no Brasil." Diplomático, o bispo defendeu-se: "O acordo não afeta em nada os cidadãos de outros credos, já que garante o pluralismo religioso, assim como o laicismo saudável." O Brasil não se espantou com a condicionante, talvez por ter padecido muito tempo da "democracia relativa" dos militares, que guarda certa isonomia com o "laicismo saudável" dos padres.

O acordo de 20 artigos parecia inspirado pelos diabólicos atos secretos do Senado brasileiro: estranhamente, não foi discutido previamente com o principal interessado, a sociedade brasileira. "É uma autêntica Concordata com a Santa Sé que, além de ter sido preparada na clandestinidade, sem qualquer aviso ou debate, confronta o espírito da Carta Magna e os fundamentos de um Estado secular", protestou o jornalista Alberto Dines. "Por que o sigilo? Que tipo de pressão o governo sofreu? Como o presidente Lula faz isso sem abrir para a discussão?", perguntou a professora Roseli Fischmann, que coordena há 20 anos o grupo de pesquisa "Discriminação, Preconceito, Estigma" da Universidade de São Paulo (USP). Falando ao portal iG, Fischmann classificou o acordo de "gravíssimo" pelo que representa: "É uma violência à pluralidade de crenças da população, fere a democracia e cria cidadãos de segunda classe – o católico e o não-católico."

Por trás dos sorrisos de Bento e de Lula paira uma nuvem pesada, segundo a professora: "O acordo não contempla a liberdade de consciência. Não querer dar religião para os filhos é o direito da família. Isso não os torna menos cidadãos brasileiros. Ser ateu ou agnóstico é um direito de foro íntimo. É absolutamente estigmatizador e criará a cultura de que não é íntegro quem não teve ensino religioso."

Um dos maiores riscos, segundo a pesquisadora da USP, está no fim do documento, no Art. 18, que reza: "O presente acordo poderá ser complementado". Fischmann traduz a ameaça ali inoculada: "Isso dá espaço para que a Igreja intervenha em questões como o aborto, casamento de pessoas do mesmo sexo, pesquisas com células-tronco, entre outras" [e aqui mora o perigo para outros cristãos não-católicos]. A professora deposita sua fé no Congresso Nacional, que precisa ratificar o acordo quase confessional firmado entre Lula e Bento 16: "Se ele passar no Parlamento, o Brasil dá poder à Igreja e veta a si mesmo. É preciso uma grande movimentação para que os parlamentares compreendam que o acordo contraria a Constituição e volta o Brasil 120 atrás, quando a República separou Igreja e Estado."

O jornal Correio Braziliense mostrou em três edições (12 a 14 de julho) que os temores insinuados em Roma já assombram as escolas brasileiras. Um estudo inédito – "Ensino religioso: qual o pluralismo?" –, financiado pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Comissão de Cidadania e Reprodução, prova que a Igreja já transborda os limites da Lei de Diretrizes e Bases (LDB), que determina como facultativo o ensino da religião e limita suas aulas a alunos do ensino fundamental. Na prática, porém, só metade dos 27 estados brasileiros cumpre a lei, restringindo o ensino religioso às escolas da 1ª à 8ª série, sem incluir a disciplina na carga obrigatória de 800 horas anuais. Oito estados (entre eles RS, PR, BA e DF) estendem as aulas de religião ao ensino médio ou infantil, outros oito (entre eles SP, PE, CE e PA) contabilizam a disciplina na carga obrigatória, desrespeitando o caráter facultativo da lei.

Nota Michelson Borges: Céticos, agnósticos e ateus se exasperam com esse acordo. Mal sabem eles que essa é exatamente a trilha por onde os eventos finais caminham. Já estava tudo bíblica e profetimente previsto. O Estado voltará a dar as mãos à Igreja Romana. Esse acordo com o Brasil é apenas um ensaio disso. Leia o livro O Grande Conflito, escrito há um século. Você terá algumas surpresas...

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28 de jul de 2009

Chegam bem perto da teoria do bombardeamento

(Jornal da Ciência)

Terra sofreu "bombardeio" de cometas

Evento ocorreu há 4 bilhões de anos [sic]

O bombardeio de corpos celestes que castigou a Terra há mais de 4 bilhões de anos não era uma chuva de asteroides, e sim de cometas, indica um novo estudo. O trabalho, que também culpa essa classe de objetos pela formação de crateras na Lua, se baseou na análise de uma formação rochosa antiga da Groenlândia, uma das poucas restantes da época em que a Terra também tinha grandes crateras. O trabalho, publicado na revista "Icarus", é basicamente uma medida de concentração do metal irídio em rochas da ilha. O nível do elemento no solo revela a força dos impactos que a Terra sofria, diz Uffe Jorgensen, do Instituto Niels Bohr, Dinamarca, o líder do estudo. O cientista explica que choques com asteroides deixam uma concentração maior de irídio, apesar de os cometas também carregarem uma certa dose do elemento. Como cometas têm órbitas mais alongadas que asteroides, eles tendem a impactar planetas com mais força, fazendo grande parte do irídio evaporar após o choque. A baixa concentração de irídio nas rochas groenlandesas aponta para o cenário dos cometas.

NOTA: Independente de ser um cometa ou asteróide, o curioso é como os estudos feitos nesse ramo se aproximam da teoria do Bombardeamento defendida pelo geólogo Naor Neves. É como a proximidade que os paleontólogos fazem quando explicam a formação de um fóssil, atribuem a fossilização a um rápido soterramento do animal por água e lama, e chegam bem perto do dilúvio.


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27 de jul de 2009

Briga de titãs

(Correio Brasiliense)

Discussão entre adeptos da teoria da evolução de Darwin e defensores de um criador divino abala até estudantes e professores da área de ciências biológicas.

Por Tatiana Sabadini.

De um lado, a ciência. Do outro, a religião. Duas formas de responder a uma única pergunta: qual é a origem da Terra e da vida? Há 150 anos, Charles Darwin revelava ao mundo que o homem veio do macaco, que os seres vivos fazem parte de um longo processo de evolução natural. O anúncio causou polêmica. Até então, Deus era considerado o responsável pela criação do homem e do universo. Um século e meio depois, o debate entre evolucionismo e criacionismo ainda está presente nos corredores das escolas e universidades de ciências. Uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) mostra que a credibilidade da teoria evolução biológica entre os estudantes universitários ainda é baixa.

Quase mil alunos de ciências biológicas, filosofia, física, geografia, história e química participaram da enquete. Mais da metade (57,3%) ficou em cima do muro. Eles aceitam a evolução biológica, mas acreditam que isso não descarta a existência de um Deus criador, enquanto 8,9% dos entrevistados rejeitaram totalmente a teoria de Darwin e creem apenas versão da Bíblia para a criação. “Existe uma relação óbvia entre a religião dos estudantes e a aceitação do tema. Também descobrimos que, quanto menor o índice de escolaridade dos pais, maior a chance dos seus filhos rejeitarem a evolução biológica”, explica Rogério de Souza, um dos responsáveis pela pesquisa e professor de biologia da UEL.

A concepção de que o homem e o Universo foram criados por Deus é a base do criacionismo. Apesar de aceitar algumas conclusões de Darwin, os criacionistas usam a Bíblia como fonte de indícios para a evolução e tentam ligar o sobrenatural e a ciência. “Nossa linha de pensamento é baseada na aceitação da existência de planejamento, projeto, desígnio e propósito na natureza”, afirma Ruy Carlos de Camargo Vieira, presidente da Sociedade Brasileira Criacionista, com sede em Brasília.

Torcidas

Para a professora de biologia da Universidade de Brasília Rosana Tidon, que nesta terça-feira ministra uma palestra na instituição sobre o tema, não é possível conciliar criacionismo com evolucionismo. “É como torcer contra e a favor do Flamengo ao mesmo tempo. Os criacionistas acreditam que a criação ocorreu 6 mil anos atrás e que não houve desenvolvimento profundo entre as espécies. Os evolucionistas não aceitam a teoria da criação, porque sabem que os seres vivos têm ancestrais comuns.”

Ela acredita que alunos e até professores de ciências religiosos, em algum momentos, enfrentam um conflito na profissão. O fato de acreditar em Deus, no entanto, não faz do cientista um criacionista. “É possível conciliar ciência com religião, desde que uma parte não prejudique a outra. Se tem um Deus ou não por trás de tudo isso, a ciência não tem como comprovar. Ao mesmo tempo, um biólogo não pode negar a teoria de Darwin”, explica.

Conciliação

Criacionista, jornalista e autor do blog Criacionismo.com.br, Michelson Borges garante que o criacionismo não está baseado apenas na religião, mas também na ciência experimental. “Reconhecemos a Bíblia como fonte de princípios morais e de respostas satisfatórias para as perguntas fundamentais da humanidade, mas também temos estudos de biólogos criacionistas que pesquisam com outro ponto de vista”, diz. O relato bíblico é considerado fonte para essas pesquisas científicas. Segundo ele, ao contrário da concepção criacionista, o evolucionismo está baseado no fato de que a vida é resultado de causas puramente naturais. “Defendemos a ideia de propósito e planejamento, explicar a vida como resultado da ação criadora de um Deus que ainda hoje se relaciona com o ápice de sua criação: o ser humano.”

Afinal, o mundo surgiu do acaso ou do planejamento? O debate é complexo e está longe do fim. Segundo os professores de biologia, para conciliar melhor a questão da fé e da ciência é preciso investir na educação. “Falta formação nas universidades, e os jovens só começam a aprender sobre evolução biológica no final do ensino médio e de forma sucinta”, afirma Rosana Tidon.

Para Rogério de Souza, as aulas de ciência não oferecem respostas às dúvidas existenciais dos alunos, nem dá suporte suficiente para a teoria evolucionista. “Muitos acreditam que, ao aceitar a evolução biológica, terão que abdicar que uma crença divina e não é assim. Temos que nos cercar dos dados científicos da evolução biológica, chamando a atenção para os problemas que ainda precisam ser compreendidos. Ou seja, devemos dar aos nossos estudantes a chance de tirarem as suas próprias conclusões”, sugere o professor.

NOTA: O Michelson Borges é Jornalista da Casa Publicadora Brasileira, e já em seu blog quando comenta sobre a entrevista dada a jornalista Tatiana Sabadini, ele diz que o debate realmente vigora e que os meios de comunicação estão cada vez mais procurando os criacionistas para dar razões de suas convivções e fé. Temos ainda interessados em divulgar - e boa parte das vezes com imparcialidade - os dois lados que permeiam a mente dos estudantes. Mas também já podemos ver sérios problemas que poderam atingir até mesmo a liberdade de pensar de futuros estudantes. Rosana Tidon chegou a observar a falta de formação no tocante a teoria evolucionista já desde o ensino médio, e Rogério de Souza foi sincéro em afirmar que as aulas de ciências não respondem sobre a questão existencial, e também acredita ser necessário melhor suporte para a teoria da evolução nas salas de aula, mas tomara que o Rogério seja imparcial quando diz: "devemos dar aos nossos estudantes a chance de tirarem as suas próprias conclusões". Seria interessante se os alunos tivessem a seu dispor nas salas de aula a teoria criacionista, assim, eles poderiam melhor tirar suas próprias conclusões. Pois decidir sobre evolução e Criação quando só se estuda evolução, é puxar muita à sardinha.

Para ler a entrevista do Michelson Clique aqui.
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26 de jul de 2009

Aproveitando o momento

(Diário da Saúde)

Felicidade: o foco deve estar nas pequenas questões diárias

Emoções positivas

As pessoas que experimentam momentos frequentes de emoções positivas têm maior satisfação com a vida ao aumentar sua resiliência, a capacidade de se recuperar dos problemas e desafios encontrados no dia-a-dia. O estudo Desembrulhando a Felicidade: Emoções Positivas Aumentam a Satisfação com a Vida Gerando Resiliência, publicado no jornal de psicologia Emotion, foi conduzido por cientistas da Universidade da Carolina do Norte (EUA).

Felicidade como objetivo

O estudo demonstra que, se a felicidade é o grande objetivo da vida de alguém, a melhor estratégia é investir em pequenos momentos diários de bem-estar e cultivar emoções positivas.
"Esses pequenos momentos reforçam as emoções positivas e ajudam a pessoa a se manter mais aberta. Essa abertura então nos ajuda a elaborar recursos que nos permitem sair melhor e mais rapidamente da adversidade e do estresse, nos livrar da depressão e continuar crescendo como pessoa," diz Barbara Fredrickson, coordenadora da pesquisa.

Relatórios de emoção

Na pesquisa, em vez de responder questões diretas sobre as emoções passadas, os voluntários elaboraram "relatórios de emoção" diários. "Esses relatórios diários nos ajudaram a coletar os sentimentos de forma mais precisa e nos permitiram capturar os altos e baixos das emoções," diz a psicóloga. Segundo a pesquisadora, uma dieta diária de emoções positivas não exige a eliminação completa das emoções negativas. O estudo ajuda a entender que, para sermos felizes, não é necessário nos isolarmos dos aspectos normais do dia-a-dia. "Os níveis de emoções positivas que produziram benefícios não são extremos. Participantes com níveis médios e estáveis de emoções positivas demonstraram aumento na resiliência mesmo quando seus dias incluíam emoções negativas," diz Barbara.

Bem-estar do presente

A pesquisadora sugere que as pessoas foquem nos "micromomentos", que podem ajudar a liberar uma emoção positiva aqui e outra ali. "Muitas vezes estamos tão travados pensando sobre o futuro e sobre o passado que ficamos cegos para o bem-estar no qual estamos imersos agora, seja ele a beleza do lado de fora da janela, seja as coisas boas que as pessoas estão fazendo por nós," diz ela. O melhor enfoque para alcançar uma quantidade maior de momentos positivos é ficar aberto e flexível, além de se tornar capaz de apreciar o lado bom das circunstâncias diárias, por menores que sejam. Em vez apostar em coisas do tipo "Serei feliz quando me casar," ou "Serei feliz quando tiver dinheiro 'suficiente'," o mais eficaz é focalizar as pequenas questões, que acontecem diariamente, enquanto grandes questões, como casar-se ou ficar rico, acontecem muito menos frequentemente, quando acontecem.
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24 de jul de 2009

Hollywood ajuda a propagar o último engano

Texto Postado por Michelson Borges
(Blog Criacionista)

Há muito tempo, o inimigo de Deus, o anjo caído conhecido como Satanás, vem semeando o engano neste planeta. Começou no Éden, afirmando que o ser humano poderia ser como Deus e que, mesmo que se rebelasse, como ele, Lúcifer, fez no Céu, não colheria o resultado desse afastamento do plano do Criador (Gn 3:4, 5). Mas as consequências da rebelião podem ser vistas em cada canto deste planeta e logo Deus dará um basta a tudo isso. De lá para cá, a mentira básica – “certamente não morrereis” e “sereis como Deus” – apenas se sofisticou, adaptando-se às diversas mentalidades, amoldando-se aos padrões de épocas sucessivas, encaixando-se na maneira de pensar dos seres humanos ao longo dos séculos.

Para os mais politizados e distanciados de Deus, inspirou doutrinas políticas utópicas segundo as quais o homem (ou “super-homem”, como queriam) resolveria os problemas da humanidade por via revolucionária. Frustração. Para os mais espiritualizados, alimentou a crença de que, independentemente do que seja feito com as poucas décadas que temos de existência, a vida continua no “além”. Afinal, a alma não é imortal? Vai-se para o Céu imediatamente, ou se reencarna, ou, na pior das hipóteses, acaba-se no inferno. Mas não há morte definitiva. Pior: para os crentes no “inferno eterno” em que “almas eternas” ardem sem ser destruídas, num tipo de milagre macabro de manutenção da vida – sim, porque só Deus tem vida em Si mesmo e a concede às criaturas –, Deus é apresentado como o maior tirano do Universo, capaz de sentenciar alguém à danação eterna por pecados cometidos no curto intervalo de uma vida. Das duas uma (e em ambas o inimigo sai ganhando): ou a pessoa fica do lado de Deus por medo ou se afasta completamente dEle, por considerá-Lo injusto ou irreal. Bem, há também aqueles que aparentemente nada têm que ver com doutrinas políticas ou crenças espirituais, mas inconscientemente sofrem do mesmo "otimismo ateu". Para esses, o ser humano está destinado a evoluir e, se as condições planetárias permitirem, se aprimorar mais e mais.

“Sereis como Deus” (social, espiritual ou fisicamente) é a mentira básica. E há muita gente inocente, boa e sincera sendo envolvida por essa onda contagiante que hoje conta com o poderoso marketing das superproduções de Hollywood, capazes de “pregar” para as massas com uma eficácia capaz de causar inveja ao maior dos pregadores. Um dos mais recentes filmes que se encaixa perfeitamente nessa descrição tem como título "Presságio" ("Knowing", em inglês), com o famoso astro Nicolas Cage. A produção faz parte da nova onda de “filmes apocalípticos” que têm invadido as salas de cinema e os lares em todo o mundo. Agora note os paralelos de "Presságio" com outros equívocos doutrinários disseminados pelo inimigo com o mesmo e velho propósito de ofuscar a verdade:

1. No filme, crianças começam a ouvir “línguas estranhas” e passam a agir como “profetas”, prenunciando tragédias em número crescente.

2. O pai de uma dessas crianças, cético e cientista do MIT, descobre uma profecia numérica cifrada e escrita 50 anos antes por outra criança. Quando a decifra, ele começa a crer em tudo, como uma espécie de novo convertido.

3. Sobre as pessoas que morrem antes da realização da última profecia, é dito que “ficarão bem”.

4. O personagem de Cage descobre que uma tempestade solar incinerará a Terra e procura salvar o filho.

5. Finalmente, descobre-se que os homens misteriosos que estavam enviando as mensagens aos “profetas” e que davam pistas para salvar essas pessoas, são, na verdade, extraterrestres.

6. No momento da ascensão para a nave claramente inspirada no mecanismo de rodas mencionado pelo profeta Ezequiel (Ez 1:15-18), os “anjos” extraterrestres até exibem asas de luz.

7. Os escolhidos – as pessoas que eram capazes de ouvir a “língua estranha” – são arrebatados em naves espaciais. Os demais são deixados para trás.

8. Enquanto bilhões de seres humanos são queimados pelas labaredas solares, uma parte da humanidade aterrissa num planeta idílico e corre com roupas brancas em direção a uma... árvore cintilante! (Ap 22:1, 2).

Sei que você vai dizer que já viu esse filme antes. Não é déjà vu. Se conhece alguma coisa da Bíblia e a crença de grande parte dos evangélicos (especialmente pentecostais), você já viu/ouviu, sim, algo parecido. A diferença é que, no filme, Deus é excluído, as causas da destruição pelo fogo são “naturais” não associadas à volta de Jesus, e a “salvação” vem dos ETs e não do Criador. O resto está tudo lá, como numa paródia ateia dos livros da série “Deixados Para Trás”: arrebatamento, profecias, catástrofes e multidões deixadas para trás enquanto alguns vão para a “glória”. O que se nota é que as opções vão se afunilando engenhosamente orquestradas pela mente astuta daquele que as originou e agora as alinhava. Arrebatamento sem volta de Jesus, aquecimento do Sol como fenômeno natural, salvamento feito por extraterrestres, vida eterna sem o Doador da vida. Chega o tempo em que tanto faz se você crê ou não. Ou será “salvo” da destruição por extraterrestres ou cairá no último engano de Lúcifer: a simulação da vinda de Jesus. A menos que perceba que tudo isso não se trata de teorias conspiratórias e que são coincidências demais para serem apenas isso, coincidências. Mesmo os ditos céticos (como o astrofísico do filme) não estão imunes ao engano. Quando surgir em algum lugar uma nave espacial com seres luminosos, que pensarão aqueles que dizem ter "mente científica"? Dirão, mais uma vez, que contra fatos não há argumentos? Se Carl Sagan estivesse vivo, seria o primeiro a saudar os visitantes de "outro mundo", nesse contato imediato.
Note que a Bíblia é bem clara: Jesus voltará visivelmente (Ap 1:7), como Ele mesmo prometeu em João 14:1-3 e em centenas de outros textos; não pisará na Terra novamente e levará (arrebatará) para o Céu aqueles que estiverem vivos por ocasião de Sua vinda (1Ts 4:17), ressuscitará os mortos que aceitaram o oferecimento da salvação (1Ts 4:16) para que se unam ao grupo dos vivos e subam juntos ao Céu. Aí, sim, começará de fato a vida eterna. Nada se fala de inferno eterno, alma imortal ou reencarnação.

O inimigo sabe que pouco tempo lhe resta, por isso está intensificando sua campanha de marketing mentirosa. De que lado você quer estar: com aqueles que acreditam em propaganda enganosa ou com os que seguem a Verdade, custe o que custar?

Michelson Borges

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23 de jul de 2009

O Fim de um Estado Laico

Texto Postado por Michelson Borges
(Blog Criacionista)

Tramita na Câmara dos Deputados um acordo entre o Brasil e a Santa Sé, órgão máximo da Igreja Católica. Este acordo, chamado de Concordata, institui diversos privilégios para a Igreja Católica. Opa! Apenas para a Igreja Católica? Sim, isso mesmo, apenas para a Igreja Católica. Antes de entrarmos em maiores questões, vamos lembrar o parágrafo primeiro do artigo 19 da nossa constituição: “É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público;”

Assim sendo, chegamos à primeira e óbvia conclusão: O acordo é inconstitucional. Agora, podemos e devemos analisar outros pontos: O presidente Lula assinou este acordo, com o Papa Bento XVI, no final do ano passado, e curiosamente às escondidas. Não comunicou nem o Legislativo. Por quê? Além da assinatura de Lula, o acordo ainda precisa ser aprovado na Câmara dos Deputados e, vejam só, os deputados aprovaram que a votação fosse em caráter de urgência. Por que a pressa? Será que para não ter muita discussão sobre o assunto? Quer mais uma curiosa situação? A imprensa não tem noticiado praticamente nada a respeito disto. Será que é algo sem importância? Então, vejamos um pouco as conseqüências da “dita” concordata:

1- A assinatura de uma concordata implica o compromisso do Estado de fornecer à Igreja Católica determinados privilégios legais e financeiros para sempre, a menos que a Igreja concorde em abrir mão deles. Leis e até constituições podem ser mudadas pelo Legislativo da Nação, mas concordatas nao podem ser alteradas nem revogadas sem consentimento da Santa Sé. Uma vez assinadas, elas pairam acima de qualquer controle democrático do País.

2- O acordo institui privilégios de diversas naturezas à Igreja Católica, apenas à Igreja Católica, naturalmente. Por exemplo: O não-cumprimento das normas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para com os funcionários que trabalham sob sua hierarquia; auxílio do Estado para a conservação do patrimônio católico; ensino religioso nas escolas públicas, etc. E peço uma atenção para este último, pois mesmo que o texto se refira ao “ensino religioso católico e de outras religiões” não é difícil imaginar o que acontecerá: as demais religiões, as minorias religiosas, especialmente as de matriz africana, as diversas faces do protestantismo e tantas outras manifestações religiosas do Brasil ficarão fora. Isso é o primeiro passo para que o catolicismo volte à condição de religião oficial novamente, com o Estado financiando a doutrinação católica de milhões de crianças brasileiras.

Onde está o respeito ao povo brasileiro? Onde está o respeito às outras religiões de nosso País? Onde está a transparência do presidente ao assinar algo tão impactante na vida da população brasileira? Onde está a imparcialidade dos grandes órgãos de imprensa? Tudo bem, não precisam responder. Estamos cansados de saber. A verdade é que todos, até mesmo católicos, temos que nos posicionar contrários a essas medidas. Pois elas, além de desrespeitosas, de colocarem um nariz redondo e vermelho em todos nós, são inconstitucionais e vão contra a liberdade religiosa. E lembro aqui que a falta de liberdade religiosa é responsável, segundo a ONU, por 75% dos conflitos bélicos no mundo. Agora, para encerrar definitivamente, analisemos um dos fundamentos expostos na Concordata: reconhecimento, das relações históricas entre a Igreja Católica e o Brasil e suas respectivas responsabilidades a serviço da sociedade e do bem integral da pessoa humana. Ah, por que não falou antes? Estou certo que estão se referindo ao tempo em que a igreja (católica) dizia que os negros não tinham alma, validando assim a escravidão, validando assim o verdadeiro Holocausto brasileiro. Aprovar a Concordata será um lastimável retrocesso na luta histórica pelo Estado Laico no Brasil.

(Ricardo Barreira é presidente do Instituto Umbanda Fest)

Nota: Barreira está coberto de razão, mas, por ser umbandista, não deve conhecer a profecia bíblica que anuncia a supremacia católica e a crescente supressão da liberdade religiosa. Aproveitemos o tempo de liberdade de que ainda dispomos para falar, escrever e anunciar a verdade bíblica, a fim de que as pessoas, usando de seu livre-arbítrio e agindo de acordo com os ditames de sua consciência (e não pelas imposições desse ou daquele líder político ou religioso) tomem sua decisão.[MB]

(Michelson Borges)
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22 de jul de 2009

Exercício físico diminui perda de habilidades mentais

(Hypesciense)

Estudo mostra os benefícios do exercício na diminuição da perda de habilidades cognitivas em idosos. Quando o assunto é aperfeiçoar as habilidades mentais, nunca é tarde demais para começar a se exercitar.

Em um novo estudo, idosos sedentários que começaram novos programas de exercício diminuíram seu índice de declínio cognitivo, especialmente no que diz respeito à habilidade de processar informações complexas rapidamente. “Mesmo que você tenha parado de se exercitar, retome suas atividades,” afirma a pesquisadora Deborah E. Barnes, PhD, mestre em saúde pública, da Universidade de Califórnia, em San Francisco, EUA. “A pior coisa é ficar sedentário”.
Outros estudos já mostraram que adultos mais velhos que são fisicamente ativos vivenciam um declínio mais lento nas capacidades mentais, variando da recordação ao raciocínio, do que seus semelhantes sedentários. Mas a maioria das pessoas, especialmente adultos mais velhos, não segue um padrão de exercício consistente ao longo dos anos, afirma Barnes. “Eles adoecem, ou tem compromissos com o trabalho, e param com os exercícios.” Para determinar o impacto das mudanças do nível de atividade física no índice de declínio cognitivo, Barnes e seus colegas acompanharam mais de 3.000 pessoas, de 70 a 79 anos de idade, por sete anos. Do total, 21% dos participantes era consistentemente sedentários, 12% manteve seus níveis de atividades, 26% teve níveis reduzidos, e 41% teve níveis maiores ou flutuantes de atividades. Os pesquisadores descobriram que pessoas que eram consistentemente sedentárias tinham as piores capacidades mentais. Em um teste padrão que mede a função cognitiva geral, inclusive a memória, atenção e resolução de problemas, “eles atingiam os piores níveis no começo e tinham o declínio cognitivo mais rápido,” segundo Barnes.

Não surpreendentemente, pessoas cujos níveis de exercícios diminuíram consistentemente ao longo do período de sete anos também não iam bem no teste. Seu índice de declínio cognitivo era mais rápido que aquele das pessoas que tinham níveis de atividades estáveis, crescentes ou flutuantes. “Pessoas sedentárias deveriam se envolver em atividades físicas ao menos ocasionalmente”, Barnes aconselha. “Pessoas que são ativas devem manter-se ou aumentar seus níveis de atividades.” As descobertas foram apresentadas na Conferência Internacional sobre Doença de Alzheimer 2009 da Associação de Alzheimer.

Um segundo estudo mostra que exercícios podem ajudar a estender a vida das pessoas com doença de Alzheimer. Estudos mostram que atividade física pode proteger contra o desenvolvimento da doença de Alzheimer, afirma Nikolaos Scarmeas, doutor em medicina da Universidade de Columbia em Nova York, EUA. “Mas e depois que você tem a doença de Alzheimer? Isso afeta o prognóstico?”, ele pergunta. Para descobrir, Scarmear e seus colegas acompanharam mais de 500 pessoas com doença de Alzheimer de três a quatro anos.

Comparados aos pacientes com Alzheimer que não se exercitavam nunca, aqueles que eram fisicamente ativos tinham de 44 a 59% menos chances de morrerem durante o período do estudo. “Mesmo uma pequena quantidade de atividade física – 30 minutos de exercício moderado, como pedalar, por semana – era associado a um risco menor de morrer,” afirma Scarmeas. Ronald Petersen, PhD, doutor em medicina, professor de neurologia da Clínica Mayo em Rochester, Minnesota, EUA e presidente do Conselho Consultivo Médico & Científico da Associação de Alzheimer afirma que ambos estudos confirmam grandes benefícios dos exercícios para o cérebro. “Nós recomendamos que uma pessoa idosa ou aqueles com doença de Alzheimer permaneçam fisicamente e mentalmente ativos,” comenta Petersen. “É um pequeno investimento para um ganho potencialmente alto.”

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21 de jul de 2009

Evidências de Planejamento nas Formigas

(BBC Brasil)

Formigas ‘conversam’ no formigueiro, diz estudo

Uma pesquisa das universidades de Oxford (Grã-Bretanha) e de Turim (Itália) mostrou que formigas costumam conversar entre elas, em seus formigueiros.

Segundo os pesquisadores, as rainhas emitem sons característicos dentro do formigueiro que produzem reações das operárias, o que reforça o status social da rainha, de acordo com o artigo publicado na revista Science. De acordo com um dos pesquisadores, Jeremy Thomas, da Universidade de Oxford, o progresso da tecnologia permitiu a gravação dos sons das formigas nos formigueiros e a execução destas gravações sem que as formigas ficassem assustadas. Ao colocar miniaturas de alto-falantes no formigueiro, especialmente fabricados para a pesquisa, e reproduzir os sons feitos por uma rainha, os pesquisadores conseguiram fazer com que as formigas ficassem em estado de atenção.

"Quando tocamos os sons da rainha elas apresentaram o comportamento ‘em guarda'. Elas ficavam imóveis com suas antenas estendidas e suas mandíbulas separadas por horas - se alguma coisa se aproximasse elas atacariam", disse.

Infiltrados

Apesar de ter uma sociedade muito bem defendida pelas operárias, as formigas também podem sofrer com infiltrados, segundo a pesquisa conduzida pelas universidades de Turim, Oxford e pelo Centro de Ecologia e Hidrologia de Oxfordshire. Sons produzidos pela larva da borboleta europeia Maculinea rebeli, por exemplo, imitam os sons produzidos por formigas adultas, particularmente pela rainha do formigueiro. "Pesquisas anteriores mostraram que parasitas sociais como estas larvas secretavam elementos químicos e usavam outras habilidades para conseguir se infiltrar em formigueiros", afirmou Francesca Barbero, pesquisadora da Universidade de Turim. "Nosso novo trabalho mostra que o papel do som na troca de informações dentro de formigueiros foi muito subestimado e que a imitação do som fornece outra forma de infiltração para 10 mil espécies de parasitas sociais que exploram as sociedades de formigas." Os pesquisadores usaram gravações de sons emitidos pelas larvas nos formigueiros hospedeiros. Os resultados demonstraram que, depois que a larva foi aceita no formigueiro por meio da liberação de elementos químicos que imitavam os liberados por formigas, a imitação de sons de uma formiga adulta permite com que a larva avance socialmente. "Nossas experiências mostraram que, em resposta aos sons emitidos pelas larvas, as formigas operárias protegiam elas de uma forma parecida com que protegiam suas rainhas", disse Karsten Schönrogge, do Centro de Ecologia e Hidrologia de Oxfordshire.

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Três novas espécies de dinossauros são descobertas na Austrália

(BBC Brasil)

Paleontólogos australianos anunciaram a descoberta de três espécies de dinossauros cujos fósseis foram escavados na chamada formação Winton, uma região rochosa do período Cretáceo localizada no Estado de Queensland, nordeste do país.

Uma das espécies, o carnívoro Australovenator wintonensis, foi descrita como um predador com três garras penetrantes em cada pata, maior e mais temeroso que o Velociraptor retratado no filme Jurassic Park. Leve e ágil, este caçador era capaz de perseguir e alcançar facilmente sua presa em um terreno aberto, disseram os cientistas. As outras duas espécies eram herbívoras: o Witonotitan wattsi era um animal magro e alto, semelhante a uma girafa, enquanto o Diamantinasaurus matildae tinha formas mais corpulentas, como um hipopótamo. Ambos eram titanossauros, as criaturas mais pesadas que já viveram na Terra. Batizados em referência aos titãs da mitologia grega, foram um dos últimos saurópodes do período Cretáceo, cerca de 100 milhões de anos atrás [sic].

Importância

Detalhes da descoberta foram publicados na revista científica de acesso aberto PLOS One por uma equipe de pesquisadores liderada pelo curador de Geociências do Museu de Queensland, Scott Hocknull, e colegas do Museu de História Natural da Austrália. Os novos dinossauros foram apelidados pelos cientistas através de referências à canção Waltzing Matilda, uma espécie de ‘hino’ do folclore australiano, composta no final do século 19 pelo compositor Banjo Patterson na cidade de Winton. Banjo (o Australovenator) e Matilda (o Diamantinasaurus) – possivelmente predador e presa – foram encontrados juntos em um lago de 98 milhões de anos, [sic] afirmaram os cientistas. O Witonotitan foi apelidado de Clancy.

As novas espécies ficarão no Museu da Era dos Dinossauros Australiana, em Winton, que começará a ser construído nesta sexta-feira em Queensland, com expectativa de término em 2015. Segundo as autoridades australianas, a formação Winton já rendeu mais fósseis de dinossauros que o resto do país.

(Ao lado, imagens dos ossos fósseis encontrados)

“O histórico de dinossauros da Austrália é excepcionalmente pobre comparado ao de outros continentes com tamanhos similares”, escreveram os autores. “Uma melhor compreensão da história dos dinossauros na Austrália é crucial para entender a geografia paleontológica global do grupo dos dinossauros, incluindo de grupos que anteriormente se considerava terem origem em Gondwana (o supercontinente do hemisfério sul formado pela separação da Pangea), como os titanossauros e os carcarodontossauros.”

A imprensa australiana disse que o anúncio recoloca o país no mapa das descobertas de grandes dinossauros pela primeira vez desde 1981, ano em que foi anunciado o Muttaburrasaurus, um grande herbívoro quadrúpede capaz de se apoiar nas duas patas traseiras.

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20 de jul de 2009

Ruy Barbosa e o Ladrão de Patos


Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Chegando lá, constatou um ladrão tentando levar seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe:

"Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito e umbrais da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, juro pelos tacões metabólicos dos meus calçados que dar-te-ei tamanha bordada com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga craniana atingindo a tua massa encefálica, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência de uma hemácia que o vulgo denomina nada, cujo nome científico é cadáver!"

E o ladrão, confuso, diz: "Dotô, como é eu levo ou deixo os pato?"
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Dinossauro com garras de foice é descoberto


(Hypesciense)

Um grupo de cientistas de várias instituições divulgaram esta semana a descoberta de um novo dinossauro gigante no estado de Utah, EUA: Nothronychus graffami, que possuía quase 3,80m de altura e garras de cerca de 23cm nas patas, parecidas com foices. Seu esqueleto, descrito na edição mais recente da Proceedings of the Royal Society B, representa os restos mais completos de um Therizinossauro, que significa “lagarto foice”. É um dos três dinossauros do gênero encontrados na América do Norte. O autor principal, Lindsay Zanno, contou ao Discovery News que therizinossauros, incluindo a nova espécie de Utah, “são atípicos pois possuem cabeças pequenas com um bico queratinoso na frente de suas bocas – o mesmo material dos bicos das aves modernas – e pequenos dentes em forma de folha.”

Além de uma barriga proporcionalmente grande demais, também possuem garras enormes, pernas pequenas, cauda e patas com quatro dedos. Tais características sugerem que o dinossauro fosse um onívoro que consumia mais plantas que caça. O co-autor David Gillette, curador de paleontologia do Museu do Norte do Arizona, contou ao Discovery News que as garras encontradas no Nothronychus graffami eram provavelmente usadas para “atacar ninhos de cupins, remexer em fundos de lagos ou poços como um ganso ou alce, e colocar folhas em sua boca de um manguezal assim como um bicho-preguiça.” O novo dinossauro de Utah sugere então que “predadores icônicos como o Velociráptor, um dos vilões do filme ‘Jurassic Park’ – podem ter evoluído [sic] de ancestrais menos ameaçadores, comedores de plantas,” de acordo com os cientistas. E que talvez alguns dinossauros tenham sido primeiramente carnívoros que evoluíram a onívoros ou herbívoros, para posteriormente voltarem a comerem carne.

Paleontólogos não tem certeza porque algumas linhagens de dinossauros teriam mudado de dieta dessa maneira. Zanno afirma que “em outras palavras, eles teriam sido capazes de encontrar um novo jeito de viver no ecossistema e novos recursos para explorar que os deram uma vantagem e os permitiram diversificar de novas formas.” Além dessa revelação alimentar, a nova espécie de Utah é importante também por causa do local onde foi encontrada: em sedimentos marinhos que estariam de 96 a 160 kms da costa mais próxima. O mar antigo é agora parte de um deserto. Merle Graffam, um membro da equipe de escavação, encontrou o dinossauro enquanto procurava por animais marítimos. O dinossauro foi nomeado em sua homenagem.

NOTA: O fato de que o dinossauro foi encontrado distante da costa marítima em meio a sedimentos marinhos se encaixa no evento Bíblico do Dilúvio.
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19 de jul de 2009

Boa definição ufanista de darwinismo

Texto postado por Michelson Borges.
(Blog Criacionista)

A revista Ciência Hoje deste mês traz a matéria de capa "Darwin e a evolução - Uma teoria que mudou o mundo". O editorial apresenta, em minha opinião, uma das melhores definições do que é darwinismo: "Há 150 anos, era publicado um livro que mudaria radicalmente nossa concepção da natureza. A Origem das Espécies, do naturalista inglês Charles Darwin, propunha uma teoria avassaladora: a de que existiria um parentesco evolutivo entre todos os seres vivos, mostrando que os humanos e os macacos descendem de um ancestral comum.

"Dessa forma, Darwin rompia com o dogmatismo religioso que concebe a nossa espécie como fruto da criação divina. Com sua teoria, ele atribuía um novo significado para o ser humano: o produto de um processo natural responsável por toda a diversidade biológica existente.

"Mais e de um século e meio depois, a obra de Darwin se mantém atual e poderosa: ela sobreviveu a todos os testes a que foi submetida desde sua origem. Com a incorporação dos conhecimentos advindos da genética, ela atingiu sua maioridade e mostrou-se capaz de contestar as teorias criacionista e de desenho inteligente, limitando-as a alternativas que não estão à altura do evolucionismo por terem argumentos religiosos e não científicos."

Nota: Assim que tiver um tempinho, vou ler as matérias e comentar aqui. Mas alguns pontos se sobressaem logo de cara ao ler esse editorial ufanista: (1) a revista insiste na tese nunca empiricamente demonstrada de que TODOS os seres vivos descendem de um mesmo e desconhecido ancestral (macroevolução), extrapolando os dados observacionais que dizem respeito apenas à diversificação de baixo nível (microevolução); (2) tenta colocar Darwin como o herói que suplantou o "dogma" da Criação, como se essa doutrina bíblica basilar se tratasse de simples dogma religioso e não houvesse evidências de design inteligente na natureza; (3) afirma que o ser humano é "o produto de um processo natural responsável por toda a diversidade biológica existente", deixando claro que o evolucionismo teísta é darwinisticamente insustentável, uma vez que o darwinismo é puramente naturalista; assim, ou a pessoa é darwinista e exclui Deus de todo o processo, ou é criacionista e crê na criação sobrenatural dos primeiros tipos básicos de vida (afinal, vida só provém de vida - Pasteur) que, desde então, passaram por processos mais ou menos limitados de diversificação; (4) o texto afirma também que mais de um século e meio depois a obra de Darwin se mantém "atual e poderosa", ignorando completamente o crescente número de cientistas (não apenas criacionistas ou do design inteligente) que têm aderido à lista Dissent from Darwinism; (5) o texto ignora também o fato de que os avanços em genética e biologia molecular, na verdade, ajudaram a abrir uma caixa preta inconveniente para o darwinismo, uma vez que se provou ser a vida, mesmo a de uma "simples" célula, muito mais complexa do que se supunha no tempo de Darwin; tanto é assim, que alguns cientistas evolucionistas têm proposto a origem extraterrestre da vida, já que estão percebendo que nem em três bilhões ou mais de anos a geração espontânea da vida seria possível aqui na Terra; (6) num típico argumento darwinista evasivo, o editorial da conceituada revista polariza a questão como sendo um debate entre ciência (darwinismo) e religião (criacionismo/design inteligente); mas não é assim. Os teóricos do design inteligente nem sequer se referem a livros de tradição religiosa ou a Deus, apenas demonstram que existem evidências de teleologia (projeto) na natureza e não mero acaso cego. É fácil jogar para baixo do tapete os desafios científicos afirmando que o assunto não pode ser debatido por se tratar de ciência versus religião. Bem, já dá para imaginar o que vem nas matérias que vou ler...[MB]

(Michelson Borges)
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18 de jul de 2009

A verdade é o objetivo de alguns, mas a maioria prefere as próprias ideias

(Diário da Saúde)

Filtramos o que queremos ver e ouvir

Nós nadamos em um mar de informações, mas filtramos a maioria daquilo que nós queremos ver e ouvir. Uma nova análise de dados de dezenas de pesquisas lança novas luzes sobre como nós selecionamos o que queremos e o que não queremos ouvir. O estudo descobriu que, embora as pessoas tendam a evitar informações que contradizem aquilo que elas já pensam ou acreditam, certos fatores podem levá-las a procurar, ou ao menos considerar, outros pontos de vista. A análise, publicada no exemplar deste mês do Psychological Bulletin, e feita por pesquisadores das universidades de Illinois e da Flórida, incluiu dados de 91 pesquisas envolvendo quase 8.000 pessoas.

Verdade versus comodidade

O estudo resolve um longo debate sobre se as pessoas evitam ativamente informações que contradizem o que elas acreditam, ou se elas são simplesmente mais expostas a ideias que se conformam à suas próprias porque elas tendem a se cercar de pessoas que pensam igual a ela.
"Nós queríamos ver exatamente em que medida as pessoas estão tentando procurar a verdade versus ficar confortavelmente com aquilo que já pensam," diz a psicóloga Dolores Albarracín, que coordenou o estudo, juntamente com seu colega William Hart.

Dois terços não querem ouvir o outro lado

Os estudos que eles revisaram geralmente perguntavam aos participantes sobre suas visões sobre um determinado tópico e então lhes permitia escolher se eles queriam ver ou ler informações que apoiavam suas opiniões ou informações com pontos de vista opostos. Os pesquisadores descobriram que as pessoas eram duas vezes mais propensas a selecionar informações que apoiam seus próprios pontos de vista (67%) do que levar em consideração uma ideia oposta (33%). Determinados indivíduos, aqueles com mentes mais fechadas, eram ainda mais relutantes em se expor a perspectivas diferentes, diz Albarricín. Eles optam por informações que correspondem aos seus pontos de vista em 75% das vezes.

Ética, política e religião

Os pesquisadores também descobriram, sem grande surpresa, que as pessoas eram mais resistentes a novos pontos de vista quando suas próprias ideias eram associadas com valores políticos, éticos e religiosos. "Se você está realmente comprometido com sua própria atitude - por exemplo, se você é um democrata convicto - você será muito mais propenso a procurar informações que se conformem à sua opinião," diz a pesquisadora. "Se as questões se relacionam com valores morais ou com política, cerca de 70% do tempo você irá escolher informações similares às suas, versus cerca de 60% do tempo se as questões se referirem a outros assuntos."
Talvez mais surpreendentemente, as pessoas com pouca confiança em suas próprias crenças são menos propensas a se expor a visões contrárias do que as pessoas que são muito confiantes em suas próprias ideias, explica Albarracín.

Interesse em conhecer opiniões contrárias

Determinados fatores também podem induzir as pessoas a procurar por pontos de vista opostos. Aqueles que precisam defender publicamente suas ideias, como os políticos, por exemplo, são mais motivados a aprender sobre os pontos de vista daqueles que lhes opõem. No processo, eles algumas vezes descobrem que suas próprias ideias evoluem. As pessoas são mais propensas a se expor a ideias opostas às suas quando elas são úteis de alguma forma. "Se você está comprando uma casa e realmente gosta da casa, ainda assim você irá inspecioná-la," diz a pesquisadora. Da mesma forma, não importa o quanto você goste do seu cirurgião, você poderá procurar uma segunda opinião antes de agendar uma cirurgia importante.

Perspectiva otimista

"Na maioria dos casos, parece que as pessoas tendem a permanecer com suas próprias crenças e atitudes porque mudá-las pode significar que elas não poderão levar a vida como a levam," diz Albarracín. "Mas é uma boa notícia que uma em cada três vezes, ou próximo disso, elas estejam dispostas a ouvir o outro lado," conclui Albarracín.

NOTA: A pesquisa apenas mostra resultados que o convívio testifica ser real. De fato hoje os "mentes fechadas" são pouco abertos a novas teorias ou outras opções, o que geralmente gera paradigmas, onde vamos propor ou tentar explicar algo de acordo com uma idéia já dominante, e assim nos privamos de pensar um pouco mais além, de ver novos horizontes, isso acontece em especial com as teorias dominantes, a sociedade científica e a mídia barram o criacionismo. E sem contar ainda com relação a religião. A religião Bíblica está sendo deixada de lado pelo fato apontado no artigo acima. É mais conveniente um religião que se encaixe nos moldes da vida do que a vida se encaixar no que pede a Bíblia. A vontade de Deus está perdendo lugar para o comodismo humano. Entretanto, serve de consolo o dado com relação a que existem ainda pessoas que estão dispostas a ouvir o outro lado. Acredito eu na idéia do jornalista Michelson Borges, em que precisamos de verdadeiros céticos, mas céticos de verdade, que duvidem até mesmo do próprio ceticismo. No entanto, que mesmo duvidando, estejam dispostos a crer conforme a evidência apresentada.
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16 de jul de 2009

Pressão parlamentar adia votação do Estatuto da Igreja Católica


(Jornal da Ciência)

Deputados da Comissão de Relações Exteriores manifestaram-se contrários à proposta, considerando-a inconstitucional. A votação do acordo entre Brasil e Vaticano, relativo ao Estatuto da Igreja Católica no Brasil (Mensagem 134/09, do Executivo), foi adiada para o dia 5 de agosto, devido à pressão de parlamentares contrários à proposta. Ao longo desta quarta-feira, a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional debateu o parecer do relator, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), favorável ao texto. Causa polêmica especialmente a previsão de ensino religioso em escolas públicas, mas a constitucionalidade do documento também foi questionada. O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) foi um dos que argumentaram que o acordo fere a Constituição, principalmente no que se refere ao ensino religioso. O deputado ressaltou que o tratado foi assinado pelo Estado brasileiro e a Santa Sé, e não há nenhuma outra igreja que seja representada por um estado. Sendo assim, argumentou que o Brasil não poderá assinar acordo com nenhuma outra confissão religiosa. "Indago se isso é justo e se de fato é legal. A Constituição diz que não pode haver distinção entre os brasileiros".

Privilégio

Também na opinião do deputado Dr. Rosinha (PT-PR), esse tratado internacional contraria o texto constitucional, além de representar privilégio à Igreja Católica frente às demais confissões religiosas. Para ele, o texto opõe-se ao artigo 19 da Constituição Federal, que veda relações de dependência ou aliança com confissões religiosas por parte do Estado brasileiro. "O próprio relator chama atenção para essa aliança, ao dizer que o acordo é um tipo de aliança jurídico-religiosa de caráter internacional, exatamente o que é vedado pela Constituição", ponderou. Na opinião do deputado Marcondes Gadelha (PSB-PB), no entanto, não há atentado contra o princípio da laicidade do Estado. "O texto subordina cada artigo, cada parágrafo, cada linha à legislação civil brasileira, não havendo nenhum risco de subordinação do Estado à qualquer religião", sustentou.

Estado laico

O relator do acordo, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) não vê no texto nenhum atentado contra a Carta política. Para ele, "a Constituição em vigência enfatiza a necessidade de relações internacionais com todos os povos e admite a aproximação com todos os credos religiosos". Em sua opinião, o conceito de Estado laico "convive plenamente com as igrejas através de acordos, concordatas e convênios". Já o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) disse que o acordo se justifica pela contribuição do catolicismo à formação do povo brasileiro. "Ao lado do Estado português, foi a Igreja Católica que criou a primeira escola do Brasil, o Pátio do Colégio, em São Paulo, para educar indígenas", lembrou. O deputado destacou ainda que os jesuítas alfabetizam também os escravos africanos.

Audiência pública

Em audiência pública para debater o tema, realizada na terça-feira, a professora de pós-graduação em Educação da USP, Roseli Fischmann, afirmou que o acordo é inconstitucional porque muda a relação jurídica do Estado brasileiro com as religiões. Segundo ela, o estatuto formaliza uma aliança com a Igreja Católica em detrimento do laicismo estabelecido na Constituição. Já a embaixadora Maria Edileuza Reis, que dirige o Departamento Europa do Itamaraty, afirmou que o acordo foi firmado com a Santa Sé, um Estado dotado de personalidade jurídica internacional, e não com a Igreja Católica. Segundo ela, o estatuto está em pleno acordo com a legislação brasileira. "Dizer que esse acordo é inconstitucional é desrespeitar o trabalho de dez ministros que responderam por escrito às consultas que lhes foram formuladas pelo Ministério das Relações Exteriores. Esse acordo levou dois anos para ser negociado, justamente porque a maior preocupação era a de assegurar o caráter laico do Estado brasileiro e de incorporar ao acordo o máximo possível do que dispõe o ordenamento jurídico brasileiro."

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Cobrindo um erro colocando outro por cima

(Hypesciense)

Reino Unido encoraja a masturbação

O governo britânico bolou uma nova maneira de estagnar o alto índice nacional de gravidez na adolescência: o Serviço Nacional de Saúde publicou um panfleto encorajando adolescentes a tomarem sua sexualidade pelas mãos e masturbarem-se. As reações à questão são muito curiosas. Alguns a receberam bem, outros acreditam que adolescentes vão levar o conselho a sério demais e se envolver em comportamentos sexuais de risco, e outros ainda estão mortificados e acham que educação sexual deveria ser deixada para os pais (porque afinal eles tem feito um ótimo trabalho até o momento).

Educação sexual baseada apenas na abstinência tem sido um fracasso, mas por alguma razão os pais sentem-se muito nervosos com o assunto. Quando a Cirurgiã Geral Joycelyn Elders sugeriu durante uma audiência no AIDS Day nas Nações Unidas em 1994 que crianças deveriam aprender sobre masturbação, ela foi convidada a demitir-se pelo presidente Clinton, que cedeu a intensa pressão dos conservadores. Elders havia simplesmente sugerido que informação apropriada à idade fosse incluída no currículo escolar. Nos círculos educacionais, Elders não estava falando nada particularmente novo ou revolucionário: as diretrizes do Conselho de Informação e Educação da Sexualidade (a principal fonte de materiais sobre educação sexual adotados pelo Departamento de Educação) apóia a disseminação de informação correta sobre masturbação.

Enquanto a maioria dos educadores sexuais concorda que adolescentes necessitam melhores informações, a premissa do programa parece muito falha. Esforços do governo de encorajar adolescentes e crianças a fazer qualquer coisa – comer direito, evitar drogas, e não atearem-se fogo como Beavis e Butthead – normalmente são mal recebidos e amplamente ineficientes. A ideia que adolescentes precisam ser encorajados a descabelar o palhaço ou usar o cinco contra um é bizarra. Alguns pais estão preocupados que seu filho ou filha adolescente possa encontrar o panfleto, folheá-lo e pensar “É uma ótima ideia, nunca tinha pensado nisso! Se o Serviço Nacional de Saúde diz que eu deveria estar me tocando uma vez por dia, quem sou eu pra discutir?”

NOTA: Estamos de pouco em pouco chegando ao cúmulo! Primeiro a sociedade gera meios para que material excitante e erótico tenha fácil acesso aos jovens, isso logicamente traz suas devidas consequências, entre elas estão amadurecimento precoce, queda moral, lascívia, casamentos precoces, adultérios, gravidez indesejada, abortos entre outras. Geram um erro e tentam dá cabo dele trazendo outro a tona; a masturbação. Esse hábito degrada a imagem humana, alimenta desejos que trazem justamente todas as consequências citadas anteriormente, e ainda torna-se em um vício. A sociedade está sendo guiada pelas mesmas forças que guiam a teoria da evolução: forças cegas.
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15 de jul de 2009

Liberdade Religiosa enquanto há...

(Diário da Profecia)

Duas notícias me chamaram a atenção nesta semana em relação ao tema da liberdade religiosa, ambas veiculadas pela infoCatólica: A primeira se configura através da análise de uma manifestação vinda da Espanha, sob o título "Ministro de Justiça anuncia que se limitará a liberdade religiosa e de consciência" onde, resumidamente, se critica o posicionamento explicitado no sentido de que "a liberdade de consciência não pode ser uma desculpa permanente para desobedecer a lei".

Tal declaração, proferida por Francisco Caamaño, durante a abertura do curso "A pluralidade religiosa na sociedade espanhola contemporânea", foram veiculadas ao se tratar da futura reforma da Lei de Liberdade Religiosa e de Consciência que está para ser trazida ao ordenamento jurídico espanhol, "o quanto antes".

A segunda já foi parcialmente tratada neste espaço, e se refere à proibição aos jogadores de futebol de mostrarem sua fé nos jogos, o que foi reiterado pelo líder máximo deste esporte no planeta, o Presidente da FIFA, Joseph Blatter, que intenta proibir as demonstrações de fé no futebol, como ocorreu com a oração da seleção brasileira no final da Copa das Confederações. Tais questões, demonstram o quanto o tema é atual e o quanto se está em risco e certamente com os dias contados, a liberdade de crença, especialmente na forma de manifestação desta, tanto no que se refere à pregação, quanto na manutenção dos ritos divinamente ordenados.

Mais uma vez cabe se relembrar a inspirada admoestação: "O trabalho que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz e prosperidade, terá de realizar em terrível crise, sob as circunstâncias mais desanimadoras, proibitivas." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 164.

NOTA: No tempo de Daniel, ele e seus amigos sofreram perseguição por causa da religião que professavam, nos dias da rainha Ester, os judeus passaram por poucas e boas. Nos dias dos apóstolos não foi diferente. Pelo que parece, satanás tem como método preferido de desanimar a fé dos fieis, a perseguição. Mas a inspiração Bíblia garante: "o que perseverar até o fim, será salvo". Na verdade, o calor da perseguição é o que vai colocar em cheque a fé de muitos falsos cristãos. Mas os santos perseveraram na guarda da Lei de Deus e na fé em Jesus.
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É preciso mais do que amar...


(Hypesciense)

Viver felizes para sempre não precisa ser apenas coisa de contos de fadas. Pesquisadores australianos identificaram o que é necessário para manter um casal junto, e é muito mais do que apenas amar. A idade de um casal, relacionamentos anteriores e até mesmo se eles fumam ou não são fatores que influenciam na duração de um casamento, de acordo com um estudo de pesquisadores da Universidade Nacional Australiana.

O estudo, intitulado “O que o amor tem a ver com isso”, acompanhou quase 2.500 casais – casados ou morando juntos – de 2001 a 2007 para identificar fatores associados com aqueles que permaneceram juntos, comparados com aqueles que se divorciaram ou se separaram.

Descobriu-se que um marido que é nove anos mais velho que sua esposa, ou mais, tem o dobro de chances de se divorciar, assim como maridos que se casaram antes de completarem 25 anos.
Filhos também influenciam na longevidade de um casamento ou relacionamento: um quinto dos casais que já tinham filhos antes do casamento – seja de um relacionamento anterior ou dentro da mesma relação – se separaram comparado a apenas 9% dos casais sem filhos anteriormente.
Mulheres que querem filhos muito mais que seus companheiros também tem mais chances de se divorciarem. Os pais de um casal também desempenham um papel nessa relação e o estudou mostrou que 16% dos homens e mulheres cujos pais já haviam se separado ou divorciado vivenciaram eles mesmos uma separação, comparados a 10% daqueles cujos pais não haviam se separado. Também, cônjuges que estão em seu segundo ou terceiro casamento tem 90% mais chances de se separarem que esposos que estão ambos em seu primeiro casamento.

Não é uma surpresa que dinheiro também desempenha um papel: 16% dos participantes que indicaram serem pobres ou em que o marido – e não a esposa – estava desempregado afirmaram terem se separado, comparados a apenas 9% dos casais com finanças saudáveis.
E casais em que apenas um dos cônjuges fuma também tem mais chances de terem uma relação que termina em fracasso.

Determinou-se também que fatores que não afetam significantemente no risco de uma separação incluem a quantidade e a idade dos filhos nascidos dentro de um casamento, a situação profissional da esposa e o número de anos que um casal está empregado.
O estudo foi escrito em parceira pela Dra. Rebecca Kippen e o Professor Bruce Chapman da Universidade Nacional Australiana, e pelo Dr. Peng Yu do Departamento de Famílias, Moradia, Serviços Comunitários e Assuntos Indígenas.

NOTA: Gosto muito de pensar que as coisas funcionam bem quando funcionam da forma pela qual Deus projetou. O casamento foi feito para ser vivido por dois, para realização de ambos os indivíduos, para ser um pedaço do céu dentro de casa, dentre outros pontos muito interessantes... É notável também que Deus quis uma privacidade entre o casal, uma vida só deles, pois o mesmo instituiu que o homem deixará pai e mãe (no tocante a prioridades) para dedicar-se a sua esposa. Pena que o pecado manchou a vida humana. Os dados do presente artigo mostram isso claramente, pessoas saem de outros casamentos, personalidades e gênios nada compatíveis, saúde financeira e muito mais. Mas a benção do casamento pode funcionar perfeitamente se vivido dentro dos parâmetros de Deus. Tudo sempre dá certo quanto está de acordo com a vontade de Deus.
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14 de jul de 2009

O Dogmatismo da Pré-seleção Natural

Pré-seleção natural


Randal Keynes, tataraneto de Charles Darwin, fala na 61ª Reunião Anual da SBPC sobre a importância dos manuscritos produzidos em 1844 pelo naturalista inglês para a criação da Teoria da Evolução, publicada 15 anos depois Thiago Romero escreve para a “Agência Fapesp”:
“As ideias de Charles Darwin e Alfred Wallace não produziram apenas uma simples teoria sobre as formas de desenvolvimento das espécies de animais e de plantas, mas sim um novo padrão que explica a origem de toda a proliferação da vida natural do planeta e as interdependências entre os diferentes organismos”, disse o ambientalista britânico Randal Keynes. A afirmação, feita durante a conferência “Darwin, a teoria da evolução e o meio ambiente” nesta segunda-feira (13/7), em Manaus, na 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), antecedeu outra declaração importante sobre a Teoria da Evolução.

Keynes é tataraneto do naturalista inglês Charles Darwin (1809-1882), que em 1859, no livro A origem das espécies, introduziu a concepção de evolução a partir de um ancestral comum por meio da seleção natural. Keynes também é um dos coordenadores da organização The Charles Darwin Trust, que promove o legado científico de seu antepassado. “Acredita-se que a teoria tenha sido criada em 1844, 15 anos antes de Darwin publicar o livro. Naquele ano, ele escreveu alguns textos explicativos sobre ela e, como ninguém conseguia entender sua escrita, alguns amigos próximos a transcreveram. Mas, como Darwin acreditava que o livro poderia ter sido atacado e rejeitado duramente se fosse publicado naquele momento, preferiu esperar mais alguns anos e juntar novas evidências”, disse. Segundo Keynes, o núcleo do pensamento de Darwin com relação à interação entre as espécies não se baseava em conceitos e ordens formais. “Pelo contrário, tinha como base uma visão de proliferação da vida natural dirigida por um processo que funciona por meio de formas misteriosas. Ia no sentido oposto dos taxonomistas da época, que acreditavam que a proliferação das espécies deveria ser entendida de forma disciplinada e racionalizada.” Para o ambientalista, cuja apresentação em Manaus foi inspirada nas ideias de Darwin e Wallace, não existe nenhum processo perfeito de adaptação entre as espécies e a natureza. “A natureza não possui perfeição por estar sempre mudando e em constante evolução. Nesse contexto, os conceitos de coadaptação entre as espécies propostos por Darwin são muito importantes para entendermos a biodiversidade do planeta”, disse.

“A extinção, para Darwin, é um processo natural e benéfico, uma vez que, se algumas espécies não fossem eliminadas, a natureza ficaria entupida. Temos que nos comprometer com as espécies ameaçadas e fazer tudo o que for possível para salvá-las, mas também precisamos nos ater às suas teorias para entender melhor o equilíbrio ecológico proporcionado pelo aparecimento de novas espécies e pela extinção natural de outras”, destacou. Keynes descreveu ainda algumas experiências de Darwin em florestas de cidades como Rio de Janeiro, em 1832, e Salvador, onde o naturalista inglês aportou no mesmo ano e vivenciou a experiência de caminhar pelo interior de uma floresta tropical. O tataraneto do naturalista também divulgou seu livro Darwin, sua filha e a evolução humana, em que aborda o relacionamento entre o cientista e sua filha Annie, cuja morte precoce o abalou profundamente.

Darwin Now

No mesmo dia, Keynes participou da abertura da exposição Darwin Now, que abriu a programação de atividades da SBPC Jovem, evento que ocorre paralelamente à 61ª Reunião Anual da SPBC – que termina no dia 17 – com o objetivo de promover atividades educativas voltadas para crianças e adolescentes. Organizada pelo Conselho Britânico, a exposição, inaugurada em São Paulo em abril, faz parte das comemorações do bicentenário do nascimento de Darwin e do 150º aniversário da publicação de sua obra mais famosa – cujo título completo é On the origin of species by means of natural selection, or the preservation of favoured races in the struggle for life (“Sobre a origem das espécies por meio da seleção natural, ou a preservação de raças favorecidas na luta pela vida”). A exposição, que ficará em cartaz na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) até 17 de julho, com 16 painéis ilustrados e com textos em português e inglês, explora a vida e a obra de Darwin e o impacto que suas ideias provocam na comunidade científica e na sociedade. Um dos pontos destacados na mostra é que um dos motivos pelo qual as ideias conhecidas no século 19 perduraram ao longo do tempo seria a simplicidade da Teoria da Evolução, que tem três partes essenciais: quando indivíduos em uma população se reproduzem, a nova geração se assemelha à anterior; a semelhança entre as gerações é próxima, embora não perfeita, para que cada uma inclua novas variações em suas características; e deve haver ligação entre algumas dessas variações e as chances de um indivíduo estar mais bem equipado para sobreviver e se reproduzir.

Keynes lembrou que Darwin nunca esteve na região amazônica. Mas seu maior colaborador, Alfred Wallace, por sua vez, conhecido como o “evolucionista esquecido”, esteve na região de 1848 a 1852, em uma expedição científica que o tataraneto de Darwin considera de “fundamental importância” para a formulação da teoria. “Darwin não veio, mas Wallace passou quatro anos na Amazônia e suas contribuições foram decisivas para o anúncio da teoria da seleção natural para a origem das espécies. Mas tenho absoluta certeza de que, se Darwin tivesse visitado a Amazônia naquela época, ele teria ficado impressionado com a beleza natural da floresta”, disse. “E se hoje Darwin estivesse aqui entre nós e pudesse ver o que os seres humanos estão fazendo com a floresta certamente ele escreveria, com paixão, sobre a necessidade de avaliar o que o homem está fazendo com a Amazônia, levando em consideração a delicadeza desse ecossistema e antes que se destrua tudo o que a natureza nos presenteou”, afirmou.

NOTA: A teoria de Darwin no tocante a "seleção natural" já foi muito questionada, especialmente pelo fato de que a genética não estava com tantas informações com hoje. Darwin propôs um modelo de "pangênese", e a genética não encontra apoio para isso. Um dos pontos fracos no tocante a sua teoria é o fato de que a sobrevivência do mais apto não demonstra evolução, pois sendo os animais criados por Deus ou não, logicamente no mundo hoje depois do pecado, sobrevive o mais apto. E ainda levando em conta que durante o processo de adaptação por meio da seleção natural o organismo desenvolve novas estruturas que o tornam mais apto para sobreviver segundo a seleção natural, mas essa mudança na verdade pode ser uma desvantagem. Ariel em seu livro "Origens" ressalta: "Entre os mais sérios pontos de crítica está a falta de valor de sobrevivência de pequenas mudanças que não são úteis, a menos que possam funcionar num todo complexo que ainda não evoluiu. Por exemplo, ao evoluir um novo músculo num peixe que utilidade teria esse músculo até que tivesse um nervo conector para que pudesse contrair-se? E que seria a utilidade desse nervo até que o cérebro tivesse evoluído um sistema para controlar apropriadamente a atividade desse músculo?" Seguindo a teoria de seleção natural de Darwin, podemos inverter a utilidade dela, Ariel ainda ressalta: "A seleção natural pode servir na natureza para eliminar tipos aberrantes, mas não para produzir novas estruturas complexas [...]" Não é atoa que tal processo (seleção natural) "funciona por meio de formas misteriosas."
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Confiança na comunidade Científica

(Jornal da Ciência)

A confiança na comunidade científica, artigo de Roberto Romano

É preciso haver maior controle oficial sobre a base de currículos da Plataforma Lattes? Sim.

Roberto Romano, filósofo, é professor titular de ética e filosofia política na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e autor de, entre outras obras, "Moral e Ciência - A Monstruosidade no Século XVIII". Artigo publicado na “Folha de SP”: O Collège de France, instituído por Francisco 1º no Renascimento, foi planejado como antídoto contra a orgulhosa Sorbonne. Esta, na época, deveria ser chamada, segundo o historiador J. Le Goff, de "a corporação dos queimadores de livros". Nos cursos livres do Collège, os cidadãos encontram alimento para o intelecto sob os auspícios do Estado francês. Em data recente, ali se realizou um colóquio cujo tema era a autoridade. Dentre as palestras proferidas, é relevante -quando debatemos os abusos nas informações curriculares dos pesquisadores- um título expressivo: "Como justificar a autoridade científica?". Jean Bricmont fornece resposta complexa à questão.

Após analisar os vários campos do saber, ele discute as manipulações que atenuam a confiança do público nos operadores da ciência. É verdade que, "se considerarmos o fato de que a comunidade científica reúne seres humanos, e não anjos, as fraudes ou os erros são pouco frequentes e não deixam de ser denunciados". A desculpa seria eficaz. Mas, diz Bricmont, "o grande público não tem os meios para avaliar a frequência das fraudes ou dos erros, o que gera com certeza uma forte perda de legitimidade".

Da não confiança na autoridade científica, em termos coletivos, segue a fuga dos recursos. Quando governos tentam resolver a carência de verbas sentida pelos pesquisadores, apelam para as empresas nacionais ou transnacionais. Estas últimas não se preocupam em demasia com a autoridade dos cientistas, o que agudiza a desconfiança da opinião pública e da mídia nos procedimentos acadêmicos. Surgem, afinal, os elos entre ciência e indústria bélica, com frutos que, se considerados fatos recentes ocorridos na África e mesmo na Europa, são muito questionáveis. E conclui Bricmont: "Para ser digna de confiança, a comunidade científica, bem como a que a envolve e financia, deveria seguir regras éticas extremamente estritas. Mas não vemos como elas poderiam ser aceitas ou impostas". (Antoine Compagnon [ed.]: "De L'Autorité", Odile Jacob, 2008).

A Plataforma Lattes procura diminuir o abismo entre a opinião pública, os operadores do Estado e a comunidade científica, além dos setores que "a envolvem e financiam". Equívocos podem ser corrigidos, segundo sua maior ou menor gravidade (se próximos ou distantes da fraude), o que define uma questão técnica e moral. O programa em debate exige que as informações sejam assumidas pelos pesquisadores. Daí não ser possível, nele, usar a retórica canhestra do mundo político: "Eu não sabia". O rigor maior na correção das "distrações" é tarefa da "accountability", exigência a ser atendida pela comunidade acadêmica, tanto coletiva quanto individualmente. A publicidade oferecida pela Plataforma Lattes tem sido eficaz no reforço da transparência e da autoridade científica. Tanto é verdade que fraudes ou equívocos surgem e são corrigidos. Mas punições severas devem ser aplicadas contra os abusos. Na mesma linha, são desastrosos os atos sigilosos dos assessores "ad hoc" nas fundações que financiam pesquisas com recursos públicos. Sem revelar o nome de seus autores, pareceres enviesados surgem em todas as áreas do saber e cortam jovens promissores (cuja infelicidade é não pertencer a um grupo dominante nas coordenações das agências) ou derrubam inimigos minoritários nos campi.

É de admirar que o Ministério Público não tenha, até hoje, instaurado procedimentos para corrigir essa anomalia. Numa república, verbas oficiais não podem ser empregadas de maneira secreta. O Senado evidencia os malefícios de sigilos corrosivos, que também desvirtuam as fundações acadêmicas oficiais. Em plano mundial, existe farta bibliografia que demonstra os perigos da avaliação anônima efetivada por colegas (G. Moran: "Silencing Scientists and Scholars in Other Fields", Ablex, 1998).

Alem desses problemas internos da academia, temos no Brasil as ligações perigosas entre pesquisadores e poderosos. Aos intelectuais sobra prestígio, mas faltam votos, disse um filósofo. Políticos bem votados adoram ilustrar seu currículo com títulos acadêmicos. Daí a necessidade da maior prudência nesse particular.

NOTA: Para ver algo mais sobre o assunto, leia o artigo Cientistas admitem omissão em artigos.
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Como se trata de religião...


(Jornal da Ciência)

Pesquisa sobre ensino religioso mostra que estados ignoram a Lei de Diretrizes e Bases

Ponto polêmico de um acordo assinado entre o Brasil e o Vaticano, atualmente sob análise do Congresso Nacional, o ensino religioso nas Escolas públicas brasileiras é uma espécie de caixa-preta. É a única disciplina que não se submete a orientações do Ministério da Educação (MEC).
O conteúdo da matéria bem como os critérios de contratação dos professores ficam a cargo dos governos estaduais, que muitas vezes ignoram regras estabelecidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

Uma delas, que descreve a disciplina como facultativa e, portanto, fora da carga obrigatória anual do ensino fundamental, de 800 horas, é atropelada por oito estados. Do mesmo modo que em oito unidades da Federação, a matéria foi estendida ao ensino médio, enquanto a LDB e a própria Constituição Federal só mencionam a oferta das aulas até a 8ª série. Os dados e conclusões são parte de um estudo inédito, obtido com exclusividade pelo Correio, denominado Ensino religioso: qual o pluralismo?. Financiado pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Comissão de Cidadania e Reprodução, uma entidade sem fins lucrativos, o levantamento conseguiu traçar, por meio de consulta a legislações e entrevistas com as secretarias de Educação, um retrato do ensino de religião no país.

"Na medida do possível, esse é o mapa nacional. Convém observar que, apenas analisando as normais legais de cada estado e considerando as informações que nos foram passadas oficialmente, encontramos incongruências graves na condução dessa disciplina nas Escolas. Porém, sobre o que se passa verdadeiramente dentro das salas de aula, ninguém tem controle", afirma a antropóloga Debora Diniz, coordenadora do estudo.

Pregação

Um ponto-chave de toda a controvérsia que envolve o ensino religioso - de oferta obrigatória nas Escolas públicas de ensino fundamental, mas matrícula facultativa por parte do aluno - é o risco de proselitismo, vedado pela Constituição Federal. Embora o perigo exista dentro de qualquer sala de aula, em estados como o Rio de Janeiro e a Bahia, o problema é ainda mais delicado. Isso porque, nas duas unidades da Federação, a modalidade de ensino estabelecida, inclusive nos textos legais, é a confessional. "Não existe um impeditivo de adotar esse modelo, mas como temos de assegurar a diversidade religiosa, estabelecida em lei, como garantir aulas de todas as denominações? Se houver grupos de alunos de 10 confissões diferentes, haverá professores de todas elas?", questiona a doutora em filosofia Roseli Fischmann, pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo Fischmann, a impossibilidade de garantir um ensino condizente com as denominações de fé de todos os alunos fere um princípio constitucional, segundo o qual ninguém será privado de direitos em virtude de religião. Uma saída das secretarias estaduais de Educação para evitar a polêmica tem sido adotar o ensino religioso do ponto de vista histórico, filosófico, antropológico. "Por mais antiamericano que o indivíduo seja, ele não estuda quem foi Abraham Lincoln ou Martin Luther King na Escola? Por que não conhecer também, sem entrar em religião A ou B, quem foi Jesus?", sugere Ibi Batista, vice-presidente do Conselho de Pastores Evangélicos do Distrito Federal. Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, por mais que as legislações, tanto federais quanto estaduais, e os próprios profissionais tentem garantir a pluralidade religiosa, tal pretensão é utopia. "Ainda que adequações sejam feitas, sempre haverá distorções, porque ninguém é totalmente neutro. Somos contra a oferta de ensino religioso nas Escolas públicas, mesmo que de forma facultativa, porque entendemos que isso fere a laicidade do Estado", ressalta Leão. Debora tem a mesma opinião. "Há um falso pressuposto de que as religiões falam da mesma coisa, o que é incorreto. A oferta de disciplina religiosa em instituições públicas ameaça a justiça religiosa", destaca. A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que representa no país a Igreja Católica, instituição religiosa que a maioria dos brasileiros declara seguir, foi procurada pela reportagem, mas não se manifestou.

NOTA: Quando a polêmica sobre o ensino do criacionismo junto ao evolucionismo surgiu nos EUA, muito foram os esforços de pais e paroquianos para que o criacionismo tivesse seu lugar na sala de aula, pois os pais estavam tentando incutir em seus filhos valores morais que a teoria da evolução destruía. Logo o congresso não aceitou. Acataram o argumento dos evolucionistas de que o criacionismo não é "ciência" e apelaram para a separação entre igreja e estado, segundo este raciocínio, era inconstitucional permitir o ensino do criacionismo nas escolas. Agora também vemos que quando se trata de ensino religioso nas escolas (previsto pela constituição), os estados pisam na lei. Já que se trata de religião, pouca importância é dada. Mas realmente existe um problema, a diversidade das religiões e seus credos, isso é inegável. Mas podemos encontrar um equilíbrio. Seria interessante o ensino religioso focando o desenvolvimento moral e as implicações filosóficas para a existência de Deus, a veracidade da Bíblia. Mas mesmo nisso, ainda pode existir perigo, pois o mundo ver uma moral diferente do que a Bíblia denota. Então novamente voltamos para a questão religiões e seus credos. De tal forma satanás deturpou o sentido dos homens, que até falar de Jesus ficou complicado. Mas não impossível.
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13 de jul de 2009

Design Inteligente em planta do deserto


(Hypesciense)

Qualquer jardineiro iniciante acharia ótimo uma planta que se rega sozinha. Agora pesquisadores mostram uma planta que faz exatamente isso: A ruibarbo do deserto recolhe 16 vezes mais de líquido do que as outras plantas da região.


Em um lugar que recebe uma média de 75 mm de chuva por ano (o ruibarbo cresce nas montanhas do Deserto do Negev, em Israel), qualquer gota d’água conta. E então, as plantas do deserto têm maneiras para capturar água para ficarem hidratadas. A planta ruibarbo (Rheum palaestinum), porém, captura de uma maneira completamente diferente: É um grande canal de água para uma raiz só.


Entenda como funciona o truque para saciar a sede


Com uma das quatro folhas em uma roseta, de longe a planta parece um pedaço rígido de repolho, mas de perto dá para ver cada folha, que mede cerca de 70 cm, e é marcada com depressões profundas e com sulcos. De um modo geral, as folhas funcionam como uma superfície montanhosa de uma região, em uma menor escala. Como as montanhas e vales que forçam uma rota de água dentro de um rio, as folhas da planta cercam água da chuva pelo chão em um canal da raiz do ruibarbo. As folhas também são revestidas com cera, o que ajuda na aceleração do fluxo da água para partes fundas da folha, e da raiz. A maioria das plantas vizinhas simplesmente sobrevive das gotas de chuva que penetram diretamente no chão em volta delas.


Simcha Lev-Yadum e seus colegas da Universidade de Haifa-Orim, em Israel, descobriram esse fenômeno em campo, onde notaram que as folhas possuíam uma superfície com um aspecto estranho. Depois dos experimentos em laboratório e analisar o crescimento da planta, os pesquisadores descobriram que o ruibarbo pode armazenar altas quantidade de águas similares a das plantas mediterrâneas, onde a água pluvial pode alcançar 426mm, anualmente.


Quando a equipe regou artificialmente a planta, puderam observar que a água é canalizada ao longo dos veios até em volta do solo onde penetra até 10 cm de profundidade. “Nós estamos surpresos porque [o fenômeno] não era conhecido, e é muito bonito e também nossos bons cientistas que foram nossos professores e mentores conheciam a planta e perderam o principal, disse Lev-Yadum para o LiveScience.


A nova descoberta está detalhada na edição de março da revista científica Naturwissenschaften.




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