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22 de dez de 2009

SOBREVIVÊNCIA DO MAIS BONDOSO

Nascidos para o Amor: teoria defende a "sobrevivência do mais bondoso."

O Gene Altruísta

Cientistas estão desafiando crenças aceitas há décadas - na época apresentadas como descobertas científicas - de que os seres humanos seriam fisiologicamente constituídos para serem egoístas. Esta noção ganhou a adesão de grande parte da comunidade científica principalmente através dos trabalhos do cientista e pregador ateu Richard Dawkins, através de seu livro "O Gene Egoísta". Hoje, grande parte dos próprios geneticistas discorda das conclusões de Dawkins.


Pesquisadores da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, depois de realizarem uma vasta gama de estudos, afirmam ter coletado um grande conjunto de evidências que demonstra que nós estamos evoluindo [sic] para nos tornarmos mais cheios de compaixão e mais colaborativos em nossa busca para sobreviver e prosperar. Em contraste com o "cada um por si" de muitas interpretações da teoria da evolução pela seleção natural, o psicólogo Dacher Keltner e seus colegas defendem que os seres humanos são tão bem-sucedidos como espécie precisamente por causa do nosso carinho, altruísmo e compaixão.


"Eles chamam esse mecanismo de "sobrevivência do mais bondoso." O trabalho resultou no livro "Nascido para ser Bom: A Ciência da Vida Plena," ainda sem tradução no Brasil.


Habilidade para cuidar dos outros


"Como nossas crianças são muito vulneráveis, a tarefa fundamental para a sobrevivência humana e para a replicação dos nossos genes é tomar conta dos outros," afirma Keltner. "Os seres humanos têm sobrevivido como espécie porque nós evoluímos [sic] nossa capacidade de cuidar das pessoas que necessitam e para cooperar. Como Darwin há muito tempo supôs, a simpatia é o nosso instinto mais forte."


A equipe de Keltner está estudando como a capacidade humana de cuidar e cooperar com os outros está implantada em regiões específicas do cérebro e do sistema nervoso. Um estudo recente descobriu evidências convincentes de que muitos de nós somos geneticamente predispostos a sermos compreensivos e termos empatia. Este estudo, feito Laura Saslow e Sarina Rodrigues, da Universidade Estadual do Oregon, descobriu que pessoas com uma variação particular do gene do receptor de oxitocina (ou ocitocina) são mais aptas à leitura do estado emocional dos outros e tornam-se menos estressados em circunstâncias tensas. Informalmente conhecido como "hormônio do aconchego", a oxitocina é secretada na corrente sanguínea e no cérebro, onde ela promove a interação social, a educação e o amor romântico, entre outras funções.


"A tendência a ser mais compreensivo pode ser influenciada por um único gene," diz Rodrigues.


Como a bondade garante a sobrevivência?


Enquanto estudos mostram que o estabelecimento de conexões e relacionamentos sociais pode contribuir para uma vida mais significativa e saudável, a grande pergunta que os pesquisadores agora estão fazendo é, "Como é que estas características garantem a nossa sobrevivência e elevam nosso status entre os nossos pares?"


Uma resposta, de acordo com o psicólogo e sociólogo Robb Willer, é que, quanto mais generosos formos, mais respeito e influência exerceremos. Em um estudo recente, Willer e sua equipe deram uma pequena quantia em dinheiro a voluntários que participavam de uma pesquisa. A seguir, levou-os para participar de jogos de complexidade variada, cujos resultados apontavam para benefícios para o "bem comum".


"Os resultados, publicados na revista American Sociological Review, mostram que os participantes que agiram mais generosamente receberam mais presentes, mais respeito e mais cooperação de seus pares e exerceram maior influência sobre eles."


"Os resultados sugerem que qualquer pessoa que age apenas em seu próprio interesse será evitada, desrespeitada, e mesmo odiada", disse Willer. "Mas aqueles que se comportam generosamente com os outros são tidos em alta estima por seus pares e, portanto, têm seu status elevado."


Psicologia positiva


Os benefícios da generosidade são tão grandes que os cientistas não estão mais se preocupando em por que as pessoas são generosas, mas invertendo a lógica para pesquisar o que parece ser mais patológico - por que algumas pessoas se tornam egoístas. Esses resultados validam os resultados da "psicologia positiva", inaugurada por Martin Seligman, um professor da Universidade da Pensilvânia, cujas pesquisas, no início dos anos 1990, deslocaram-se das doenças mentais e das disfunções para investigar os mistérios da alegria e do otimismo humanos.


Embora grande parte da psicologia positiva atual esteja focada na realização pessoal e na felicidade individual, os pesquisadores da Universidade de Berkeley estreitaram suas pesquisas, estudando como ela contribui especificamente para o bem-comum.


Criando filhos mais felizes


Christine Carter, por exemplo, diretora-executiva Centro de Ciências para o Bem Maior, é criadora do site "Ciência para Criar Crianças Felizes," numa tradução livre.


O objetivo do site Raising Happy Kids, entre outras coisas, é apoiar e promover a criação de crianças "emocionalmente alfabetizadas". Carter traduz as pesquisas cheias de rigor científico em conselhos práticos para os pais. Ela diz que muitos pais estão se afastando das atividades materialistas e competitivas e repensando o que vai trazer a verdadeira felicidade e bem-estar para as suas famílias.


"Eu descobri que os pais que começam conscientemente a cultivar a gratidão e a generosidade em seus filhos veem rapidamente seus filhos tornarem-se mais alegres e mais felizes", disse Carter, que é autora do livro Criando felicidade: 10 etapas simples para filhos mais alegres e pais mais felizes, que estará nas livrarias em fevereiro de 2010.


"O que é muitas vezes surpreendente para os pais é o quanto mais felizes eles próprios podem tornar-se," diz ela.


(Diário da Saúde)


NOTA: Consegui me lembrar rapidamente de algumas passagens que associei ao assunto do artigo acima, veja só suas ligações:

A Bíblia diz para os egoístas: "Por que te glorias na malícia, ó homem poderoso? Pois a bondade de Deus permanece continuamente." (Salmos 52 : 1)

E sabendo que Deus é bom, vejamos: "E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou." (Gênesis 1 : 27)

Mas, "Eis aqui, o que tão-somente achei: que Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram muitas astúcias." (Eclesiastes 7 : 29)

Bem, temos no artigo uma evidência das mãos do criador.

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18 de dez de 2009

VINHO TINTO FAZ BEM A SAÚDE?

Frequentemente, encontramos artigos publicados em jornais e revistas falando sobre os benefícios do vinho tinto, baseados em evidências científicas de que a ingestão de pequenas doses diárias da bebida podem reduzir o risco de doenças cardíacas. Criou-se, então, o mito de que uma taça diária de vinho não faz mal, e muitas pessoas aderiram à moda, muitas vezes recomendada pelo próprio médico. Será que o consumo de vinho tinto faz bem à saúde?

Já se descobriu que os efeitos benéficos do vinho, especialmente o tinto, devem-se aos flavonóides e ao resveratrol das uvas. Os flavonóides são substâncias antioxidantes conhecidas por aumentar o HDL colesterol ("colesterol bom"), diminuir o risco de entupimento das artérias coronárias (aterosclerose) e ajudar a baixar a pressão arterial. O resveratrol é uma substância encontrada naturalmente em diversas plantas, como na casca das uvas (também nas sementes de algumas variedades), no amendoim e no mirtilo, em menores quantidades. Em experimentos com ratos de laboratório, o resveratrol tem efeito anticâncer, antiinflamatório, redutor da glicemia e outros benefícios cardiovasculares.

Por esse motivo, recomendava-se o uso diário do vinho tinto como um santo remédio. Entretanto, não podemos esquecer que o vinho tinto também contém álcool, popular nas pesquisas científicas por causar danos em quase todo o corpo. Além dos danos físicos, o consumo de álcool também é grande responsável por acidentes de trânsito, problemas conjugais, familiares e sociais.

O Instituto Nacional Sobre o Abuso do Álcool e Alcoolismo (NIAAA), nos Estados Unidos, publicou resultados de autópsias mostrando que os pacientes com história de consumo crônico de álcool têm cérebro menor, mais leve e mais encolhido do que os adultos não alcoólicos da mesma idade e gênero. O principal dano cerebral ocorre no córtex do lobo frontal, centro das funções intelectuais executivas, responsável pelo pensar, personalidade, força de vontade e auto-controle. O álcool também prejudica o controle do diabetes e aumenta a pressão arterial.

Em mulheres, os efeitos lesivos do álcool são mais pronunciados do que nos homens, com risco maior de desenvolver cirrose, lesão cardíaca e neuropatias (lesão dos nervos). Mulheres grávidas que bebem álcool podem causar no bebê a Síndrome Alcoólica Fetal, caracterizada por retardo mental e malformações congênitas. Em homens, abuso de álcool pode interferir na função sexual causando infertilidade por atrofia das células produtoras de testosterona, pode prejudicar o desejo sexual e causar impotência.

Recentemente, o Instituto Nacional do Câncer (Inca), na França, publicou um artigo que recomenda o combate do hábito de beber diariamente. Segundo o estudo, consumir uma dose de álcool por dia aumenta o risco de câncer em até 168%, dependendo do tipo de câncer. O risco maior está nos cânceres de boca, faringe e laringe, mas também é aumentado em cânceres de esôfago, colo-retal, do sangue e do fígado.

Conclusão: beber vinho tinto para a saúde do coração não vale a pena, pois os riscos são maiores do que os benefícios. Essa opinião vem sendo defendida também pela Organização Mundial de Saúde (OMS), na publicação Dieta, Nutrição e Prevenção de Doenças Crônicas, 2003, página 90.

Curiosamente, isso já era dito pelo sábio rei Salomão há milênios, antes de Cristo e das pesquisas científicas: "Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo, e se escôa suavemente; no seu fim morderá como a cobra..." (Provérbios 23:31, 32).

Isso significa que não podemos usufruir dos benefícios dos flavonóides e do resveratrol? De maneira alguma. Segundo a Dra. Martha Grogan, da Clínica Mayo (EUA), estudos recentes indicam que o suco natural de uva pode ter os mesmos benefícios cardiovasculares do vinho tinto. Esta é uma boa notícia para quem quer os benefícios da uva sem os efeitos indesejáveis do álcool. Existe atualmente grande variedade de sucos integrais de uva nas prateleiras, muitos deles sem açúcar, conservantes ou outros aditivos químicos. Outra opção seria comprar uvas vermelhas em caixas e produzir suco em casa. É mais trabalhoso, mas, sem dúvida, muito saudável e saboroso.

Luiz Fernandes Sella

(Outra Leitura)
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1 de dez de 2009

ARQUEOLOGOS ADVENTISTAS SÃO DESTAQUE NA ISTO É

A revista IstoÉ desta semana traz matéria sobre o trabalho de arqueólogos brasileiros, dois dos quais adventistas: os doutores Rodrigo Silva e Jorge Fabbro. Leia aqui alguns trechos da reportagem: "Fazia 40 graus à sombra, debaixo de uma tela de plástico perfurada em Monte Sião, Jerusalém. Corria o último mês de julho e cerca de 50 titulados acadêmicos de diferentes partes do mundo distribuíam picaretadas nessa porção de terra sagrada, onde ficava a residência de Caifás, o sumo sacerdote que presidiu os dois julgamentos de Jesus Cristo. Todos haviam trocado de bom grado o ar-condicionado de suas salas nas universidades para suar sob o sol escaldante da cidade santa, em busca de tesouros históricos.

No meio dessa turma um brasileiro, professor de arqueologia, com um chapéu à Indiana Jones na cabeça, lutava contra uma tendinite no braço esquerdo provocada por uma inflamação na coluna cervical. Aos 54 anos, o paulista Jorge Fabbro, teólogo com mestrado em arqueologia pela Andrews University (EUA), não queria abandonar a terceira expedição da qual participava em Israel. Além de atender às preces do professor Fabbro, Deus deu o ar da graça a todos os seus colegas de empreitada.

A escavação da qual participavam resultou em uma das maiores descobertas da arqueologia bíblica deste ano: uma taça de pedra, datada do século I d.C., na qual estão escritas dez linhas, possivelmente em aramaico ou em hebraico. Trata-se de um código secreto, ainda misterioso, formado por algumas letras redigidas de cabeça para baixo e frases de trás para a frente. Uma relíquia do tipo, suspeitam os pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte que capitaneavam a missão, pode ter sido usada por Jesus para se lavar ritualmente antes da última ceia.

Não existe na história de Israel nenhum vaso ritual com inscrição tão extensa quanto este. "Infelizmente não fui eu quem deu a picaretada para tirá-lo do chão", lamenta-se, em um primeiro momento, o professor Fabbro. "Mas o prazer de tocar em um objeto que ninguém tinha visto em dois mil anos é indescritível."

Saciar o espírito aventureiro, próprio do herói da série "Indiana Jones", e contribuir com a ciência motivam alguns arqueólogos brasileiros a deixar de lado os livros e o conforto do lar para, no Exterior, sujar as mãos de terra em busca de objetos raros. Não é tarefa fácil. Em 2007, o professor mineiro Rodrigo Pereira da Silva, especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém, escavou na Jordânia.

Como os trabalhos em sítios arqueológicos começam cedo por causa do calor, passou um mês acordando às 4h da manhã. Com um turbante na cabeça e munido de trena, pá, picareta, colher de pedreiro, vassoura e pincel, ele dava expediente em uma camada de terra do período persa datada do século VI a.C. até a hora do café, às 8h.

Duas horas e meia mais tarde, Silva, que leciona no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), almoçava no alojamento próximo dali, onde ele e outros colegas dormiam. À tarde, o sol castigava e não havia escavação. A labuta, porém, não parava. Com um balde de água e escova de dente, os pesquisadores tinham de lavar os achados.

Com algumas poucas mudanças, esse foi o ritual de Silva, 39 anos, nas seis expedições que constam de seu currículo. "É um trabalho gostoso, no qual não existe a síndrome da segunda-feira", afirma o professor, que descobriu uma estatueta datada entre 10 mil a.C. e 5 mil a.C., hoje exposta no museu de Shaar ha Golan, em Israel.

Empoeirar-se em terras sagradas do Oriente Médio - o professor Fabbro conta que a cada dois dias de trabalho joga-se fora uma camiseta e uma calça - custa caro e, na maioria dos casos, é bancado pelo próprio acadêmico. Silva desembolsou cerca de R$ 10 mil na missão da Jordânia. Fabbro, que se inscreveu e foi selecionado pela Universidade da Carolina do Norte, contou com o patrocínio de R$ 20 mil da Universidade Santo Amaro (Unisa), na qual leciona, para passar seis semanas em Jerusalém. (...)

"[O] arqueólogo Fabbro, que chegou a escavar com caças israelenses sobrevoando sua cabeça, brinca ao citar a maior das aventuras dessa profissão fascinante: 'Dividir o quarto com colegas. Até Ph.D. ronca!'"

Jorge Fabbro. Idade: 54 anos. Formação: teólogo e advogado, mestre em arqueologia pela Andrews University (EUA). Expedições: Israel (nas cidades de Tel Dor, Megiddo e Jerusalém). Descobertas: taça de pedra com uma inscrição de dez linhas usada por sacerdotes do primeiro século do cristianismo. É o vaso ritual que apresenta a inscrição mais extensa da história de Israel. Escama de bronze de 700 a .C. que fazia parte da couraça de um guerreiro.

Rodrigo da Silva. Idade: 39 anos. Formação: teólogo, filósofo e doutor em teologia bíblica. Fez pós-doutorado em arqueologia na Andrews University (EUA), além de cursos de arqueologia na Universidade Hebraica de Jerusalém. Expedições: escavações em Israel, Jordânia, Sudão e Espanha. Descobertas: uma estatueta do período neolítico, datada entre 10000 a. C. e 5000 a. C., hoje exposta no museu de Shaar ha Golan, em Israel, e três moedas gregas raras.


Lido no Blog Criacionismo.

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18 de nov de 2009

DARWIN INFLUENCIOU A GRANDE MARCHA DE MAO TSE-TUNG

Eu [Enézio] fui ateu marxista-leininista na minha juventude. Darwin sempre foi um ídolo entre os comunistas. Razão? As ideias de luta pela sobrevivência e de que o mais apto sobrevive sempre foram faróis apontando o caminho através da revolução armada para a criação do novo homem. Aqui e ali menciono que ideias têm consequências e que Darwin serviu de influência para Hitler na questão do Holocausto. A Nomenklatura científica rejeita tais "insinuações malévolas" contra o homem que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve: a origem das espécies através da evolução por meio da seleção natural.

James Pusey é professor de estudos chineses da Universidade Bucknell. Ele escreveu um artigo para a série "Global Darwin", na Nature de 12/11/09, sobre as reações de Lenin e Mao Tse-tung à obra de Darwin. Como era de se esperar, Pusey passa por cima das atrocidades que esses homens cometeram em nome de suas ideologias materialistas. Mas aí Pusey solta uma bomba sobre o vácuo criado na China após o movimento de reforma ter fracassado, e em seguida ele trouxe Darwin a lume:

"Muitos tentaram preencher: Sun, Jiang Jieshi (Chiang Kaishek) e, finalmente, o pequeno grupo de intelectuais que, em indignação pela traição em Versalhes, encontraram no marxismo o que parecia para eles a fé mais apta na Terra para ajudar a China a sobreviver.

"Isso não foi, é claro, toda responsabilidade de Darwin, mas Darwin esteve envolvido em tudo. Para crer no marxismo, alguém tinha de acreditar nas forças inexoráveis empurrando a humanidade, ou pelo menos os eleitos, para o progresso inevitável, através de séries de etapas (que poderiam, contudo, ser puladas). Alguém tinha de acreditar que a história era uma luta de classes violenta, hereditária (quase que uma luta 'racial'); que o indivíduo deve ser severamente subordinado ao grupo; que um grupo iluminado deve liderar o povo para o seu próprio bem; que as pessoas não devem ser humanas para com seus inimigos; que as forças da vitória asseguraram a vitória daqueles que estavam certos e que lutaram. Quem ensinou essas coisas para os chineses? Marx? Mao? Não. Darwin."

Fui, nem sei por que pensando que as ideias têm consequências. Não se esqueçam da influência de Darwin no Holocausto de Hitler...

(Enézio E. de Almeida Filho, Desafiando a Nomenklatura Cientifica)

Lido no Blog Criacionismo.
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DETERMINISMO GENÉTICO SAIU DE MODA NA ACADEMIA

Marcelo Leite é jornalista e autor dos livros "Darwin" e "Ciência - Use com Cuidado". Artigo publicado na "Folha de SP":

Saí do berço ouvindo que quem herda não furta. Pode-se entender o provérbio em sentido jurídico, mas o contexto sempre apontava outra coisa: não é crime parecer-se com alguém. Algo como, para ficar nos provérbios, "quem puxa aos seus não degenera".


A biologia é obcecada com o sentido desse verbo, "herdar". Debate-se há séculos quanto de nossas disposições gerais, em especial de temperamento, são "causadas" por fatores herdados. Para muita gente, isso significa deixar de ter responsabilidade pelo que são, e até pelo que fazem.


A partir do século 20, o problema foi enquadrado na moldura dos genes. Começou-se a falar em genética do comportamento, da violência, da orientação sexual etc. Assim como o escorpião da fábula explicou ao sapo que ferroá-lo estava em sua natureza, há quem acredite safar-se alegando: "Está no meu DNA".


É a velha questão "nature X nurture", que traduzo livremente do inglês como berço X criação. A genética, turbinada pelo Projeto Genoma Humano, teria resolvido o dilema em favor do primeiro termo. Até os anos 1980, houve certo predomínio da psicologia (ambiente, ou criação), logo substituída por explicações "mais científicas", genéticas (natureza, ou berço).


Esse determinismo genético saiu de moda há anos, na intimidade do meio científico, mas tem apelo irresistível no público e é tolerado por pesquisadores. Caiu em desuso técnico porque é falacioso. Seu defeito está em confundir "genético" com "hereditário" ou "inato", pois nem tudo que afeta os genes ocorre antes do nascimento.


Mais um estudo que põe essa dicotomia em xeque foi publicado eletronicamente pelo periódico científico "Nature Neuroscience" na semana passada. Chris Murgatroyd, pesquisador do Instituto Max Planck de Psiquiatria, de Munique, mostrou que experiências traumatizantes na primeira infância podem deixar marcas duradouras na fisiologia e no comportamento que nada têm a ver com o conteúdo dos genes, mas sim com a expressão desse conteúdo.


É o que se chama de epigenética, anotações que a experiência vivida deixa no genoma. Elas sinalizam quais genes do acervo de mais de 20 mil podem e devem ser usados em cada circunstância. O grupo de Murgatroyd investigou em camundongos o efeito de estresse em filhotes separados da mãe três horas por dia nos primeiros dez dias de vida.


A equipe descobriu que, já adultos, os roedores estressados quando filhotes tinham níveis elevados de um hormônio, a vasopressina, associado com o humor e, em humanos, com a química da depressão. Viu, ainda, que esse aumento decorre de marcas indeléveis deixadas no DNA. É óbvio que o mecanismo pode não ser o mesmo em seres humanos, mas é difícil de acreditar que não haja coisas similares agindo dentro de nós. Somos o resultado não só do que está em nossos genes, mas também do que se superpõe a eles. Nem berço nem criação, mas berço-e-criação.


Essa visão menos determinista nos convida a investigar, ponderar e influir tanto no que está no DNA quanto no modo como criamos nossos filhos e jovens e como tratamos a nós próprios. Como já foi dito, somos o que fizermos do que fizeram de nós. [...]


Jornal da Ciência
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O HOMEM É MONÓGAMO

Como criacionista, minha maior discórdia com os que advogam a macroevolução não resulta das diferenças diametrais entre as conclusões morais consequentes de cada uma dessas duas cosmovisões (tratarei dessas diferenças no fim do texto). Minha maior incompatibilidade com eles, incompatibilidade que por vezes beira a aversão, é de natureza argumentativa. Mais especificamente me refiro a um tipo de artifício por eles empregado ao formularem suas ideias. Como a evolução é aceita hoje como um fato, qualquer explicação que a tenha como partida apresenta boa possibilidade de ser aceita como verdade. A psicologia evolutiva é um caso típico – e escabroso.

Dia desses, eu falava a um amigo que não existe melhor ocupação que a de psicólogo evolutivo: não é preciso lá grande rigor técnico, basta que sua formulação, embora sem bases epistêmicas, apresente alguma coerência – e voilá! – o dogma evolucionista oferece o alicerce de justificação teórica, e a proposição psicológico-evolutiva ganha espaço em jornais, blogs e revistas.

Essa distorção lembrou minhas aulas de Metodologia Científica. Nosso professor era taxativo: “Lembrem-se sempre disso! Escrevam-no na testa e nas mãos! Em pesquisa científica, deve-se privilegiar o árido método em detrimento da aconchegante hipótese, mesmo quando aquele invalida essa!” Bingo, saudoso mestre!

Por isso, surpreende-me às vezes que um biólogo macroevolucionista busque testar suas hipóteses a partir de um estudo objetivo de campo em vez de tecer ilações a partir dos pressupostos do naturalismo filosófico contrabandeado no bojo da ciência.

Em outubro de 2005, o famoso zoólogo Desmond Morris, autor de livros como O Macaco Nu, falou ao jornalista Luis Amiguet, do La Vanguardia, na cidade de Barcelona. Seguem alguns trechos da entrevista traduzida e publicada na Folha On-Line (os destaques em negrito são de minha iniciativa):

LV: [O senhor] não tentou a poligamia habitual entre nossos irmãos primatas?

Morris: O homem na realidade é monógamo.

LV: Mesmo que guarde sua monogamia em segredo?

Morris: Você crê que é uma ironia, mas acaba de dizer uma grande verdade. Em muitas culturas o poderoso é obrigado a ser polígamo, porque a posse de muitas esposas é um sinal de status. Mas embora haja muitas concubinas sempre existe uma favorita: isso em pureza zoológica se chama monogamia.

LV: Ou seja, essa história de “duas mulheres ao mesmo tempo” é biologicamente improvável.

Morris: Pode haver duas mulheres ao mesmo tempo, mas na realidade há uma esposa e a outra. Sempre há uma que é A mulher. A outra tem um papel secundário que complementa mais ou menos o homem, mas seu investimento emocional, o homem o realiza só em uma mulher, uma companheira, embora :seja claro que esse lugar prioritário em seu afeto e sua economia possam ser ocupados por diversas mulheres sucessivamente.

LV: Por que somos seres de uma só mulher?

Morris: Porque só podemos nos ocupar realmente de uma prole, mesmo que possamos ter engendrado várias. E a natureza hierarquiza nossa dedicação para otimizar as possibilidades de êxito sucessório.

LV: Nunca houve um polígamo de verdade?

Morris: Eu e minha equipe de pesquisadores e antropólogos procuramos por todo o planeta pelo menos um caso de poligamia real, quer dizer, um polígamo que desse exatamente o mesmo tratamento a todas as suas fêmeas e aos descendentes que tivesse com cada uma.

LV: E...?

Morris: Não encontramos. Filmamos um famoso bruxo e cantor de rock nos Camarões que tinha chegado a colecionar 58 esposas...

LV: Deve ter sido terrível, coitado.

Morris: ...mas sempre tinha uma favorita.

LV: Ela. Sempre ela.

Morris: ...embora nosso bruxo roqueiro realizasse uma festa de casamento gigantesca cada vez que mudava de favorita.

LV: Como tantas celebridades do rock.

Morris: E todas as garotas do coro estavam casadas com ele! Na realidade era monógamo, mas para aparentar diante da tribo o pobre homem era obrigado a parecer polígamo.

LV: Extenuante.

Morris: A mesma coisa aconteceu com um rei do Taiti que pesquisamos: chegou a ter 28 esposas espalhadas pela ilha, cada uma em sua casa. Mas sempre havia uma com a qual passava mais tempo e cuja prole protegia com mais dedicação e recursos. O homem pode ter muitas companheiras, mas uma única dona.

*****

Apesar de discordar de partes dessa entrevista e do conjunto da obra de Morris, em especial do livro que ele divulgava à época, A Mulher Nua, não pude deixar de reconhecer-lhe a honestidade metodológica e também, por que não dizer?, sua honestidade moral. Embora encilhado com os arreios materialistas, a íntegra de sua entrevista é um maravilhoso encômio ao que possa haver de amor e pureza nas relações afetivas entre homens e mulheres.

Agora voltemos à fealdade destes nossos dias bicudos. Em Nuremberg, os acusados defendiam-se alegando estarem apenas cumprindo ordens. Imagino um adepto – sincero ou oportunista – das ideias de antropólogos como Jane Lancaster. Imagino o sujeito flagrado com as calças literalmente na mão: “Mas, meu bem, eu estava apenas cumprindo meu código genético!” Mais um pouco e estupradores vindicarão essa tese nos tribunais.

Certo, certo, nem todos os evolucionistas defendem a Síntese Evolutiva Moderna como jurisprudência biológica para a prática de atos socialmente reprováveis. Mas há um atrativo irresistível nas pretensões materialistas. Somando pragmatismo ao relativismo, o homem de hoje sente-se desobrigado de carregar o fardo das responsabilidades morais. Talvez isso explique o pouquíssimo apuro inquisitivo dos que recebem como verdadeiras as mirabolantes afirmações da doxa macroevolucionista.

(Marco Dourado, formado em Ciência da Computação pela UnB, com especialização em Administração em Banco de Dados)

Criacionismo


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9 de nov de 2009

CIENTISTAS CONTESTAM OS BENEFÍCIOS DE BEBER COM MODERAÇÃO


Um estudo realizado na Itália com 3 mil adultos aponta que beber moderadamente pode não trazer os benefícios proclamados por outras pesquisas. O estudo foi feito com pessoas de 70 a 79 anos e mostra que fatores ligados ao estilo de vida, como exercícios e alimentação saudável, são muito mais ligados à saúde do que a o costume de beber pouco ou moderadamente. De acordo com os pesquisadores da Universidade de Ferrara, beber uma ou duas doses alcoólicas diárias podem simplesmente ser um costume de pessoas saudáveis, e não o motivo pelo qual elas têm saúde.


Vários estudos mostram que pessoas que bebem moderadamente vivem mais que os abstêmios e as que bebem muito. Pesquisas anteriores mostram que existe uma relação entre o consumo de álcool e a mortalidade, em que o risco de morte diminui com algumas doses semanais e aumenta quando as doses também são em maior número. O principal motivo apontado para isso é a diminuição do risco de doenças cardiovasculares em pessoas que bebem moderadamente. Além disso, o álcool serve como afinador do sangue e reduz o risco do entupimento de artérias, como a aspirina. Porém, muitas pesquisas passaram a relacionar a bebida com inúmeras melhorias fisiológicas, desde capacidade cognitiva a cura de resfriados, levando à suspeita dos pesquisadores italianos.


A equipe que fez o estudo analisou um questionário feito com os participantes da pesquisa, que responderam sobre a sua ingestão de álcool e problemas comuns durante a terceira idade, como dificuldades cognitivas, quedas e declínio das funções corporais. Os resultados mostraram que as pessoas que afirmaram beber moderadamente têm estas funções em melhor estado que aquelas que não bebem ou que bebem muito. A pesquisa, entretanto, foi mais fundo na questão: outro questionário foi feito para observar características relacionadas ao estilo de vida, como atividades físicas, peso, educação e renda. Quanto mais o estilo de vida era levado em consideração, menos o consumo de álcool parecia ter um papel importante para os resultados positivos durante a idade avançada.


Além disso, os pesquisadores consideraram que, muitas vezes, os abstêmios deixam de beber devido a medicações usadas para tratar doenças ou até mesmo porque se sentem doentes ou fracos para ter o hábito. O estudo não tira o mérito [mérito?] de uma eventual taça de vinho ou uma cerveja, mas a mensagem mostrada pelos pesquisadores italianos é clara: exercícios e uma dieta regulada são muito mais importantes para manter um corpo saudável do que hábitos de beber moderadamente.

(Hypescience)

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4 de nov de 2009

ESTUDO VINCULA DEPRESSÃO A ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS

Um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da University College London, na capital britânica, indica que dietas ricas em alimentos industrializados aumentam o risco de depressão.

Em contrapartida, afirmam os pesquisadores, pessoas que comem legumes, verduras, frutas e peixe em abundância apresentam riscos menores de sofrer da condição. O estudo, descrito na revista científica British Journal of Psychiatry, analisou informações sobre a dieta de 3,5 mil funcionários públicos britânicos e, cinco anos mais tarde, monitorou a ocorrência de depressão no grupo. Segundo a equipe de pesquisadores, este é o primeiro estudo a vincular a dieta dos britânicos com a depressão. Os especialistas dizem, no entanto, que - embora não seja possível excluir a possibilidade de que pessoas com depressão talvez tenham dietas menos saudáveis - é pouco provável que a alimentação seja a razão por trás dos resultados porque não foi identificada uma relação entre dieta e diagnósticos prévios de depressão.


Método


Os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos de acordo com o tipo de dieta que seguiam. Em um grupo ficaram os que consumiam alimentos integrais, frutas, legumes e peixe. No outro, os que comiam principalmente alimentos industrializados, como sobremesas açucaradas, alimentos fritos, carne industrializada, cereais refinados e produtos laticínios ricos em gordura. Após levar em conta fatores como sexo, idade, educação, atividade física, doenças crônicas e o hábito de fumar, os especialistas identificaram uma diferença significativa em riscos futuros de ocorrência de depressão nos grupos. Os que comiam mais alimentos integrais apresentaram 26% menos riscos de desenvolver depressão do que os que consumiam menos alimentos integrais. Em contraste, os que comiam mais alimentos industrializados apresentaram 58% mais riscos de desenvolver depressão do que os que comiam poucos alimentos industrializados.


Dieta mediterrânea


A autora do estudo, Archana Singh-Manoux, diz que é possível que os resultados sejam explicados por um fator ligado ao estilo de vida dos participantes que não tenha sido levado em consideração pelos especialistas.


"Houve um estudo mostrando que a dieta mediterrânea estava associada a riscos menores de depressão, mas o problema é que, se você vive na Grã-Bretanha, a probabilidade de você seguir uma dieta mediterrânea não é muito grande", afirma a pesquisadora.


"Então, nós queríamos observar de forma diferente as associações entre dieta e saúde mental", acrescenta. Ainda não está claro por que alguns alimentos podem proteger contra ou aumentar os riscos de depressão, mas os cientistas avaliam que talvez haja um vínculo entre dieta, inflamações e condições como doenças cardíacas.


"Esse estudo se soma a um conjunto já sólido de pesquisas que mostram associações fortes entre o que comemos e nossa saúde mental", diz o diretor da entidade britânica Mental Health Foundation, Andrew McCulloch.


"Estudos como esse são cruciais porque são a chave para que tenhamos uma compreensão melhor da doença mental."


McCulloch acrescenta que as dietas das pessoas estão se tornando cada vez menos saudáveis. "A população da Grã-Bretanha está consumindo menos produtos frescos e nutritivos e mais gorduras saturadas e açúcares", afirma.


"Estamos particularmente preocupados com os que não podem ter acesso a alimentos frescos ou moram em áreas onde existe um número alto de restaurantes de fast food e comida para viagem."


(BBC)


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3 de nov de 2009

FÓSSIL DE DINOSSAURO QUE PODERIA ENGOLIR UM CARRO É ENCONTRADO


O crânio de um pliossauro, criatura marítima que cientistas acreditam que poderia partir um carro pela metade com sua mordida, foi encontrado na costa da Grã-Bretanha. Só o crânio do predador mede 2,4 metros, e cientistas acreditam que poderia pertencer a um dos maiores pliossauros já encontrados, podendo medir até 16 metros de comprimento. Estes animais viveram há aproximadamente 150 milhões de anos [sic] , e este fóssil foi encontrado por um colecionador local.


Os pliossauros são parecidos com os plesiossauros, um grupo de répteis aquáticos que dominaram os oceanos durante os períodos Jurássico e Cretáceo. Eles tinham mandíbulas muito fortes e enormes dentes afiados, mas os pliossauros tinham o pescoço mais curto que os plesiossauros. O paleontólogo Richard Forrest afirma que o Tiranossauro Rex era um “gatinho” comparado ao pliossauro. “Ao observar este fóssil, fica claro quão poderoso era este animal”, diz o especialista. Forrest afirma que a mandíbula do espécime encontrado tem uma resistência próxima à do ferro. “Ele era uma enorme máquina para morder, e eram grandes e fortes o bastante para morder um carro pequeno na metade”, afirma o paleontólogo, que também diz que o animal poderia destruir um Tiranossauro Rex em uma mordida.


David Martill, paleontólogo da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, confirma que as criaturas eram enormes monstros matinhos. “Eles tinham enormes músculos no pescoço, então eles atacavam os animais e, com esses músculos, provavelmente destruíam os animais para arrancar suas partes”, diz Martill. Os fósseis de outro enorme pliossauro foram encontrados em 2008 em Svalbard, uma ilha norueguesa próxima ao pólo norte. Medidas da sua mandíbula e análises dos dentes do animal apontam que sua mordida era até 11 vezes mais feroz que a de um Tiranossauro Rex.

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30 de out de 2009

CHEGAM BEM PERTO DA TEORIA DO BOMBARDEAMENTO [2]


Impacto de Meteoro na Índia pode ser a causa da extinção dos dinossauros

Maior cratera da Terra


Uma misteriosa cratera submarina nas costas da Índia pode ser a maior cratera de impacto da Terra. E, se um novo estudo a seu respeito estiver correto, ela pode ter sido a responsável pela extinção dos dinossauros, 65 milhões de anos atrás [sic]. Uma equipe de pesquisadores, liderada por Sankar Chatterjee, da Universidade Técnica do Texas, nos Estados Unidos, fez o primeiro estudo detalhado da gigantesca cratera de Shiva, uma depressão submersa a oeste da Índia que é intensamente minerada por suas ricas reservas de petróleo e gás natural. Algumas crateras complexas estão entre os locais mais produtivos de hidrocarbonetos da Terra.


Expondo o manto da Terra


"Se estivermos corretos, esta é a maior cratera de impacto conhecida em nosso planeta," diz Chatterjee. "Um bólido desse tamanho, talvez de 40 quilômetros de diâmetro, criou seu próprio movimento tectônico."


Para comparação, o objeto que atingiu a Península de Yucatan, criando a cratera que atualmente é apontada como o ponto de impacto que causou o extermínio dos dinossauros, tinha entre 8 e 10 quilômetros de diâmetro. É difícil imaginar e descrever um cataclisma dessas proporções. Mas, se os pesquisadores estiverem corretos, o impacto de Shiva vaporizou a crosta da Terra no ponto da colisão, deixando no local nada menos do que um buraco onde emergiu o material ultra quente do manto da Terra. Os pesquisadores acreditam que o impacto acelerou as erupções vulcânicas em uma linha que cobre a maior parte do oeste da Índia. E mais, o impacto separou as ilhas Seicheles da placa tectônica indiana, fazendo-as derivarem em direção à África.


Cratera submersa


As evidências geológicas são dramáticas. O anel externo da cratera de Shiva tem 500 quilômetros de diâmetro, abraçando o pico central, conhecido como Elevado de Bombaim, que tem 4.800 metros de altitude a partir do fundo oceânico. A maioria da cratera fica submersa na plataforma continental da Índia, mas onde ela emerge é marcada por pico altos e agudos e depressões acentuadas. O impacto parece ter destruído ou desgastado a maior parte da camada de granito de 48 quilômetros de espessura presente na costa oeste da Índia.


Impressões digitais do meteoro


Para confirmar as descobertas, a equipe do Dr. Chatterjee tem uma expedição agendada para o próximo mês, com o objetivo de coletar amostras de rochas do centro da cratera, que poderão fornecer as evidências definitivas de que se trata de uma cratera de impacto.


"Rochas da base da cratera irão nos dar os sinais definitivos do impacto. E nós queremos ver se são rochas heterogêneas, quartzo com sinais de impacto e se há anomalias para irídio," explica Chatterjee. Os asteroides são ricos em irídio, e essas anomalias são vistas como uma espécie de impressão digital do impacto de um meteoro.

(Inovação Tecnológica)


NOTA: Impressionante como de pouco em pouco o modelo proposto pelo Geólogo Naor Neves vem sendo confirmando pelas evidências, somando-se movimentos de placas tectônicas, vulcanismo e separação de continentes, temos um resultado muito semelhante ao do modelo do Dilúvio de Noé. O artigo menciona a separação das ilhas Seicheles da placa tectônica de Indiana, resultado desde impacto, no entanto, não foi ele o único veja também Chegam bem perto da teoria do bombardeamento.

Para ter mais informações precisas sobre o assunto, recomendo o livro do Naor Neves, Uma Breve História da Terra, da Sociedade Criacionista Brasileira.


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VEGETAIS DURANTE A GRAVIDEZ PROTEGEM O BEBÊ CONTRA DIABETES

Gravidez verde

Novas evidências estão mostrando o quanto é importante para a mulher grávida comer comidas saudáveis e nutritivas.


As futuras mamães que comem vegetais todos os dias têm crianças com menor propensão a desenvolver o diabetes tipo 1, segundo um estudo feito na Universidade de Gotemburgo (Suécia).


Os resultados foram publicados no jornal Pediatric Diabetes.


Vegetais e diabetes


"Este é o primeiro estudo a mostrar uma conexão entre a ingestão de vegetais durante a gravidez e o risco da criança desenvolver diabetes tipo 1 mais tarde, mas outros estudos de vários tipos serão necessários antes que possamos dizer algo definitivo," alerta a nutricionista Hilde Brekke, que participou da pesquisa. O estudo envolveu a análise de amostras de sangue de quase 6.000 crianças com até cinco anos de idade.


Diabetes tipo 1


No diabetes do tipo 1, determinadas células no pâncreas gradualmente perdem a capacidade de produzir insulina, levando à deficiência do hormônio. Crianças com risco de desenvolver o diabetes tipo 1 têm anticorpos em seu sangue que atacam essas células produtoras de insulina. Das 6.000 crianças acompanhadas, 3% apresentava níveis elevados desses anticorpos ou já haviam desenvolvido totalmente o diabetes tipo 1 aos cinco anos de idade. Esses marcadores de risco eram duas vezes mais comuns em crianças cujas mães raramente comeram vegetais durante a gravidez. O risco foi o mais baixo entre as crianças cujas mães afirmaram ter comido vegetais todos os dias durante a gravidez.


Efeito protetor


"Nós não podemos dizer com certeza, com base apenas neste estudo, que são os próprios vegetais os responsáveis por esse efeito protetor, mas outros fatores relacionados não parecem explicar essa conexão," disse Hilde. "E tampouco essa proteção pode ser explicada por outros fatores ligados à dieta ou a outros fatores de risco conhecidos para a doença."


O termo vegetais, nesta pesquisa, englobou todos os tipos de vegetais, exceto os tubérculos.


(Diário da Saúde)


NOTA: Diga-se de passagem: " Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento." (Gen. 1:29)

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29 de out de 2009

CRIACIONISTA BRASILEIRO LANÇA LIVRO SOBRE DINOSSAUROS

O engenheiro mecânico, de Governador Valadares, MG, formado pelo MIT, Wellington Aguiar, está lançando um ambicioso projeto em Massachusetts. Trata-se do livro The Plot (“A Trama”, em português), uma ficção que tem como pano de fundo a história dos dinossauros, sob a perspectiva cristã e baseada na teoria do criacionismo. Endossado e apoiado pelo Departamento de Ciências Naturais do Atlantic Union College, em South Lancaster, MA, o livro vai ser debatido na Universidade em conferência a ser realizada no dia 3 de dezembro. “The Plot descreve os dinossauros, sua forma anatômica, e defende uma tese, a do criacionismo. É um livro cristão, acima de tudo, contrapondo a teoria evolucionista”, afirma Wellington. O debate que antecederá o lançamento do livro contará com a presença do professor da instituição, Dr. Brown, que discutirá a abordagem dada pelo autor, analisando conteúdos biológicos, científicos, sociológicos, paleontológicos e, claro, religiosos.

O mineiro Wellington, que é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, afirma que a ideia do livro surgiu há 30 anos, quando começou a questionar a justificativa da ciência para o surgimento dos dinossauros. Ele questionou a teoria como, segundo ele, “a expressão da verdade”. “Eu não afirmo que os evolucionistas estão totalmente errados, mas a interpretação de que o mundo surgiu de um processo evolutivo não é correta”, afirma o autor, que escreveu o livro inteiramente em inglês.

O lançamento do livro vai ser no dia 13 de dezembro na própria universidade, e promete esquentar as estruturas entre os defensores das duas teorias. “Com o apoio da universidade e do professor Brown, esse livro tem grandes chances de se destacar”, afirma confiante o autor, que atualmente dá aulas de inglês.

(Rádio Criciúma)

Lido no Blog Criacionismo.

NOTA: Sinceramente falando, quando o assunto é criacionismo uma das coisas que mas gosto de pesquisar são os afamados dinossauros, desde o Jurassic Park, a mente de muito jovem ficou cheia de perguntas sobre essas incríveis criaturas, em especial eu sempre me perguntei se Deus criaria seres tão monstruosos (em especial na aparência) como aqueles. Hoje já temos resposta para muito do que o filme mostra, e sabemos que nem tudo aquilo é verdade, de fato é uma ficção. Mas estou ansioso pelo lançamento desse livro, tomará que venha rápido o seu lançamento também em português.

Enquanto ele não chega, recomendo a leitura de outros livros que tratam do mesmo assunto: Como surgiram os dinossauros e por que eles desapareceram, e Os Dinossauros.

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28 de out de 2009

ALGA TÓXICA CAUSOU EXTINÇÃO DOS DINOS?


O hypescience publicou ontem um artigo sobre uma nova teoria sobre a extinção dos famosos dinossauros. Dessa vez a causa não foi o impacto de um asteróide ou o vulcanismo, mosquitos muito menos o dilúvio, foram algas tóxicas.

Segundo o estudo realizado por geólogos e toxicólogos, essas algas azul-esverdeadas, eram muito comuns na natureza, e tinham propriedades que produziam venenos e acabavam com o oxigênio da água. O geólogo James Castle e o ecotoxicólogo John Rodgers não deixam de reconhecer que fatores como asteróides e atividades vulcânicas tiveram seu papel, mas para eles as algas foram o mais importante.

Um grande detalhe é que não devemos esquecer que existem consequências que não podem ser ignoradas, se de fato, a Terra foi atingida por um grande asteróide, se houve vulcanismo intenso, dentre outros fatores, e para tais teorias existem boas evidências.

Um asteróide quando colide com a Terra (nas proporções que acredita-se que teria) não levanta apenas poeira, ele pode levantar até mesmo tsunamis. E é o que provavelmente tenha acontecido, o vulcanismo também pode ter sido gerado pelo impacto direto ou indireto do asteróide, o fenômeno é muito complexo, e só se pode teorizar sobre isso. No entanto, sabe-se hoje que não houve apenas um asteróide ao atingir a Terra, e sim vários. O importante é frisar que com o impacto gerou-se um reação encadeia, que culminou com no Dilúvio. O dilúvio por si só explicaria a extinção em massa dos dinossauros, e o detalhe de que o tipo de extinção que aconteceu não era o de se esperar em uma catástrofe, talvez pela breve perpetuação de algumas espécies no registro fóssil seria facilmente explicado pela teoria do "zoneamento ecológico", que defende que os fósseis encontrados no registro fóssil em distintas camadas não implicam necessariamente épocas distintas e separadas por milhões de anos, mas sim pelo ambiente ou região em que viviam e foram subitamente pegos pelo dilúvio.

O dilúvio ainda é a melhor explicação para o súbito desaparecimento dos dinossauros.

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JUIZ ORDENA QUE MEC MUDE DATA DO ENEM PARA ALUNOS JUDEUS

A Justiça ordenou ao Ministério da Educação que marque outro dia --que não o sábado-- para que 21 alunos de um colégio judaico de São Paulo façam o Enem. O MEC anunciou que recorrerá. O Enem está marcado para 5 e 6 de dezembro --sábado e domingo.

O sábado é o shabat, dia em que os judeus descansam. Do pôr do sol da sexta ao pôr do sol do sábado, não trabalham, não dirigem e não escrevem. Vendo que seus alunos perderiam o Enem, o colégio Iavne, nos Jardins (zona oeste), apresentou a ação judicial. Na primeira instância, a Justiça não viu motivo para mudar a data. O colégio recorreu. E o Tribunal Regional Federal deu razão à escola. O juiz Mairan Maia escreveu que o MEC deveria permitir que a prova fosse resolvida pelos alunos do Iavne "em dia compatível com o exercício da fé". Seria um exame com "o mesmo grau de dificuldade". "Ninguém será privado de direitos por motivos de crença religiosa."


Para os advogados da escola, o Ministério Público deveria exigir o mesmo direito aos demais alunos judeus e aos seguidores da Igreja Adventista, que descansam nos sábados.


RICARDO WESTIN
da Folha de S.Paulo


(Folha Online)



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23 de out de 2009

POR QUE ENVELHECEMOS?

O envelhecimento e a morte são uma preocupação da humanidade há milhares de anos. Com o avanço da ciência, nossa longevidade vem aumentando constantemen-
te.


O Estúdio CH desta semana aborda os processos biológicos envolvidos no envelhecimento dos seres humanos e discute os limites da longevidade.

Em sua estreia como apresentador do nosso podcast, Fred Furtado conversa com o biólogo Emílio Antônio Jeckel Neto, diretor do Museu de Ciência e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. O pesquisador, especialista em biologia do envelhecimento, explica o que leva o nosso organismo a assumir características diferentes à medida que o tempo passa. Segundo ele, isso acontece porque nosso sistema biológico se torna cada vez mais simplificado para desenvolver estratégias para sobreviver a um ambiente em constante modificação.

Jeckel Neto ressalta que há um limite para a longevidade de qualquer ser vivo. Dependendo de suas propriedades intrínsecas para conseguir se adaptar às variações ambientais, os seres alcançam um sucesso maior ou menor no que diz respeito à quantidade de tempo que são capazes de se manter no ambiente.

O biólogo explica que os avanços da ciência em relação à longevidade estão muito mais associados a questões ambientais do que ao organismo em si. A expectativa média de vida aumentou bastante, por exemplo, com o desenvolvimento dos antibióticos e quando os profissionais da área de saúde descobriram que lavar as mãos diminuía o risco de contaminação. Mas não existe uma intervenção científica capaz de aumentar a longevidade máxima do organismo.

Sobre a possibilidade de se intervir nos processos biológicos do corpo para aumentar nossa qualidade de vida, Jeckel Neto diz que esse fator não está associado somente ao indivíduo, mas à sociedade como um todo, que se beneficia da existência de saneamento básico, por exemplo. O biólogo acrescenta que o aspecto individual que mais interfere na longevidade dos seres humanos é a quantidade e a qualidade dos alimentos ingeridos e explica o motivo dessa relação.

(Ciência Hoje-Online)
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A FESTA SEMPRE É BOA ENQUANTO DURA

Novo fóssil põe "elo perdido" sob suspeita

Comparação indica que Ida, esqueleto de 47 milhões de anos [sic] que virou fenômeno de mídia, não é ancestral do homem. Para grupo de americanos, semelhanças com macacos resultam de evolução em paralelo; autor da pesquisa original contesta conclusões



Reinaldo José Lopes escreve para a "Folha de SP":


Um grupo independente de cientistas analisou o fóssil de primata propagandeado em maio deste ano como "o elo perdido" da evolução humana e chegou a uma conclusão não muito empolgante: o bicho é provavelmente só um primo antigo e esquisito dos lêmures. Se eles estiverem corretos, o alarde midiático organizado em torno de "Ida, o elo perdido", ou Darwinius masillae, como o animal foi batizado oficialmente, pode se tornar um dos casos clássicos em que a vontade de chamar a atenção do público atropelou a ciência. Afinal, a descrição científica de Ida foi coreografada com o lançamento de documentários, sites, livros e de um evento para a imprensa [o que já era de se esperar] no qual os pesquisadores responsáveis por estudá-la compararam o fóssil com a Mona Lisa e com o Santo Graal, afirmando que ele mudava tudo o que se sabia sobre a evolução humana.


Devagar com o andor


À época, boa parte da comunidade científica concordou que se tratava de um exemplar belíssimo. Diferentemente dos outros primatas antigos, Ida, com quase 50 milhões de anos de idade, [sic] teve seu esqueleto completo preservado -sem falar na presença de pêlos e até do conteúdo digestivo do animal. Mas poucos concordaram com a sugestão de que o fóssil representava um ancestral direto dos antropoides, a linhagem de macacos que acabou desembocando no homem [sic]. No novo estudo, que está na revista científica "Nature" desta semana, a equipe coordenada por Erik Seiffert, da Universidade de Stony Brook (EUA), compara Ida a uma nova espécie de primata extinto descoberta por eles no Egito. Trata-se do Afradapis longicristatus, que é 10 milhões de anos [sic] mais novo que o suposto elo perdido, mas, ao que tudo indica, é um parente próximo de Ida, a julgar pela análise detalhada da mandíbula e dos dentes da espécie africana (aliás, esses são os únicos materiais preservados do bicho).


Seiffert e companhia também compararam Ida, o novo primata e outras 117 espécies vivas e extintas de primatas, levando em conta uma lista de 360 características do esqueleto. Essa comparação extensa, que não foi feita na descrição original de Ida, ajuda a estimar quais traços dos bichos realmente se devem ao parentesco e permite montar uma árvore genealógica dessas espécies. O veredicto: Ida seria apenas uma prima muito distante do grupo que inclui o homem, estando bem mais perto dos lêmures atuais. As semelhanças superficiais dela com o grupo dos antropoides seriam explicadas por evolução convergente -ou seja, porque ambos os grupos adotaram estilos de sobrevivência parecidos.


Comedora de folhas


"São características relacionadas ao encurtamento do focinho e ao processamento de alimentos relativamente duros, como folhas", explica Seiffert. O pesquisador aponta o que, para ele, foi o principal erro da equipe que descreveu Ida.


"Acho que eles deveriam ter feito comparações mais detalhadas com os mais antigos antropoides indiscutíveis. Eles teriam visto que traços como a fusão das duas metades da mandíbula, que não aparecem nesses antropoides [mas aparecem em Ida], não poderiam ser um elo entre Ida e eles."


Philip Gingerich, paleontólogo da Universidade de Michigan e um dos "pais" de Ida, não concorda. "Acho esquisito que o Afradapis seja muito parecido com os antropoides mas acabe classificado em outro grupo. A ideia de convergência parece implausível", diz ele.


Aliás, argumenta Gingerich, "o Darwinius [Ida] conta com um esqueleto muito mais completo que o do Afradapis, e ele apresenta características adicionais de primatas avançados que não aparecem na análise".


(Jornal da Ciência)

NOTA: Mas uma vez a idéia do "elo perdido" se perdeu ante os fatos... mas para os Darwinistas foi bom enquanto durou.
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MULHERES ALCOÓLATRAS APRENDEM COM AS MÃES


Vítimas e agressoras


As mulheres alcoolistas são ao mesmo tempo vítimas e agressoras na violência doméstica. A conclusão é de um estudo realizado na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) que envolveu 62 mulheres com cerca de 40 anos, sendo 32 delas alcoólatras. O estudo também mostra que essas famílias eram desestruturadas e que as meninas aprendem com as mães a usar o álcool para resolver seus problemas diários.


Aprendendo com as mães


A psicóloga Ana Beatriz avaliou em sua pesquisa de doutorado não só as mulheres, bem como suas famílias e aquelas em que elas e suas mães cresceram. Em seguida, analisou como as três gerações se relacionavam dentro de casa. As mulheres alcoólatras aprendiam a beber e a ser violentas com suas mães, que, por sua vez, sofriam violência da avó. "Essas mulheres repetem o que é conhecido", explica Ana Beatriz. "Elas até desejam fazer diferente, mas não têm repertório para isso, já que o modelo de aprendizagem da violência é passado de geração a geração".


As mulheres alcoolistas tinham mães com o mesmo vício em 23,3% dos casos. O companheiro também era viciado em 20 % dos casos. A maioria das mulheres e suas mães havia sofrido agressão sexual, física ou verbal. As mães de mulheres alcoolistas também eram autoritárias e centralizavam as decisões, enquanto nas famílias de mulheres sem o vício o poder era dividido entre o casal.


Disfunções


A psicóloga classificou as relações entre os membros das famílias de alcoólatras como disfuncionais. "Nessas famílias não existia suporte e apoio entre os membros" descreve Ana Beatriz. "Além disso, as regras familiares para lidar com problemas diários não são bem estabelecidas. Isso gera crises familiares e sofrimento".


Geralmente, a relação das filhas que se tornaria alcoólatra com as mães era conflituosa. Já os pais tinham uma relação de proximidade exagerada com a filha. Os pais se aliavam às filhas para brigar com as companheiras. As mães sentiam ciúmes do relacionamento entre pais e filhas, o que aumentava as agressões.


Proximidade excessiva


A maioria das mulheres alcoolistas contou que os familiares tinham uma proximidade excessiva entre si, e não reconheciam os limites para que a intimidade não se tornasse invasiva. O uso de drogas foi uma maneira de declarar independência da família. "Mas a pessoa acaba dependente do álcool como é da família", constata psicóloga. Família desestruturada é um fator de risco para desenvolver alcoolismo, mas não condição obrigatória. Ter um membro alcoólatra causa desestrutura na família.


Alcoolismo transmitido entre gerações


Segundo a psicóloga, a pesquisa é a primeira no Brasil a descrever a transmissão entre gerações da estrutura de famílias de mulheres alcoólatras e mostra a importância da prevenção.


"Se o profissional de saúde for trabalhar com essas mulheres e tentar mudar o padrão e comportamento delas, as filhas poderão experimentar um ambiente familiar diferente, em que elas não repitam os mesmos erros de suas mães".


(Diário da Saúde)


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20 de out de 2009

DESCOBERTOS 32 NOVOS PLANETAS


Astrônomos anunciaram nesta segunda-feira a descoberta de 32 novos exoplanetas, assim chamados por estarem fora do Sistema Solar. Os exoplanetas são também chamados de planetas extrassolares. Segundo os cientistas, os exoplanetas têm tamanhos que variam de cinco vezes a massa da Terra a até dez vezes a massa de Júpiter, o maior planeta do nosso sistema.


Rastreador de planetas


Para identificar os exoplanetas, os cientistas do European Southern Observatory, trabalhando no observatório de La Silla, no Chile, utilizaram um instrumento de rastreamento muito sensível, o espectrômetro Harps (sigla de High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher, ou "rastreador de planetas por velocidade radial de alta precisão"). A descoberta - que eleva o número de exoplanetas conhecidos para mais de 400 - deixou os astrônomos entusiasmados porque indica que pode haver inúmeros planetas de pouca massa para os padrões astronômicos, como a Terra, em nossa galáxia.


"A partir (dos nossos) resultados, sabemos agora que pelo menos 40% das estrelas do tipo solar têm planetas de pouca massa. Isso é realmente importante, porque significa que planetas com pouca massa estão em toda a parte, basicamente", explicou Stephane Udry, da Universidade de Genebra, na Suíça.


"O que é muito interessante é que modelos estão prevendo (os planetas), e nós os estamos encontrando. E, além disso, os modelos estão prevendo ainda mais planetas de massas menores, como a Terra".



Estrelas que piscam de verdade

O Harps usa um método indireto de detecção que indica a existência de planetas a partir da forma como sua gravidade faz com que uma estrela-mãe pareça piscar em seu movimento pelo céu. Para detectar os exoplanetas, a astronomia está trabalhando no limite da tecnologia atual. A maioria dos planetas extrassolares que foram encontrados até agora têm o tamanho igual ou maior do que Júpiter. O instrumento Harps, no entanto, está sendo usado para verificar estrelas pequenas, relativamente frias, na esperança de encontrar planetas de baixa massa, aqueles com maior probabilidade de se parecer com os planetas rochosos do nosso Sistema Solar.


Área habitável


Dos 28 planetas conhecidos com massas com menos de 20 vezes a massa da Terra, o Harps já identificou 24 e seis destes estão no grupo anunciado recentemente.


"Temos dois candidatos com cinco vezes a massa da Terra e dois com seis vezes a massa da Terra", afirmou Stephane Udry. Anteriormente, o Harps já tinha identificado um objeto que tinha apenas duas vezes a massa da Terra. Os cientistas buscam encontrar planetas rochosos que orbitem uma "área habitável" ao redor de uma estrela - ou seja, uma região do espaço em que o planeta tenha temperaturas em uma faixa que poderia abrigar a presença de água em estado líquido. Cientistas acreditam que a introdução de novas tecnologias, mais sensíveis, vai permitir que eles identifiquem estes objetos dentro de apenas alguns anos.

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15 de out de 2009

ORIGEM SUPERIOR


Muito aborígenes australianos pré-históricos conseguiriam vencer facilmente o atual campeão de velocidade do mundo atualmente, o jamaicano Usain Bolt. Muitos homens da etnia Tutsi, em Ruanda, conseguiriam superar o atual recorde de salto em altura, de 2,45 metros, durante seus rituais de iniciação. Qualquer mulher neandertal conseguiria vencer o fisiculturista e ator Arnold Schwarzenegger em uma queda de braço. Além disso, romanos da antiguidade completavam aproximadamente uma maratona e meia diariamente, carregando mais do que metade do seu peso corporal.


Precisa de mais algo para convencer que os homens modernos são fracotes? Essas e outras afirmações impressionantes são analisadas pelo antropólogo australiano Peter McAllister, que acredita que o homem moderno é muito inferior a seus predecessores.


A força do passado

A sua conclusão sobre a velocidade dos aborígenes australianos de 20 mil anos atrás [sic] é baseada em um grupo de pegadas de seis homens perseguindo uma presa, fossilizadas e perfeitamente preservadas até hoje. A análise das pegadas de um dos homens, chamado de T8, mostra que, em uma superfície enlameada, ele chegava a atingir 59,2 quilômetros por hora. Usain Bolt, por sua vez, atingiu a velocidade máxima de 67 quilômetros por hora nas olimpíadas de Pequim, em 2008.


“Presumimos que, ao perseguir um animal, eles correm ao máximo da sua velocidade”, afirma McAllister. “Mas se eles conseguiam esta velocidade em um terreno macio, suspeito que haja uma chance que eles superariam Bolt facilmente, levando em conta as vantagens que ele tem”, completa o antropólogo. Além da velocidade impressionante de T8, o especialista também chama a atenção para o fato de que os outros aborígenes desta época também deviam chegar a velocidades semelhantes. “Essas fossilizações são muito raras”, afirma McAllister. “Quais são as chances de que o corredor mais veloz da Austrália tivesse a sua pegada fossilizada naquele momento?”, questiona. Quanto aos pulos, o pesquisador afirma que fotografias tiradas por um antropólogo alemão no início do século mostram jovens pulando em alturas de até 2,52 metros. De acordo com McAllister, a tarefa era realizada pelos jovens tutsis como um ritual de iniciação, para mostrar o progresso à idade adulta. “Eles desenvolviam habilidades fenomenais para os pulos, e pulavam para provar a sua capacidade”, diz.


Outra curiosidade é que uma mulher neandertal comum tinha 10% mais massa muscular que um homem europeu moderno. Treinada ao máximo, elas poderiam chegar a 90% da massa de Arnold Schwarzenegger na década de 70, quando ele atingiu o seu máximo fisicamente.


O porquê do declínio físico


De acordo com McAllister, a inatividade física adquirida desde a revolução industrial causou essa grande diminuição da força e capacidade física. “O corpo humano responde muito ao stress”, explica o pesquisador. “Perdemos 40% da massa dos maiores ossos do corpo porque temos menos massa muscular sobre eles atualmente”, afirma.


“Simplesmente não somos expostos aos mesmos desafios que as pessoas do passado, por isso nossos corpos não se desenvolvem”, diz o antropólogo, que completa: “Mesmo com o nível de treinamento que atletas de elite têm atualmente, não chegamos nem perto do que havia antes”.

(Hypescience)

NOTA: Realmente parece que o homem "pré-histórico" não tinha muito de pré-histórico, eles até eram superiores, e nos somos o resultado da evolução deles? Não sobrevive o mais apto, ou mais forte? A seleção natural não seleciona apenas o que garante o aperfeiçoamento do organismo? Há algo de errado com a teoria da evolução!!! Leia também o livro do professor Roberto César de Azevedo, A Origem Superior das Espécies.

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HOMO ERECTUS DE DMANISI DERRUBARAM PRECONCEITOS EVOLUCIONISTAS

A pacata Dmanisi fica a 85 quilómetros a sudoeste de Tbilisi, capital da Geórgia. A nível paleantropológico, esta região tem oferecido surpresas inesperadas à comunidade evolucionista.
Em 1991, cientistas encontraram uma mandíbula de um hominídeo. A nunca falível datação radiométrica deu-lhe uma idade de 1,6 milhões de anos [sic]. Foi considerada a mandíbula de um Homo erectus.


Nos tempos que se seguiram, a descoberta foi recebida com grande cepticismo nos meios evolucionistas. E por quê?

Os evolucionistas acreditavam que os humanos não tinham saído de África antes de 1 milhão de anos atrás e a mandíbula maravilhosamente preservada – com cada dente no seu lugar – parecia estar numa condição boa demais para ser tão antiga quanto os cientistas georgianos diziam [*1].

A equipa não desanimou e continuou a trabalhar no sítio. Em 1999, descobriram crânios do mesmo tipo de indivíduo e a comunidade evolucionista desta vez rendeu-se ao achado. Por esta altura, os depósitos de sedimentos onde foram encontrados os fósseis já tinham sido reavaliados em 1,85 milhões de anos [sic].

Comprovado este achado, estava na altura de deitar abaixo ideias que, até então, constituiam o pensamento evolucionista sobre os antepassados humanos:

  • Os evolucionistas acreditavam que os humanos não poderiam ter deixado a África antes de desenvolverem uma tecnologia mais avançada do que os simples cutelos e lascas que foram encontrados com os fósseis;
  • Afirmavam que os primeiros humanos a deixarem África eram altos e com um cérebro grande. Alguns dos Homo erectus de Dmanisi tinham capacidade cranial menor do que o Homo habilis, o alegado antecessor (já não é, aliás);

Resultados publicados na Nature.


Tamanho dos crânios


Para surpresa dos cientistas, os três crânios encontrados tinham capacidade cranial de 770 cm3 (centímetros cúbicos), 650 cm3 e 600 cm3 – menos de metade de um cérebro moderno [*2]. Foi grande choque para os evolucionistas darem conta de que um cérebro pequeno não significa, necessariamente, menos inteligência. Anatole France foi um romancista vencedor de um prémio Nobel. A sua capacidade cranial era apenas de 933 cm3. Compara isto com a média de 1300 cm3 de um humano moderno. Ainda mais surpreendente é o caso de Daniel Lyon, um trabalhador do século XIX dos caminhos de ferro de Pennsylvania, que tinha apenas uma capacidade cranial de 624 cm3. Não tinha limitações nem físicas nem mentais.


Há dados científicos que concluíram que não há relação directa entre a capacidade cranial e a inteligência.


Grande variabilidade humana


A grande diversificação cranial dos erectus de Dmanisi levou o líder da equipa a dizer que uma das coisas mais importantes destes indivíduos é que eles dão a “oportunidade de pensar sobre o que é a variação” [*3]. Bingo senhor Lordkipanidze! A variabilidade que hoje existe (compara um pigmeu ou o homem mais baixo do mundo a tipos como o Shaquille O’neal ou o homem mais alto do mundo) é a mesma que é possível encontrar no registo fóssil. Humanos sempre foram humanos, por mais que os evolucionistas tentem fazer primatas a partir de seres humanos.


Mais recentemente, juntou-se à controvérsia as evidências de que estes erectus falavam.


CONCLUSÃO


Philipe Rightmire, um dos paleoantropólogos envolvidos, disse: “É interessante que tudo tenha sido abalado, mas é frustrante que algumas das ideias que pareciam promissoras há oito ou dez anos não se sustentem mais” [meu destacado] [*4]. O evolucionista chama-lhe actualização de conhecimento. O cristão chama-lhe especulação e puro devaneio. Daqui a dez anos novas descobertas irão atirar com as ideias que actualmente parecem promissoras para o lixo. A lição que o cristão deve tirar disto é que não vale a pena ficar preocupado sempre que a “ciência” desencanta mandíbulas e crânios que parecem pertencer a um antepassado simiesco nosso. Os imaginários ramos que unem os humanos, gorilas, chimpanzés, macacos e os seus antepassados não passam disso mesmo: ficção.


REFERÊNCIAS OU NOTAS:


[*1] – “Estrangeiros na nova terra“, Scientific American Brasil Edição Especial nº 17, pág. 44

[*2] – Idem, pág. 45

[*3] – Ibidem, pág. 45

[*4] – Ibidem, pág. 48


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