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30 de out. de 2009

CHEGAM BEM PERTO DA TEORIA DO BOMBARDEAMENTO [2]


Impacto de Meteoro na Índia pode ser a causa da extinção dos dinossauros

Maior cratera da Terra


Uma misteriosa cratera submarina nas costas da Índia pode ser a maior cratera de impacto da Terra. E, se um novo estudo a seu respeito estiver correto, ela pode ter sido a responsável pela extinção dos dinossauros, 65 milhões de anos atrás [sic]. Uma equipe de pesquisadores, liderada por Sankar Chatterjee, da Universidade Técnica do Texas, nos Estados Unidos, fez o primeiro estudo detalhado da gigantesca cratera de Shiva, uma depressão submersa a oeste da Índia que é intensamente minerada por suas ricas reservas de petróleo e gás natural. Algumas crateras complexas estão entre os locais mais produtivos de hidrocarbonetos da Terra.


Expondo o manto da Terra


"Se estivermos corretos, esta é a maior cratera de impacto conhecida em nosso planeta," diz Chatterjee. "Um bólido desse tamanho, talvez de 40 quilômetros de diâmetro, criou seu próprio movimento tectônico."


Para comparação, o objeto que atingiu a Península de Yucatan, criando a cratera que atualmente é apontada como o ponto de impacto que causou o extermínio dos dinossauros, tinha entre 8 e 10 quilômetros de diâmetro. É difícil imaginar e descrever um cataclisma dessas proporções. Mas, se os pesquisadores estiverem corretos, o impacto de Shiva vaporizou a crosta da Terra no ponto da colisão, deixando no local nada menos do que um buraco onde emergiu o material ultra quente do manto da Terra. Os pesquisadores acreditam que o impacto acelerou as erupções vulcânicas em uma linha que cobre a maior parte do oeste da Índia. E mais, o impacto separou as ilhas Seicheles da placa tectônica indiana, fazendo-as derivarem em direção à África.


Cratera submersa


As evidências geológicas são dramáticas. O anel externo da cratera de Shiva tem 500 quilômetros de diâmetro, abraçando o pico central, conhecido como Elevado de Bombaim, que tem 4.800 metros de altitude a partir do fundo oceânico. A maioria da cratera fica submersa na plataforma continental da Índia, mas onde ela emerge é marcada por pico altos e agudos e depressões acentuadas. O impacto parece ter destruído ou desgastado a maior parte da camada de granito de 48 quilômetros de espessura presente na costa oeste da Índia.


Impressões digitais do meteoro


Para confirmar as descobertas, a equipe do Dr. Chatterjee tem uma expedição agendada para o próximo mês, com o objetivo de coletar amostras de rochas do centro da cratera, que poderão fornecer as evidências definitivas de que se trata de uma cratera de impacto.


"Rochas da base da cratera irão nos dar os sinais definitivos do impacto. E nós queremos ver se são rochas heterogêneas, quartzo com sinais de impacto e se há anomalias para irídio," explica Chatterjee. Os asteroides são ricos em irídio, e essas anomalias são vistas como uma espécie de impressão digital do impacto de um meteoro.

(Inovação Tecnológica)


NOTA: Impressionante como de pouco em pouco o modelo proposto pelo Geólogo Naor Neves vem sendo confirmando pelas evidências, somando-se movimentos de placas tectônicas, vulcanismo e separação de continentes, temos um resultado muito semelhante ao do modelo do Dilúvio de Noé. O artigo menciona a separação das ilhas Seicheles da placa tectônica de Indiana, resultado desde impacto, no entanto, não foi ele o único veja também Chegam bem perto da teoria do bombardeamento.

Para ter mais informações precisas sobre o assunto, recomendo o livro do Naor Neves, Uma Breve História da Terra, da Sociedade Criacionista Brasileira.


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VEGETAIS DURANTE A GRAVIDEZ PROTEGEM O BEBÊ CONTRA DIABETES

Gravidez verde

Novas evidências estão mostrando o quanto é importante para a mulher grávida comer comidas saudáveis e nutritivas.


As futuras mamães que comem vegetais todos os dias têm crianças com menor propensão a desenvolver o diabetes tipo 1, segundo um estudo feito na Universidade de Gotemburgo (Suécia).


Os resultados foram publicados no jornal Pediatric Diabetes.


Vegetais e diabetes


"Este é o primeiro estudo a mostrar uma conexão entre a ingestão de vegetais durante a gravidez e o risco da criança desenvolver diabetes tipo 1 mais tarde, mas outros estudos de vários tipos serão necessários antes que possamos dizer algo definitivo," alerta a nutricionista Hilde Brekke, que participou da pesquisa. O estudo envolveu a análise de amostras de sangue de quase 6.000 crianças com até cinco anos de idade.


Diabetes tipo 1


No diabetes do tipo 1, determinadas células no pâncreas gradualmente perdem a capacidade de produzir insulina, levando à deficiência do hormônio. Crianças com risco de desenvolver o diabetes tipo 1 têm anticorpos em seu sangue que atacam essas células produtoras de insulina. Das 6.000 crianças acompanhadas, 3% apresentava níveis elevados desses anticorpos ou já haviam desenvolvido totalmente o diabetes tipo 1 aos cinco anos de idade. Esses marcadores de risco eram duas vezes mais comuns em crianças cujas mães raramente comeram vegetais durante a gravidez. O risco foi o mais baixo entre as crianças cujas mães afirmaram ter comido vegetais todos os dias durante a gravidez.


Efeito protetor


"Nós não podemos dizer com certeza, com base apenas neste estudo, que são os próprios vegetais os responsáveis por esse efeito protetor, mas outros fatores relacionados não parecem explicar essa conexão," disse Hilde. "E tampouco essa proteção pode ser explicada por outros fatores ligados à dieta ou a outros fatores de risco conhecidos para a doença."


O termo vegetais, nesta pesquisa, englobou todos os tipos de vegetais, exceto os tubérculos.


(Diário da Saúde)


NOTA: Diga-se de passagem: " Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento." (Gen. 1:29)

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29 de out. de 2009

CRIACIONISTA BRASILEIRO LANÇA LIVRO SOBRE DINOSSAUROS

O engenheiro mecânico, de Governador Valadares, MG, formado pelo MIT, Wellington Aguiar, está lançando um ambicioso projeto em Massachusetts. Trata-se do livro The Plot (“A Trama”, em português), uma ficção que tem como pano de fundo a história dos dinossauros, sob a perspectiva cristã e baseada na teoria do criacionismo. Endossado e apoiado pelo Departamento de Ciências Naturais do Atlantic Union College, em South Lancaster, MA, o livro vai ser debatido na Universidade em conferência a ser realizada no dia 3 de dezembro. “The Plot descreve os dinossauros, sua forma anatômica, e defende uma tese, a do criacionismo. É um livro cristão, acima de tudo, contrapondo a teoria evolucionista”, afirma Wellington. O debate que antecederá o lançamento do livro contará com a presença do professor da instituição, Dr. Brown, que discutirá a abordagem dada pelo autor, analisando conteúdos biológicos, científicos, sociológicos, paleontológicos e, claro, religiosos.

O mineiro Wellington, que é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, afirma que a ideia do livro surgiu há 30 anos, quando começou a questionar a justificativa da ciência para o surgimento dos dinossauros. Ele questionou a teoria como, segundo ele, “a expressão da verdade”. “Eu não afirmo que os evolucionistas estão totalmente errados, mas a interpretação de que o mundo surgiu de um processo evolutivo não é correta”, afirma o autor, que escreveu o livro inteiramente em inglês.

O lançamento do livro vai ser no dia 13 de dezembro na própria universidade, e promete esquentar as estruturas entre os defensores das duas teorias. “Com o apoio da universidade e do professor Brown, esse livro tem grandes chances de se destacar”, afirma confiante o autor, que atualmente dá aulas de inglês.

(Rádio Criciúma)

Lido no Blog Criacionismo.

NOTA: Sinceramente falando, quando o assunto é criacionismo uma das coisas que mas gosto de pesquisar são os afamados dinossauros, desde o Jurassic Park, a mente de muito jovem ficou cheia de perguntas sobre essas incríveis criaturas, em especial eu sempre me perguntei se Deus criaria seres tão monstruosos (em especial na aparência) como aqueles. Hoje já temos resposta para muito do que o filme mostra, e sabemos que nem tudo aquilo é verdade, de fato é uma ficção. Mas estou ansioso pelo lançamento desse livro, tomará que venha rápido o seu lançamento também em português.

Enquanto ele não chega, recomendo a leitura de outros livros que tratam do mesmo assunto: Como surgiram os dinossauros e por que eles desapareceram, e Os Dinossauros.

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28 de out. de 2009

ALGA TÓXICA CAUSOU EXTINÇÃO DOS DINOS?


O hypescience publicou ontem um artigo sobre uma nova teoria sobre a extinção dos famosos dinossauros. Dessa vez a causa não foi o impacto de um asteróide ou o vulcanismo, mosquitos muito menos o dilúvio, foram algas tóxicas.

Segundo o estudo realizado por geólogos e toxicólogos, essas algas azul-esverdeadas, eram muito comuns na natureza, e tinham propriedades que produziam venenos e acabavam com o oxigênio da água. O geólogo James Castle e o ecotoxicólogo John Rodgers não deixam de reconhecer que fatores como asteróides e atividades vulcânicas tiveram seu papel, mas para eles as algas foram o mais importante.

Um grande detalhe é que não devemos esquecer que existem consequências que não podem ser ignoradas, se de fato, a Terra foi atingida por um grande asteróide, se houve vulcanismo intenso, dentre outros fatores, e para tais teorias existem boas evidências.

Um asteróide quando colide com a Terra (nas proporções que acredita-se que teria) não levanta apenas poeira, ele pode levantar até mesmo tsunamis. E é o que provavelmente tenha acontecido, o vulcanismo também pode ter sido gerado pelo impacto direto ou indireto do asteróide, o fenômeno é muito complexo, e só se pode teorizar sobre isso. No entanto, sabe-se hoje que não houve apenas um asteróide ao atingir a Terra, e sim vários. O importante é frisar que com o impacto gerou-se um reação encadeia, que culminou com no Dilúvio. O dilúvio por si só explicaria a extinção em massa dos dinossauros, e o detalhe de que o tipo de extinção que aconteceu não era o de se esperar em uma catástrofe, talvez pela breve perpetuação de algumas espécies no registro fóssil seria facilmente explicado pela teoria do "zoneamento ecológico", que defende que os fósseis encontrados no registro fóssil em distintas camadas não implicam necessariamente épocas distintas e separadas por milhões de anos, mas sim pelo ambiente ou região em que viviam e foram subitamente pegos pelo dilúvio.

O dilúvio ainda é a melhor explicação para o súbito desaparecimento dos dinossauros.

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JUIZ ORDENA QUE MEC MUDE DATA DO ENEM PARA ALUNOS JUDEUS

A Justiça ordenou ao Ministério da Educação que marque outro dia --que não o sábado-- para que 21 alunos de um colégio judaico de São Paulo façam o Enem. O MEC anunciou que recorrerá. O Enem está marcado para 5 e 6 de dezembro --sábado e domingo.

O sábado é o shabat, dia em que os judeus descansam. Do pôr do sol da sexta ao pôr do sol do sábado, não trabalham, não dirigem e não escrevem. Vendo que seus alunos perderiam o Enem, o colégio Iavne, nos Jardins (zona oeste), apresentou a ação judicial. Na primeira instância, a Justiça não viu motivo para mudar a data. O colégio recorreu. E o Tribunal Regional Federal deu razão à escola. O juiz Mairan Maia escreveu que o MEC deveria permitir que a prova fosse resolvida pelos alunos do Iavne "em dia compatível com o exercício da fé". Seria um exame com "o mesmo grau de dificuldade". "Ninguém será privado de direitos por motivos de crença religiosa."


Para os advogados da escola, o Ministério Público deveria exigir o mesmo direito aos demais alunos judeus e aos seguidores da Igreja Adventista, que descansam nos sábados.


RICARDO WESTIN
da Folha de S.Paulo


(Folha Online)



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23 de out. de 2009

POR QUE ENVELHECEMOS?

O envelhecimento e a morte são uma preocupação da humanidade há milhares de anos. Com o avanço da ciência, nossa longevidade vem aumentando constantemen-
te.


O Estúdio CH desta semana aborda os processos biológicos envolvidos no envelhecimento dos seres humanos e discute os limites da longevidade.

Em sua estreia como apresentador do nosso podcast, Fred Furtado conversa com o biólogo Emílio Antônio Jeckel Neto, diretor do Museu de Ciência e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. O pesquisador, especialista em biologia do envelhecimento, explica o que leva o nosso organismo a assumir características diferentes à medida que o tempo passa. Segundo ele, isso acontece porque nosso sistema biológico se torna cada vez mais simplificado para desenvolver estratégias para sobreviver a um ambiente em constante modificação.

Jeckel Neto ressalta que há um limite para a longevidade de qualquer ser vivo. Dependendo de suas propriedades intrínsecas para conseguir se adaptar às variações ambientais, os seres alcançam um sucesso maior ou menor no que diz respeito à quantidade de tempo que são capazes de se manter no ambiente.

O biólogo explica que os avanços da ciência em relação à longevidade estão muito mais associados a questões ambientais do que ao organismo em si. A expectativa média de vida aumentou bastante, por exemplo, com o desenvolvimento dos antibióticos e quando os profissionais da área de saúde descobriram que lavar as mãos diminuía o risco de contaminação. Mas não existe uma intervenção científica capaz de aumentar a longevidade máxima do organismo.

Sobre a possibilidade de se intervir nos processos biológicos do corpo para aumentar nossa qualidade de vida, Jeckel Neto diz que esse fator não está associado somente ao indivíduo, mas à sociedade como um todo, que se beneficia da existência de saneamento básico, por exemplo. O biólogo acrescenta que o aspecto individual que mais interfere na longevidade dos seres humanos é a quantidade e a qualidade dos alimentos ingeridos e explica o motivo dessa relação.

(Ciência Hoje-Online)
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A FESTA SEMPRE É BOA ENQUANTO DURA

Novo fóssil põe "elo perdido" sob suspeita

Comparação indica que Ida, esqueleto de 47 milhões de anos [sic] que virou fenômeno de mídia, não é ancestral do homem. Para grupo de americanos, semelhanças com macacos resultam de evolução em paralelo; autor da pesquisa original contesta conclusões



Reinaldo José Lopes escreve para a "Folha de SP":


Um grupo independente de cientistas analisou o fóssil de primata propagandeado em maio deste ano como "o elo perdido" da evolução humana e chegou a uma conclusão não muito empolgante: o bicho é provavelmente só um primo antigo e esquisito dos lêmures. Se eles estiverem corretos, o alarde midiático organizado em torno de "Ida, o elo perdido", ou Darwinius masillae, como o animal foi batizado oficialmente, pode se tornar um dos casos clássicos em que a vontade de chamar a atenção do público atropelou a ciência. Afinal, a descrição científica de Ida foi coreografada com o lançamento de documentários, sites, livros e de um evento para a imprensa [o que já era de se esperar] no qual os pesquisadores responsáveis por estudá-la compararam o fóssil com a Mona Lisa e com o Santo Graal, afirmando que ele mudava tudo o que se sabia sobre a evolução humana.


Devagar com o andor


À época, boa parte da comunidade científica concordou que se tratava de um exemplar belíssimo. Diferentemente dos outros primatas antigos, Ida, com quase 50 milhões de anos de idade, [sic] teve seu esqueleto completo preservado -sem falar na presença de pêlos e até do conteúdo digestivo do animal. Mas poucos concordaram com a sugestão de que o fóssil representava um ancestral direto dos antropoides, a linhagem de macacos que acabou desembocando no homem [sic]. No novo estudo, que está na revista científica "Nature" desta semana, a equipe coordenada por Erik Seiffert, da Universidade de Stony Brook (EUA), compara Ida a uma nova espécie de primata extinto descoberta por eles no Egito. Trata-se do Afradapis longicristatus, que é 10 milhões de anos [sic] mais novo que o suposto elo perdido, mas, ao que tudo indica, é um parente próximo de Ida, a julgar pela análise detalhada da mandíbula e dos dentes da espécie africana (aliás, esses são os únicos materiais preservados do bicho).


Seiffert e companhia também compararam Ida, o novo primata e outras 117 espécies vivas e extintas de primatas, levando em conta uma lista de 360 características do esqueleto. Essa comparação extensa, que não foi feita na descrição original de Ida, ajuda a estimar quais traços dos bichos realmente se devem ao parentesco e permite montar uma árvore genealógica dessas espécies. O veredicto: Ida seria apenas uma prima muito distante do grupo que inclui o homem, estando bem mais perto dos lêmures atuais. As semelhanças superficiais dela com o grupo dos antropoides seriam explicadas por evolução convergente -ou seja, porque ambos os grupos adotaram estilos de sobrevivência parecidos.


Comedora de folhas


"São características relacionadas ao encurtamento do focinho e ao processamento de alimentos relativamente duros, como folhas", explica Seiffert. O pesquisador aponta o que, para ele, foi o principal erro da equipe que descreveu Ida.


"Acho que eles deveriam ter feito comparações mais detalhadas com os mais antigos antropoides indiscutíveis. Eles teriam visto que traços como a fusão das duas metades da mandíbula, que não aparecem nesses antropoides [mas aparecem em Ida], não poderiam ser um elo entre Ida e eles."


Philip Gingerich, paleontólogo da Universidade de Michigan e um dos "pais" de Ida, não concorda. "Acho esquisito que o Afradapis seja muito parecido com os antropoides mas acabe classificado em outro grupo. A ideia de convergência parece implausível", diz ele.


Aliás, argumenta Gingerich, "o Darwinius [Ida] conta com um esqueleto muito mais completo que o do Afradapis, e ele apresenta características adicionais de primatas avançados que não aparecem na análise".


(Jornal da Ciência)

NOTA: Mas uma vez a idéia do "elo perdido" se perdeu ante os fatos... mas para os Darwinistas foi bom enquanto durou.
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MULHERES ALCOÓLATRAS APRENDEM COM AS MÃES


Vítimas e agressoras


As mulheres alcoolistas são ao mesmo tempo vítimas e agressoras na violência doméstica. A conclusão é de um estudo realizado na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) que envolveu 62 mulheres com cerca de 40 anos, sendo 32 delas alcoólatras. O estudo também mostra que essas famílias eram desestruturadas e que as meninas aprendem com as mães a usar o álcool para resolver seus problemas diários.


Aprendendo com as mães


A psicóloga Ana Beatriz avaliou em sua pesquisa de doutorado não só as mulheres, bem como suas famílias e aquelas em que elas e suas mães cresceram. Em seguida, analisou como as três gerações se relacionavam dentro de casa. As mulheres alcoólatras aprendiam a beber e a ser violentas com suas mães, que, por sua vez, sofriam violência da avó. "Essas mulheres repetem o que é conhecido", explica Ana Beatriz. "Elas até desejam fazer diferente, mas não têm repertório para isso, já que o modelo de aprendizagem da violência é passado de geração a geração".


As mulheres alcoolistas tinham mães com o mesmo vício em 23,3% dos casos. O companheiro também era viciado em 20 % dos casos. A maioria das mulheres e suas mães havia sofrido agressão sexual, física ou verbal. As mães de mulheres alcoolistas também eram autoritárias e centralizavam as decisões, enquanto nas famílias de mulheres sem o vício o poder era dividido entre o casal.


Disfunções


A psicóloga classificou as relações entre os membros das famílias de alcoólatras como disfuncionais. "Nessas famílias não existia suporte e apoio entre os membros" descreve Ana Beatriz. "Além disso, as regras familiares para lidar com problemas diários não são bem estabelecidas. Isso gera crises familiares e sofrimento".


Geralmente, a relação das filhas que se tornaria alcoólatra com as mães era conflituosa. Já os pais tinham uma relação de proximidade exagerada com a filha. Os pais se aliavam às filhas para brigar com as companheiras. As mães sentiam ciúmes do relacionamento entre pais e filhas, o que aumentava as agressões.


Proximidade excessiva


A maioria das mulheres alcoolistas contou que os familiares tinham uma proximidade excessiva entre si, e não reconheciam os limites para que a intimidade não se tornasse invasiva. O uso de drogas foi uma maneira de declarar independência da família. "Mas a pessoa acaba dependente do álcool como é da família", constata psicóloga. Família desestruturada é um fator de risco para desenvolver alcoolismo, mas não condição obrigatória. Ter um membro alcoólatra causa desestrutura na família.


Alcoolismo transmitido entre gerações


Segundo a psicóloga, a pesquisa é a primeira no Brasil a descrever a transmissão entre gerações da estrutura de famílias de mulheres alcoólatras e mostra a importância da prevenção.


"Se o profissional de saúde for trabalhar com essas mulheres e tentar mudar o padrão e comportamento delas, as filhas poderão experimentar um ambiente familiar diferente, em que elas não repitam os mesmos erros de suas mães".


(Diário da Saúde)


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20 de out. de 2009

DESCOBERTOS 32 NOVOS PLANETAS


Astrônomos anunciaram nesta segunda-feira a descoberta de 32 novos exoplanetas, assim chamados por estarem fora do Sistema Solar. Os exoplanetas são também chamados de planetas extrassolares. Segundo os cientistas, os exoplanetas têm tamanhos que variam de cinco vezes a massa da Terra a até dez vezes a massa de Júpiter, o maior planeta do nosso sistema.


Rastreador de planetas


Para identificar os exoplanetas, os cientistas do European Southern Observatory, trabalhando no observatório de La Silla, no Chile, utilizaram um instrumento de rastreamento muito sensível, o espectrômetro Harps (sigla de High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher, ou "rastreador de planetas por velocidade radial de alta precisão"). A descoberta - que eleva o número de exoplanetas conhecidos para mais de 400 - deixou os astrônomos entusiasmados porque indica que pode haver inúmeros planetas de pouca massa para os padrões astronômicos, como a Terra, em nossa galáxia.


"A partir (dos nossos) resultados, sabemos agora que pelo menos 40% das estrelas do tipo solar têm planetas de pouca massa. Isso é realmente importante, porque significa que planetas com pouca massa estão em toda a parte, basicamente", explicou Stephane Udry, da Universidade de Genebra, na Suíça.


"O que é muito interessante é que modelos estão prevendo (os planetas), e nós os estamos encontrando. E, além disso, os modelos estão prevendo ainda mais planetas de massas menores, como a Terra".



Estrelas que piscam de verdade

O Harps usa um método indireto de detecção que indica a existência de planetas a partir da forma como sua gravidade faz com que uma estrela-mãe pareça piscar em seu movimento pelo céu. Para detectar os exoplanetas, a astronomia está trabalhando no limite da tecnologia atual. A maioria dos planetas extrassolares que foram encontrados até agora têm o tamanho igual ou maior do que Júpiter. O instrumento Harps, no entanto, está sendo usado para verificar estrelas pequenas, relativamente frias, na esperança de encontrar planetas de baixa massa, aqueles com maior probabilidade de se parecer com os planetas rochosos do nosso Sistema Solar.


Área habitável


Dos 28 planetas conhecidos com massas com menos de 20 vezes a massa da Terra, o Harps já identificou 24 e seis destes estão no grupo anunciado recentemente.


"Temos dois candidatos com cinco vezes a massa da Terra e dois com seis vezes a massa da Terra", afirmou Stephane Udry. Anteriormente, o Harps já tinha identificado um objeto que tinha apenas duas vezes a massa da Terra. Os cientistas buscam encontrar planetas rochosos que orbitem uma "área habitável" ao redor de uma estrela - ou seja, uma região do espaço em que o planeta tenha temperaturas em uma faixa que poderia abrigar a presença de água em estado líquido. Cientistas acreditam que a introdução de novas tecnologias, mais sensíveis, vai permitir que eles identifiquem estes objetos dentro de apenas alguns anos.

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15 de out. de 2009

ORIGEM SUPERIOR


Muito aborígenes australianos pré-históricos conseguiriam vencer facilmente o atual campeão de velocidade do mundo atualmente, o jamaicano Usain Bolt. Muitos homens da etnia Tutsi, em Ruanda, conseguiriam superar o atual recorde de salto em altura, de 2,45 metros, durante seus rituais de iniciação. Qualquer mulher neandertal conseguiria vencer o fisiculturista e ator Arnold Schwarzenegger em uma queda de braço. Além disso, romanos da antiguidade completavam aproximadamente uma maratona e meia diariamente, carregando mais do que metade do seu peso corporal.


Precisa de mais algo para convencer que os homens modernos são fracotes? Essas e outras afirmações impressionantes são analisadas pelo antropólogo australiano Peter McAllister, que acredita que o homem moderno é muito inferior a seus predecessores.


A força do passado

A sua conclusão sobre a velocidade dos aborígenes australianos de 20 mil anos atrás [sic] é baseada em um grupo de pegadas de seis homens perseguindo uma presa, fossilizadas e perfeitamente preservadas até hoje. A análise das pegadas de um dos homens, chamado de T8, mostra que, em uma superfície enlameada, ele chegava a atingir 59,2 quilômetros por hora. Usain Bolt, por sua vez, atingiu a velocidade máxima de 67 quilômetros por hora nas olimpíadas de Pequim, em 2008.


“Presumimos que, ao perseguir um animal, eles correm ao máximo da sua velocidade”, afirma McAllister. “Mas se eles conseguiam esta velocidade em um terreno macio, suspeito que haja uma chance que eles superariam Bolt facilmente, levando em conta as vantagens que ele tem”, completa o antropólogo. Além da velocidade impressionante de T8, o especialista também chama a atenção para o fato de que os outros aborígenes desta época também deviam chegar a velocidades semelhantes. “Essas fossilizações são muito raras”, afirma McAllister. “Quais são as chances de que o corredor mais veloz da Austrália tivesse a sua pegada fossilizada naquele momento?”, questiona. Quanto aos pulos, o pesquisador afirma que fotografias tiradas por um antropólogo alemão no início do século mostram jovens pulando em alturas de até 2,52 metros. De acordo com McAllister, a tarefa era realizada pelos jovens tutsis como um ritual de iniciação, para mostrar o progresso à idade adulta. “Eles desenvolviam habilidades fenomenais para os pulos, e pulavam para provar a sua capacidade”, diz.


Outra curiosidade é que uma mulher neandertal comum tinha 10% mais massa muscular que um homem europeu moderno. Treinada ao máximo, elas poderiam chegar a 90% da massa de Arnold Schwarzenegger na década de 70, quando ele atingiu o seu máximo fisicamente.


O porquê do declínio físico


De acordo com McAllister, a inatividade física adquirida desde a revolução industrial causou essa grande diminuição da força e capacidade física. “O corpo humano responde muito ao stress”, explica o pesquisador. “Perdemos 40% da massa dos maiores ossos do corpo porque temos menos massa muscular sobre eles atualmente”, afirma.


“Simplesmente não somos expostos aos mesmos desafios que as pessoas do passado, por isso nossos corpos não se desenvolvem”, diz o antropólogo, que completa: “Mesmo com o nível de treinamento que atletas de elite têm atualmente, não chegamos nem perto do que havia antes”.

(Hypescience)

NOTA: Realmente parece que o homem "pré-histórico" não tinha muito de pré-histórico, eles até eram superiores, e nos somos o resultado da evolução deles? Não sobrevive o mais apto, ou mais forte? A seleção natural não seleciona apenas o que garante o aperfeiçoamento do organismo? Há algo de errado com a teoria da evolução!!! Leia também o livro do professor Roberto César de Azevedo, A Origem Superior das Espécies.

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